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Variedades del español hablado en América: una aproximación educativa
La primera pregunta que cabe hacerse es si existe una realidad lingüística homogénea en Hispanoamérica. Evidentemente no existe, como no existe un español peninsular único y homogéneo. En el españolhispanoamericano hay diferencias, a veces notables, que sin embargo no llegan a ser tan profundas como para impedir la comprensión entre los hablantes de los distintos países. Hablamos de diversidad dentro de la unidad. Para entender el español hablado en Hispanoamérica, no sólo hay que tener en cuenta las diferencias lingüísticas de los distintos países y de las regiones que configuran estos; es preciso observar diferencias que tienen que ver con el nivel sociocultural de los hablantes, diferencias diastráticas, o con el tipo de población, zonas rurales y urbanas, hablantes monolingües o bilingües, pues estos son factores que inciden, sin duda, en la variación lingüística. En este sentido, las normas lingüísticas populares de diferentes regiones tienen mayor diferenciación entre sí que lasnormas cultas de esas mismas regiones. El factor cultural, y en especial la escolarización, es un elemento nivelador que influye en la homogenización de las lenguas. (...)
Existen además factores históricos que permiten explicar la diversificación dialectal del español americano, como la procedencia de los contingentes de población que colonizaron el continente americano y su distribución regional.(...)
La influencia de las lenguas amerindias en las áreas de bilingüismo histórico son también un factor de diferenciación importante, como veremos. Por otra parte, la propia evolución de las variedades de español americanas han contribuido a enriquecer la diversidad del español americano, principalmente en la lengua oral popular. Las más estudiadas son las de carácter léxico y semántico, lo que no quiere decir que no haya también diferencias morfosintácticas. Pongamos algún ejemplo que ilustre las diferencias léxicas. En México podemos escuchar a alguien la frase siguiente: vio el carro de bomberos y se paró en la banqueta, que en español peninsular correspondería a ‘vio el coche de bomberos y se quedó de pie en la acera’ o pon la cajeta en la cajuela, güerito ‘mete el dulce de leche en el maletero del coche, rubito’. Igualmente podemos oír en Argentina si querés comprar una pollera, tomá esta vereda y a las tres cuadras entrá en un negocio que tiene las vidrieras regrandes, esto es, ‘si quieres comprar una falda, ve por esta acera y a las tres manzanas entra en una tienda que tiene los escaparates muy grandes’. (...)
En definitiva, el español hablado en América se muestra como un extenso complejo de variedades dialectales que contribuyen a enriquecer la lengua española.
ALCAINE, Azucena Palacios Alcaine. Asesado en:05 de marzo de 2015. Disponible en:
https://www.uam.es/personal_pdi/filoyletras/alcaine/UIMP.pdf.
El articulo trata de la variación lingüística en dos grupos lingüísticos separados por límites geográficos. Abajo encontramos algunos ejemplos léxicos de esta variedad frente al peninsular en los ejemplos:
I. El carro de los bomberos. / El coche de los bomberos.
II. Juan paró en la banqueta. / Juan se paró en la acera.
III. La pollera es más alegre. / La falda es más alegre.
IV. ¡Que chévere! / ¡Que bonito!
 

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Text 01
It is a method of teaching foreign languages derived from the classical (sometimes called traditional) method of teaching Greek and Latin. Students learn grammatical rules and then apply those rules by translating sentences between the target language and the native language. The classes are usually conducted in the students’ native language. Grammar rules are learned deductively; students learn grammar rules by heart, and then practice the rules by doing grammar drills and translating sentences to and from the target language.There is not usually any listening or speaking practice, and very little attention is placed on pronunciation or any communicative aspects of the language.
The excerpt above refers to the method:
 

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813323 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
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Qual o volume de uma esfera, cujo raio mede 3 cm? (Considerando !$ \pi = 3,14 !$)
 

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Vitória de Santo Antão teve uma expansão significativa há cerca de cinco anos, com a chegada de várias empresas e indústrias. Entre os motivos que impulsionam a cidade está a proximidade com o Recife, a 50 quilômetros, e com Suape, a 70 quilômetros. Qual das empresas abaixo já vem operando com sucesso no município desde a sua inauguração em 2009?

