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Leia trecho da obra A Revolução dos Bichos, de George Orwell.
Os bichos não confiavam em Pilkington, ser humano que era, mas preferiam-no Frederick, temiam e odiavam. Com o passar do verão e estando o moinho de vento perto de ser concluído, os boatos de um iminente e traiçoeiro ataque cada vez mais . Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas, de acordo com a norma-padrão.
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Leia a tira.

(Quino. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2001)
O efeito de humor da tira se deve
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Leia o texto para responder à questão.
IA e destruição de empregos.
À medida que avança a utilização da tecnologia da inteligência artificial (IA), cresce o temor de destruição de empregos. A substituição de atividades profissionais em consequência do avanço da tecnologia é coisa antiga. A criação da lâmpada elétrica, por exemplo, matou o emprego dos acendedores de lampiãoa. E, muito antes disso, as máquinas automáticas tomaram o lugar das ocupações repetitivas nas fábricasb – o que levou, no início da Revolução Industrial, ao ludismo, o movimento dos trabalhadores que se puseram a quebrar as máquinas.c
No entanto, ao mesmo tempo em que novas tecnologias extinguiram profissões,d outras oportunidades foram criadas. Sempre que isso aconteceu, a sociedade conseguiu se adaptar às mudanças e gerou mais empregos e com melhor remuneração.
Estudo recente concluiu que, em todo o mundo, cerca de 40% das ocupações sofrerão o impacto produzido pelo inevitável crescimento da utilização da IA. Esse impacto não será uniforme. Em países industrialmente desenvolvidos, o percentual de ocupações expostas aos efeitos da IA deverá ser ainda maior, em torno de 60%. Mas este não será o único efeito a ser criado pela nova tecnologia. Aumentará também a produtividade tanto do trabalho quanto da produção. Essas novas tecnologias exigem respostas mais rápidase, uma vez que seguem sendo desenvolvidas para imitar, ou até mesmo para substituir com vantagem as atividades humanas.
Na avaliação do coordenador de humanidades do Centro de Inteligência Artificial da USP, Glauco Arbix, os principais sinais de que a revolução tecnológica pode ser um pouco diferente daquela do passado são os impactos nos empregos de maior qualificação, como os dos advogados, jornalistas, professores, contadores e tradutores. Também, “É quase consenso de que esse avanço aumentará as atuais desigualdades. O mercado de trabalho oferecerá menos empregos bem remunerados e tende a rebaixar ou a desempregar trabalhadores”, adverte Arbix.
A chave para superar esse possível cenário, imagina Arbix, é o aumento do investimento em formação e requalificação profissional.
Embora experimente fortes recuos nos índices de desemprego, o Brasil ainda enfrenta a baixa qualidade dos seus profissionais. O futuro do trabalho passa pela melhora da educação, já que os empregos que exigem mais análises tendem a ser poupados.
(Celso Ming. O Estado de S. Paulo, 26 de janeiro de 2024. Adaptado)
A expressão em destaque está substituída, nos parênteses, de acordo com a norma-padrão de emprego e colocação pronominal, em:
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Leia o texto para responder à questão.
IA e destruição de empregos.
À medida que avança a utilização da tecnologia da inteligência artificial (IA), cresce o temor de destruição de empregosa. A substituição de atividades profissionais em consequência do avanço da tecnologia é coisa antiga. A criação da lâmpada elétrica, por exemplo, matou o emprego dos acendedores de lampiãob. E, muito antes disso, as máquinas automáticas tomaram o lugar das ocupações repetitivas nas fábricas – o que levou, no início da Revolução Industrial, ao ludismo, o movimento dos trabalhadores que se puseram a quebrar as máquinas.
No entanto, ao mesmo tempo em que novas tecnologias extinguiram profissões, outras oportunidades foram criadas. Sempre que isso aconteceu, a sociedade conseguiu se adaptar às mudanças e gerou mais empregos e com melhor remuneração.
