Foram encontradas 60 questões.
Diploma na mão, realidade na cara
O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do caminho.
Candice Soldateli
Uma das melhores pessoas das quais já trabalhei na vida, hoje uma grande amiga, acabou de se formar. É um alento saber que, para ela, o diploma na mão realmente é tão somente um marco numa jornada muito maior e durante a qual ela fez tudo certo.
Por entender que fazer faculdade era apenas uma parte de sua formação profissional, ela estudou dois idiomas (inglês e espanhol), começou a trabalhar cedo para entender como o mundo real funciona e se capitalizar, participou de vários congressos e seminários (tanto dentro de sua área de conhecimento quanto de áreas afins), manteve a cabeça aberta e sempre dialogou com profissionais de diversos setores, cercou-se de pessoas (colegas, amigos, professores) com idades, bagagens culturais e socioeconômicas distintas, fez intercâmbio e conheceu vários países por saber que isso também era investir em sua carreira e em seu crescimento pessoal.
Hoje é dona de seu próprio negócio, com uma carteira de clientes respeitável e futuro promissor.
No entanto, aposto que centenas de outros jovens que se formaram na universidade há pouco tempo se encontram na desesperadora situação de estar com o tão sonhado diploma de ensino superior na mão enquanto a realidade lhes dá um tapão na cara. Eu me solidarizo profundamente com quem comprou a ilusão a que ter uma graduação num curso superior bastava e era o melhor — talvez o único — caminho para um futuro garantido. Certamente não é: há uma série de habilidades, de conhecimentos, de preparo a que só adquirimos fora da universidade e até mesmo antes dela.
Muitos adultos ainda insistem em vender aos adolescentes a ideia ultrapassada de que o caminho para o sucesso e realização profissional passa necessariamente pelo vestibular e por cinco longos anos de faculdade. No final, restam endividamento e um canudo que talvez tenha pouco significado diante de todas as mudanças que ocorreram no mundo e no mercado de trabalho nesse meio tempo.
Passou da hora de buscarmos uma abordagem mais responsável e realista quanto ao futuro profissional dos nossos jovens. Precisamos observar com clareza os 30 fatos e refletir: 1) o vestibular não é a única porta para o futuro depois do Ensino Médio; 2) um diploma de Ensino Superior já não é garantia de emprego nem de status socioeconômico e cultural; 3) cursos técnicos de curta duração formam alguns dos profissionais mais disputados pelas grandes empresas; 4) empreender é difícil, mas sabe ser extremamente recompensador a médio prazo.
O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do caminho. Quem entende isso, já tem maturidade para encarar os tapas que a realidade dá — e terá mais resiliência e preparo para lidar com o que cada segunda-feira (e cada crise) trouxer pela frente.
Disponivel em < https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/candice-soldatelli/noticia/2021/08/diploma-na-mao-realidade-na-cara - cksrgzwk 1001vO 13bg2bjhwya.html> (adaptado)
Em “No final, restam endividamento e um canudo que talvez tenha pouco significado diante de todas as mudanças que ocorreram no mundo e no mercado de trabalho nesse meio tempo.” os termos acima destacados pertencem, respectivamente, à classe dos
Provas
Diploma na mão, realidade na cara
O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do caminho.
Candice Soldateli
Uma das melhores pessoas das quais já trabalhei na vida, hoje uma grande amiga, acabou de se formar. É um alento saber que, para ela, o diploma na mão realmente é tão somente um marco numa jornada muito maior e durante a qual ela fez tudo certo.
Por entender que fazer faculdade era apenas uma parte de sua formação profissional, ela estudou dois idiomas (inglês e espanhol), começou a trabalhar cedo para entender como o mundo real funciona e se capitalizar, participou de vários congressos e seminários (tanto dentro de sua área de conhecimento quanto de áreas afins), manteve a cabeça aberta e sempre dialogou com profissionais de diversos setores, cercou-se de pessoas (colegas, amigos, professores) com idades, bagagens culturais e socioeconômicas distintas, fez intercâmbio e conheceu vários países por saber que isso também era investir em sua carreira e em seu crescimento pessoal.
