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Foram encontradas 505 questões.

4118666 Ano: 2026
Disciplina: Sociologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-PI

A migração, que se tornou um tema central no debate geopolítico a partir do fim da Segunda Guerra Mundial, ganhou destaque no Ocidente a partir da primeira década do século XXI, e a proposta de mundo pautada nos direitos humanos não conseguiu desfazer a simbologia que as fronteiras sempre carregaram nesse processo.

Na contemporaneidade, em relação aos fluxos migratórios, a fronteira dos Estados tem simbolizado o conceito de

 

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4118665 Ano: 2026
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-PI
Ao se debruçar sobre a questão das migrações no início do século XXI no continente europeu, Zizek (2011) aborda o imigrante como hóspede, em referência
 

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4118664 Ano: 2026
Disciplina: Sociologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-PI

Texto 14A1-II

O tema da uberização do trabalho ganha visibilidade com a formação de enormes contingentes de trabalhadores controlados por empresas que operam por meio de plataformas digitais. O desafio contemporâneo envolve elementos complexos e armadilhas teórico-políticas. Reside em compreender as plataformas digitais como um novo meio poderoso pelo qual as relações de trabalho vêm se reestruturando, sem, entretanto, incorrer em um determinismo tecnológico que mistifique os processos sociais que envolvem décadas de flexibilização e transformação no trabalho, e que se materializam nas plataformas digitais.

Ludmila Costhek Abilio, Henrique Amorim e Rafael Grohmann. Uberização e plataformização do trabalho no Brasil: conceitos, processos e formas. In: Sociologias. Porto Alegre, ano 23, n. 57, maio-ago./2021 (com adaptações).

O trecho “sem, entretanto, incorrer em um determinismo tecnológico que mistifique os processos sociais”, do texto 14A1-II, expressa reflexões inspiradas pela
 

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4118663 Ano: 2026
Disciplina: Sociologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-PI

Texto 14A1-II

O tema da uberização do trabalho ganha visibilidade com a formação de enormes contingentes de trabalhadores controlados por empresas que operam por meio de plataformas digitais. O desafio contemporâneo envolve elementos complexos e armadilhas teórico-políticas. Reside em compreender as plataformas digitais como um novo meio poderoso pelo qual as relações de trabalho vêm se reestruturando, sem, entretanto, incorrer em um determinismo tecnológico que mistifique os processos sociais que envolvem décadas de flexibilização e transformação no trabalho, e que se materializam nas plataformas digitais.

Ludmila Costhek Abilio, Henrique Amorim e Rafael Grohmann. Uberização e plataformização do trabalho no Brasil: conceitos, processos e formas. In: Sociologias. Porto Alegre, ano 23, n. 57, maio-ago./2021 (com adaptações).

Quando mencionam que a reestruturação das relações de trabalho se dá no esteio de décadas de flexibilização do trabalho, os autores do texto 14A1-II referem-se
 

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4118662 Ano: 2026
Disciplina: Sociologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-PI

Textos 14A1-I

A luta do negro brasileiro vem desde que começou a escravidão. Não é de agora. Há mais de quatrocentos anos, quando se iniciava o processo de escravização no Brasil, começava também a reação dos negros.

Lélia Gonzalez. O racismo no Brasil é profundamente disfarçado. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.

Pelo que até agora foi exposto, já se pode perceber a profunda importância do papel da mulher negra em nossa sociedade e como o estudo desse tema assume um valor de tal ordem que acaba por revelar certos aspectos de nossa realidade cultural de que muitos pesquisadores nem sequer desconfiam. Antes de mais nada, importa caracterizar o racismo como uma construção ideológica cujas práticas se concretizam nos diferentes processos de discriminação racial. Enquanto discurso de exclusão que é, ele tem sido perpetuado e reinterpretado de acordo com os interesses dos que dele se beneficiam.

Lélia Gonzalez. A mulher negra na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.