Estudo recente concluiu que, em todo o mundo, cerca de 40% das ocupações sofrerão o impacto produzido pelo inevitável crescimento da utilização da IA. Esse impacto não será uniforme. Em países industrialmente desenvolvidos, o percentual de ocupações expostas aos efeitos da IA deverá ser ainda maior, em torno de 60%. Mas este não será o único efeito a ser criado pela nova tecnologia. Aumentará também a produtividade tanto do trabalho quanto da produção. Essas novas tecnologias exigem respostas mais rápidas, uma vez que seguem sendo desenvolvidas para imitar, ou até mesmo para substituir com vantagem as atividades humanasc.
Na avaliação do coordenador de humanidades do Centro de Inteligência Artificial da USP, Glauco Arbix, os principais sinais de que a revolução tecnológica pode ser um pouco diferente daquela do passado são os impactos nos empregose de maior qualificação, como os dos advogadosd, jornalistas, professores, contadores e tradutores. Também, “É quase consenso de que esse avanço aumentará as atuais desigualdades. O mercado de trabalho oferecerá menos empregos bem remunerados e tende a rebaixar ou a desempregar trabalhadores”, adverte Arbix.
A chave para superar esse possível cenário, imagina Arbix, é o aumento do investimento em formação e requalificação profissional.
Embora experimente fortes recuos nos índices de desemprego, o Brasil ainda enfrenta a baixa qualidade dos seus profissionais. O futuro do trabalho passa pela melhora da educação, já que os empregos que exigem mais análises tendem a ser poupados.
(Celso Ming. O Estado de S. Paulo, 26 de janeiro de 2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o termo em destaque pertence à mesma classe gramatical que aquele destacado na frase a seguir.
Os que aqui se encontram esperam ser aprovados.
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Leia o texto para responder à questão.
IA e destruição de empregos.
À medida que avança a utilização da tecnologia da inteligência artificial (IA), cresce o temor de destruição de empregos. A substituição de atividades profissionais em consequência do avanço da tecnologia é coisa antiga. A criação da lâmpada elétrica, por exemplo, matou o emprego dos acendedores de lampião. E, muito antes disso, as máquinas automáticas tomaram o lugar das ocupações repetitivas nas fábricas – o que levou, no início da Revolução Industrial, ao ludismo, o movimento dos trabalhadores que se puseram a quebrar as máquinas.
No entanto, ao mesmo tempo em que novas tecnologias extinguiram profissões, outras oportunidades foram criadas. Sempre que isso aconteceu, a sociedade conseguiu se adaptar às mudançasa e gerou mais empregos e com melhor remuneração.
Estudo recente concluiu que, em todo o mundo, cerca de 40% das ocupações sofrerão o impacto produzido pelo inevitável crescimento da utilização da IA. Esse impacto não será uniforme. Em países industrialmente desenvolvidos, o percentual de ocupações expostas aos efeitos da IA deverá ser ainda maior, em torno de 60%. Mas este não será o único efeito a ser criado pela nova tecnologiab. Aumentará também a produtividade tanto do trabalho quanto da produção. Essas novas tecnologias exigem respostas mais rápidas, uma vez que seguem sendo desenvolvidas para imitar, ou até mesmo para substituir com vantagem as atividades humanas.
Na avaliação do coordenador de humanidades do Centro de Inteligência Artificial da USP, Glauco Arbix, os principais sinais de que a revolução tecnológica pode ser um pouco diferente daquela do passado são os impactos nos empregos de maior qualificação, como os dos advogados, jornalistas, professores, contadores e tradutores. Também, “É quase consenso de que esse avanço aumentará as atuais desigualdades. O mercado de trabalho oferecerá menos empregos bem remuneradosc e tende a rebaixar ou a desempregar trabalhadores”, adverte Arbix.
A chave para superar esse possível cenáriod, imagina Arbix, é o aumento do investimento em formação e requalificação profissional.
