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A metonímia é uma figura de linguagem que apresenta
mudança de significado por relação de proximidade entre
ideias. Com base nos tipos de metonímia, numere os
parênteses da coluna A de acordo com os fenômenos
semânticos relacionados na coluna B:
Coluna A
1.O efeito pela causa
2.Continente pelo conteúdo
3.Parte pelo todo.
4.Matéria pelo objeto.
Coluna B
( ) Passe-me a farinha, disse o convidado sentado à mesa para o jantar.
( ) Algumas indústrias despejam a morte nos rios.
( ) Os cristais tiniam na bandeja de prata.
( ) Ele possuía inúmeras cabeças de gado.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência numérica correta.
Coluna A
1.O efeito pela causa
2.Continente pelo conteúdo
3.Parte pelo todo.
4.Matéria pelo objeto.
Coluna B
( ) Passe-me a farinha, disse o convidado sentado à mesa para o jantar.
( ) Algumas indústrias despejam a morte nos rios.
( ) Os cristais tiniam na bandeja de prata.
( ) Ele possuía inúmeras cabeças de gado.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência numérica correta.
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- OrtografiaAcentuação GráficaAcento Diferencial
- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Estamos perto de entender o que os animais querem
dizer para nós?
Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle,
oferecendo recompensas para pesquisas científicas
sobre como se comunicar com os animais.
Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir
que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter
função similar às palavras humanas.
Conversar com os animais costumava ser tema de livros
e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou
pode se tornar realidade em breve? E como a
inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?
A tecnologia já ampliou nossa compreensão da
comunicação animal.
Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos
inaudíveis para o ouvido humano, como os sons
ultrassônicos emitidos pelos morcegos.
O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz,
mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212
kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade
Kate Jones, do University College de Londres.
"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para
dizer aos demais que estão preocupados ou assustados,
ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao
programa de rádio The Documentary, do Serviço Mundial
da BBC.
Como seres humanos, estamos acostumados a
permanecer na bolha que os nossos sentidos podem
perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este
entendimento.
"Ela muda a forma de pensar na natureza e na
percepção, pois sei que há muito mais além disso",
afirma Jones.
A tecnologia também detecta sons muito baixos para a
audição humana, com os emitidos por elefantes.
Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou
um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e
presenciou uma sensação estranha quando estava perto
dos elefantes.
"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento
social e, aos poucos, percebi que também estava
sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar",
contou ela à BBC em 2013.
Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que
os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A
descoberta foi revolucionária para a compreensão da
comunicação entre os elefantes.
Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os
Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens
na África por meio dos seus sons.
Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de
dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados
Unidos. Agora, eles combinam as informações com o
poder da IA.
O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o
University College de Londres. Ele usa o banco de dados
de sons de elefantes catalogados por idade, sexo,
comportamento e até estado emocional para treinar um
algoritmo de IA.
"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da
imagem, existe um elefante macho com problemas'",
explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das
imagens àquelas marcas específicas."
Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no
campo por meses até que o áudio seja processado. Mas
a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para
analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real,
segundo Pickering.
Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as
incidências cada vez maiores de elefantes entrando em
aldeias e cidades, destruindo plantações.
"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar
padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes
estímulos emocionais, que poderemos interpretar como
precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.
Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem
necessitar de colaboração humana para produzir dados
precisos.
"Se você tiver instalado um desses aparelhos de
gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao
fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.
A ferramenta pode não saber quais sons são
importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto
com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente
o som do tucano ao som do elefante.
"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao
resultado certo", ele conta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o
I.Os vocábulos 'zoológico' e 'bióloga' recebem acentuação por regras distintas, visto que o primeiro apresenta vogal tônica que forma hiato com a vogal precedente, situação diferente da verificada no segundo.
II.O vocábulo 'pode' ilustra um caso em que a distinção entre formas verbais homógrafas pode ser sinalizada graficamente por meio do acento gráfico, estabelecendo oposição temporal e influenciando o valor semântico do enunciado.
III.Tanto as oxítonas quanto os monossílabos tônicos terminados em "a" recebem acento gráfico, como exemplificam os vocábulos "será" e "já", embora as regras de acentuação sejam distintas.
IV.O vocábulo 'ruído' recebe acento pela regra que acentua as palavras 'saúde' e 'egoísmo'.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições corretas.
