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3480706 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: PREVIFOR-MG

Setecentos anos

Uma das maiores formas de ignorância é a ideia de que os ancestrais e os idosos não servem para nada. A boçalidade ganhou ares de suposta sabedoria em meio a um mundo que se degrada, até mesmo pelas mãos daqueles que se dizem defensores de uma atitude progressista.

Vou contar uma pequena história que pode nos ajudar a sair dessa ignorância. Certa vez, uma mulher brasileira apaixonada por jardins, viajando pelo interior da Inglaterra, passou de carro por uma pequena cidade do interior e estacionou diante de um belíssimo jardim.(d) Encantada com o que viu, e querendo saber o modo como a dona daquela casa teria sido capaz de criar tamanha beleza em seu jardim, parou o carro e correu até a casa, batendo à porta com o coração em salto.

Uma pequena senhora abriu a porta sorridente.(a) Nossa brasileira falava inglês perfeitamente. Ela tinha muitas perguntas para aquela pequena senhora, mas a primeira resposta já impactou nossa conterrânea cultivadora de jardins no Jardim Europa.

“Há quanto tempo a senhora cultiva esse jardim para que ele seja tão belo?”(b) Nossa pequena senhora respondeu, de modo direto e simples: “Setecentos anos”.(c)

Qual a moral dessa história? A vida de uma pessoa, de uma sociedade, de uma cultura, é como um jardim. Setecentos anos são necessários para você ver e cultivar a beleza, que aqui não representa apenas a beleza puramente estética, mas, acima de tudo, a harmonia das formas, construídas pelo silêncio de quem dedica o cotidiano à beleza e à moral que tornam a vida algo de valor.

A verdade é que a beleza e a harmonia na vida (uma vida moral) nunca têm nada de original, ao contrário do que pensam os idiotas, que são fruto de rupturas trazidas por recém-nascidos ou adolescentes raivosos.

A beleza, assim como a vida moral, nunca teve nada de original. A obsessão pela originalidade é uma forma de pobreza de espírito típica da vida moderna. Mede-se a estupidez de uma cultura pela desvalorização do conhecimento dos idosos, dos ancestrais e dos mortos.

Uma das razões da bestialidade que assola nosso mundo é a crença infantil de que devemos dar todo o poder aos que acabaram de chegar ao mundo.

Mesmo que o capitalismo, na sua fúria pelo fetiche da inovação, nos enfie essa falácia goela abaixo, o futuro depende muito mais dos mais velhos do que dos mais jovens.

Isso em nada significa a adesão cega a formas de preconceito ou superstições como pensam os inteligeninhos.

Esse tipo de capacidade e permanência tem mais a ver com a habilidade de quem treinou tanto piano ao longo da vida que, ao ouvir as primeiras notas do “Noturno” de Chopin, é capaz de continuar a tocar a música sem ler nenhuma partitura. A vida é uma arte prática e não teórica.

A vida é como uma sinfonia na qual entramos depois que muitos já a tocaram e nos ensinaram a tocar com seus gestos delicados e discretos. A discrição é uma virtude dos que sabem ouvir e não dos que gritam com aí suas pequenas crenças em hashtags.

A burguesia, como classe social histórica, é presa natural dessa forma de estupidez: acreditar no novo como resposta é sempre uma forma gourmet de ignorância. É confundir uma nova geração de iPhones com o modo como se educa os mais jovens ou se conduz o cotidiano.

A ignorância da burguesia caminha passo a passo com o seu sucesso estrondoso. Toda forma de prosperidade carrega em si um risco de estupidez.

Os mais velhos, em meio a sua dor, seus fracassos, suas doenças e seus medos, sabem muito mais sobre a vida do que os jovens barulhentos que confundem tecnologia com conhecimento. E a educação, na medida em que faz workshops de algoritmos, anuncia a cegueira que caracteriza o mundo moderno acerca de si mesmo.

