Foram encontradas 507 questões.
De acordo com a Teoria Celular, apesar de serem diferentes ao nível macroscópico, todos os seres vivos são semelhantes em sua constituição fundamental uma vez que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere os seguintes conjuntos numéricos:
E = {2, 4, 6, 8, 9}, F = {3, 5, 8, 10} e G = {4, 5, 8, 12, 14, 19}; então,
!$ H = \left ( E\,\cap\,G \right)\,\cup\, \left(F\,\cap\,G \right) !$, é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
729333
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Provas:
A questão estão relacionadas ao texto abaixo transcrito.
(10 de maio de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Amanhã é um grande dia! Exclamou o meu amigo, faiscando-lhe os olhos de contentamento.
Não posso dizer o nome dele; suponhamo-lo Calisto. Amanhã é um grande dia para ele, porque é o da apresentação do ministério às câmaras, fato que na vida do meu amigo equivale a um batizado de criança na vida de todos os pais. Vão entende-lo em poucas linhas.
Calisto só adora uma coisa, mais do que as crises ministeriais, é a apresentação dos ministérios novos às câmaras. Moção anunciada pode contar com ele. E gosta das crises compridas, atrapalhadas, arrastadas, cheias de esperanças longas e boatos infinitos. Mas tão depressa se organiza o ministério, como lhe cai a alma aos pés. O que o consola então, e muito, é a ideia da apresentação; nem mais nem menos o que lhe acontece desde o dia 4.
Amanhã vai ele muito cedo para a porta da Câmara dos Deputados, com biscoitos no bolso e paciência no coração. A paciência, com perdão da palavra, é um biscoito moral, dado pelo céu a muito poucos. Calisto é dos poucos. É capaz de aguentar um temporal, uma soalheira, uma carga de cavalaria, sem arredar pé da porta da Câmara, até que lha abram. Abrem-lha, ele entra, sobe, arranja um bom lugar.
Não atribuam ao Calisto nenhuma preocupação política, pequena ou grande, nenhum amor ao Dantas ou ao Saraiva, ao projeto de um ou de outro, nem à grande questão que se debate agora mesmo em todos os espíritos. Não, senhor; este Calisto é um distintíssimo curioso, na política e no piano. Importa-lhe pouco saber de um problema ou da sua solução. Contanto que haja barulho, dá o resto de graça.
Justamente o dia de amanhã cheira a chamusco, debate grosso, veemência, chuva de apartes, impropérios, tímpanos, confusão. Pode ser que não haja nada; mas ele cuida que há, e lambe-se todo de contente só com a ideia de um pandemônio.
Na imaginação dele, a coisa há de se passar assim. Os primeiros minutos de ânsia e curiosidade – votações distraídas, arengas curtas. Pela uma hora da tarde, anuncia-se o ministério, que aparece rompendo a custo a multidão de curiosos. Grande burburinho, crescente ansiedade. Sentam-se os ministros, explica-se a crise, e o Saraiva tem a palavra para expor o programa. O profundo silêncio com que ele há de ser ouvido é um dos regalos do Calisto, que ouve através do silêncio o tumulto das almas.
Depois rompe um deputado. Qual deputado? Não sabe qual seja, mas há de ser um, provavelmente o José Mariano, ou algum com quem se não conte, e está acesa a guerra – brotam os apartes, agitam-se os ânimos; vem outro orador, mais outro – cruzam-se os remoques, surgem os punhos cerrados, bufam as cóleras, retinem os entusiasmos. E o meu Calisto, de cima, olhará para baixo, e gozará um bom dia, um dia raro, igual àquele 18 de julho de 1868, quando o Itaboraí penetrou na Câmara liberal, com os conservadores. O Calisto ainda se lembra que não jantou nesse dia.
Agora, que a questão ainda é mais grave, a sessão há de render mais – ou dar sorte, que é a locução do meu amigo. Calisto espera sair amanhã dali, abarrotado de comoção para seis meses. Jura a quem quer ouvir, que não tem preferências nem antipatias. Também não quer saber se do debate lhe sairá alguma restrição pessoal ou pecuniária. Contanto que haja tumulto, está ganho o dia, e o dia seguinte pertence a Deus.
Ide vê-lo, à saída da Câmara, olhando embasbacado; estará ainda alegre. Mas no dia seguinte, que o diabo diz que também é dele, vereis o meu pobre Calisto arrimado a alguma porta ou esquina, à espreita de algum sucesso que passe, desconsolado como na ópera do nosso Antônio José:
Tão alegres que fomos,
Tão tristes que viemos.
Calisto é um distintíssimo curioso, diz o autor, em quê?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Suponha que a probabilidade de um celular de uma determinada marca apresentar defeito antes de encerrar o período da garantia do fabricante, é de 5%. Se 2 desses aparelhos forem observados ao acaso, qual a probabilidade de ambos apresentarem defeitos?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Nos dias atuais, temos um olhar diferenciado sobre os dois grandes períodos da história da humanidade. Afirmamos que existe uma história humana desde o surgimento dos primeiros hominídeos. Por conseguinte, novas considerações puseram em revisão a ideia de que a Pré−história seria a fase compreendida como “antes da história”, ou pior, “sem história”. Percepções culturais acerca da vivência humana, seja esta vivência social, política, econômica ou artística, projetaram para antes da invenção da escrita, a busca pela verdade e a pesquisa científica histórica. Acerca da Pre−história como grande etapa do desenvolvimento da humanidade, podemos considerar como coerente a seguinte afirmação.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
729189
Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Text 11
A truck drove onto a bridge in China but the truck was just too heavy for the bridge. The small concrete bridge collapsed under the truck’s weight. The driver of the truck said that he took a wrong turn in the dark. The bridge connects a village with nearby towns, so the villagers must take long detours to cross the river. The accident also damaged the water pipe, which ran under the bridge.