Hoje é dona de seu próprio negócio, com uma carteira de clientes respeitável e futuro promissor.
No entanto, aposto que centenas de outros jovens que se formaram na universidade há pouco tempo se encontram na desesperadora situação de estar com o tão sonhado diploma de ensino superior na mão enquanto a realidade lhes dá um tapão na cara. Eu me solidarizo profundamente com quem comprou a ilusão a que ter uma graduação num curso superior bastava e era o melhor — talvez o único — caminho para um futuro garantido. Certamente não é: há uma série de habilidades, de conhecimentos, de preparo a que só adquirimos fora da universidade e até mesmo antes dela.
Muitos adultos ainda insistem em vender aos adolescentes a ideia ultrapassada de que o caminho para o sucesso e realização profissional passa necessariamente pelo vestibular e por cinco longos anos de faculdade. No final, restam endividamento e um canudo que talvez tenha pouco significado diante de todas as mudanças que ocorreram no mundo e no mercado de trabalho nesse meio tempo.
Passou da hora de buscarmos uma abordagem mais responsável e realista quanto ao futuro profissional dos nossos jovens. Precisamos observar com clareza os 30 fatos e refletir: 1) o vestibular não é a única porta para o futuro depois do Ensino Médio; 2) um diploma de Ensino Superior já não é garantia de emprego nem de status socioeconômico e cultural; 3) cursos técnicos de curta duração formam alguns dos profissionais mais disputados pelas grandes empresas; 4) empreender é difícil, mas sabe ser extremamente recompensador a médio prazo.
O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do caminho. Quem entende isso, já tem maturidade para encarar os tapas que a realidade dá — e terá mais resiliência e preparo para lidar com o que cada segunda-feira (e cada crise) trouxer pela frente.
Disponivel em < https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/candice-soldatelli/noticia/2021/08/diploma-na-mao-realidade-na-cara - cksrgzwk 1001vO 13bg2bjhwya.html> (adaptado)
Analise as afirmações apresentadas sobre o trecho abaixo.
“Precisamos observa com clareza os fatos”
I- O sujeito da oração é elíptico.
II- A expressão “os fatos” funciona como objeto indireto.
III- “Precisamos” é o núcleo do objeto direto.
Das afirmativas acima, qual(is) está(ão) correta(s)?
Provas
Diploma na mão, realidade na cara
O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do caminho.
Candice Soldateli
Uma das melhores pessoas das quais já trabalhei na vida, hoje uma grande amiga, acabou de se formar. É um alento saber que, para ela, o diploma na mão realmente é tão somente um marco numa jornada muito maior e durante a qual ela fez tudo certo.
Por entender que fazer faculdade era apenas uma parte de sua formação profissional, ela estudou dois idiomas (inglês e espanhol), começou a trabalhar cedo para entender como o mundo real funciona e se capitalizar, participou de vários congressos e seminários (tanto dentro de sua área de conhecimento quanto de áreas afins), manteve a cabeça aberta e sempre dialogou com profissionais de diversos setores, cercou-se de pessoas (colegas, amigos, professores) com idades, bagagens culturais e socioeconômicas distintas, fez intercâmbio e conheceu vários países por saber que isso também era investir em sua carreira e em seu crescimento pessoal.
Hoje é dona de seu próprio negócio, com uma carteira de clientes respeitável e futuro promissor.
No entanto, aposto que centenas de outros jovens que se formaram na universidade há pouco tempo se encontram na desesperadora situação de estar com o tão sonhado diploma de ensino superior na mão enquanto a realidade lhes dá um tapão na cara. Eu me solidarizo profundamente com quem comprou a ilusão a que ter uma graduação num curso superior bastava e era o melhor — talvez o único — caminho para um futuro garantido. Certamente não é: há uma série de habilidades, de conhecimentos, de preparo a que só adquirimos fora da universidade e até mesmo antes dela.
