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Respondida
O Decreto n° 4.852, de 1997, relativamente ao ICMS, estabelece que
Respondida
De acordo com a Lei estadual n° 11.651/91, que instituiu o Código Tributário do Estado de Goiás, o ITCD incide e é devido a
este Estado
A
na extinção de usufruto que resulte na consolidação da propriedade plena.
B
na instituição de direito real de usufruto de bem imóvel localizado no Estado de Tocantins, quando o usufrutuário e o
nu-proprietário forem domiciliados no Estado de Goiás.
C
na transmissão de bem móvel que corresponda, simultaneamente, a uma operação incluída no campo de incidência do
ICMS, desde que este imposto seja devido ao Estado de Goiás.
D
sobre a transmissão causa mortis em que o herdeiro, depois de transcorridos 180 dias contados da data da abertura da
sucessão, manifeste renúncia à herança, sem ressalva ou condição, em benefício do monte, inclusive nos casos em que
ele não tenha praticado qualquer ato que demonstre ter havido aceitação da herança.
E
na transmissão causa mortis de 100.000 sacas de café que eram de propriedade de José, e estavam armazenadas no
Estado de Minas Gerais na data de sua morte, sendo que o inventário e a partilha foram feitos por meio de escritura
pública, lavrada em tabelião do Estado do Rio de Janeiro, o último domicílio do de cujus foi na cidade de Goiânia e os
herdeiros eram domiciliados no Estado do Rio Grande do Sul.
Respondida
M.M. Alves, Auditor-Fiscal da Receita Estadual, autoridade competente para a prática de todos os atos de fiscalização de
tributos estaduais nas empresas do Estado de Goiás, estava legalmente na posse de informações sigilosas, protegidas pela Lei
Complementar n° 105/01, e relacionadas com contribuinte goiano que estava sendo fiscalizado por ele. Contrariamente ao que
determina a referida lei, M.M. Alves utilizou e viabilizou a outras pessoas a utilização indevida dessas informações. Em razão
disso,
A
esse Auditor-Fiscal não responderá pelos danos decorrentes de seus atos, se não ficar comprovado que ele agiu com
dolo, fraude ou simulação, mas a entidade pública será responsabilizada objetivamente.
B
esse Auditor-Fiscal responderá subsidiariamente pelos danos decorrentes de seus atos, desde que não seja possível
responsabilizar, em primeiro lugar, objetivamente, a entidade pública.
C
esse Auditor-Fiscal responderá pessoal e diretamente pelos danos decorrentes, sem prejuízo da responsabilidade objetiva
da entidade pública, quando comprovado que o servidor agiu de acordo com orientação oficial.
D
esse Auditor-Fiscal não responderá pelos danos decorrentes de seus atos, se ficar comprovado que ele agiu de acordo
com orientação oficial.
E
a entidade pública não será responsabilizada por danos causados, ainda que o servidor tenha agido de acordo com orientação
oficial sua, se ficar comprovado que o referido Auditor-Fiscal, tendo conhecimento da ilicitude de seu comportamento,
mesmo assim agiu com dolo, fraude ou simulação.
Respondida
De acordo com o Código Tributário do Estado de Goiás, instituído pela Lei estadual n° 11.651/1991, é isenta do IPVA a propriedade
de veículo adquirido por pessoas em tratamento de câncer. Relativamente a esta isenção,
A
ela abrange todos os acessórios instalados no veículo, ou que vierem a ser nele instalados, nos 30 dias posteriores à data
de emissão do documento fiscal correspondente a sua aquisição, sejam eles equipamentos originais ou não do veículo
adquirido, desde que seu valor total seja limitado ao montante de R$ 10.000,00.
B
ela se aplica a até dois veículos automotores por proprietário, desde que um deles seja de passageiros e, o outro, de
carga.
C
a alienação do veículo adquirido, antes de 2 anos contados da data da sua aquisição, para pessoa que não satisfaça às
condições e aos requisitos estabelecidos na legislação, acarretará o pagamento pelo alienante do tributo dispensado,
atualizado na forma da legislação tributária.
D
para que ela possa ser usufruída, é necessário que o beneficiário esteja em tratamento desta doença na rede pública de
saúde municipal, estadual ou federal, ou, se na rede particular, desde que seja em hospitais mantidos por entidades
religiosas, por entidades ligadas à indústria do tabaco, ou por fundações assistenciais de saúde.
