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Foram encontradas 120 questões.

2405107 Ano: 2010
Disciplina: Economia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-ES
Acerca dos regimes cambiais, julgue o item a seguir.

No regime de câmbio fixo, o BACEN estabelece o preço internacional da moeda nacional e, para sustentar a paridade, se compromete a comprar ou vender moeda a determinada taxa.
 

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2405000 Ano: 2010
Disciplina: Economia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-ES
Com relação às externalidades e à economia da informação, julgue o item a seguir.

A cobrança de franquias, introduzidas pelas empresas seguradoras nas apólices de seguro, podem ser explicadas pelo moral hazard presente nesses mercados.
 

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2404924 Ano: 2010
Disciplina: Economia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-ES

Acerca dos conceitos de macroeconomia, julgue o item que se segue.

O modelo do fluxo circular apresenta os principais agregados da economia, ilustrando a produção de um bem a partir do fator trabalho. O circuito interno representa os fluxos reais, e o circuito externo apresenta os fluxos financeiros ou monetários.

 

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2404904 Ano: 2010
Disciplina: Economia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-ES
A respeito da oferta e da demanda agregadas, do modelo IS-LM e da curva de Phillips, julgue o item subsequente.

A cruz keynesiana, por mostrar o crescimento da economia para qualquer nível de investimento planejado, é a base da curva LM.
 

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2404891 Ano: 2010
Disciplina: Economia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-ES
Suponha que um consumidor gaste otimamente sua renda semanal de R$ 80,00 com 20 unidades de vestuário, pagando R$ 2,00 a unidade, e com 40 unidades de alimento, pagando R$ 1,00 a unidade.

Com relação às restrições orçamentárias desse consumidor, julgue o item abaixo.

Com a mesma renda semanal, caso o preço do alimento caia 50% em determinada semana, a taxa marginal de substituição passa para -1.
 

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Jornais, manchetes e números: sejamos sempre um pouco desconfiados...

Jornais - impressos ou eletrônicos - costumam, periodicamente, "retratar" o desempenho da economia e do governo. Para isso, precisam trabalhar com medidas, indicadores quantitativos. Contudo, os indicadores que construímos (nós ou eles) não são neutros, não são independentes do lugar em que estamos, na sociedade. E não são independentes do rumo que pretendemos dar à sociedade - o nosso projeto, a nossa ideologia.

Faz tempo que estava amadurecendo a polêmica sobre esses indicadores - crescimento econômico e emprego. Há poucos meses, no caderno de economia do jornal O Estado de S.Paulo, um artigo de colunista oficial do jornal, bastante conservadora, criticava o desempenho da economia e do governo, afirmando, por exemplo, que a economia ia mal e o desemprego crescia. Na mesma edição, mas em outro caderno, um romancista e colunista de jornais e revistas, João Ubaldo Ribeiro, dizia algo similar: nada crescia no Brasil, a não ser os impostos. O assombroso é que a principal matéria desse caderno de economia, nessa mesma edição do Estadão, com grande destaque, era algo assim: Cresce o emprego (e emprego formal), e a massa salarial aumenta na velocidade de 30 bi por mês.

O leitor desconfiado perguntaria: o que aconteceu? Os colunistas não leem o próprio jornal? Não, não é isso. A colunista não estava produzindo informação, estava produzindo uma intervenção no debate, uma intervenção motivada, uma informação interessada, motivada pela sua posição política. E o romancista estava se referindo, implicitamente, à Medida Provisória (MP) nº 232, que aumentaria impostos para as tais "empresas prestadoras de serviços", nas quais, provavelmente, ele iria ser enquadrado. Nada mais natural que esperneiem e que vejam o mundo de outra maneira. É uma percepção do mundo, marcada pelo lugar em que eles estão e pelos fatos que percorrem sua existência diária.

A MP nº 232, tão surrada pela mídia, diminuía o imposto de renda (IR) para os assalariados e pensionistas e, proporcionalmente, aumentava o imposto das tais empresas. Essas, nos últimos anos, tinham sido o dispositivo pelo qual empresas e funcionários qualificados tinham empreendido a terceirização do assalariado, com significativa redução de carga tributária. Algum jornal tocou nessa relação? Não se fala de corda em casa de enforcado.