 

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813279 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
TEXTO 1
Por que ensinar valores?
Dizer a uma criança de cinco anos para que coma salada, porque salada “faz bem” não a induz a devorá-la. Se o fizer, fará para agradar a mãe ou, pior ainda, comerá salada “apesar de detestá-la”, porque ainda que não ouse revelar, tem medo da mãe. A criança não gosta das saladas não porque a química que compõe seu organismo a rejeita, mas sim porque não compreende porque deve comer salada. As palavras da mãe não garantem a convicção e em seu nível de conhecimento, comer salada não faz qualquer sentido, ao contrário, por exemplo, de entupir-se de guloseimas. Em verdade, quem recusa a salada na criança não são as suas células gustativas que caracterizam o paladar, mas seu cérebro, pois o cérebro humano jamais aceita o que não lhe faz pleno sentido.
A referência à salada e a circunstância da criança são apenas exemplos simbólicos. Em qualquer idade, somente gostamos do que possui sentido e por esse motivo não somos capazes de decorar um punhado de palavras esdrúxulas, como por exemplo “murufratagitrari, brucutrape, saratripiu”, mas guardamos com carinho o recado gostoso de que “amanhã será domingo de sol e a praia nos espera”. Se pensarmos bem, a aparente dificuldade da memória para registrar os dois recados acima é absolutamente a mesma, mas fixamos a segunda e não a primeira porque a segunda faz sentido. Em síntese, o “combustível” do cérebro humano é sempre a “significação” e quando tentam nos enfiar na memória frases sem essa essência, reagimos como reage a criança diante da salada imposta.
É por esse motivo que é importante ensinar valores.(II)
Os valores não são, como habitualmente se pensa, atributos desejáveis ao ser humano, ou fundamentos da dignidade da pessoa, ou objeto de escolhas morais, ou qualidade que pode fazê-lo mais ou menos bonito no contexto social. Ao contrário, os valores são os alicerces da humanidade, a essência da preservação da espécie e o “alimento” que integra e faz prosperar os grupos sociais. Mais que isso, “Valores” são, em última instância, aquilo que pode ser vivenciado como algo que faz sentido e, dessa forma, como tudo quanto dá razão à vida. A vida biológica do homem, tal como a vida biológica da mosca, não necessita ser vivida. Representa simplesmente uma circunstância evolutiva, um acidente orgânico e, dessa forma, basta durar apenas o tempo para se reproduzir. Com essa missão orgânica concluída, a vida não tem mais motivo e morrer ou não constitui apenas um acidente que termina um outro que a gerou.
Mas, o homem não é apenas constituído por uma vida biológica. É uma vida que alcança a plenitude do sentido porque ama, sofre, constrói, se zanga, se surpreende, foge da tristeza, anseia pela felicidade, cultiva a simpatia, exibe compaixão, embaraça-se, assusta-se com a culpa, cresce com o orgulho, mortifica-se com a inveja e por isso tudo causa espanto e admiração, indignação ou desprezo. Sem sentir-se “inundado” pelas emoções e pelos valores, a vida não é vida e se fosse possível não tê-los, bastava ao homem passar pela vida e não viver”.
É por esse motivo, insistimos, que é importante ensinar valores.(II)
Mas se não se duvida dessa importância, é essencial que se descubra que ensinar valores tal como se insiste com a criança que coma salada, implica em sua rejeição ou, pior ainda, em um domínio sem compreensão, uma aprendizagem sem significação, logo rejeitada pelo cérebro. Valores não se ensinam, pois, com conselhos.
Nada contra os conselhos. Se bonitos e bem intencionados até que não ficam mal em quem quer que seja. Mas, acredita-se que possam ser “apreendidos” representa uma outra história. Os valores, tal como as saladas, precisam de momentos certos para serem mostrados e, sobretudo, necessitam de exemplos para serem explorados, circunstâncias específicas para que sejam compreendidos, ambientes emocionalmente preparados para que sejam discutidos. Assim como não se discute a boa intenção da mãe em tentar empanturrar seu filho de cinco anos de saladas, também não se discute a intencionalidade de se ensinar valores de forma discursiva. Isso até pode ser satisfatório para a consciência de quem transmite, mas certamente é inútil para o cérebro de quem acolhe. Se é que acolhe.
(Disponível em: http://www.celsoantunes.com.br/pt/textos_exibir.php?tipo=TEXTOS&id=11 acesso em 16 de jan. 2015.)
Sobre a tipologia textual à qual pertence o texto 1, seu gênero e suas características gerais, julgue o que se afirma a seguir:
I. Trata-se de um texto argumentativo, com introdução, desenvolvimento e conclusão claros. Poderia ser apontado como um artigo de opinião.
II. As frases “É por esse motivo que é importante ensinar valores” e “É por esse motivo, insistimos, que é importante ensinar valores” funcionam como “pontos de apoio” do texto, pois reacendem na memória do leitor os objetivos propostos pelo título: expor motivos.
III. A referência que o autor fez à criança que não quer comer salada é um traço essencialmente narrativo do texto, que compromete o potencial semântico, o que faz vê-lo crônica narrativa.
É coerente com o texto o que se afirma em:
 

