Foram encontradas 40 questões.
Em uma turma de 40 alunos, 25 gostam de Geografia, 18
gostam de História e 10 gostam de ambas as disciplinas.
Quantos alunos não gostam de nenhuma das duas
disciplinas?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma herança de R$ 120.000,00 foi dividida entre três
herdeiros de forma inversamente proporcional às suas
idades: 10, 12 e 15 anos. Qual o valor recebido pelo herdeiro
mais velho?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- FundamentosAnálise de Tabelas e GráficosGráfico de Colunas ou Barras Justapostas
- Estatística DescritivaMedidas de Tendência Central
O gráfico a seguir mostra o valor do aumento das vendas
online na Black Friday, em bilhões de reais, de acordo com a
ABComm, entre os anos de 2019 e 2023.
Nessa situação, assinalar a alternativa que corresponde ao valor da mediana dessa série estatística.
Nessa situação, assinalar a alternativa que corresponde ao valor da mediana dessa série estatística.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considerando as normas de concordância nominal,
assinalar a alternativa INCORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinalar a alternativa em que o termo destacado é um
artigo definido.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Tendo em vista o uso ou não da crase, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Àquele carro, prefiro esse.
( ) Tiveram acesso àquele relatório.
( ) Levamos àquela roupa para casa.
( ) Nunca me referi aquilo na escola.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Álcool aumenta risco de demência mesmo em pequenas
doses, revela pesquisa
Um estudo publicado recentemente no periódico
BMJ desafia a ideia de que doses moderadas de álcool
poderiam proteger o cérebro. Ao combinar dados
observacionais com análise genética de mais de 559 mil
pessoas, os pesquisadores encontraram uma relação linear
entre maior propensão ao alcoolismo e maior risco da
doença — sem evidência de um nível seguro de consumo.
Após avaliar dados de dois grandes bancos de dados
— o Million Veteran Program, dos Estados Unidos, e o
Biobanco do Reino Unido —, os autores reuniram
informações dos participantes com idades entre 56 e 72
anos. Diferentemente de estudos anteriores, baseados
apenas em observação, o trabalho incorporou uma análise
genética para investigar a predisposição tanto ao alcoolismo
quanto à demência.
Os resultados indicam uma associação linear: quanto
maior for a propensão ao consumo problemático de álcool,
maior o risco de demência. Na prática, um aumento de duas
vezes no risco de alcoolismo esteve ligado a uma elevação
de 16% na probabilidade da doença neurodegenerativa. Esse
achado contrasta com pesquisas anteriores que apontavam
uma curva em “U”, na qual tanto abstêmios quanto grandes
consumidores apresentariam maior risco, enquanto níveis
moderados estariam associados a um possível efeito
protetor.
“Sabe-se que o álcool é tóxico ao sistema nervoso
central”, pontua o neurologista Augusto Penalva de Oliveira,
do Einstein Hospital Israelita. E o estudo reforça o papel da
vulnerabilidade individual. “Quem tinha tendência à bebida
e à demência teve esse risco amplificado ao beber”, observa.
No entanto, há ressalvas quanto à metodologia, como a falta
de diversidade genética da amostra.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da
Saúde), não existe nível de ingestão alcoólica
completamente seguro. A substância está associada a mais
de 200 doenças, e o risco varia conforme fatores como
quantidade ingerida, frequência, idade, sexo, condições de
saúde e contexto de consumo.
Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Álcool aumenta risco de demência mesmo em pequenas
doses, revela pesquisa
Um estudo publicado recentemente no periódico
BMJ desafia a ideia de que doses moderadas de álcool
poderiam proteger o cérebro. Ao combinar dados
observacionais com análise genética de mais de 559 mil
pessoas, os pesquisadores encontraram uma relação linear
entre maior propensão ao alcoolismo e maior risco da
doença — sem evidência de um nível seguro de consumo.
Após avaliar dados de dois grandes bancos de dados
— o Million Veteran Program, dos Estados Unidos, e o
Biobanco do Reino Unido —, os autores reuniram
informações dos participantes com idades entre 56 e 72
anos. Diferentemente de estudos anteriores, baseados
apenas em observação, o trabalho incorporou uma análise
genética para investigar a predisposição tanto ao alcoolismo
quanto à demência.
Os resultados indicam uma associação linear: quanto
maior for a propensão ao consumo problemático de álcool,
maior o risco de demência. Na prática, um aumento de duas
vezes no risco de alcoolismo esteve ligado a uma elevação
de 16% na probabilidade da doença neurodegenerativa. Esse
achado contrasta com pesquisas anteriores que apontavam
uma curva em “U”, na qual tanto abstêmios quanto grandes
consumidores apresentariam maior risco, enquanto níveis
moderados estariam associados a um possível efeito
protetor.
“Sabe-se que o álcool é tóxico ao sistema nervoso
central”, pontua o neurologista Augusto Penalva de Oliveira,
do Einstein Hospital Israelita. E o estudo reforça o papel da
vulnerabilidade individual. “Quem tinha tendência à bebida
e à demência teve esse risco amplificado ao beber”, observa.
