Foram encontradas 507 questões.
Sobre os aspectos Geográficos de Pernambuco: Hidrografia; Relevo; População; Biodiversidade e questões ambientais é incorreto afirmar que:
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Analise as imagens abaixo.

(Fonte: http://turmadoamanha.com/tag/arte-rupestre/)

(Fonte: Pichação - http://www.ecomvoce.com.br/meio ambiente e urbanidade)
As imagens têm em comum:
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A biogeoquímica é a ciência que estuda a troca de materiais entre os componentes bióticos e abióticos dos ecossistemas. Com base nos ciclos biogeoquímicos, assinale a alternativa incorreta.
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Por volta do início do século XX, a fotografia ameaçou muitos artistas que declaravam que a pintura estava morta. Afinal, não dava pra competir com um invento que registrava a realidade com precisão e velocidade. A ruptura propiciada pela fotografia causou:
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Leia a seguir um fragmento do “Sermão de Santo Antônio (aos peixes)”, do Pe. Antônio Vieira.
“Vós, diz Cristo, Senhor nosso, falando com os pregadores, sois o sal da terra: e chama-lhes sal da terra, porque quer que façam na terra o que faz o sal. O efeito do sal é impedir a corrupção; mas quando a terra se vêtão corrupta como está a nossa, havendo tantos nela que têm ofício de sal, qual será, ou qual pode ser a causa desta corrupção? Ou é porque o sal não salga, ou porque a terra se não deixa salgar. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores não pregam a verdadeira doutrina; ou porque a terra se não deixa salgar e os ouvintes, sendo verdadeira a doutrina que lhes dão, a não querem receber. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores dizem uma cousa e fazem outra; ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes querem antes imitar o que eles fazem, que fazer o que dizem. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores se pregam a si e não a Cristo; ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes, em vez de servir a Cristo, servem a seus apetites. (...)
Suposto, pois, que ou o sal não salgue ou a terra se não deixe salgar; que se há-de fazer a este sal e que se há-de fazer a esta terra? O que se há-de fazer ao sal que não salga, Cristo o disse logo: (...) Se o sal perder a substância e a virtude, e o pregador faltar à doutrina e ao exemplo, o que se lhe há-de fazer, é lançá-lo fora como inútil para que seja pisado de todos. Quem se atrevera a dizer tal cousa, se o mesmo Cristo a não pronunciara? Assim como não há quem seja mais digno de reverência e de ser posto sobre a cabeça que o pregador que ensina e faz o que deve, assim é merecedor de todo o desprezo e de ser metido debaixo dos pés, o que com a palavra ou com a vida prega o contrário.
Isto é o que se deve fazer ao sal que não salga.”
(Vieira, Antônio. SERMÃO DE SANTO ANTÓNIO AOS PEIXES – trecho. Disponível em: http://www.jayrus.art.br/Apostilas/LiteraturaPortuguesa/Barroco/Padre_Antonio_Vieira_Sto_Antonio_aos_Peixes.htm. Acesso em 19.02.15)
Segundo o texto, qual a principal função do pregador?
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A preocupação em investigar as relações entre ensino e aprendizagem deu origem à teoria da Didática. Alguns pensadores marcaram essa consolidação. Relacione os ideais de educação aos seus pensadores e marque a alternativa correta.
1. Tinha como objetivo ensinar a todos de forma rápida e eficaz. Para isso, as tarefas precisariam ser organizadas segundo o ritmo de aprendizagem dos alunos. O aluno não é visto como um sujeito que aprende. O foco ainda estava no ensino e não na aprendizagem.
2. Pela primeira vez na história, colocou o aluno como centralidade no processo educativo. A criança passou a ser compreendida como um ser de necessidades e características próprias, diferente de um adulto em miniatura, como era frequentemente identificada.
3. Preocupava-se em entender o funcionamento da mente humana e, por isso mesmo, foi considerado como um dos primeiros pensadores que associou os conhecimentos da Psicologia à Pedagogia.
4. Acreditava que a criança aprende por meio da ação nos objetos aos quais tem acesso e no mundo. Para isso, seria preciso que o ensino fosse do interesse dela, permitindo que ela reconstruísse as principais experiências humanas.
( ) Rousseau
( ) John Dewey
( ) Comenius
( ) Herbart
( ) John Dewey
( ) Comenius
( ) Herbart
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(07 de novembro de 1883) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Nascer rico é uma grande vantagem que nem todos sabem apreciar. Qual não será a de nascer rei? Essa é ainda mais preciosa, não só por ser mais rara, como porque não se pode lá chegar por esforço próprio, salvo alguns desses lances tão extraordinários, que a história toda se desloca. Sobe-se de carteiro a milionário; não se sobe de milionário a príncipe.