Muitos adultos ainda insistem em vender aos adolescentes a ideia ultrapassada de que o caminho para o sucesso e realização profissional passa necessariamente pelo vestibular e por cinco longos anos de faculdade. No final, restam endividamento e um canudo que talvez tenha pouco significado diante de todas as mudanças que ocorreram no mundo e no mercado de trabalho nesse meio tempo.
Passou da hora de buscarmos uma abordagem mais responsável e realista quanto ao futuro profissional dos nossos jovens. Precisamos observar com clareza os 30 fatos e refletir: 1) o vestibular não é a única porta para o futuro depois do Ensino Médio; 2) um diploma de Ensino Superior já não é garantia de emprego nem de status socioeconômico e cultural; 3) cursos técnicos de curta duração formam alguns dos profissionais mais disputados pelas grandes empresas; 4) empreender é difícil, mas sabe ser extremamente recompensador a médio prazo.
O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do caminho. Quem entende isso, já tem maturidade para encarar os tapas que a realidade dá — e terá mais resiliência e preparo para lidar com o que cada segunda-feira (e cada crise) trouxer pela frente.
Disponivel em < https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/candice-soldatelli/noticia/2021/08/diploma-na-mao-realidade-na-cara - cksrgzwk 1001vO 13bg2bjhwya.html> (adaptado)
Com base no texto, analise as afirmações abaixo e assinale (V) para Verdadeiro e (F) para Falso.
( ) A autora estudou inglês e espanhol, pois - para ela - isso é fundamental e vai além de ter apenas formação em nível superior.
( ) A autora corrobora o fato de que, para ser bem sucedido, é necessário cursar uma faculdade.
( ) A autora ratifica que fazer um curso técnico é arriscado, pois empresas conceituadas não contratam profissionais com este grau de instrução.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Provas
Diploma na mão, realidade na cara
O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do caminho.
Candice Soldateli
Uma das melhores pessoas das quais já trabalhei na vida, hoje uma grande amiga, acabou de se formar. É um alento saber que, para ela, o diploma na mão realmente é tão somente um marco numa jornada muito maior e durante a qual ela fez tudo certo.
Por entender que fazer faculdade era apenas uma parte de sua formação profissional, ela estudou dois idiomas (inglês e espanhol), começou a trabalhar cedo para entender como o mundo real funciona e se capitalizar, participou de vários congressos e seminários (tanto dentro de sua área de conhecimento quanto de áreas afins), manteve a cabeça aberta e sempre dialogou com profissionais de diversos setores, cercou-se de pessoas (colegas, amigos, professores) com idades, bagagens culturais e socioeconômicas distintas, fez intercâmbio e conheceu vários países por saber que isso também era investir em sua carreira e em seu crescimento pessoal.
Hoje é dona de seu próprio negócio, com uma carteira de clientes respeitável e futuro promissor.
No entanto, aposto que centenas de outros jovens que se formaram na universidade há pouco tempo se encontram na desesperadora situação de estar com o tão sonhado diploma de ensino superior na mão enquanto a realidade lhes dá um tapão na cara. Eu me solidarizo profundamente com quem comprou a ilusão a que ter uma graduação num curso superior bastava e era o melhor — talvez o único — caminho para um futuro garantido. Certamente não é: há uma série de habilidades, de conhecimentos, de preparo a que só adquirimos fora da universidade e até mesmo antes dela.
Muitos adultos ainda insistem em vender aos adolescentes a ideia ultrapassada de que o caminho para o sucesso e realização profissional passa necessariamente pelo vestibular e por cinco longos anos de faculdade. No final, restam endividamento e um canudo que talvez tenha pouco significado diante de todas as mudanças que ocorreram no mundo e no mercado de trabalho nesse meio tempo.
Passou da hora de buscarmos uma abordagem mais responsável e realista quanto ao futuro profissional dos nossos jovens. Precisamos observar com clareza os 30 fatos e refletir: 1) o vestibular não é a única porta para o futuro depois do Ensino Médio; 2) um diploma de Ensino Superior já não é garantia de emprego nem de status socioeconômico e cultural; 3) cursos técnicos de curta duração formam alguns dos profissionais mais disputados pelas grandes empresas; 4) empreender é difícil, mas sabe ser extremamente recompensador a médio prazo.
