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Foram encontradas 520 questões.

Leia o texto a seguir para responder à questão:

Acabava de chegar a noite do Dia de Reis na comunidade do Amaro Branco, em Olinda, e Caillany, enfim, começava a se vestir com as roupas vermelhas do seu cordão de pastoras. Primeiro, levantou as meias até abaixo do joelho; em seguida, mergulhou no vestido. Por último, coroou-se com sua tiara de mestra e sacou seu pequeno pandeiro todo revestido de tecido e fitas.

Ao lado, Luciana atentava para os detalhes da arrumação da filha. Abotoava-lhe o vestido, atarraxava-lhe os brincos e pintava a boca da menina com um batom suave. Com um prato fundo na mão, dava de comer a Caillany, garantindo que a filha estivesse forte para aguentar toda a brincadeira que duraria, pelo menos, três horas, desde a concentração à dispersão. Na beira da porta do quarto, tomado por adereços dispostos em cima de uma cama de casal, o pai José Carlos observava atentamente a movimentação das duas. Escorava-se nas paredes de tijolo aparente de sua casa ainda em construção.

A espera pelo dia de colocar o pastoril na rua durara quatro meses, em ensaios diários na casa da mestra Ana Lúcia desde setembro e, naturalmente, enchia de ansiedade não só a criança, mas toda a família, mobilizada em dar suporte à pastorinha. Espalhadas pela comunidade, em outras 27 casas o ritual se repetia: meninas de três a 15 anos se aprontando para desfilar no Estrela de Belém, que sairia pelas ruas do Amaro Branco pela sexagésima nona vez, naquela noite de chuva intermitente.

Caillany se mantinha calada, numa concentração característica daquelas que estão prestes a entrar em cena. Levava a sério, de um jeito que as crianças também sabem fazer. Vendo-a no seu ritual silencioso dentro do quarto, ficava difícil imaginar tamanha desenvoltura na rua. Observando-a com apenas 10 anos, surpreendia saber que a menina se preparava para desfilar pela quinta vez. É que é costume na cultura popular começar cedo. Bem cedo. De berço, como se diz. Ou de barriga.

(Chico Ludermir. Crianças brincantes. https://revistacontinente.com.br, 01.02.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa que contém afirmação correta quanto ao comportamento de Caillany
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão:

Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) mostra que a porcentagem de crianças brasileiras com celular cresceu. Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos possuíam um aparelho próprio. Em 2024, esses indicadores alcançaram 5%, 20% e 36%, respectivamente.

O celular é a pior tela para as crianças, segundo especialistas. Diferentemente do computador ou da televisão, ele concentra a atenção dos pequenos por mais horas e exige maior esforço dos músculos oculares. Além disso, o uso dos smartphones costuma ter menor controle dos pais, facilitando a exposição a conteúdos impróprios.

Susana Knupp, integrante da Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO), explica que as crianças tendem a segurar o celular muito próximo dos olhos. Isso ocorre tanto porque seus braços são mais curtos quanto pela necessidade de focar a tela. “Quanto mais perto está o objeto observado, mais esforço muscular é feito. Esse trabalho muscular intenso pelo uso frequente e prolongado do celular gera sintomas de cansaço ocular, dor de cabeça, dor ocular, visão embaçada e dificuldade de foco”, diz Susana.

O uso excessivo do celular também pode desencadear problemas de saúde mental nas crianças. Entre os mais comuns estão ansiedade, depressão, dificuldade de concentração e isolamento social.

“O cérebro das crianças ainda está em desenvolvimento. Com isso, a exposição excessiva a estímulos digitais pode interferir nos processos de amadurecimento cerebral”, aponta Antônio Geraldo, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

(Rone Carvalho. Por que, de todas as telas, o celular é

a pior para as crianças? www.estadao.com.br, 27.02.2025. Adaptado)

Os especialistas citados no texto, Susana Knupp e Antônio Geraldo, revelam que o celular é um problema para as crianças porque
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão:

Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) mostra que a porcentagem de crianças brasileiras com celular cresceu. Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos possuíam um aparelho próprio. Em 2024, esses indicadores alcançaram 5%, 20% e 36%, respectivamente.

O celular é a pior tela para as crianças, segundo especialistas. Diferentemente do computador ou da televisão, ele concentra a atenção dos pequenos por mais horas e exige maior esforço dos músculos oculares. Além disso, o uso dos smartphones costuma ter menor controle dos pais, facilitando a exposição a conteúdos impróprios.

Susana Knupp, integrante da Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO), explica que as crianças tendem a segurar o celular muito próximo dos olhos. Isso ocorre tanto porque seus braços são mais curtos quanto pela necessidade de focar a tela. “Quanto mais perto está o objeto observado, mais esforço muscular é feito. Esse trabalho muscular intenso pelo uso frequente e prolongado do celular gera sintomas de cansaço ocular, dor de cabeça, dor ocular, visão embaçada e dificuldade de foco”, diz Susana.

O uso excessivo do celular também pode desencadear problemas de saúde mental nas crianças. Entre os mais comuns estão ansiedade, depressão, dificuldade de concentração e isolamento social.