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Estamos perto de entender o que os animais querem
dizer para nós?
Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle,
oferecendo recompensas para pesquisas científicas
sobre como se comunicar com os animais.
Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir
que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter
função similar às palavras humanas.
Conversar com os animais costumava ser tema de livros
e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou
pode se tornar realidade em breve? E como a
inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?
A tecnologia já ampliou nossa compreensão da
comunicação animal.
Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos
inaudíveis para o ouvido humano, como os sons
ultrassônicos emitidos pelos morcegos.
O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz,
mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212
kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade
Kate Jones, do University College de Londres.
"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para
dizer aos demais que estão preocupados ou assustados,
ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao
programa de rádio The Documentary, do Serviço Mundial
da BBC.
Como seres humanos, estamos acostumados a
permanecer na bolha que os nossos sentidos podem
perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este
entendimento.
"Ela muda a forma de pensar na natureza e na
percepção, pois sei que há muito mais além disso",
afirma Jones.
A tecnologia também detecta sons muito baixos para a
audição humana, com os emitidos por elefantes.
Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou
um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e
presenciou uma sensação estranha quando estava perto
dos elefantes.
"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento
social e, aos poucos, percebi que também estava
sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar",
contou ela à BBC em 2013.
Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que
os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A
descoberta foi revolucionária para a compreensão da
comunicação entre os elefantes.
Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os
Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens
na África por meio dos seus sons.
Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de
dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados
Unidos. Agora, eles combinam as informações com o
poder da IA.
O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o
University College de Londres. Ele usa o banco de dados
de sons de elefantes catalogados por idade, sexo,
comportamento e até estado emocional para treinar um
algoritmo de IA.
"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da
imagem, existe um elefante macho com problemas'",
explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das
imagens àquelas marcas específicas."
Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no
campo por meses até que o áudio seja processado. Mas
a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para
analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real,
segundo Pickering.
Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as
incidências cada vez maiores de elefantes entrando em
aldeias e cidades, destruindo plantações.
"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar
padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes
estímulos emocionais, que poderemos interpretar como
precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.
Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem
necessitar de colaboração humana para produzir dados
precisos.
"Se você tiver instalado um desses aparelhos de
gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao
fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.
A ferramenta pode não saber quais sons são
importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto
com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente
o som do tucano ao som do elefante.
"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao
resultado certo", ele conta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o
Com base na regência verbal, assinale a alternativa correta.
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dizer para nós?
Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle,
oferecendo recompensas para pesquisas científicas
sobre como se comunicar com os animais.
Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir
que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter
função similar às palavras humanas.
Conversar com os animais costumava ser tema de livros
e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou
pode se tornar realidade em breve? E como a
inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?
A tecnologia já ampliou nossa compreensão da
comunicação animal.
Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos
inaudíveis para o ouvido humano, como os sons
ultrassônicos emitidos pelos morcegos.
O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz,
mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212
kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade
Kate Jones, do University College de Londres.
"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para
dizer aos demais que estão preocupados ou assustados,
ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao
programa de rádio The Documentary, do Serviço Mundial
da BBC.
Como seres humanos, estamos acostumados a
permanecer na bolha que os nossos sentidos podem
perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este
entendimento.
"Ela muda a forma de pensar na natureza e na
percepção, pois sei que há muito mais além disso",
afirma Jones.
A tecnologia também detecta sons muito baixos para a
audição humana, com os emitidos por elefantes.
Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou
um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e
presenciou uma sensação estranha quando estava perto
dos elefantes.
"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento
social e, aos poucos, percebi que também estava
sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar",
contou ela à BBC em 2013.
Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que
os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A
descoberta foi revolucionária para a compreensão da
comunicação entre os elefantes.
Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os
Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens
na África por meio dos seus sons.
Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de
dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados
Unidos. Agora, eles combinam as informações com o
poder da IA.
O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o
University College de Londres. Ele usa o banco de dados
de sons de elefantes catalogados por idade, sexo,
comportamento e até estado emocional para treinar um
algoritmo de IA.
"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da
imagem, existe um elefante macho com problemas'",
explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das
imagens àquelas marcas específicas."
Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no
campo por meses até que o áudio seja processado. Mas
a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para
analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real,
segundo Pickering.
Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as
incidências cada vez maiores de elefantes entrando em
aldeias e cidades, destruindo plantações.
"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar
padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes
estímulos emocionais, que poderemos interpretar como
precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.
Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem
necessitar de colaboração humana para produzir dados
precisos.
"Se você tiver instalado um desses aparelhos de
gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao
fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.
A ferramenta pode não saber quais sons são
importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto
com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente
o som do tucano ao som do elefante.
"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao
resultado certo", ele conta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o
Com base nas regras de emprego do hífen em palavras compostas, assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para o vocábulo 'ultrassônico'.
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Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle,
oferecendo recompensas para pesquisas científicas
sobre como se comunicar com os animais.
Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir
que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter
função similar às palavras humanas.
Conversar com os animais costumava ser tema de livros
e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou
pode se tornar realidade em breve? E como a
inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?
A tecnologia já ampliou nossa compreensão da
comunicação animal.
Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos
inaudíveis para o ouvido humano, como os sons
ultrassônicos emitidos pelos morcegos.
O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz,
mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212
kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade
Kate Jones, do University College de Londres.
"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para
dizer aos demais que estão preocupados ou assustados,
ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao
programa de rádio The Documentary, do Serviço Mundial
da BBC.
Como seres humanos, estamos acostumados a
permanecer na bolha que os nossos sentidos podem
perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este
entendimento.
"Ela muda a forma de pensar na natureza e na
percepção, pois sei que há muito mais além disso",
afirma Jones.
A tecnologia também detecta sons muito baixos para a
audição humana, com os emitidos por elefantes.
Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou
um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e
presenciou uma sensação estranha quando estava perto
dos elefantes.
"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento
social e, aos poucos, percebi que também estava
sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar",
contou ela à BBC em 2013.
Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que
os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A
descoberta foi revolucionária para a compreensão da
comunicação entre os elefantes.
Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os
Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens
na África por meio dos seus sons.
Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de
dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados
Unidos. Agora, eles combinam as informações com o
poder da IA.
O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o
University College de Londres. Ele usa o banco de dados
de sons de elefantes catalogados por idade, sexo,
comportamento e até estado emocional para treinar um
algoritmo de IA.
"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da
imagem, existe um elefante macho com problemas'",
explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das
imagens àquelas marcas específicas."
Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no
campo por meses até que o áudio seja processado. Mas
a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para
analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real,
segundo Pickering.
Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as
incidências cada vez maiores de elefantes entrando em
aldeias e cidades, destruindo plantações.
"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar
padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes
estímulos emocionais, que poderemos interpretar como
precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.
Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem
necessitar de colaboração humana para produzir dados
precisos.
"Se você tiver instalado um desses aparelhos de
gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao
fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.
A ferramenta pode não saber quais sons são
importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto
com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente
o som do tucano ao som do elefante.
"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao
resultado certo", ele conta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o
Analise os enunciados a seguir, que apresentam concordância adequada, assim como o enunciado acima.
I.Em Trelew, na Patagônia, a degustação e a venda desse tipo de carne ganharam os noticiários do país na última semana. A experiência — que incluiu um açougue e um restaurante tradicional da cidade — fazem parte de um projeto piloto chamado "Burros Patagônicos".
II.Dados recentes, segundo a pesquisa, mostra que o consumo da carne bovina caiu cerca de 10% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo o menor nível em duas décadas.
III.A procura por opções mais baratas ocorre em um momento de pressão sobre o consumo na Argentina, impulsionada pela inflação, que acumula um aumento de 9,4% no ano.
IV.A iniciativa foi criada pelo produtor rural Julio Cittadini, que vinha desenvolvendo a ideia há cerca de dois anos, enquanto aguardava autorização das autoridades sanitárias locais e nacionais.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta as frases com concordância adequada.
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Estamos perto de entender o que os animais querem
dizer para nós?
Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle,
oferecendo recompensas para pesquisas científicas
sobre como se comunicar com os animais.
Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir
que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter
função similar às palavras humanas.
Conversar com os animais costumava ser tema de livros
e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou
pode se tornar realidade em breve? E como a
inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?
A tecnologia já ampliou nossa compreensão da
comunicação animal.
Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos
inaudíveis para o ouvido humano, como os sons
ultrassônicos emitidos pelos morcegos.