Quem ainda não entendeu que o futuro é dos mais velhos, não entendeu que “a sociedade é uma comunidade de almas que reúne os mortos, os vivos e os que ainda não nasceram”, como diria Edmundo Burke.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde

/ 2020/02/setec entos-anos.shtml. Luiz Felipe Pondé.)

O trecho que apresenta opinião de uma das personagens da história contada no texto está em:

 

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3480705 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: PREVIFOR-MG

Setecentos anos

Uma das maiores formas de ignorância é a ideia de que os ancestrais e os idosos não servem para nada. A boçalidade ganhou ares de suposta sabedoria em meio a um mundo que se degrada, até mesmo pelas mãos daqueles que se dizem defensores de uma atitude progressista.

Vou contar uma pequena história que pode nos ajudar a sair dessa ignorância. Certa vez, uma mulher brasileira apaixonada por jardins, viajando pelo interior da Inglaterra, passou de carro por uma pequena cidade do interior e estacionou diante de um belíssimo jardim. Encantada com o que viu, e querendo saber o modo como a dona daquela casa teria sido capaz de criar tamanha beleza em seu jardim, parou o carro e correu até a casa, batendo à porta com o coração em salto.

Uma pequena senhora abriu a porta sorridente. Nossa brasileira falava inglês perfeitamente. Ela tinha muitas perguntas para aquela pequena senhora, mas a primeira resposta já impactou nossa conterrânea cultivadora de jardins no Jardim Europa.

“Há quanto tempo a senhora cultiva esse jardim para que ele seja tão belo?” Nossa pequena senhora respondeu, de modo direto e simples: “Setecentos anos”.

Qual a moral dessa história? A vida de uma pessoa, de uma sociedade, de uma cultura, é como um jardim. Setecentos anos são necessários para você ver e cultivar a beleza, que aqui não representa apenas a beleza puramente estética, mas, acima de tudo, a harmonia das formas, construídas pelo silêncio de quem dedica o cotidiano à beleza e à moral que tornam a vida algo de valor.

A verdade é que a beleza e a harmonia na vida (uma vida moral) nunca têm nada de original, ao contrário do que pensam os idiotas, que são fruto de rupturas trazidas por recém-nascidos ou adolescentes raivosos.

A beleza, assim como a vida moral, nunca teve nada de original. A obsessão pela originalidade é uma forma de pobreza de espírito típica da vida moderna. Mede-se a estupidez de uma cultura pela desvalorização do conhecimento dos idosos, dos ancestrais e dos mortos.

Uma das razões da bestialidade que assola nosso mundo é a crença infantil de que devemos dar todo o poder aos que acabaram de chegar ao mundo.

Mesmo que o capitalismo, na sua fúria pelo fetiche da inovação, nos enfie essa falácia goela abaixo, o futuro depende muito mais dos mais velhos do que dos mais jovens.

Isso em nada significa a adesão cega a formas de preconceito ou superstições como pensam os inteligeninhos.

Esse tipo de capacidade e permanência tem mais a ver com a habilidade de quem treinou tanto piano ao longo da vida que, ao ouvir as primeiras notas do “Noturno” de Chopin, é capaz de continuar a tocar a música sem ler nenhuma partitura. A vida é uma arte prática e não teórica.

A vida é como uma sinfonia na qual entramos depois que muitos já a tocaram e nos ensinaram a tocar com seus gestos delicados e discretos. A discrição é uma virtude dos que sabem ouvir e não dos que gritam com aí suas pequenas crenças em hashtags.

A burguesia, como classe social histórica, é presa natural dessa forma de estupidez: acreditar no novo como resposta é sempre uma forma gourmet de ignorância. É confundir uma nova geração de iPhones com o modo como se educa os mais jovens ou se conduz o cotidiano.

A ignorância da burguesia caminha passo a passo com o seu sucesso estrondoso. Toda forma de prosperidade carrega em si um risco de estupidez.

Os mais velhos, em meio a sua dor, seus fracassos, suas doenças e seus medos, sabem muito mais sobre a vida do que os jovens barulhentos que confundem tecnologia com conhecimento. E a educação, na medida em que faz workshops de algoritmos, anuncia a cegueira que caracteriza o mundo moderno acerca de si mesmo.