Embora experimente fortes recuos nos índices de desemprego, o Brasil ainda enfrenta a baixa qualidade dos seus profissionais. O futuro do trabalho passa pela melhora da educação, já que os empregos que exigem mais análises tendem a ser poupadose.
(Celso Ming. O Estado de S. Paulo, 26 de janeiro de 2024. Adaptado)
Há palavra ou expressão empregada em sentido figurado na frase da alternativa:
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Leia o texto para responder à questão.
IA e destruição de empregos.
À medida que avança a utilização da tecnologia da inteligência artificial (IA), cresce o temor de destruição de empregos. A substituição de atividades profissionais em consequência do avanço da tecnologia é coisa antiga. A criação da lâmpada elétrica, por exemplo, matou o emprego dos acendedores de lampião. E, muito antes disso, as máquinas automáticas tomaram o lugar das ocupações repetitivas nas fábricas – o que levou, no início da Revolução Industrial, ao ludismo, o movimento dos trabalhadores que se puseram a quebrar as máquinas.
No entanto, ao mesmo tempo em que novas tecnologias extinguiram profissões, outras oportunidades foram criadas. Sempre que isso aconteceu, a sociedade conseguiu se adaptar às mudanças e gerou mais empregos e com melhor remuneração.
Estudo recente concluiu que, em todo o mundo, cerca de 40% das ocupações sofrerão o impacto produzido pelo inevitável crescimento da utilização da IA. Esse impacto não será uniforme. Em países industrialmente desenvolvidos, o percentual de ocupações expostas aos efeitos da IA deverá ser ainda maior, em torno de 60%. Mas este não será o único efeito a ser criado pela nova tecnologia. Aumentará também a produtividade tanto do trabalho quanto da produção. Essas novas tecnologias exigem respostas mais rápidas, uma vez que seguem sendo desenvolvidas para imitar, ou até mesmo para substituir com vantagem as atividades humanas.
Na avaliação do coordenador de humanidades do Centro de Inteligência Artificial da USP, Glauco Arbix, os principais sinais de que a revolução tecnológica pode ser um pouco diferente daquela do passado são os impactos nos empregos de maior qualificação, como os dos advogados, jornalistas, professores, contadores e tradutores. Também, “É quase consenso de que esse avanço aumentará as atuais desigualdades. O mercado de trabalho oferecerá menos empregos bem remunerados e tende a rebaixar ou a desempregar trabalhadores”, adverte Arbix.
A chave para superar esse possível cenário, imagina Arbix, é o aumento do investimento em formação e requalificação profissional.
Embora experimente fortes recuos nos índices de desemprego, o Brasil ainda enfrenta a baixa qualidade dos seus profissionais. O futuro do trabalho passa pela melhora da educação, já que os empregos que exigem mais análises tendem a ser poupados.
(Celso Ming. O Estado de S. Paulo, 26 de janeiro de 2024. Adaptado)
Leia as passagens:
• À medida que avança a utilização da tecnologia da inteligência artificial (IA)...
• No entanto, ao mesmo tempo em que novas tecnologias extinguiram profissões...
• Embora experimente fortes recuos nos índices de desemprego...
As expressões em destaque introduzem, correta e respectivamente, os sentidos de:
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Leia o texto para responder à questão.
IA e destruição de empregos.
À medida que avança a utilização da tecnologia da inteligência artificial (IA), cresce o temor de destruição de empregos. A substituição de atividades profissionais em consequência do avanço da tecnologia é coisa antiga. A criação da lâmpada elétrica, por exemplo, matou o emprego dos acendedores de lampião. E, muito antes disso, as máquinas automáticas tomaram o lugar das ocupações repetitivas nas fábricas – o que levou, no início da Revolução Industrial, ao ludismo, o movimento dos trabalhadores que se puseram a quebrar as máquinas.
