Foram encontradas 259 questões.
Passivo circulante são as obrigações que normalmente são pagas dentro de um ano: contas a pagar, dívidas com fornecedores de mercadorias ou matérias-primas, impostos a recolher (para o governo), empréstimos bancários com vencimento nos próximos 360 dias, provisões (despesas incorridas, geradas, ainda não pagas, mas já reconhecidas pela empresa: imposto de renda, férias, 13° salário etc.). Marque o item em que todas as contas pertençam ao Passivo Circulante:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2245379
Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CONSULPAM
Orgão: SERCOMTEL
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CONSULPAM
Orgão: SERCOMTEL
Provas:
Na Empresa NEXXUS trabalha, há 10 anos, George, que e é membro da CIPA. Como resultado da grave crise econômica que o país e, por conseguinte, a empresa está passando, o estabelecimento foi extinto e foram dispensando todos os funcionários, inclusive George. Escolha dentre os itens abaixo o que exprime de forma CORRETA a situação de George:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para a compreensão do comportamento térmico das edificações, é necessária uma base conceitual de fenômenos de trocas térmicas. Com base nisso, assinale a alternativa correta sobre o que significa “convenção”?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O Método de Custeio Pleno – RKW (Reichskuratorium für Wirtschaftlichtkeit) surgiu na Alemanha no começo do século XX e é uma variação do sistema de custeio por absorção integral. Analise os itens abaixo:
I. A diferenciação entre o RKW e o sistema de custeio por absorção integral se dá pelo fato de que o RKW apropria também as despesas financeiras.
II. O RKW não é mais recomendado por sua metodologia de precificação, entretanto, toda vez que uma empresa fixar seus preços com base nos custos, ela estará empregando de alguma forma uma variante desse método.
III. O método RKW foi criado em uma época e local onde a determinação do lucro era feita pelo governo.
IV. O método ficou caracterizado por sua aplicação ser possível somente em economias centralizadas ou com produtos absolutamente monopolísticos.
Analisando os itens acima, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um colecionador de moedas comprou uma cartela com 12 moedas comemorativas das Olimpíadas do Rio 2016 por R$140,00, porém todas estas estavam repetidas. Por isso, resolveu revender 3 moedas por R$56,00. Qual o percentual de lucro desse colecionador?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
LEIA O TEXTO
O vírus letal da xenofobia
O primeiro teste no Brasil deu negativo para o ebola, mas positivo para o racismo.
Uma epidemia, como Albert Camus sabia tão bem, revela toda a doença de uma sociedade. A doença que esteve sempre lá, respirando nas sombras (ou nem tão nas sombras assim), manifesta sua face horrenda. Foi assim no Brasil na semana passada. Era uma suspeita de ebola, fato suficiente, pela letalidade do vírus, para exigir o máximo de seriedade das autoridades de saúde, como aconteceu. Descobrimos, porém, a deformação causada por um vírus que nos consome há muito mais tempo, o da xenofobia. E, como o outro, o “estrangeiro”, a “ameaça”, era africano da Guiné, exacerbada por uma herança escravocrata jamais superada. O racismo no Brasil não é passado, mas vida cotidiana conjugada no presente. A peste não está fora, mas dentro de nós.
E logo se ouviu o clamor. Não é hora de fechar as fronteiras?, cobrou-se das autoridades. Que os ratos fiquem do lado de fora, onde sempre estiveram. Que os ratos apodreçam e morram. Para os ratos não há solidariedade nem compaixão. Parece que nada se aprendeu com a AIDS, com aquele momento de vergonha eterna em que os gays foram escolhidos como culpados, o preconceito mascarado como necessária medida sanitária.
E quem são os ratos, segundo parte dos brasileiros? Há sempre muitos, demais, nas redes sociais, dispostos a despejar suas vísceras em praça pública. No Facebook, desde que a suspeita foi divulgada, comprovou-se que uma das palavras mais associadas ao ebola era “preto”. “Ebola é coisa de preto”, desmascarou-se um no Twitter. “Alguém me diz por que esses pretos da África têm que vir para o Brasil com essa desgraça de bactéria (sic) de ebola”, vomitou outro. “Graças ao ebola, agora eu taco fogo em qualquer preto que passa aqui na frente”, defecou um terceiro. Acreditam falar, nem percebem que guincham.
O ebola não parece ser um problema quando está na África, contido entre fronteiras. Lá é destino. O ebola só é problema, como escreveu o pesquisador francês Bruno Canard, porque o vírus saiu do lugar em que o Ocidente gostaria que ele ficasse. “A militarização da resposta ao ebola, que com a anuência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, em setembro último, passou da Organização Mundial da Saúde a uma Missão da ONU, revela que a grande preocupação da comunidade internacional não é a erradicação da doença, mas a sua contenção geográfica”, reforça Deisy Ventura.
O homem a quem se acusou de trazer a doença para o Brasil, para o lugar onde o vírus não pode estar, sempre foi um sem nome, um ninguém, um não ser. Só é nomeado, ganha rosto, para mais uma vez ser violado. Para que continue a não ser enxergado, porque nele só se vê a ameaça, que é mais uma forma de não reconhecê-lo como humano. Ele, o rato.