“O cérebro das crianças ainda está em desenvolvimento. Com isso, a exposição excessiva a estímulos digitais pode interferir nos processos de amadurecimento cerebral”, aponta Antônio Geraldo, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

(Rone Carvalho. Por que, de todas as telas, o celular é

a pior para as crianças? www.estadao.com.br, 27.02.2025. Adaptado)

De acordo com a pesquisa do Cetic.br, é correta a afirmação:
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão:

Ontem, no rádio do carro de aplicativo que peguei, ouvi a entrevista de um homem angolano que, pelo curto trajeto, nem deu tempo de eu saber o nome. A entrevistadora lhe perguntou sobre as expectativas para o Natal e o Ano Novo.

Ele respondeu que tinha poucas, que Natal era festa para as crianças. Segundo ele, as crianças têm a bênção de se alegrarem com pouco e conseguirem esquecer com mais facilidade as dificuldades do ano, vivendo o momento presente, sem preocupação com as contas que viriam em janeiro.

Eu sou mesmo uma criança, talvez porque eu ainda guarde as memórias dos natais da minha infância em família e viva por essas memórias. Em dezembro, nossa tradição era fazer compras, eu, minha mãe e minha irmã.

Eu daria um braço para ouvir minha mãe reclamando mais uma vez da correria, do calor, da multidão, do preço das coisas, e ter minha irmã ao lado, me ajudando a escolher a roupa, na nossa intenção silenciosa de parecer muito diferente uma da outra, enquanto minha mãe, se dependesse dela, nos vestiria como se fôssemos gêmeas.

(Ana Paula Lisboa. Valeu, Natalina! https://oglobo.globo.com, 08.01.2025. Adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto à entrevista escutada na rádio.
 

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Ontem, no rádio do carro de aplicativo que peguei, ouvi a entrevista de um homem angolano que, pelo curto trajeto, nem deu tempo de eu saber o nome. A entrevistadora lhe perguntou sobre as expectativas para o Natal e o Ano Novo.

Ele respondeu que tinha poucas, que Natal era festa para as crianças. Segundo ele, as crianças têm a bênção de se alegrarem com pouco e conseguirem esquecer com mais facilidade as dificuldades do ano, vivendo o momento presente, sem preocupação com as contas que viriam em janeiro.

Eu sou mesmo uma criança, talvez porque eu ainda guarde as memórias dos natais da minha infância em família e viva por essas memórias. Em dezembro, nossa tradição era fazer compras, eu, minha mãe e minha irmã.

Eu daria um braço para ouvir minha mãe reclamando mais uma vez da correria, do calor, da multidão, do preço das coisas, e ter minha irmã ao lado, me ajudando a escolher a roupa, na nossa intenção silenciosa de parecer muito diferente uma da outra, enquanto minha mãe, se dependesse dela, nos vestiria como se fôssemos gêmeas.

(Ana Paula Lisboa. Valeu, Natalina! https://oglobo.globo.com, 08.01.2025. Adaptado)

A respeito da mãe da autora, é correto afirmar que
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão:

Ontem, no rádio do carro de aplicativo que peguei, ouvi a entrevista de um homem angolano que, pelo curto trajeto, nem deu tempo de eu saber o nome. A entrevistadora lhe perguntou sobre as expectativas para o Natal e o Ano Novo.

Ele respondeu que tinha poucas, que Natal era festa para as crianças. Segundo ele, as crianças têm a bênção de se alegrarem com pouco e conseguirem esquecer com mais facilidade as dificuldades do ano, vivendo o momento presente, sem preocupação com as contas que viriam em janeiro.

Eu sou mesmo uma criança, talvez porque eu ainda guarde as memórias dos natais da minha infância em família e viva por essas memórias. Em dezembro, nossa tradição era fazer compras, eu, minha mãe e minha irmã.

Eu daria um braço para ouvir minha mãe reclamando mais uma vez da correria, do calor, da multidão, do preço das coisas, e ter minha irmã ao lado, me ajudando a escolher a roupa, na nossa intenção silenciosa de parecer muito diferente uma da outra, enquanto minha mãe, se dependesse dela, nos vestiria como se fôssemos gêmeas.

(Ana Paula Lisboa. Valeu, Natalina! https://oglobo.globo.com, 08.01.2025. Adaptado)

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que, ao falar do Natal, a autora
 

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Leia a tira a seguir:

Enunciado 4804421-1

(Willian Leite. Anésia # 757. www.willtirando.com.br, 28.12.2024)

Assinale a alternativa que contém afirmação correta quanto ao que acontece na tira.

 

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Leia a tira a seguir:

Enunciado 4804420-1

(Bill Waterson. O Melhor de Calvin. www.estadao.com.br, 06.04.2025)

Ao perceber que não havia ninguém ocupando o balanço, o garoto

 

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Leia a tira a seguir:

Enunciado 4804419-1

(Fernando Gonsales. Níquel Náusea. www.instagram.com, 22.10.2024)



Com base nas respostas dadas na tira, é possível afirmar que 
 

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3799342 Ano: 2025
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
A coreografia dessa dança é muito simples. Fiel à sua possível procedência alagoana, é formada por uma roda de dançarinos que giram da direita para a esquerda, enquanto repetem em coro a resposta tirada pelo solista e marcam o ritmo com uma pisada forte. Um dançarino vai para o meio da roda e, com uma umbigada, chama outra pessoa para o solo e assim sucessivamente.
Os formadores da roda têm movimentos lentos, pisam forte no solo, batem palmas e, vagarosamente, circulam ao mesmo tempo em que giram o corpo ora para um lado, ora para o outro.

(Jorge Sabino e Raul Lody. Danças de matriz africana: antropologia do movimento, 2015. Adaptado)

Trata-se de uma descrição
 

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