O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do caminho. Quem entende isso, já tem maturidade para encarar os tapas que a realidade dá — e terá mais resiliência e preparo para lidar com o que cada segunda-feira (e cada crise) trouxer pela frente.
Disponivel em < https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/candice-soldatelli/noticia/2021/08/diploma-na-mao-realidade-na-cara - cksrgzwk 1001vO 13bg2bjhwya.html> (adaptado)
Quanto ao gênero dos substantivos, a palavra “adolescentes” é
Provas
Diploma na mão, realidade na cara
O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do caminho.
Candice Soldateli
Uma das melhores pessoas das quais já trabalhei na vida, hoje uma grande amiga, acabou de se formar. É um alento saber que, para ela, o diploma na mão realmente é tão somente um marco numa jornada muito maior e durante a qual ela fez tudo certo.
Por entender que fazer faculdade era apenas uma parte de sua formação profissional, ela estudou dois idiomas (inglês e espanhol), começou a trabalhar cedo para entender como o mundo real funciona e se capitalizar, participou de vários congressos e seminários (tanto dentro de sua área de conhecimento quanto de áreas afins), manteve a cabeça aberta e sempre dialogou com profissionais de diversos setores, cercou-se de pessoas (colegas, amigos, professores) com idades, bagagens culturais e socioeconômicas distintas, fez intercâmbio e conheceu vários países por saber que isso também era investir em sua carreira e em seu crescimento pessoal.
Hoje é dona de seu próprio negócio, com uma carteira de clientes respeitável e futuro promissor.
No entanto, aposto que centenas de outros jovens que se formaram na universidade há pouco tempo se encontram na desesperadora situação de estar com o tão sonhado diploma de ensino superior na mão enquanto a realidade lhes dá um tapão na cara. Eu me solidarizo profundamente com quem comprou a ilusão a que ter uma graduação num curso superior bastava e era o melhor — talvez o único — caminho para um futuro garantido. Certamente não é: há uma série de habilidades, de conhecimentos, de preparo a que só adquirimos fora da universidade e até mesmo antes dela.
Muitos adultos ainda insistem em vender aos adolescentes a ideia ultrapassada de que o caminho para o sucesso e realização profissional passa necessariamente pelo vestibular e por cinco longos anos de faculdade. No final, restam endividamento e um canudo que talvez tenha pouco significado diante de todas as mudanças que ocorreram no mundo e no mercado de trabalho nesse meio tempo.
Passou da hora de buscarmos uma abordagem mais responsável e realista quanto ao futuro profissional dos nossos jovens. Precisamos observar com clareza os 30 fatos e refletir: 1) o vestibular não é a única porta para o futuro depois do Ensino Médio; 2) um diploma de Ensino Superior já não é garantia de emprego nem de status socioeconômico e cultural; 3) cursos técnicos de curta duração formam alguns dos profissionais mais disputados pelas grandes empresas; 4) empreender é difícil, mas sabe ser extremamente recompensador a médio prazo.
O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do caminho. Quem entende isso, já tem maturidade para encarar os tapas que a realidade dá — e terá mais resiliência e preparo para lidar com o que cada segunda-feira (e cada crise) trouxer pela frente.
Disponivel em < https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/candice-soldatelli/noticia/2021/08/diploma-na-mao-realidade-na-cara - cksrgzwk 1001vO 13bg2bjhwya.html> (adaptado)
Em “Hoje é dona de seu próprio negócio, com uma carteira de clientes respeitável e futuro promissor.”, há
Provas
Diploma na mão, realidade na cara
O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do caminho.
Candice Soldateli
Uma das melhores pessoas das quais já trabalhei na vida, hoje uma grande amiga, acabou de se formar. É um alento saber que, para ela, o diploma na mão realmente é tão somente um marco numa jornada muito maior e durante a qual ela fez tudo certo.