E
para que ela possa ser usufruída, é necessário que automóvel seja terrestre, de passageiros ou de carga, novo, fabricado
no Brasil ou em país do Mercosul, equipado com motor de cilindrada não superior a dois mil centímetros cúbicos e de valor
não superior a R$ 75.000,00.
Respondida
A Lei estadual n° 16.469, de 19 de janeiro de 2009, que regula o processo administrativo tributário e dispõe sobre os órgãos vinculados
ao julgamento administrativo de questões de natureza tributária, contém regras específicas acerca de prazos, que
constituem elemento fundamental de qualquer trâmite processual. De acordo com esta Lei,
A
os prazos processuais são contínuos e peremptórios, excluindo-se, na sua contagem, o dia do início e o do vencimento.
B
a parte não pode renunciar à totalidade do prazo estabelecido exclusivamente em seu favor.
C
a prática do ato, antes do término do prazo respectivo, não implica desistência do prazo remanescente.
D
o curso do prazo processual se interrompe, anualmente, nos dias compreendidos entre 15 de dezembro e 15 de janeiro.
E
não se considera dia de expediente normal, para fins de início e encerramento de contagem de prazo processual tributário,
aquele que se encerra antes da hora normal, na repartição em que se deva praticar o ato.
Respondida
Manoela, viúva, domiciliada e residente em Rio Verde/GO, desde 2005, doou, em abril de 2018, para seu sobrinho Marcos,
domiciliado e residente em Palmas/TO, o terreno de sua propriedade, localizado na cidade de Itumbiara/GO, cujo valor de
mercado foi apurado como sendo de R$ 700.000,00. Em maio do mesmo ano, doou para sua sobrinha neta Marlene, domiciliada
e residente em Cuiabá/MT, uma coleção de pulseiras de ouro com brilhantes, cujo valor de mercado foi apurado como sendo de
R$ 500.000,00. De acordo com o Código Tributário do Estado de Goiás, instituído pela Lei estadual n° 11.651, de 26 de
dezembro de 1991,
A
Manoela, doadora, é a contribuinte do ITCD devido ao Estado de Goiás, no montante de R$ 25.500,00, em razão da
doação das joias feitas a Marlene.
B
o ITCD não incide sobre a doação das joias a Marlene, pois o ouro só é tributado pelo IOF.
C
embora haja incidência do ITCD na doação feita a Marcos, este imposto não pertence ao Estado de Goiás, porque Marcos
é domiciliado e residente em Palmas/TO.
D
Manoela, doadora, é a contribuinte do ITCD devido ao Estado de Goiás, no montante de R$ 38.500,00, em razão da
doação do terreno feita a Marcos.
E
Marlene e Marcos, na condição de donatários, são devedores do ITCD ao Estado de Goiás, na condição de contribuintes,
nos respectivos montantes de R$ 30.000,00 e de R$ 56.000,00.
Respondida
A Lei estadual n° 16.469, de 19 de janeiro de 2009, que regula o processo administrativo tributário e dispõe sobre os órgãos
vinculados ao julgamento administrativo de questões de natureza tributária contém regras atinentes às intimações e às formas
como elas devem ser feitas. De acordo com a citada Lei,
Respondida
Nos termos da Lei n° 13.266, de 16 de abril de 1998, que institui a carreira do fisco da Secretaria da Fazenda do Estado de
Goiás,
Respondida
Em relação às regras sobre a tributação do IPVA no Estado de Goiás (Lei n°
11.651/2011):
Respondida
São objetivos do Código de Direitos, Garantias e Obrigações do Contribuinte no Estado de Goiás:
A
Assegurar que o cumprimento das obrigações tributárias não ocorra de forma extemporânea.
B
Assegurar uma forma lícita de apuração, declaração e recolhimento de tributos, bem como a manutenção e apresentação
de bens, mercadorias, livros, documentos, impressos, papéis, programas de computador ou arquivos eletrônicos a eles
relativos.
C
Assegurar a adequada e eficaz prestação de serviços de orientação aos contribuintes, que pode ser remunerada de
acordo com o valor gasto com os servidores e materiais da Administração pública empregados na prestação deste serviço.
D
Assegurar aos contribuintes o direito à ampla defesa e ao contraditório somente após o início do processo administrativo
contencioso.
E
Promover o bom relacionamento entre fisco e contribuinte, baseado no princípio da supremacia do interessa público sobre
o privado e no dever fundamental de pagar tributos, visando fornecer ao Estado os recursos necessários ao cumprimento
de suas atribuições.