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813221 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
(07 de novembro de 1883) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Nascer rico é uma grande vantagem que nem todos sabem apreciar. Qual não será a de nascer rei? Essa é ainda mais preciosa, não só por ser mais rara, como porque não se pode lá chegar por esforço próprio, salvo alguns desses lances tão extraordinários, que a história toda se desloca. Sobe-se de carteiro a milionário; não se sobe de milionário a príncipe.
Entretanto, dado o caso de vocação (porque a natureza diverte-se às vezes em andar ao invés da sociedade), como há de um homem que sente ímpetos régios combinar o sentimento pessoal com a paz pública? Aí está o caso em que nem o mais fino Escobar era capaz de resolver; aí está o que resolveram alguns cidadãos de Guaratinguetá.
Reuniram-se e organizaram uma irmandade de Nossa Senhora do Rosário, que é irmandade só no nome; na realidade, é um reino; e tudo indica que é o reino dos céus. Os referidos cidadãos acharam o meio de cingir a coroa sem vir busca-la a S. Cristóvão: elegem anualmente um rei, e a coroa passa de uma testa a outra, pacificamente, alegremente, como no jogo do papelão. Aqui vai o papelão. O que traz o papelão?
No presente ano (1883 – 1884), o rei da irmandade é o sr. Martins de Abreu, nome pouco sonoro, mas não é de sonoridade que vivem as boas instituições. A rainha é a sra. D. Clara Maria de Jesus. Há um juiz do ramalhete, que é o sr. Francisco Ferreira, e uma juíza do mesmo ramalhete que é a sra. D. Zelina Rosa do Amor Divino. Não há a menor explicação do que seja este ramalhete. É realmente um ramalhete ou é nome simbólico do principado ministerial?
Segue-se o capitão do mastro. Este cargo coube ao sr. Antônio Gonçalvez Bruno, e não tem funções definidas. Capitão do mastro faz cismar. Que mastro, e por que Capitão? Compreendo o juiz da vara; compreendo mesmo o alferes da bandeira. Este é provavelmente o que leva a bandeira, e, para supor que o capitão tem a seu cargo carregar um mastro, é preciso demonstrar primeiramente a necessidade do mastro. Já não digo a mesma coisa do tenente da coroa, cargo desempenhado pelo sr. João Marcelino Gonçalves. Pode-se notar somente a singularidade de ser a coroa levada por um tenente; mas, dadas as proporções limitadas do novo reino, não há que recusar. Há também um sacristão, que é alferes, o sr. Alferes Bueno, e... Não; isto pede um parágrafo especial.
Há também um (digo?) há também um meirinho. O sr. Neves da Cruz é o encarregado dessas funções citatórias e compulsivas, e provavelmente não é cargo honorífico; se o fosse, teria outro nome. Não; ele cita, ele penhora, ele captura os irmãos do Rosário. Assim, pois, esta irmandade tem um tesoureiro para recolher o dinheiro, um procurador para ir cobrá-lo e um meirinho para compelir os remissos. Um capo d’opera.
Agora, como é que se tratam uns aos outros esses dignitários? Não sei; mas presumo, pelo pouco que conheço da natureza humana, que eles não ficam a meio caminho da ficção. O rei pode ter majestade, e assim também a rainha. E quando receberem os cumprimentos, adivinho que os receberão com certa complacência fina, certo ar digno e grande. Hão de chover os títulos – Vossa Majestade, Vossa Perfumaria, Vossa Mastreação... Em roda o povo de Guaratinguetá, e por cima a lua cochilando de fastio e sono.
Em reunião, o que organizaram os cidadãos do Município?
 