No entanto, ao mesmo tempo em que novas tecnologias extinguiram profissões, outras oportunidades foram criadas. Sempre que isso aconteceu, a sociedade conseguiu se adaptar às mudanças e gerou mais empregos e com melhor remuneração.
Estudo recente concluiu que, em todo o mundo, cerca de 40% das ocupações sofrerão o impacto produzido pelo inevitável crescimento da utilização da IA. Esse impacto não será uniforme. Em países industrialmente desenvolvidos, o percentual de ocupações expostas aos efeitos da IA deverá ser ainda maior, em torno de 60%. Mas este não será o único efeito a ser criado pela nova tecnologia. Aumentará também a produtividade tanto do trabalho quanto da produção. Essas novas tecnologias exigem respostas mais rápidas, uma vez que seguem sendo desenvolvidas para imitar, ou até mesmo para substituir com vantagem as atividades humanas.
Na avaliação do coordenador de humanidades do Centro de Inteligência Artificial da USP, Glauco Arbix, os principais sinais de que a revolução tecnológica pode ser um pouco diferente daquela do passado são os impactos nos empregos de maior qualificação, como os dos advogados, jornalistas, professores, contadores e tradutores. Também, “É quase consenso de que esse avanço aumentará as atuais desigualdades. O mercado de trabalho oferecerá menos empregos bem remunerados e tende a rebaixar ou a desempregar trabalhadores”, adverte Arbix.
A chave para superar esse possível cenário, imagina Arbix, é o aumento do investimento em formação e requalificação profissional.
Embora experimente fortes recuos nos índices de desemprego, o Brasil ainda enfrenta a baixa qualidade dos seus profissionais. O futuro do trabalho passa pela melhora da educação, já que os empregos que exigem mais análises tendem a ser poupados.
(Celso Ming. O Estado de S. Paulo, 26 de janeiro de 2024. Adaptado)
Na concepção de Glauco Arbix,
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Leia o texto para responder à questão.
IA e destruição de empregos.
À medida que avança a utilização da tecnologia da inteligência artificial (IA), cresce o temor de destruição de empregos. A substituição de atividades profissionais em consequência do avanço da tecnologia é coisa antiga. A criação da lâmpada elétrica, por exemplo, matou o emprego dos acendedores de lampião. E, muito antes disso, as máquinas automáticas tomaram o lugar das ocupações repetitivas nas fábricas – o que levou, no início da Revolução Industrial, ao ludismo, o movimento dos trabalhadores que se puseram a quebrar as máquinas.
No entanto, ao mesmo tempo em que novas tecnologias extinguiram profissões, outras oportunidades foram criadas. Sempre que isso aconteceu, a sociedade conseguiu se adaptar às mudanças e gerou mais empregos e com melhor remuneração.
Estudo recente concluiu que, em todo o mundo, cerca de 40% das ocupações sofrerão o impacto produzido pelo inevitável crescimento da utilização da IA. Esse impacto não será uniforme. Em países industrialmente desenvolvidos, o percentual de ocupações expostas aos efeitos da IA deverá ser ainda maior, em torno de 60%. Mas este não será o único efeito a ser criado pela nova tecnologia. Aumentará também a produtividade tanto do trabalho quanto da produção. Essas novas tecnologias exigem respostas mais rápidas, uma vez que seguem sendo desenvolvidas para imitar, ou até mesmo para substituir com vantagem as atividades humanas.
Na avaliação do coordenador de humanidades do Centro de Inteligência Artificial da USP, Glauco Arbix, os principais sinais de que a revolução tecnológica pode ser um pouco diferente daquela do passado são os impactos nos empregos de maior qualificação, como os dos advogados, jornalistas, professores, contadores e tradutores. Também, “É quase consenso de que esse avanço aumentará as atuais desigualdades. O mercado de trabalho oferecerá menos empregos bem remunerados e tende a rebaixar ou a desempregar trabalhadores”, adverte Arbix.