Para o homem que alcançou o Brasil em busca de refúgio e teve sua dignidade violada na exposição de seu nome, rosto e documentos, ainda existe a espera de um segundo teste para o vírus do ebola. Não importa se der negativo ou positivo, devemos desculpas. Devemos reparação, ainda que saibamos que a reparação total é uma impossibilidade, e que essa marca pública já o assinala. Não é uma oportunidade para ele, é para nós.
É preciso reconhecer o rato que respira em nós para termos alguma chance de nos tornarmos mais parecidos com um humano.
(Extraído e adaptado de BRUM, Eliane. El Pais, 13 de outubro de 2014)
No excerto “Que os ratos fiquem do lado de fora, onde sempre estiveram. Que os ratos apodreçam e morram.”, flagra-se uma estratégia argumentativa em que a responsabilidade enunciativa pertence:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2245374
Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CONSULPAM
Orgão: SERCOMTEL
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CONSULPAM
Orgão: SERCOMTEL
Provas:
Cerca de 700 mil casos de acidentes de trabalho são registrados em média no Brasil todos os anos, sem contar os casos não notificados oficialmente, de acordo com o Ministério da Previdência. O País gasta cerca de R$ 70 bilhões anualmente com esse tipo de acidente. Em relação a este assunto é INCORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto 1
Homossexualidade e homofobia na escola: como lidar?
A pesquisa “Juventudes e Sexualidade no Brasil”, publicada pela UNESCO em 2004, mostra que 39,6% dos meninos não gostariam de ter um colega de classe homossexual. É hora de falar do assunto nas salas de aula.
“Homossexualidade é o mais difícil tema relacionado à sexualidade”, diz Mônica Marques Ribeiro, professora de Biologia da Escola Estadual Ary Corrêa (de Ourinhos, São Paulo), que há dez anos aborda a sexualidade nas salas de aula. A abordagem do assunto nas escolas pode até deixar alguns pais receosos, mas é necessário entender que é importante que o respeito às diferenças esteja presente no currículo. Informar é o primeiro passo para a quebra do preconceito.
Muitas pessoas, por exemplo, partem do pressuposto de que a bissexualidade e a homossexualidade são desvios de caráter, uma doença ou ainda algo contagioso. “A psicologia já demonstrou que ninguém sabe explicar cientificamente por que as pessoas são heterossexuais, bissexuais ou homossexuais. Há fatores biológicos, psicológicos e sociais, mas é impossível determinar uma única causa”, explica Lula Ramires, mestre em Educação pela USP. “Em uma sociedade como a nossa, qualquer um que saia da norma heterossexual é imediatamente tratado com descaso, desprezo, humilhação e até com violência física. É isso o que chamamos de homofobia”, explica Ramires, que também é coordenador do Corsa (Cidadania, Orgulho, Respeito, Solidariedade e Amor de defesa dos direitos LGBT – Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis).
Para evitar o constrangimento, assédio ou bullying por parte dos estudantes, a família e a escola podem – e devem – falar aos jovens sobre a necessidade de respeitar as diferenças e de refletir sobre como quem não tem o “comportamento padrão” imposto pela sociedade sofre muito. Falar dos diferentes tipos de orientação sexual (atração afetiva pelo mesmo sexo ou identificação física e psicológica com o sexo oposto) no ambiente escolar faz parte disso, embora não seja fácil.
Recentemente, o Ministério da Educação envolveu-se em uma polêmica ao anunciar a distribuição de um kit anti-homofobia nas escolas. Contendo vídeos e material de apoio aos professores, o material foi amplamente criticado pela bancada evangélica da Câmara dos Deputados. A ideia agora é reformular o kit, para que ele combata também outros preconceitos.
A homossexualidade, portanto, é uma questão que deve ser debatida na escola.
Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/importante-falarsexo-escolas-629611.shtml Acesso em 13 de julho de 2015 (com adaptações).
No trecho: Muitas pessoas, por exemplo, partem do pressuposto de que a bissexualidade e a homossexualidade são desvios de caráter, uma doença ou ainda algo contagioso. “A psicologia já demonstrou que ninguém sabe explicar cientificamente por que as pessoas são heterossexuais, bissexuais ou homossexuais. Há fatores biológicos, psicológicos e sociais, mas é impossível determinar uma única causa”, explica Lula Ramires, mestre em Educação pela USP.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um mosaico será construído com as dimensões abaixo para ser exibido em uma partida de futebol. Com base na imagem, qual a soma da área total dos triângulos de base !$ \overline{AD} !$ e !$ \overline{BC} !$ ?

Provas
Questão presente nas seguintes provas
Com o passar dos anos, a tecnologia de estado sólido na optoelectrônica avançou consideravelmente. Indagando em novos e melhorados materiais e técnicas de processo que permitiram aos dispositivos ter maior eficiência, confiabilidade e diminuir seu custo. Um optoacoplador é um componente formado pela união de, ao menos, um emissor (diodo LED) e um fotodetector (fototransistor ou outro) acoplados através de um médio motorista de luz, podem ser encapsulados ou de tipo discreto. Sobre o assunto, marque a opção CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container