A racialidade é aqui compreendida como uma noção relacional que corresponde a uma dimensão social, que emerge da interação de grupos racialmente demarcados sob os quais pesam concepções histórica e culturalmente construídas acerca da diversidade humana. Disso decorre que ser branco e ser negro são consideradas polaridades que encerram, respectivamente, valores culturais, privilégios e prejuízos decorrentes do pertencimento a cada um dos polos das racialidades.

Sueli Carneiro. Dispositivo de racialidade. Rio de Janeiro, Zahar, 2023.

Sueli Carneiro, autora de um dos textos 14A1-I, denomina como dispositivo de racialidade as práticas de racialização que permeiam a sociedade brasileira desde os efeitos dos processos de escravização. Na sua concepção de dispositivo de racialidade, a autora evoca
 

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4118661 Ano: 2026
Disciplina: Sociologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-PI

Textos 14A1-I

A luta do negro brasileiro vem desde que começou a escravidão. Não é de agora. Há mais de quatrocentos anos, quando se iniciava o processo de escravização no Brasil, começava também a reação dos negros.

Lélia Gonzalez. O racismo no Brasil é profundamente disfarçado. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.

Pelo que até agora foi exposto, já se pode perceber a profunda importância do papel da mulher negra em nossa sociedade e como o estudo desse tema assume um valor de tal ordem que acaba por revelar certos aspectos de nossa realidade cultural de que muitos pesquisadores nem sequer desconfiam. Antes de mais nada, importa caracterizar o racismo como uma construção ideológica cujas práticas se concretizam nos diferentes processos de discriminação racial. Enquanto discurso de exclusão que é, ele tem sido perpetuado e reinterpretado de acordo com os interesses dos que dele se beneficiam.

Lélia Gonzalez. A mulher negra na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.

A racialidade é aqui compreendida como uma noção relacional que corresponde a uma dimensão social, que emerge da interação de grupos racialmente demarcados sob os quais pesam concepções histórica e culturalmente construídas acerca da diversidade humana. Disso decorre que ser branco e ser negro são consideradas polaridades que encerram, respectivamente, valores culturais, privilégios e prejuízos decorrentes do pertencimento a cada um dos polos das racialidades.

Sueli Carneiro. Dispositivo de racialidade. Rio de Janeiro, Zahar, 2023.

Considerando-se os escritos de Lélia Gonzalez apresentados entre os textos 14A1-I e sua obra como um todo, é correto afirmar que, ao entender o racismo como uma construção ideológica, a autora considera que
 

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4118660 Ano: 2026
Disciplina: Sociologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-PI

Textos 14A1-I

A luta do negro brasileiro vem desde que começou a escravidão. Não é de agora. Há mais de quatrocentos anos, quando se iniciava o processo de escravização no Brasil, começava também a reação dos negros.

Lélia Gonzalez. O racismo no Brasil é profundamente disfarçado. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.

Pelo que até agora foi exposto, já se pode perceber a profunda importância do papel da mulher negra em nossa sociedade e como o estudo desse tema assume um valor de tal ordem que acaba por revelar certos aspectos de nossa realidade cultural de que muitos pesquisadores nem sequer desconfiam. Antes de mais nada, importa caracterizar o racismo como uma construção ideológica cujas práticas se concretizam nos diferentes processos de discriminação racial. Enquanto discurso de exclusão que é, ele tem sido perpetuado e reinterpretado de acordo com os interesses dos que dele se beneficiam.

Lélia Gonzalez. A mulher negra na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.

A racialidade é aqui compreendida como uma noção relacional que corresponde a uma dimensão social, que emerge da interação de grupos racialmente demarcados sob os quais pesam concepções histórica e culturalmente construídas acerca da diversidade humana. Disso decorre que ser branco e ser negro são consideradas polaridades que encerram, respectivamente, valores culturais, privilégios e prejuízos decorrentes do pertencimento a cada um dos polos das racialidades.

Sueli Carneiro. Dispositivo de racialidade. Rio de Janeiro, Zahar, 2023.

Considerando as ideias de Lélia Gonzalez apresentadas nos textos 14A1-I e os diversos aspectos a elas relacionados, assinale a opção correta.
 

