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Foram encontradas 65 questões.

3547708 Ano: 2025
Disciplina: Libras
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
O Congresso de Milão em 1880 foi o clímax da história da educação dos surdos. Segundo (BORNE,2002, p.51): “Os temas propostos foram: vantagens e desvantagens do internato, tempo de instrução, número de alunos por classe, trabalhos mais apropriados aos surdos, enfermidades, medidas curativas e preventivas etc. Apesar da variedade de temas, as discussões voltaram-se às questões do oralismo e da língua de sinais.”
Relacione as colunas sobre as características de abordagens educacionais ao logo da história da educação de surdos.
1. Bilinguismo 2. Comunicação Total 3. Oralismo
( ) É a crença que seja a única forma desejável de comunicação para o surdo, e a língua de sinais deve ser evitada a qualquer custo, porque atrapalha o desenvolvimento da aquisição da língua.
( ) É uma abordagem educacional que incorpora o desenvolvimento de qualquer resto de audição para melhoria das habilidades de fala, incluindo língua de sinais, alfabeto manual, leitura e escrita, dentre outros.
( ) É a abordagem que apresenta uma proposta de ensino para acessar duas línguas no contexto escolar, considerando a língua de sinais como primeira língua e o português, na modalidade escrita, como segunda língua.

Assinale a opção que indica a sequência correta, na ordem apresentada.
 

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3547707 Ano: 2025
Disciplina: Libras
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
“Por que a educação bilíngue é importante para pessoas surdas? (...) é importante para a recuperação de suas memórias históricas, a reafirmação de suas identidades e especificidades e a valorização de sua língua e cultura, o que ainda não acontece da maneira devida em nosso país.” (Educação bilíngue para pessoas surdas: tudo o que você precisa saber. Hand Talk por Rose Bertaglia)
De acordo com a lei, a educação bilingue de surdos é a modalidade de educação escolar
 

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3547706 Ano: 2025
Disciplina: Libras
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
Segundo o Ministério da Educação, prevê chegar com mais de 2 milhões de estudantes do público da educação especial matriculados em classes comuns, além de atingir o total de 169 mil matrículas na educação infantil e ampliar os recursos financeiros para atender a mais Salas de Recursos Multifuncionais (SRM), ao final de 2026.
(Educação Inclusiva- Governo federal reforça política de educação inclusiva. Ministério da Educação, publicado em 21/11/2023)
Assinale a opção que caracteriza o público-alvo da política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva.
 

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3547705 Ano: 2025
Disciplina: Libras
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
Ao final de 1855 chega ao Rio de Janeiro um professor francês surdo, com a intenção de abrir uma escola para pessoas surdas. E com uma carta de apresentação foi levado ao Imperador D. Pedro II.
O nome deste professor surdo é
 

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3547704 Ano: 2025
Disciplina: Libras
Banca: FGV
Orgão: SEEC-RN
A Rede de Ensino do Estado do Rio Grande do Norte atua de forma colaborativa com professores de AEE (Atendimento Educacional Especializado) e professores dos componentes curriculares, num trabalho coletivo na realização de práticas inclusivas.
Para garantir o direito de aprendizagem de estudantes com necessidades educativas especiais no que se refere aos surdos/deficientes auditivos, a rede de ensino deve considerar
 

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Antônio foi condenado, em sentença criminal transitada em julgado, pela prática de determinada infração penal. Durante o cumprimento da pena, que iria se extinguir em dois anos, decidiu que iria iniciar a sua carreira política na eleição que seria realizada em outubro do ano em que estava realizando suas reflexões. No entanto, ao analisar a sistemática prevista em nossa ordem constitucional, constatou que os seus direitos políticos estavam suspensos.
À luz dessa narrativa, é correto afirmar, em relação a Antônio, que, em uma perspectiva jurídica,
 

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João, diretor de certa estrutura estatal de poder, recebeu um processo administrativo para prolação de decisão. Em sua análise preliminar, avaliou que o melhor a fazer seria realizar uma abordagem de ordem ética que seria direcionada por determinado viés utilitarista.
Assinale a opção que se mostra compatível com a diretriz argumentativa definida por João.
 