Por entender que fazer faculdade era apenas uma parte de sua formação profissional, ela estudou dois idiomas (inglês e espanhol), começou a trabalhar cedo para entender como o mundo real funciona e se capitalizar, participou de vários congressos e seminários (tanto dentro de sua área de conhecimento quanto de áreas afins), manteve a cabeça aberta e sempre dialogou com profissionais de diversos setores, cercou-se de pessoas (colegas, amigos, professores) com idades, bagagens culturais e socioeconômicas distintas, fez intercâmbio e conheceu vários países por saber que isso também era investir em sua carreira e em seu crescimento pessoal.
Hoje é dona de seu próprio negócio, com uma carteira de clientes respeitável e futuro promissor.
No entanto, aposto que centenas de outros jovens que se formaram na universidade há pouco tempo se encontram na desesperadora situação de estar com o tão sonhado diploma de ensino superior na mão enquanto a realidade lhes dá um tapão na cara. Eu me solidarizo profundamente com quem comprou a ilusão a que ter uma graduação num curso superior bastava e era o melhor — talvez o único — caminho para um futuro garantido. Certamente não é: há uma série de habilidades, de conhecimentos, de preparo a que só adquirimos fora da universidade e até mesmo antes dela.
Muitos adultos ainda insistem em vender aos adolescentes a ideia ultrapassada de que o caminho para o sucesso e realização profissional passa necessariamente pelo vestibular e por cinco longos anos de faculdade. No final, restam endividamento e um canudo que talvez tenha pouco significado diante de todas as mudanças que ocorreram no mundo e no mercado de trabalho nesse meio tempo.
Passou da hora de buscarmos uma abordagem mais responsável e realista quanto ao futuro profissional dos nossos jovens. Precisamos observar com clareza os 30 fatos e refletir: 1) o vestibular não é a única porta para o futuro depois do Ensino Médio; 2) um diploma de Ensino Superior já não é garantia de emprego nem de status socioeconômico e cultural; 3) cursos técnicos de curta duração formam alguns dos profissionais mais disputados pelas grandes empresas; 4) empreender é difícil, mas sabe ser extremamente recompensador a médio prazo.
O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do caminho. Quem entende isso, já tem maturidade para encarar os tapas que a realidade dá — e terá mais resiliência e preparo para lidar com o que cada segunda-feira (e cada crise) trouxer pela frente.
Disponivel em < https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/candice-soldatelli/noticia/2021/08/diploma-na-mao-realidade-na-cara - cksrgzwk 1001vO 13bg2bjhwya.html> (adaptado)
Considerando o emprego do sinal indicativo de crase, analise as afirmações abaixo e assinale (V) para Verdadeiro e (F) para Falso.
( ) Se substituíssemos a palavra “adolescentes” por “crianças”, a crase antes desta palavra seria obrigatória.
( ) Para efeitos de correção gramatical, deveria haver crase no “as” que antecede a palavra feminina “mudanças”.
( ) Se substituíssemos a palavra “futuro” por “futura”, a crase antes desta palavra seria obrigatória. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Provas
Diploma na mão, realidade na cara
O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do caminho.
Candice Soldateli
Uma das melhores pessoas das quais já trabalhei na vida, hoje uma grande amiga, acabou de se formar. É um alento saber que, para ela, o diploma na mão realmente é tão somente um marco numa jornada muito maior e durante a qual ela fez tudo certo.
Por entender que fazer faculdade era apenas uma parte de sua formação profissional, ela estudou dois idiomas (inglês e espanhol), começou a trabalhar cedo para entender como o mundo real funciona e se capitalizar, participou de vários congressos e seminários (tanto dentro de sua área de conhecimento quanto de áreas afins), manteve a cabeça aberta e sempre dialogou com profissionais de diversos setores, cercou-se de pessoas (colegas, amigos, professores) com idades, bagagens culturais e socioeconômicas distintas, fez intercâmbio e conheceu vários países por saber que isso também era investir em sua carreira e em seu crescimento pessoal.
Hoje é dona de seu próprio negócio, com uma carteira de clientes respeitável e futuro promissor.