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4118659 Ano: 2026
Disciplina: Sociologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-PI

Textos 14A1-I

A luta do negro brasileiro vem desde que começou a escravidão. Não é de agora. Há mais de quatrocentos anos, quando se iniciava o processo de escravização no Brasil, começava também a reação dos negros.

Lélia Gonzalez. O racismo no Brasil é profundamente disfarçado. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.

Pelo que até agora foi exposto, já se pode perceber a profunda importância do papel da mulher negra em nossa sociedade e como o estudo desse tema assume um valor de tal ordem que acaba por revelar certos aspectos de nossa realidade cultural de que muitos pesquisadores nem sequer desconfiam. Antes de mais nada, importa caracterizar o racismo como uma construção ideológica cujas práticas se concretizam nos diferentes processos de discriminação racial. Enquanto discurso de exclusão que é, ele tem sido perpetuado e reinterpretado de acordo com os interesses dos que dele se beneficiam.

Lélia Gonzalez. A mulher negra na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.

A racialidade é aqui compreendida como uma noção relacional que corresponde a uma dimensão social, que emerge da interação de grupos racialmente demarcados sob os quais pesam concepções histórica e culturalmente construídas acerca da diversidade humana. Disso decorre que ser branco e ser negro são consideradas polaridades que encerram, respectivamente, valores culturais, privilégios e prejuízos decorrentes do pertencimento a cada um dos polos das racialidades.

Sueli Carneiro. Dispositivo de racialidade. Rio de Janeiro, Zahar, 2023.

Em sua reflexão acerca das formas de estratificação social da sociedade brasileira, sobretudo ao longo do século XX, conforme indicado em dois dos textos 14A1-I, Lélia Gonzalez defende que
 

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4118658 Ano: 2026
Disciplina: Sociologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-PI

Textos 14A1-I

A luta do negro brasileiro vem desde que começou a escravidão. Não é de agora. Há mais de quatrocentos anos, quando se iniciava o processo de escravização no Brasil, começava também a reação dos negros.

Lélia Gonzalez. O racismo no Brasil é profundamente disfarçado. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.

Pelo que até agora foi exposto, já se pode perceber a profunda importância do papel da mulher negra em nossa sociedade e como o estudo desse tema assume um valor de tal ordem que acaba por revelar certos aspectos de nossa realidade cultural de que muitos pesquisadores nem sequer desconfiam. Antes de mais nada, importa caracterizar o racismo como uma construção ideológica cujas práticas se concretizam nos diferentes processos de discriminação racial. Enquanto discurso de exclusão que é, ele tem sido perpetuado e reinterpretado de acordo com os interesses dos que dele se beneficiam.

Lélia Gonzalez. A mulher negra na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.

A racialidade é aqui compreendida como uma noção relacional que corresponde a uma dimensão social, que emerge da interação de grupos racialmente demarcados sob os quais pesam concepções histórica e culturalmente construídas acerca da diversidade humana. Disso decorre que ser branco e ser negro são consideradas polaridades que encerram, respectivamente, valores culturais, privilégios e prejuízos decorrentes do pertencimento a cada um dos polos das racialidades.

Sueli Carneiro. Dispositivo de racialidade. Rio de Janeiro, Zahar, 2023.

Lélia Gonzalez, ao formular o seu conceito de racismo cultural, dialoga com bases antropológicas, políticas e sociológicas, bem como com aspectos da filosofia e da psicanálise. Ao refletir sobre o lugar das mulheres negras na sociedade brasileira, como evidenciado em um dos textos 14A1-I, a autora
 

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4118657 Ano: 2026
Disciplina: Sociologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-PI

Se o capital econômico transmitido é mínimo, e o capital cultural e escolar comparativamente baixo em relação às classes superiores, média e alta, a maior parte dos batalhadores entrevistados, por outro lado, possuem família estruturada, com a incorporação dos papéis familiares tradicionais de pais e filhos bem desenvolvidos e atualizados.

Jessé Souza (Org.). Os batalhadores brasileiros: nova classe média ou nova classe trabalhadora?. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2012.

Do trecho apresentado infere-se que, ao utilizar o termo “batalhadores”, o autor

 

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