Check the correct alternative according to the text above:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Qual o Máximo Divisor Comum (MDC) dos números: 15, 30, e 135?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
729164
Ano: 2015
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Provas:
À respeito das toxinfecções alimentares e seus agentes causadores, assinale a alternativa correta:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A questão estão relacionadas ao texto abaixo transcrito.
(14 de março de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Trago aqui no bolso um remédio contra os capoeiras. Nem tenho dúvida em dizer que é muito superior ao célebre Xarope do Bosque, que fez curas admiráveis e até milagrosas, até princípios de 1856, decaindo em seguida, como todas as coisas deste mundo. A minha droga pode dizer-se que tem em si o sinal da imortalidade.
Agora, principalmente, que a guarda urbana foi dissolvida, entregando ontem os refles, receiam alguns que haja uma explosão de capoeiragem (só para os moer), enquanto que outros creem que a substituição da guarda é bastante para fazer recuar os maus e tranquilizar os bons. Hão de perdoar-me: eu estou antes com o receio do que com a esperança, não tanto porque acredite na explosão referida, como porque desejo vender a minha droga. Pode ser que haja nesta confissão uma ou duas gramas de cinismo; mas o cinismo, que é a sinceridade dos patifes, pode contaminar uma consciência reta, pura e elevada, do mesmo modo que o bicho pode roer os mais sublimes livros do mundo.
Vamos, porém, à droga, e comecemos por dizer que estou em desacordo com todos os meus contemporâneos, relativamente ao motivo que leva o capoeira a plantar facadas nas nossas barrigas. Diz-se que é o gosto de fazer mal, de mostrar agilidade e valor, opinião unânime e respeitada como um dogma. Ninguém vê que é simplesmente absurda.
Com efeito, não duvido que um ou outro, excepcionalmente, nutra essa perversão de entranhas; mas a natureza humana não comporta a extensão de tais sentimentos. Não é crível que tamanho número de pessoas se divirtam em rasgar o ventre alheio, só para fazer alguma coisa. Não se trata de vivissecção, em que um certo abuso, por maior que seja, é sempre científico, e com o qual só padece cachorro, que não é gente, como se sabe. Mas como admitir tal coisa com homem e fora do gabinete?
Bastou-me fazer esta reflexão, para descobrir a causa das facadas anônimas e adventícias, e logo o medicamento apropriado. Veja o leitor se não concorda comigo?
Capoeira é homem. Um dos característicos do homem é viver com o seu tempo. Ora, o nosso tempo (nosso e do capoeira) padece de uma coisa que poderemos chamar – erotismo de publicidade. Uns poderão crer que é achaque, outros que é uma recrudescência de energia, porque o sentimento é natural. Seja o que for, o fato existe, e basta andar na aldeia sem ver as casas, para reconhecer que nunca esta espécie de afecção chegou ao grau em que a vemos.
Sou justo. Há casos em que acho a coisa natural. Na verdade, se eu, completando hoje cinquenta anos, janto com a família e dois ou três amigos, por que não farei participante do meu contentamento este respeitável público? Embarco, desembarco, dou ou recebo um mimo, nasce-me um porco com duas cabeças, qualquer caso desses pode muito bem figurar em letra redonda, que dá vida a coisas muito menos interessantes. E, depois, o nome da gente, em letra redonda, tem outra graça, que não em letra manuscrita; sai mais bonito, mais nítido, mete-se pelos olhos dentro, sem contar que pessoas que hão de ler, comprar as folhas, e a gente fica notória sem despender nada. Não nos envergonhemos de viver na rua; é muito mais fresco.
Aqui tocamos o ponto essencial. O capoeira está nesta matéria como Crébilon em matéria de teatro. Perguntou-se a este, por que compunha peças de fazer arrepiar os cabelos; ele respondeu que, tendo Racine tomado o céu para si e Corneille a terra, não lhe restava mais que o inferno em que se meteu. O mesmo acontece ao capoeira. Não pode distribuir mimos espirituais, ou drogas infalíveis, todos os porcos nascem-lhe com uma cabeça, nenhum meio de ocupar os outros com a sua preciosa pessoa. Recorre à navalha, espalha facadas, certo de que os jornais darão notícias das suas façanhas e divulgarão os nomes de alguns.
Já o leitor adivinhou o meu medicamento. Não se pode falar com gente esperta; mal se acaba de dizer uma coisa, conclui logo a coisa restante. Sim, senhor, adivinhou, é isso mesmo: não publicar mais nada, trancar a imprensa às valentias da capoeiragem. Uma vez que se não dê mais notícia, eles recolhem-se às tendas, aborrecidos de ver que a crítica não anima os operosos.
Logo depois a autoridade, tendo à mão algumas associações, becos e suspensórios ainda sem título, entra pelas tendas e oferece aos nossos Aquiles uma compensação de publicidade. Vitória completa: eles aceitam o derivativo, que os traz ao céu de Racine e à terra de Corneille, enquanto as navalhas, restituídas aos barbeiros, passarão a escanhoar os queixos da gente pacífica. Ex fumo dare lucem.
Qual a definição de cinismo, segundo o autor?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Observe a imagem:

Fonte: https://djalmasantos.files.wordpress.com/2011/06/252.jpg
O processo que está ocorrendo em 2, é provocado por qual organela e que fenômeno citoplasmático é esse?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container