Quem ainda não entendeu que o futuro é dos mais velhos, não entendeu que “a sociedade é uma comunidade de almas que reúne os mortos, os vivos e os que ainda não nasceram”, como diria Edmundo Burke.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde

/ 2020/02/setec entos-anos.shtml. Luiz Felipe Pondé.)

No texto, a história contada pelo autor aproxima-se do gênero textual fábula porque:

 

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3480704 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: PREVIFOR-MG

Setecentos anos

Uma das maiores formas de ignorância é a ideia de que os ancestrais e os idosos não servem para nada. A boçalidade ganhou ares de suposta sabedoria em meio a um mundo que se degrada, até mesmo pelas mãos daqueles que se dizem defensores de uma atitude progressista.

Vou contar uma pequena história que pode nos ajudar a sair dessa ignorância. Certa vez, uma mulher brasileira apaixonada por jardins, viajando pelo interior da Inglaterra, passou de carro por uma pequena cidade do interior e estacionou diante de um belíssimo jardim. Encantada com o que viu, e querendo saber o modo como a dona daquela casa teria sido capaz de criar tamanha beleza em seu jardim, parou o carro e correu até a casa, batendo à porta com o coração em salto.

Uma pequena senhora abriu a porta sorridente. Nossa brasileira falava inglês perfeitamente. Ela tinha muitas perguntas para aquela pequena senhora, mas a primeira resposta já impactou nossa conterrânea cultivadora de jardins no Jardim Europa.

“Há quanto tempo a senhora cultiva esse jardim para que ele seja tão belo?” Nossa pequena senhora respondeu, de modo direto e simples: “Setecentos anos”.

Qual a moral dessa história? A vida de uma pessoa, de uma sociedade, de uma cultura, é como um jardim. Setecentos anos são necessários para você ver e cultivar a beleza, que aqui não representa apenas a beleza puramente estética, mas, acima de tudo, a harmonia das formas, construídas pelo silêncio de quem dedica o cotidiano à beleza e à moral que tornam a vida algo de valor.

A verdade é que a beleza e a harmonia na vida (uma vida moral) nunca têm nada de original, ao contrário do que pensam os idiotas, que são fruto de rupturas trazidas por recém-nascidos ou adolescentes raivosos.

A beleza, assim como a vida moral, nunca teve nada de original. A obsessão pela originalidade é uma forma de pobreza de espírito típica da vida moderna. Mede-se a estupidez de uma cultura pela desvalorização do conhecimento dos idosos, dos ancestrais e dos mortos.

Uma das razões da bestialidade que assola nosso mundo é a crença infantil de que devemos dar todo o poder aos que acabaram de chegar ao mundo.

Mesmo que o capitalismo, na sua fúria pelo fetiche da inovação, nos enfie essa falácia goela abaixo, o futuro depende muito mais dos mais velhos do que dos mais jovens.

Isso em nada significa a adesão cega a formas de preconceito ou superstições como pensam os inteligeninhos.

Esse tipo de capacidade e permanência tem mais a ver com a habilidade de quem treinou tanto piano ao longo da vida que, ao ouvir as primeiras notas do “Noturno” de Chopin, é capaz de continuar a tocar a música sem ler nenhuma partitura. A vida é uma arte prática e não teórica.

A vida é como uma sinfonia na qual entramos depois que muitos já a tocaram e nos ensinaram a tocar com seus gestos delicados e discretos. A discrição é uma virtude dos que sabem ouvir e não dos que gritam com aí suas pequenas crenças em hashtags.

A burguesia, como classe social histórica, é presa natural dessa forma de estupidez: acreditar no novo como resposta é sempre uma forma gourmet de ignorância. É confundir uma nova geração de iPhones com o modo como se educa os mais jovens ou se conduz o cotidiano.

A ignorância da burguesia caminha passo a passo com o seu sucesso estrondoso. Toda forma de prosperidade carrega em si um risco de estupidez.