O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz,
mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212
kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade
Kate Jones, do University College de Londres.
"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para
dizer aos demais que estão preocupados ou assustados,
ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao
programa de rádio The Documentary, do Serviço Mundial
da BBC.
Como seres humanos, estamos acostumados a
permanecer na bolha que os nossos sentidos podem
perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este
entendimento.
"Ela muda a forma de pensar na natureza e na
percepção, pois sei que há muito mais além disso",
afirma Jones.
A tecnologia também detecta sons muito baixos para a
audição humana, com os emitidos por elefantes.
Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou
um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e
presenciou uma sensação estranha quando estava perto
dos elefantes.
"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento
social e, aos poucos, percebi que também estava
sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar",
contou ela à BBC em 2013.
Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que
os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A
descoberta foi revolucionária para a compreensão da
comunicação entre os elefantes.
Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os
Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens
na África por meio dos seus sons.
Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de
dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados
Unidos. Agora, eles combinam as informações com o
poder da IA.
O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o
University College de Londres. Ele usa o banco de dados
de sons de elefantes catalogados por idade, sexo,
comportamento e até estado emocional para treinar um
algoritmo de IA.
"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da
imagem, existe um elefante macho com problemas'",
explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das
imagens àquelas marcas específicas."
Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no
campo por meses até que o áudio seja processado. Mas
a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para
analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real,
segundo Pickering.
Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as
incidências cada vez maiores de elefantes entrando em
aldeias e cidades, destruindo plantações.
"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar
padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes
estímulos emocionais, que poderemos interpretar como
precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.
Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem
necessitar de colaboração humana para produzir dados
precisos.
"Se você tiver instalado um desses aparelhos de
gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao
fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.
A ferramenta pode não saber quais sons são
importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto
com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente
o som do tucano ao som do elefante.
"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao
resultado certo", ele conta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o
( ) Em 'Eles usam o som como qualquer mamífero faria', o pronome 'eles' estabelece coesão referencial ao retomar um elemento anteriormente mencionado no texto, identificado como 'os ouvidos humanos'.
( ) Em 'ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas', o verbo 'poder' estabelece coesão ao concordar adequadamente com 'golfinhos'.
( ) Em 'A descoberta foi revolucionária para a compreensão da comunicação...', o vocábulo 'descoberta' retoma a percepção científica dos sons infrassônicos dos elefantes e sua função comunicativa.
Assinale a sequência correta.
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Estamos perto de entender o que os animais querem
dizer para nós?
Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle,
oferecendo recompensas para pesquisas científicas
sobre como se comunicar com os animais.
Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir
que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter
função similar às palavras humanas.
Conversar com os animais costumava ser tema de livros
e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou
pode se tornar realidade em breve? E como a
inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?
A tecnologia já ampliou nossa compreensão da
comunicação animal.
Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos
inaudíveis para o ouvido humano, como os sons
ultrassônicos emitidos pelos morcegos.
O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz,
mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212
kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade
Kate Jones, do University College de Londres.
"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para
dizer aos demais que estão preocupados ou assustados,
ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao
programa de rádio The Documentary, do Serviço Mundial
da BBC.
Como seres humanos, estamos acostumados a
permanecer na bolha que os nossos sentidos podem
perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este
entendimento.
"Ela muda a forma de pensar na natureza e na
percepção, pois sei que há muito mais além disso",
afirma Jones.
A tecnologia também detecta sons muito baixos para a
audição humana, com os emitidos por elefantes.
Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou
um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e
presenciou uma sensação estranha quando estava perto
dos elefantes.
"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento
social e, aos poucos, percebi que também estava
sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar",
contou ela à BBC em 2013.
Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que
os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A
descoberta foi revolucionária para a compreensão da
comunicação entre os elefantes.
Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os
Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens
na África por meio dos seus sons.
Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de
dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados
Unidos. Agora, eles combinam as informações com o
poder da IA.
O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o
University College de Londres. Ele usa o banco de dados
de sons de elefantes catalogados por idade, sexo,
comportamento e até estado emocional para treinar um
algoritmo de IA.
"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da
imagem, existe um elefante macho com problemas'",
explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das
imagens àquelas marcas específicas."
Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no
campo por meses até que o áudio seja processado. Mas
a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para
analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real,
segundo Pickering.
Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as
incidências cada vez maiores de elefantes entrando em
aldeias e cidades, destruindo plantações.
"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar
padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes
estímulos emocionais, que poderemos interpretar como
precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.
Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem
necessitar de colaboração humana para produzir dados
precisos.
"Se você tiver instalado um desses aparelhos de
gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao
fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.
A ferramenta pode não saber quais sons são
importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto
com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente
o som do tucano ao som do elefante.
"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao
resultado certo", ele conta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o
Com base na análise sintática do pronome pessoal "ele" em "sugere ele", é correto afirmar que ele exerce a função de:
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Estamos perto de entender o que os animais querem
dizer para nós?
Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle,
oferecendo recompensas para pesquisas científicas
sobre como se comunicar com os animais.
Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir
que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter
função similar às palavras humanas.
Conversar com os animais costumava ser tema de livros
e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou
pode se tornar realidade em breve? E como a
inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?
A tecnologia já ampliou nossa compreensão da
comunicação animal.
Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos
inaudíveis para o ouvido humano, como os sons
ultrassônicos emitidos pelos morcegos.
O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz,
mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212
kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade
Kate Jones, do University College de Londres.
"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para
dizer aos demais que estão preocupados ou assustados,
ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao
programa de rádio The Documentary, do Serviço Mundial
da BBC.
Como seres humanos, estamos acostumados a
permanecer na bolha que os nossos sentidos podem
perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este
entendimento.
"Ela muda a forma de pensar na natureza e na
percepção, pois sei que há muito mais além disso",
afirma Jones.
A tecnologia também detecta sons muito baixos para a
audição humana, com os emitidos por elefantes.
Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou
um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e
presenciou uma sensação estranha quando estava perto
dos elefantes.
"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento
social e, aos poucos, percebi que também estava
sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar",
contou ela à BBC em 2013.
Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que
os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A
descoberta foi revolucionária para a compreensão da
comunicação entre os elefantes.
Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os
Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens
na África por meio dos seus sons.
Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de
dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados
Unidos. Agora, eles combinam as informações com o
poder da IA.
O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o
University College de Londres. Ele usa o banco de dados
de sons de elefantes catalogados por idade, sexo,
comportamento e até estado emocional para treinar um
algoritmo de IA.
"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da
imagem, existe um elefante macho com problemas'",
explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das
imagens àquelas marcas específicas."
Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no
campo por meses até que o áudio seja processado. Mas
a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para
analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real,
segundo Pickering.
Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as
incidências cada vez maiores de elefantes entrando em
aldeias e cidades, destruindo plantações.
"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar
padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes
estímulos emocionais, que poderemos interpretar como
precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.
Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem
necessitar de colaboração humana para produzir dados
precisos.
"Se você tiver instalado um desses aparelhos de
gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao
fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.
A ferramenta pode não saber quais sons são
importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto
com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente
o som do tucano ao som do elefante.
"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao
resultado certo", ele conta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o
Com base no texto 'Estamos perto de entender o que os animais querem dizer para nós?', analise as afirmativas a seguir e identifique aquela que apresenta uma informação correta.
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Estamos perto de entender o que os animais querem
dizer para nós?
Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle,
oferecendo recompensas para pesquisas científicas
sobre como se comunicar com os animais.
Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir
que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter
função similar às palavras humanas.
Conversar com os animais costumava ser tema de livros
e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou
pode se tornar realidade em breve? E como a
inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?
A tecnologia já ampliou nossa compreensão da
comunicação animal.
Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos
inaudíveis para o ouvido humano, como os sons
ultrassônicos emitidos pelos morcegos.
O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz,
mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212
kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade
Kate Jones, do University College de Londres.
"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para
dizer aos demais que estão preocupados ou assustados,
ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao
programa de rádio The Documentary, do Serviço Mundial
da BBC.
Como seres humanos, estamos acostumados a
permanecer na bolha que os nossos sentidos podem
perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este
entendimento.
"Ela muda a forma de pensar na natureza e na
percepção, pois sei que há muito mais além disso",
afirma Jones.
A tecnologia também detecta sons muito baixos para a
audição humana, com os emitidos por elefantes.
Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou
um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e
presenciou uma sensação estranha quando estava perto
dos elefantes.