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813191 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Na embriologia são estudados as etapas e os eventos que ocorrem no desenvolvimento embrionário. Na organogênese, uma das etapas embrionária, ocorre formação dos órgãos e dos sistemas de um novo indivíduo, sendo que o primeiro indício do coração é o aparecimento dos:
 

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813169 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Aline, Amanda, Larissa e Mirella deram uma festa para todas as amigas. O total da conta chegou a R$ 3.000,00. Aline pagou um terço do total pago pelas outras três. Larissa pagou uma quantia igual àquela paga pelas outras três juntas e Mirella pagou R$ 250,00 menos que Aline. O valor pago por Amanda foi de:
 

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813090 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
TEXTO 1
Por que ensinar valores?
Dizer a uma criança de cinco anos para que coma salada, porque salada “faz bem” não a induz a devorá-la(I). Se o fizer, fará para agradar a mãe ou, pior ainda, comerá salada “apesar de detestá-la”(II), porque ainda que não ouse revelar, tem medo da mãe. A criança não gosta das saladas não porque a química que compõe seu organismo a rejeita, mas sim porque não compreende porque deve comer salada(III). As palavras da mãe não garantem a convicção e em seu nível de conhecimento, comer salada não faz qualquer sentido, ao contrário, por exemplo, de entupir-se de guloseimas. Em verdade, quem recusa a salada na criança não são as suas células gustativas que caracterizam o paladar, mas seu cérebro, pois o cérebro humano jamais aceita o que não lhe faz pleno sentido.
A referência à salada e a circunstância da criança são apenas exemplos simbólicos. Em qualquer idade, somente gostamos do que possui sentido e por esse motivo não somos capazes de decorar um punhado de palavras esdrúxulas, como por exemplo “murufratagitrari, brucutrape, saratripiu”, mas guardamos com carinho o recado gostoso de que “amanhã será domingo de sol e a praia nos espera”. Se pensarmos bem, a aparente dificuldade da memória para registrar os dois recados acima é absolutamente a mesma, mas fixamos a segunda e não a primeira porque a segunda faz sentido. Em síntese, o “combustível” do cérebro humano é sempre a “significação” e quando tentam nos enfiar na memória frases sem essa essência, reagimos como reage a criança diante da salada imposta.
É por esse motivo que é importante ensinar valores.
Os valores não são, como habitualmente se pensa, atributos desejáveis ao ser humano, ou fundamentos da dignidade da pessoa, ou objeto de escolhas morais, ou qualidade que pode fazê-lo mais ou menos bonito no contexto social. Ao contrário, os valores são os alicerces da humanidade, a essência da preservação da espécie e o “alimento” que integra e faz prosperar os grupos sociais. Mais que isso, “Valores” são, em última instância, aquilo que pode ser vivenciado como algo que faz sentido e, dessa forma, como tudo quanto dá razão à vida. A vida biológica do homem, tal como a vida biológica da mosca, não necessita ser vivida. Representa simplesmente uma circunstância evolutiva, um acidente orgânico e, dessa forma, basta durar apenas o tempo para se reproduzir. Com essa missão orgânica concluída, a vida não tem mais motivo e morrer ou não constitui apenas um acidente que termina um outro que a gerou.