Entretanto, dado o caso de vocação (porque a natureza diverte-se às vezes em andar ao invés da sociedade), como há de um homem que sente ímpetos régios combinar o sentimento pessoal com a paz pública? Aí está o caso em que nem o mais fino Escobar era capaz de resolver; aí está o que resolveram alguns cidadãos de Guaratinguetá.
Reuniram-se e organizaram uma irmandade de Nossa Senhora do Rosário, que é irmandade só no nome; na realidade, é um reino; e tudo indica que é o reino dos céus. Os referidos cidadãos acharam o meio de cingir a coroa sem vir busca-la a S. Cristóvão: elegem anualmente um rei, e a coroa passa de uma testa a outra, pacificamente, alegremente, como no jogo do papelão. Aqui vai o papelão. O que traz o papelão?
No presente ano (1883 – 1884), o rei da irmandade é o sr. Martins de Abreu, nome pouco sonoro, mas não é de sonoridade que vivem as boas instituições. A rainha é a sra. D. Clara Maria de Jesus. Há um juiz do ramalhete, que é o sr. Francisco Ferreira, e uma juíza do mesmo ramalhete que é a sra. D. Zelina Rosa do Amor Divino. Não há a menor explicação do que seja este ramalhete. É realmente um ramalhete ou é nome simbólico do principado ministerial?
Segue-se o capitão do mastro. Este cargo coube ao sr. Antônio Gonçalvez Bruno, e não tem funções definidas. Capitão do mastro faz cismar. Que mastro, e por que Capitão? Compreendo o juiz da vara; compreendo mesmo o alferes da bandeira. Este é provavelmente o que leva a bandeira, e, para supor que o capitão tem a seu cargo carregar um mastro, é preciso demonstrar primeiramente a necessidade do mastro. Já não digo a mesma coisa do tenente da coroa, cargo desempenhado pelo sr. João Marcelino Gonçalves. Pode-se notar somente a singularidade de ser a coroa levada por um tenente; mas, dadas as proporções limitadas do novo reino, não há que recusar. Há também um sacristão, que é alferes, o sr. Alferes Bueno, e... Não; isto pede um parágrafo especial.
Há também um (digo?) há também um meirinho. O sr. Neves da Cruz é o encarregado dessas funções citatórias e compulsivas, e provavelmente não é cargo honorífico; se o fosse, teria outro nome. Não; ele cita, ele penhora, ele captura os irmãos do Rosário. Assim, pois, esta irmandade tem um tesoureiro para recolher o dinheiro, um procurador para ir cobrá-lo e um meirinho para compelir os remissos. Um capo d’opera.
Agora, como é que se tratam uns aos outros esses dignitários? Não sei; mas presumo, pelo pouco que conheço da natureza humana, que eles não ficam a meio caminho da ficção. O rei pode ter majestade, e assim também a rainha. E quando receberem os cumprimentos, adivinho que os receberão com certa complacência fina, certo ar digno e grande. Hão de chover os títulos – Vossa Majestade, Vossa Perfumaria, Vossa Mastreação... Em roda o povo de Guaratinguetá, e por cima a lua cochilando de fastio e sono.
A história narrada no texto, se passa em que município?
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Ao longo dos oito anos do ensino fundamental, espera-se que os alunos adquiram progressivamente uma competência em relação à linguagem que lhes possibilite resolver problemas da vida cotidiana, ter acesso aos bens culturais e alcançar a participação plena no mundo letrado. Para que essa expectativa se concretize, o ensino de Língua Portuguesa deverá organizar-se de modo que os alunos sejam capazes de:
I. Conhecer e respeitar as diferentes variedades linguísticas do português falado;
II. Compreender os textos orais e escritos com os quais se defrontam em diferentes situações de participação social, interpretando-os corretamente e inferindo as intenções de quem os produz.
III. Valorizar a leitura como fonte de informação, via de acesso aos mundos criados pela literatura e possibilidade de fruição estética, sendo capazes de recorrer aos materiais escritos em função de diferentes objetivos.
IV. Utilizar a linguagem como instrumento de aprendizagem, sabendo como proceder para ter acesso, compreender e fazer uso de informações contidas nos textos: identificar aspectos relevantes; organizar notas; elaborar roteiros; compor textos coerentes a partir de trechos oriundos de diferentes fontes; fazer resumos, índices, esquemas, etc.
Podemos afirmar que
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Em relação a sequência de gráficos expostos na questão anterior podemos destacar como causa e consequências do fenômeno evidenciado nas pirâmides etárias, respectivamente?
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Oito pedreiros constroem 320 m² de muro em dois dias; quantos pedreiros são necessários para construir 1600 m² em quatro dias?
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