A chave para superar esse possível cenário, imagina Arbix, é o aumento do investimento em formação e requalificação profissional.
Embora experimente fortes recuos nos índices de desemprego, o Brasil ainda enfrenta a baixa qualidade dos seus profissionais. O futuro do trabalho passa pela melhora da educação, já que os empregos que exigem mais análises tendem a ser poupados.
(Celso Ming. O Estado de S. Paulo, 26 de janeiro de 2024. Adaptado)
Com relação ao crescimento da utilização da Inteligência Artificial (IA), é correto afirmar que
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Leia o texto para responder à questão.
IA e destruição de empregos.
À medida que avança a utilização da tecnologia da inteligência artificial (IA), cresce o temor de destruição de empregos. A substituição de atividades profissionais em consequência do avanço da tecnologia é coisa antiga. A criação da lâmpada elétrica, por exemplo, matou o emprego dos acendedores de lampião. E, muito antes disso, as máquinas automáticas tomaram o lugar das ocupações repetitivas nas fábricas – o que levou, no início da Revolução Industrial, ao ludismo, o movimento dos trabalhadores que se puseram a quebrar as máquinas.
No entanto, ao mesmo tempo em que novas tecnologias extinguiram profissões, outras oportunidades foram criadas. Sempre que isso aconteceu, a sociedade conseguiu se adaptar às mudanças e gerou mais empregos e com melhor remuneração.
Estudo recente concluiu que, em todo o mundo, cerca de 40% das ocupações sofrerão o impacto produzido pelo inevitável crescimento da utilização da IA. Esse impacto não será uniforme. Em países industrialmente desenvolvidos, o percentual de ocupações expostas aos efeitos da IA deverá ser ainda maior, em torno de 60%. Mas este não será o único efeito a ser criado pela nova tecnologia. Aumentará também a produtividade tanto do trabalho quanto da produção. Essas novas tecnologias exigem respostas mais rápidas, uma vez que seguem sendo desenvolvidas para imitar, ou até mesmo para substituir com vantagem as atividades humanas.
Na avaliação do coordenador de humanidades do Centro de Inteligência Artificial da USP, Glauco Arbix, os principais sinais de que a revolução tecnológica pode ser um pouco diferente daquela do passado são os impactos nos empregos de maior qualificação, como os dos advogados, jornalistas, professores, contadores e tradutores. Também, “É quase consenso de que esse avanço aumentará as atuais desigualdades. O mercado de trabalho oferecerá menos empregos bem remunerados e tende a rebaixar ou a desempregar trabalhadores”, adverte Arbix.
A chave para superar esse possível cenário, imagina Arbix, é o aumento do investimento em formação e requalificação profissional.
Embora experimente fortes recuos nos índices de desemprego, o Brasil ainda enfrenta a baixa qualidade dos seus profissionais. O futuro do trabalho passa pela melhora da educação, já que os empregos que exigem mais análises tendem a ser poupados.
(Celso Ming. O Estado de S. Paulo, 26 de janeiro de 2024. Adaptado)
De acordo com informações dos primeiro e segundo parágrafos, é correta a afirmação:
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Uma entidade encontra-se enquadrada no Lucro Real e necessita calcular hipoteticamente o imposto de renda e a contribuição social numa base trimestral.
Para tanto, considere as seguintes informações extraídas da contabilidade dessa entidade para responder à questão.
• Lucro antes do IR e CSL no trimestre: R$2.480.000,00
• Adições temporárias: R$ 201.000,00
• Adições permanentes: R$ 52.500,00
• Exclusões permanentes: R$ 90.000,00
• Exclusões temporárias: R$ 42.000,00
Tendo em vista que a empresa não adquiriu insumos, portanto não há crédito tributário a ser compensado, e estando no sistema da não cumulatividade, assinale o valor, em Reais, do PIS e COFINS no trimestre.
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