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Em sua evolução histórica, os direitos humanos passaram por distintas fases de sedimentação do seu conteúdo e do correlato reconhecimento da necessidade de serem observados nos diversos quadrantes do mundo.
Em relação a esse processo de evolução, é correto afirmar que
 

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Leia o trecho da entrevista a seguir com Tayse Campos Potiguara e responda a questão a seguir.
“Não existe índio no Brasil”

Agora, esse termo indígena no Brasil, eu acho que é só uma apropriação política. Nunca existiu índio no Brasil e vai continuar não existindo índio no Brasil. Ele foi trazido pelos colonizadores que passaram a chamar todo mundo aqui de índio. Essas pessoas até hoje não se autoafirmam indígenas, mas usam a categoria que foi criada pelo colonizador para garantir direitos. Então nós somos índios, temos direitos, vamos garantir os nossos direitos a partir dessa categoria. Mas continua no Brasil existindo os Mendonças do Amarelão, os Potiguara do Catu, os Potiguara do Sagi, os Potiguara da Baía da Traição, os Fulniô de Pernambuco, os Xavante, os Tuxá da Bahia, os Caiapó lá na região Norte, os Guarani-Kaiowá que perderam suas terras e estão espalhados em vários Estados. Esses povos continuaram preservando sua etnia, seu povo. Então não é pelo fato de eu ser índio que eu deixo de ser Mendonça, eu sou Mendonça. E eu sou diferente do Potiguara do Catu. Agora, eu acho que esse termo indígena se fortaleceu muito a partir da década de 1970, a partir de toda aquela mobilização indígena que houve a favor da constituição federal de 88, de militância, de luta, para garantir, assegurar os direitos dentro constituição federal.
Adaptado de CAMPOS. Tayse. Entrevista concedida para pesquisa de doutoramento (setembro de 2021). Entrevistadora: Andreza de Oliveira Andrade. Comunidade do Amarelão, João Câmara – RN, 2021. Entrevista realizada em 21/09/2022 às 14hs.
A entrevista concedida por Tayse Campos Potiguara insere-se em um projeto de registro da tradição de resistência e atuação política de indígenas mulheres no Rio Grande do Norte.
Nesse caso, o uso da história oral, permitiu
 

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Leia o trecho da entrevista a seguir com Tayse Campos Potiguara e responda a questão a seguir.
“Não existe índio no Brasil”

Agora, esse termo indígena no Brasil, eu acho que é só uma apropriação política. Nunca existiu índio no Brasil e vai continuar não existindo índio no Brasil. Ele foi trazido pelos colonizadores que passaram a chamar todo mundo aqui de índio. Essas pessoas até hoje não se autoafirmam indígenas, mas usam a categoria que foi criada pelo colonizador para garantir direitos. Então nós somos índios, temos direitos, vamos garantir os nossos direitos a partir dessa categoria. Mas continua no Brasil existindo os Mendonças do Amarelão, os Potiguara do Catu, os Potiguara do Sagi, os Potiguara da Baía da Traição, os Fulniô de Pernambuco, os Xavante, os Tuxá da Bahia, os Caiapó lá na região Norte, os Guarani-Kaiowá que perderam suas terras e estão espalhados em vários Estados. Esses povos continuaram preservando sua etnia, seu povo. Então não é pelo fato de eu ser índio que eu deixo de ser Mendonça, eu sou Mendonça. E eu sou diferente do Potiguara do Catu. Agora, eu acho que esse termo indígena se fortaleceu muito a partir da década de 1970, a partir de toda aquela mobilização indígena que houve a favor da constituição federal de 88, de militância, de luta, para garantir, assegurar os direitos dentro constituição federal.
Adaptado de CAMPOS. Tayse. Entrevista concedida para pesquisa de doutoramento (setembro de 2021). Entrevistadora: Andreza de Oliveira Andrade. Comunidade do Amarelão, João Câmara – RN, 2021. Entrevista realizada em 21/09/2022 às 14hs.
Tayse Campos Potiguara é uma líder da comunidade dos Mendonça do Amarelão e ativista do Movimento Indígena do Rio Grande do Norte.
Considerando o trecho de sua entrevista, sobre a identidade e a autoafirmação dos povos indígenas, depreende-se que
 

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