No entanto, aposto que centenas de outros jovens que se formaram na universidade há pouco tempo se encontram na desesperadora situação de estar com o tão sonhado diploma de ensino superior na mão enquanto a realidade lhes dá um tapão na cara. Eu me solidarizo profundamente com quem comprou a ilusão a que ter uma graduação num curso superior bastava e era o melhor — talvez o único — caminho para um futuro garantido. Certamente não é: há uma série de habilidades, de conhecimentos, de preparo a que só adquirimos fora da universidade e até mesmo antes dela.
Muitos adultos ainda insistem em vender aos adolescentes a ideia ultrapassada de que o caminho para o sucesso e realização profissional passa necessariamente pelo vestibular e por cinco longos anos de faculdade. No final, restam endividamento e um canudo que talvez tenha pouco significado diante de todas as mudanças que ocorreram no mundo e no mercado de trabalho nesse meio tempo.
Passou da hora de buscarmos uma abordagem mais responsável e realista quanto ao futuro profissional dos nossos jovens. Precisamos observar com clareza os 30 fatos e refletir: 1) o vestibular não é a única porta para o futuro depois do Ensino Médio; 2) um diploma de Ensino Superior já não é garantia de emprego nem de status socioeconômico e cultural; 3) cursos técnicos de curta duração formam alguns dos profissionais mais disputados pelas grandes empresas; 4) empreender é difícil, mas sabe ser extremamente recompensador a médio prazo.
O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do caminho. Quem entende isso, já tem maturidade para encarar os tapas que a realidade dá — e terá mais resiliência e preparo para lidar com o que cada segunda-feira (e cada crise) trouxer pela frente.
Disponivel em | < https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/candice-soldatelli/noticia/2021/08/diploma-na-mao-realidade-na-cara - cksrgzwk 1001vO 13bg2bjhwya.html> (adaptado)
Observe os seguintes trechos extraídos do texto.
I- “Eu me solidarizo profundamente”
II- “sua formação profissional”
III- “ela fez”
Há pronome substantivo em
Provas
Diploma na mão, realidade na cara
O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do caminho.
Candice Soldateli
Uma das melhores pessoas das quais já trabalhei na vida, hoje uma grande amiga, acabou de se formar. É um alento saber que, para ela, o diploma na mão realmente é tão somente um marco numa jornada muito maior e durante a qual ela fez tudo certo.
Por entender que fazer faculdade era apenas uma parte de sua formação profissional, ela estudou dois idiomas (inglês e espanhol), começou a trabalhar cedo para entender como o mundo real funciona e se capitalizar, participou de vários congressos e seminários (tanto dentro de sua área de conhecimento quanto de áreas afins), manteve a cabeça aberta e sempre dialogou com profissionais de diversos setores, cercou-se de pessoas (colegas, amigos, professores) com idades, bagagens culturais e socioeconômicas distintas, fez intercâmbio e conheceu vários países por saber que isso também era investir em sua carreira e em seu crescimento pessoal.
Hoje é dona de seu próprio negócio, com uma carteira de clientes respeitável e futuro promissor.
No entanto, aposto que centenas de outros jovens que se formaram na universidade há pouco tempo se encontram na desesperadora situação de estar com o tão sonhado diploma de ensino superior na mão enquanto a realidade lhes dá um tapão na cara. Eu me solidarizo profundamente com quem comprou a ilusão a que ter uma graduação num curso superior bastava e era o melhor — talvez o único — caminho para um futuro garantido. Certamente não é: há uma série de habilidades, de conhecimentos, de preparo a que só adquirimos fora da universidade e até mesmo antes dela.
Muitos adultos ainda insistem em vender aos adolescentes a ideia ultrapassada de que o caminho para o sucesso e realização profissional passa necessariamente pelo vestibular e por cinco longos anos de faculdade. No final, restam endividamento e um canudo que talvez tenha pouco significado diante de todas as mudanças que ocorreram no mundo e no mercado de trabalho nesse meio tempo.