Os mais velhos, em meio a sua dor, seus fracassos, suas doenças e seus medos, sabem muito mais sobre a vida do que os jovens barulhentos que confundem tecnologia com conhecimento. E a educação, na medida em que faz workshops de algoritmos, anuncia a cegueira que caracteriza o mundo moderno acerca de si mesmo.

Quem ainda não entendeu que o futuro é dos mais velhos, não entendeu que “a sociedade é uma comunidade de almas que reúne os mortos, os vivos e os que ainda não nasceram”, como diria Edmundo Burke.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde

/ 2020/02/setec entos-anos.shtml. Luiz Felipe Pondé.)

Analise as afirmativas a seguir.

I. O autor defende a tese de que o passado deve ser preservado e aperfeiçoado continuamente em busca de uma vida cada vez mais próspera.

II. A expressão “ganhou ares de”, utilizada no parágrafo, significa “apresentar-se como” e confere ao texto certo grau de coloquialidade.

III. A referência a “defensores de uma atitude progressista” sinaliza a importância defendida pelo autor de se romper com os padrões morais vigente, a fim de promover revoluções sociais.

Está correto o que se afirma apenas em

 

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3480703 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: PREVIFOR-MG

Setecentos anos

Uma das maiores formas de ignorância é a ideia de que os ancestrais e os idosos não servem para nada. A boçalidade ganhou ares de suposta sabedoria em meio a um mundo que se degrada, até mesmo pelas mãos daqueles que se dizem defensores de uma atitude progressista.

Vou contar uma pequena história que pode nos ajudar a sair dessa ignorância. Certa vez, uma mulher brasileira apaixonada por jardins, viajando pelo interior da Inglaterra, passou de carro por uma pequena cidade do interior e estacionou diante de um belíssimo jardim. Encantada com o que viu, e querendo saber o modo como a dona daquela casa teria sido capaz de criar tamanha beleza em seu jardim, parou o carro e correu até a casa, batendo à porta com o coração em salto.

Uma pequena senhora abriu a porta sorridente. Nossa brasileira falava inglês perfeitamente. Ela tinha muitas perguntas para aquela pequena senhora, mas a primeira resposta já impactou nossa conterrânea cultivadora de jardins no Jardim Europa.

“Há quanto tempo a senhora cultiva esse jardim para que ele seja tão belo?” Nossa pequena senhora respondeu, de modo direto e simples: “Setecentos anos”.

Qual a moral dessa história? A vida de uma pessoa, de uma sociedade, de uma cultura, é como um jardim. Setecentos anos são necessários para você ver e cultivar a beleza, que aqui não representa apenas a beleza puramente estética, mas, acima de tudo, a harmonia das formas, construídas pelo silêncio de quem dedica o cotidiano à beleza e à moral que tornam a vida algo de valor.

A verdade é que a beleza e a harmonia na vida (uma vida moral) nunca têm nada de original, ao contrário do que pensam os idiotas, que são fruto de rupturas trazidas por recém-nascidos ou adolescentes raivosos.

A beleza, assim como a vida moral, nunca teve nada de original. A obsessão pela originalidade é uma forma de pobreza de espírito típica da vida moderna. Mede-se a estupidez de uma cultura pela desvalorização do conhecimento dos idosos, dos ancestrais e dos mortos.

Uma das razões da bestialidade que assola nosso mundo é a crença infantil de que devemos dar todo o poder aos que acabaram de chegar ao mundo.

Mesmo que o capitalismo, na sua fúria pelo fetiche da inovação, nos enfie essa falácia goela abaixo, o futuro depende muito mais dos mais velhos do que dos mais jovens.

Isso em nada significa a adesão cega a formas de preconceito ou superstições como pensam os inteligeninhos.

Esse tipo de capacidade e permanência tem mais a ver com a habilidade de quem treinou tanto piano ao longo da vida que, ao ouvir as primeiras notas do “Noturno” de Chopin, é capaz de continuar a tocar a música sem ler nenhuma partitura. A vida é uma arte prática e não teórica.