Mas, o homem não é apenas constituído por uma vida biológica. É uma vida que alcança a plenitude do sentido porque ama, sofre, constrói, se zanga, se surpreende, foge da tristeza, anseia pela felicidade, cultiva a simpatia, exibe compaixão, embaraça-se, assusta-se com a culpa, cresce com o orgulho, mortifica-se com a inveja e por isso tudo causa espanto e admiração, indignação ou desprezo. Sem sentir-se “inundado” pelas emoções e pelos valores, a vida não é vida e se fosse possível não tê-los, bastava ao homem passar pela vida e não viver”.
É por esse motivo, insistimos, que é importante ensinar valores.
Mas se não se duvida dessa importância, é essencial que se descubra que ensinar valores tal como se insiste com a criança que coma salada, implica em sua rejeição ou, pior ainda, em um domínio sem compreensão, uma aprendizagem sem significação, logo rejeitada pelo cérebro. Valores não se ensinam, pois, com conselhos.
Nada contra os conselhos. Se bonitos e bem intencionados até que não ficam mal em quem quer que seja. Mas, acredita-se que possam ser “apreendidos” representa uma outra história. Os valores, tal como as saladas, precisam de momentos certos para serem mostrados e, sobretudo, necessitam de exemplos para serem explorados, circunstâncias específicas para que sejam compreendidos, ambientes emocionalmente preparados para que sejam discutidos. Assim como não se discute a boa intenção da mãe em tentar empanturrar seu filho de cinco anos de saladas, também não se discute a intencionalidade de se ensinar valores de forma discursiva. Isso até pode ser satisfatório para a consciência de quem transmite, mas certamente é inútil para o cérebro de quem acolhe. Se é que acolhe.
(Disponível em: http://www.celsoantunes.com.br/pt/textos_exibir.php?tipo=TEXTOS&id=11 acesso em 16 de jan. 2015.)
As conjunções exercem um poderoso papel na construção do texto dissertativo-argumentativo. Mais do que unir orações, elas garantem as operações argumentativas do texto e formam um caminho para compreender o ponto de vista do autor. Todos os comentários abaixo envolvem conjunções que aparecem no primeiro parágrafo.
Leia-os e marque a alternativa em que há afirmações corretas.
I. “Dizer a uma criança de cinco anos para que coma salada, porque salada “faz bem” não a induz a devorál-a.” A conjunção em destaque tem valor explicativo.
II. “Se o fizer, fará para agradar a mãe ou, pior ainda, comerá salada ‘apesar de detestá-la’”, porque ainda que não ouse revelar, tem medo.” A conjunção em destaque tem valor concessivo e equivale a “mesmo que”. Ao fazer a substituição, a oração ficaria adequadamente adaptada da seguinte maneira: comerá salada, mesmo que a deteste/ mesmo a detestando.
III. “A criança não gosta das saladas não porque a química que compõe seu organismo a rejeita, mas sim porque não compreende porque deve comer salada.” O trecho em destaque tem valor aditivo, no entanto também seria correto dizer que pode ser substituído por “todavia”.
Só é correto afirmar o que se diz em:
 