Passou da hora de buscarmos uma abordagem mais responsável e realista quanto ao futuro profissional dos nossos jovens. Precisamos observar com clareza os 30 fatos e refletir: 1) o vestibular não é a única porta para o futuro depois do Ensino Médio; 2) um diploma de Ensino Superior já não é garantia de emprego nem de status socioeconômico e cultural; 3) cursos técnicos de curta duração formam alguns dos profissionais mais disputados pelas grandes empresas; 4) empreender é difícil, mas sabe ser extremamente recompensador a médio prazo.
O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do caminho. Quem entende isso, já tem maturidade para encarar os tapas que a realidade dá — e terá mais resiliência e preparo para lidar com o que cada segunda-feira (e cada crise) trouxer pela frente.
Disponivel em | < https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/candice-soldatelli/noticia/2021/08/diploma-na-mao-realidade-na-cara - cksrgzwk 1001vO 13bg2bjhwya.html> (adaptado)
No período “O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do caminho.”, há
Provas
Diploma na mão, realidade na cara
O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do caminho.
Candice Soldateli
Uma das melhores pessoas já trabalhei na vida, hoje uma grande amiga, acabou de se formar. É um alento saber que, para ela, o diploma na mão realmente é tão somente um marco numa jornada muito maior e durante a qual ela fez tudo certo.
Por entender que fazer faculdade era apenas uma parte de sua formação profissional, ela estudou dois idiomas (inglês e espanhol), começou a trabalhar cedo para entender como o mundo real funciona e se capitalizar, participou de vários congressos e seminários (tanto dentro de sua área de conhecimento quanto de áreas afins), manteve a cabeça aberta e sempre dialogou com profissionais de diversos setores, cercou-se de pessoas (colegas, amigos, professores) com idades, bagagens culturais e socioeconômicas distintas, fez intercâmbio e conheceu vários países por saber que isso também era investir em sua carreira e em seu crescimento pessoal.
Hoje é dona de seu próprio negócio, com uma carteira de clientes respeitável e futuro promissor.
No entanto, aposto que centenas de outros jovens que se formaram na universidade há pouco tempo se encontram na desesperadora situação de estar com o tão sonhado diploma de ensino superior na mão enquanto a realidade lhes dá um tapão na cara. Eu me solidarizo profundamente com quem comprou a ilusão ter uma graduação num curso superior bastava e era o melhor — talvez o único — caminho para um futuro garantido. Certamente não é: há uma série de habilidades, de conhecimentos, de preparo só adquirimos fora da universidade e até mesmo antes dela.
Muitos adultos ainda insistem em vender aos adolescentes a ideia ultrapassada de que o caminho para o sucesso e realização profissional passa necessariamente pelo vestibular e por cinco longos anos de faculdade. No final, restam endividamento e um canudo que talvez tenha pouco significado diante de todas as mudanças que ocorreram no mundo e no mercado de trabalho nesse meio tempo.
Passou da hora de buscarmos uma abordagem mais responsável e realista quanto ao futuro profissional dos nossos jovens. Precisamos observar com clareza os 30 fatos e refletir: 1) o vestibular não é a única porta para o futuro depois do Ensino Médio; 2) um diploma de Ensino Superior já não é garantia de emprego nem de status socioeconômico e cultural; 3) cursos técnicos de curta duração formam alguns dos profissionais mais disputados pelas grandes empresas; 4) empreender é difícil, mas sabe ser extremamente recompensador a médio prazo.
O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do caminho. Quem entende isso, já tem maturidade para encarar os tapas que a realidade dá — e terá mais resiliência e preparo para lidar com o que cada segunda-feira (e cada crise) trouxer pela frente.
Disponivel em | < https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/candice-soldatelli/noticia/2021/08/diploma-na-mao-realidade-na-cara - cksrgzwk 1001vO 13bg2bjhwya.html> (adaptado)
As lacunas devem ser, respectivamente, preenchidos por
Provas
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Fundação La Salle
Orgão: PROCERGS
De acordo com a Constituição Federal, o Supremo Tribunal Federal compõe-se de quantos Ministros, escolhidos dentre cidadãos com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade, de notável saber jurídico e reputação ilibada:
Provas
Caderno Container