Regis Moraes. Internet: <www.piratininga.org.br> (com adaptações).

Julgue o item, acerca das propriedades textuais e gramaticais do texto acima.

Se a palavra "tempo" fosse substituída pela expressão dois anos, a forma verbal "faz" deveria ser substituída por fazem.

 

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Jornais, manchetes e números: sejamos sempre um pouco desconfiados...

Jornais - impressos ou eletrônicos - costumam, periodicamente, "retratar" o desempenho da economia e do governo. Para isso, precisam trabalhar com medidas, indicadores quantitativos. Contudo, os indicadores que construímos (nós ou eles) não são neutros, não são independentes do lugar em que estamos, na sociedade. E não são independentes do rumo que pretendemos dar à sociedade - o nosso projeto, a nossa ideologia.

Faz tempo que estava amadurecendo a polêmica sobre esses indicadores - crescimento econômico e emprego. Há poucos meses, no caderno de economia do jornal O Estado de S.Paulo, um artigo de colunista oficial do jornal, bastante conservadora, criticava o desempenho da economia e do governo, afirmando, por exemplo, que a economia ia mal e o desemprego crescia. Na mesma edição, mas em outro caderno, um romancista e colunista de jornais e revistas, João Ubaldo Ribeiro, dizia algo similar: nada crescia no Brasil, a não ser os impostos. O assombroso é que a principal matéria desse caderno de economia, nessa mesma edição do Estadão, com grande destaque, era algo assim: Cresce o emprego (e emprego formal), e a massa salarial aumenta na velocidade de 30 bi por mês.

O leitor desconfiado perguntaria: o que aconteceu? Os colunistas não leem o próprio jornal? Não, não é isso. A colunista não estava produzindo informação, estava produzindo uma intervenção no debate, uma intervenção motivada, uma informação interessada, motivada pela sua posição política. E o romancista estava se referindo, implicitamente, à Medida Provisória (MP) nº 232, que aumentaria impostos para as tais "empresas prestadoras de serviços", nas quais, provavelmente, ele iria ser enquadrado. Nada mais natural que esperneiem e que vejam o mundo de outra maneira. É uma percepção do mundo, marcada pelo lugar em que eles estão e pelos fatos que percorrem sua existência diária.

A MP nº 232, tão surrada pela mídia, diminuía o imposto de renda (IR) para os assalariados e pensionistas e, proporcionalmente, aumentava o imposto das tais empresas. Essas, nos últimos anos, tinham sido o dispositivo pelo qual empresas e funcionários qualificados tinham empreendido a terceirização do assalariado, com significativa redução de carga tributária. Algum jornal tocou nessa relação? Não se fala de corda em casa de enforcado.

Regis Moraes. Internet: <www.piratininga.org.br> (com adaptações).

Julgue o item, acerca das propriedades textuais e gramaticais do texto acima.

De acordo com o autor, a colunista do caderno de economia havia lido as matérias escritas pelos colegas de jornal e se opunha a eles, mas eles não tiveram acesso à opinião da colega antes da publicação e da veiculação do jornal.

 

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2404388 Ano: 2010
Disciplina: Economia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-ES
Julgue o item seguinte, referente à teoria da firma e da produção.

A curva de custo marginal de longo prazo é a envoltória inferior das curvas de custo marginal de curto prazo.
 

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2404337 Ano: 2010
Disciplina: Economia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-ES
Julgue o item seguinte, referente à teoria da firma e da produção.

A condição necessária para a minimização do custo é idêntica à condição necessária para a maximização da produção.
 

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2404336 Ano: 2010
Disciplina: Economia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEFAZ-ES
Acerca dos conceitos de macroeconomia, julgue o item que se segue.

A macroeconomia, que estuda o índice geral de preços e a determinação da renda nacional, também se ocupa do estudo de como é gerado e de como é possível um aumento no nível agregado de recursos da economia.
 

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