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EL ENVEJECIMIENTO
Es un proceso biológico que forma parte de la vida. Se inicia en el momento del nacimiento y cronológicamente se envejece al cumplir años. El ser humano llega a la madurez y alcanza la plenitud de su vida cuando sus facultades físicas (agilidad, resistencia) y sus facultades intelectuales (análisis, astucia, habilidades, pensamiento, conocimiento, etc.) se encuentran en perfecto equilibrio. El momento en el que una de estas facultades se comienza a perder, se inicia el proceso de envejecimiento. Este cambio se produce de manera imperceptible y muy lenta, evidenciándose cuando no se pueden realizar algunas tareas de la misma forma que se realizaban antes. Hay que diferenciar entre envejecimiento cronológico y envejecimiento patológico. El envejecimiento cronológico viene marcado por la fecha de nacimiento: es la vista cansada, la pérdida de oído, los dolores, el enlentecimiento motor…, todos esos “achaquillos” que trae consigo la edad. Por otro lado está el envejecimiento patológico, que es cuando aparece una enfermedad. Este envejecimiento no tiene que ver con la edad cronológica (el cerebro puede envejecer de forma independiente del resto del cuerpo) y, por ejemplo, se puede dar una demencia en personas que, por edad, podrían estar activas laboralmente. Puede haber jóvenes de 70 años y viejos de 45.
Hay que destacar el enorme el salto que se da entre la edad denominada adulta y el inicio de la época llamada vejez. Este salto provoca una desestabilización de las personas mayores (sin olvidar que se trata de personas mayores sanas, sin demencia): de repente se ven sin obligaciones, pierden su rol de “autoridad paterna” al independizarse los hijos, no tienen una actividad laboral en la que puedan reconocer y demostrar su valía, tienen que llenar un montón de horas a lo largo del día, no conocen (o no están acostumbrados) los recursos que hay en la comunidad donde residen y se ven con menos ganas de salir a divertirse porque “ya no están para esas cosas”. Esto es muy duro. Un factor muy importante a tener en cuenta es que, a la velocidad que se están llevando a cabo los cambios sociales y ambientales, a las personas mayores les resulta muy difícil asimilarlos física y emocionalmente, provocándoles sentimientos negativos que les llevan, muchas veces, a desarrollar enfermedades.
Hoy, asistimos a un envejecimiento de la sociedad sin precedentes. Sin embargo, este notable incremento de edad no se debe a que la vejez se haya postergado, sino a que el hombre ha podido controlar su medio ambiente, disminuyendo notablemente la muerte prematura. Estudios de historia permiten afirmar que en la Antigua Roma el promedio de vida sólo alcanzaba los 22 años. Esta corta expectativa de vida se mantuvo muchos siglos, ya que hasta hace apenas 150 años las posibilidades de vida al nacer eran aún de 30 años. Ha sido en el último siglo cuando todo ha cambiado: hoy la probabilidad de vida en el mundo, como promedio, alcanza los 65 años y, en algunos países desarrollados, ya se están alcanzando los 80 años.
España no escapa a este nuevo cambio, y se calcula que será el país de la Unión Europea con mayor proporción de jubilados (35,6%) y menos personas en edad de trabajar (52,9%) sobre el total de la población en el año 2050. Viviremos en una sociedad en la que una de cada tres personas tendrá más de 65 años, por lo tanto hay que buscar nuevos caminos para propiciar la interacción entre generaciones. La cohesión social entre jóvenes y mayores será una prioridad en las soluciones que se aporten al desafío del envejecimiento poblacional. Hay que encontrar una manera de seguir apoyando a las personas mayores sin considerarlas una carga para la sociedad. Para conocer el enfoque desde el que deben intervenir o trabajar las personas que rodean al enfermo de Alzheimer, es muy importante saber cuál es el punto de partida más habitual en el que se encuadra la enfermedad: una edad avanzada (aunque cada vez aparecen casos más jóvenes) y una serie de dificultades provocadas no sólo por la edad, sino por el concepto social de las personas mayores.
Texto adaptado. Disponible en:
http://www.juntadeandalucia.es/educacion/portal/com/bin/Contenidos/PSE/participacion/guiasfamilias/20131030_ProyectoEscol arAlzheimer/1383140890980_guxa.pdf
En el texto podemos decir que:
 

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