No entanto, há ressalvas quanto à metodologia, como a falta
de diversidade genética da amostra.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da
Saúde), não existe nível de ingestão alcoólica
completamente seguro. A substância está associada a mais
de 200 doenças, e o risco varia conforme fatores como
quantidade ingerida, frequência, idade, sexo, condições de
saúde e contexto de consumo.
Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
Considerando o trecho abaixo, assinalar a alternativa que apresenta CORRETAMENTE os termos da oração destacados.
Diferentemente de estudos anteriores, [...] o trabalho incorporou uma análise genética para investigar a predisposição tanto ao alcoolismo quanto à demência. (2º parágrafo).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Álcool aumenta risco de demência mesmo em pequenas
doses, revela pesquisa
Um estudo publicado recentemente no periódico
BMJ desafia a ideia de que doses moderadas de álcool
poderiam proteger o cérebro. Ao combinar dados
observacionais com análise genética de mais de 559 mil
pessoas, os pesquisadores encontraram uma relação linear
entre maior propensão ao alcoolismo e maior risco da
doença — sem evidência de um nível seguro de consumo.
Após avaliar dados de dois grandes bancos de dados
— o Million Veteran Program, dos Estados Unidos, e o
Biobanco do Reino Unido —, os autores reuniram
informações dos participantes com idades entre 56 e 72
anos. Diferentemente de estudos anteriores, baseados
apenas em observação, o trabalho incorporou uma análise
genética para investigar a predisposição tanto ao alcoolismo
quanto à demência.
Os resultados indicam uma associação linear: quanto
maior for a propensão ao consumo problemático de álcool,
maior o risco de demência. Na prática, um aumento de duas
vezes no risco de alcoolismo esteve ligado a uma elevação
de 16% na probabilidade da doença neurodegenerativa. Esse
achado contrasta com pesquisas anteriores que apontavam
uma curva em “U”, na qual tanto abstêmios quanto grandes
consumidores apresentariam maior risco, enquanto níveis
moderados estariam associados a um possível efeito
protetor.
“Sabe-se que o álcool é tóxico ao sistema nervoso
central”, pontua o neurologista Augusto Penalva de Oliveira,
do Einstein Hospital Israelita. E o estudo reforça o papel da
vulnerabilidade individual. “Quem tinha tendência à bebida
e à demência teve esse risco amplificado ao beber”, observa.
No entanto, há ressalvas quanto à metodologia, como a falta
de diversidade genética da amostra.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da
Saúde), não existe nível de ingestão alcoólica
completamente seguro. A substância está associada a mais
de 200 doenças, e o risco varia conforme fatores como
quantidade ingerida, frequência, idade, sexo, condições de
saúde e contexto de consumo.
Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
( ) A pesquisa foi feita com base apenas em observação.
( ) Conforme os resultados da pesquisa, o consumo problemático de álcool está ligado ao risco de desenvolver demência.
( ) Existe um nível seguro de consumo de álcool.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Álcool aumenta risco de demência mesmo em pequenas
doses, revela pesquisa
Um estudo publicado recentemente no periódico
BMJ desafia a ideia de que doses moderadas de álcool
poderiam proteger o cérebro. Ao combinar dados
observacionais com análise genética de mais de 559 mil
pessoas, os pesquisadores encontraram uma relação linear
entre maior propensão ao alcoolismo e maior risco da
doença — sem evidência de um nível seguro de consumo.
Após avaliar dados de dois grandes bancos de dados
— o Million Veteran Program, dos Estados Unidos, e o
Biobanco do Reino Unido —, os autores reuniram
informações dos participantes com idades entre 56 e 72
anos. Diferentemente de estudos anteriores, baseados
apenas em observação, o trabalho incorporou uma análise
genética para investigar a predisposição tanto ao alcoolismo
quanto à demência.
Os resultados indicam uma associação linear: quanto
maior for a propensão ao consumo problemático de álcool,
maior o risco de demência. Na prática, um aumento de duas
vezes no risco de alcoolismo esteve ligado a uma elevação
de 16% na probabilidade da doença neurodegenerativa. Esse
achado contrasta com pesquisas anteriores que apontavam
uma curva em “U”, na qual tanto abstêmios quanto grandes
consumidores apresentariam maior risco, enquanto níveis
moderados estariam associados a um possível efeito
protetor.
“Sabe-se que o álcool é tóxico ao sistema nervoso
central”, pontua o neurologista Augusto Penalva de Oliveira,
do Einstein Hospital Israelita. E o estudo reforça o papel da
vulnerabilidade individual. “Quem tinha tendência à bebida
e à demência teve esse risco amplificado ao beber”, observa.
No entanto, há ressalvas quanto à metodologia, como a falta
de diversidade genética da amostra.
De acordo com a OMS (Organização Mundial da
Saúde), não existe nível de ingestão alcoólica
completamente seguro. A substância está associada a mais
de 200 doenças, e o risco varia conforme fatores como
quantidade ingerida, frequência, idade, sexo, condições de
saúde e contexto de consumo.
Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
I. Poderiam ser substituídos por vírgulas sem alterar a fluidez da frase.
II. Poderiam ser substituídos por pontos finais sem alterar a fluidez da frase.
III. Não poderiam ser substituídos por travessões.
Está CORRETO o que se afirma:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container