A vida é como uma sinfonia na qual entramos depois que muitos já a tocaram e nos ensinaram a tocar com seus gestos delicados e discretos. A discrição é uma virtude dos que sabem ouvir e não dos que gritam com aí suas pequenas crenças em hashtags.

A burguesia, como classe social histórica, é presa natural dessa forma de estupidez: acreditar no novo como resposta é sempre uma forma gourmet de ignorância. É confundir uma nova geração de iPhones com o modo como se educa os mais jovens ou se conduz o cotidiano.

A ignorância da burguesia caminha passo a passo com o seu sucesso estrondoso. Toda forma de prosperidade carrega em si um risco de estupidez.

Os mais velhos, em meio a sua dor, seus fracassos, suas doenças e seus medos, sabem muito mais sobre a vida do que os jovens barulhentos que confundem tecnologia com conhecimento. E a educação, na medida em que faz workshops de algoritmos, anuncia a cegueira que caracteriza o mundo moderno acerca de si mesmo.

Quem ainda não entendeu que o futuro é dos mais velhos, não entendeu que “a sociedade é uma comunidade de almas que reúne os mortos, os vivos e os que ainda não nasceram”, como diria Edmundo Burke.

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde

/ 2020/02/setec entos-anos.shtml. Luiz Felipe Pondé.)

Podemos afirmar que o título deste texto:

 

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3480697 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: PREVIFOR-MG

“É o maior e mais ambicioso programa da história do Brasil. Nasceu para enfrentar o maior desafio da sociedade brasileira, que é o de combater a fome e a miséria, e promover a emancipação das famílias em situação de maior pobreza no país. Trata-se de um programa federal destinado às famílias em situação de pobreza e extrema pobreza. Através dele, o governo federal concede mensalmente benefícios em dinheiro para famílias mais necessitadas.”

As informações se referem ao:

 

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3480696 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: PREVIFOR-MG

Sobre a responsabilidade penal juvenil, é correto afirmar que:

 

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3480695 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: PREVIFOR-MG

“O aumento nos focos de incêndio nos maiores biomas do mundo chamou a atenção da comunidade internacional.

Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), compilados com o auxílio de sistemas da Agência Espacial Norte-Americana (Nasa), apontam que há três biomas que foram particularmente afetados pelas queimadas nos últimos anos: a tundra, vegetação baixa que ocorre em diversas regiões da Rússia; a savana, que recobre boa parte da Angola, da República Democrática do Congo (RDC) e da Zâmbia; e a floresta amazônica, atingida pelos incêndios no Brasil e na Bolívia. Ao longo do tempo, o Estado Brasileiro elaborou várias estratégias geopolíticas para um melhor controle das suas fronteiras. A cobiça internacional que a Amazônia desperta se deve em grande parte à sua extraordinária biodiversidade. Daí as pressões internacionais que o país sofre, voltadas à preservação e a conservação da floresta.”

(Disponível em: https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/09/04/queimadasafetam- amazonia-tundra-e-

savana-em-2019-mas-planeta-sofre-maiscom- o-fogo-no-brasil.ghtml. Com adaptações.)

A questão Amazônica não é recente e vai muito mais além do que o problema das queimadas. Vários são os fatores que servem como agravantes dessa questão, dentre os quais podemos apontar:

 

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3480694 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: PREVIFOR-MG

No período pós-Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos tiveram que dividir a hegemonia mundial com outra grande potência, protagonizando uma acirrada disputa diplomática denominada Guerra Fria.

O país, opositor dos EUA neste cenário, era:

 

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3480745 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Consulplan
Orgão: PREVIFOR-MG
Provas:

Sobre improbidade administrativa, conforme disposto na Lei nº 8.429/1992, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão Desatualizada

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3480744 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Consulplan
Orgão: PREVIFOR-MG
Provas:

Considerando a Lei de Improbidade Administrativa, a sede do Município Alfa não possui rampas de acesso para cadeirantes, descumprindo os requisitos de acessibilidade previstos na legislação.

Na hipótese, a autoridade responsável:

Questão Desatualizada

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