"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento
social e, aos poucos, percebi que também estava
sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar",
contou ela à BBC em 2013.
Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que
os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A
descoberta foi revolucionária para a compreensão da
comunicação entre os elefantes.
Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os
Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens
na África por meio dos seus sons.
Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de
dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados
Unidos. Agora, eles combinam as informações com o
poder da IA.
O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o
University College de Londres. Ele usa o banco de dados
de sons de elefantes catalogados por idade, sexo,
comportamento e até estado emocional para treinar um
algoritmo de IA.
"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da
imagem, existe um elefante macho com problemas'",
explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das
imagens àquelas marcas específicas."
Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no
campo por meses até que o áudio seja processado. Mas
a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para
analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real,
segundo Pickering.
Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as
incidências cada vez maiores de elefantes entrando em
aldeias e cidades, destruindo plantações.
"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar
padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes
estímulos emocionais, que poderemos interpretar como
precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.
Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem
necessitar de colaboração humana para produzir dados
precisos.
"Se você tiver instalado um desses aparelhos de
gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao
fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.
A ferramenta pode não saber quais sons são
importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto
com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente
o som do tucano ao som do elefante.
"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao
resultado certo", ele conta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o
Algumas palavras da língua portuguesa podem apresentar relações de semelhança formal ou sonora. Um exemplo disso é o vocábulo 'por', como preposição, e 'pôr', como verbo. A partir disso, complete as lacunas com outras palavras homônimas ou parônimas, conforme o contexto.
1.O contrato foi___ após a revisão.
2.Na___ de congelados do mercado, é possível encontrar frutas vermelhas.
3.A corrida em torno da Lagoa Rodrigo de Freitas me fez___muito.
4.Havia___ de gato espalhado pelo tapete da sala.
Assinale a alternativa que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Estamos perto de entender o que os animais querem
dizer para nós?
Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle,
oferecendo recompensas para pesquisas científicas
sobre como se comunicar com os animais.
Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir
que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter
função similar às palavras humanas.
Conversar com os animais costumava ser tema de livros
e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou
pode se tornar realidade em breve? E como a
inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?
A tecnologia já ampliou nossa compreensão da
comunicação animal.
Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos
inaudíveis para o ouvido humano, como os sons
ultrassônicos emitidos pelos morcegos.
O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz,
mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212
kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade
Kate Jones, do University College de Londres.
"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para
dizer aos demais que estão preocupados ou assustados,
ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao
programa de rádio The Documentary, do Serviço Mundial
da BBC.
Como seres humanos, estamos acostumados a
permanecer na bolha que os nossos sentidos podem
perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este
entendimento.
"Ela muda a forma de pensar na natureza e na
percepção, pois sei que há muito mais além disso",
afirma Jones.
A tecnologia também detecta sons muito baixos para a
audição humana, com os emitidos por elefantes.
Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou
um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e
presenciou uma sensação estranha quando estava perto
dos elefantes.
"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento
social e, aos poucos, percebi que também estava
sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar",
contou ela à BBC em 2013.
Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que
os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A
descoberta foi revolucionária para a compreensão da
comunicação entre os elefantes.
Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os
Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens
na África por meio dos seus sons.
Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de
dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados
Unidos. Agora, eles combinam as informações com o
poder da IA.
O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o
University College de Londres. Ele usa o banco de dados
de sons de elefantes catalogados por idade, sexo,
comportamento e até estado emocional para treinar um
algoritmo de IA.
"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da
imagem, existe um elefante macho com problemas'",
explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das
imagens àquelas marcas específicas."
Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no
campo por meses até que o áudio seja processado. Mas
a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para
analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real,
segundo Pickering.
Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as
incidências cada vez maiores de elefantes entrando em
aldeias e cidades, destruindo plantações.
"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar
padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes
estímulos emocionais, que poderemos interpretar como
precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.
Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem
necessitar de colaboração humana para produzir dados
precisos.
"Se você tiver instalado um desses aparelhos de
gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao
fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.
A ferramenta pode não saber quais sons são
importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto
com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente
o som do tucano ao som do elefante.
"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao
resultado certo", ele conta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o
Com base nas regras de colocação pronominal, caso o complemento do verbo 'observar' seja substituído por um pronome oblíquo átono, assinale a alternativa em que a forma correta de colocação pronominal seja respeitada.
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