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Leia o excerto a seguir:
[...] o significado do conceito de escravo, no contexto das realidades africanas, é muito distinto daquele aplicado no Brasil ou em outras culturas, em diferentes épocas. Na África [antes do tráfico europeu], esse conceito seria aplicado a categorias distintas que nada têm ou pouco têm a ver com o conceito de escravo, tal como se deu na realidade escravista do Brasil colonial e das Américas de modo geral.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
Para a obra em referência, uma dessas diferenças reside no fato de que, na África tradicional,
[...] o significado do conceito de escravo, no contexto das realidades africanas, é muito distinto daquele aplicado no Brasil ou em outras culturas, em diferentes épocas. Na África [antes do tráfico europeu], esse conceito seria aplicado a categorias distintas que nada têm ou pouco têm a ver com o conceito de escravo, tal como se deu na realidade escravista do Brasil colonial e das Américas de modo geral.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
Para a obra em referência, uma dessas diferenças reside no fato de que, na África tradicional,
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A naturalização da escravidão é o pilar estruturante de
decisões judiciais. Absolve-se o escravagista porque
suas vítimas estão acostumadas a condições precárias
de vida e trabalho. Como já enfatizado em outro estudo
[...], trata-se de uma condescendência com a extorsão
extrema [...]: uma naturalização histórica da segregação,
da exploração e da agressão ao trabalho humano.
(Cavalcanti, T. M.; Rodrigues, R. G. Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo de ontem)
De acordo com os autores, a “naturalização da escravidão” é um desdobramento
(Cavalcanti, T. M.; Rodrigues, R. G. Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo de ontem)
De acordo com os autores, a “naturalização da escravidão” é um desdobramento
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Para a definição de fontes históricas, o Currículo Paulista para a área de História no Ensino Fundamental utiliza
como referencial teórico
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Assim, exemplificando, o estudo da história das populações
indígenas deve partir dos grupos existentes no presente ou
que já viveram na região, para conhecer as singularidades
históricas de cada grupo nativo e evitar a generalização
“índios”. Uma abordagem genérica sobre o índio brasileiro
impossibilita o conhecimento da história das relações e formas de contato com o mundo branco, diferente para cada
população indígena e com consequências igualmente diversas para a História do Brasil.
(Circe Bittencourt, Identidade nacional e o ensino de História do Brasil. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula:conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
O fragmento exemplifica
(Circe Bittencourt, Identidade nacional e o ensino de História do Brasil. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula:conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
O fragmento exemplifica
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A diferença entre o velho conceito de História Contemporânea e História do Tempo Presente pode ser definida
pela presença viva dos protagonistas e da memória, ainda interagindo com o tempo do historiador, como testemunhos vivos e dinâmicos do passado.
(Marcos Napolitano, Pensando a estranha História sem fim. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
O historiador Marcos Napolitano aponta que um dos desafios da pesquisa historiográfica do Tempo Presente refere-se à
(Marcos Napolitano, Pensando a estranha História sem fim. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
O historiador Marcos Napolitano aponta que um dos desafios da pesquisa historiográfica do Tempo Presente refere-se à
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Tomando o ponto de vista da classificação cronológica,
entendeu-se o “moderno” como algo que iniciava com a
queda de Constantinopla (maio de 1453) até a Revolução
Francesa (1789).
Sabemos das imensas limitações desses marcos.
(Leandro Karnal, A História Moderna e a sala de aula. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
Dentre as limitações apontadas pelo autor, encontra-se o fato de que
Sabemos das imensas limitações desses marcos.
(Leandro Karnal, A História Moderna e a sala de aula. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
Dentre as limitações apontadas pelo autor, encontra-se o fato de que
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Na História Antiga, a tradicional dicotomia entre Oriente
e Ocidente constitui uma grande narrativa que estrutura
toda uma visão da História.
(Pedro Paulo Funari, A renovação da História Antiga. Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
De acordo com o autor, a dicotomia mencionada foi cada vez mais enfatizada
(Pedro Paulo Funari, A renovação da História Antiga. Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
De acordo com o autor, a dicotomia mencionada foi cada vez mais enfatizada
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Resolvi regalá-lo [ao nativo Sexta-Feira] com um pedaço
de cabrito assado. Preparei a carne, pendurando-a de um
cordel sobre a fogueira, conforme vira fazer muitas vezes
na Inglaterra (...). Quando lhe dei a comer um pedaço
de carne, usou de tantos gestos para dizer-me quanto a
apreciava, que não pude deixar de entendê-lo. Acabou
por me afiançar que nunca mais comeria carne humana,
o que me alegrou bastante.
(Daniel Defoe. Robinson Crusoé. Apud Rafael Ruiz. Novas formas de abordar o Ensino de História. Em: Leandro Karnal (org.), História em sala de aula: conceitos práticas e propostas)
Apresentando possibilidades de utilização da literatura nas aulas de História, o historiador Rafael Ruiz propôs a leitura do fragmento para
(Daniel Defoe. Robinson Crusoé. Apud Rafael Ruiz. Novas formas de abordar o Ensino de História. Em: Leandro Karnal (org.), História em sala de aula: conceitos práticas e propostas)
Apresentando possibilidades de utilização da literatura nas aulas de História, o historiador Rafael Ruiz propôs a leitura do fragmento para
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O problema, em termos de ensino-aprendizagem, é que o
abandono da diacronia pode transformar o conhecimento
histórico numa sabedoria de almanaque mal digerida, em
que acontecimentos, instituições e movimentos ocorrem
do nada para o nada. Será que é isso o que mais nos
interessa com relação à disciplina História? Misturar Galileu e Einstein ou Espártaco e Zumbi – unidos por algum
“tema transversal” – como se fossem contemporâneos
prontos a dialogar pode desistoricizar suas práticas e
formas de pensamento se não estivermos muito atentos.
(Jaime Pinsky e Carla B. Pinsky. O que e como ensinar. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
No fragmento, os autores enfatizam a importância de o ensino de História estar fundamentado
(Jaime Pinsky e Carla B. Pinsky. O que e como ensinar. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
No fragmento, os autores enfatizam a importância de o ensino de História estar fundamentado
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- Ensino das DisciplinasHistória
- LegislaçãoNormas Educacionais dos Estados
- Temas Educacionais Pedagógicos
O termo “atitude historiadora”, no Currículo Paulista, refere-se ao movimento que professores e estudantes devem realizar para se posicionarem como sujeitos frente
ao processo de ensino e aprendizagem [...].
(São Paulo (Estado) Secretaria da Educação. Currículo Paulista)
O documento apresenta, como sendo parte da “atitude historiadora”,
(São Paulo (Estado) Secretaria da Educação. Currículo Paulista)
O documento apresenta, como sendo parte da “atitude historiadora”,
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