Foram encontradas 732 questões.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 60 anos de idade, ex-fumante, com história
de 40 anos de tabagismo cerca de dois maços por dia,
apresenta-se ao pronto-socorro com queixa de dispneia
progressiva e tosse crônica há mais de dois anos. Relata
episódios frequentes de exacerbações, com aumento da tosse
produtiva e dispneia novamente há três dias, faz uso de
broncodilatador de longa duração que não lembra o nome há
alguns meses. Ao exame físico, observa-se uso de
musculatura acessória, FR = 30 irpm, SatO2 = 89%, FC =
100 bpm, PA = 140 mmHg x 90 mmHg. Ausculta pulmonar
revela sibilos difusos com diminuição dos murmúrios
vesiculares. Radiografia de tórax evidencia hiperinsuflação
pulmonar com achatamento do diafragma. O paciente é
encaminhado para internação e acolheu-se gasometria arterial
com o seguinte resultado: pH = 7,32, PaO2 = 58 mmHg,
PaCO2 = 60 mmHg, HCO3 = 30 mEq/L, SatO2 = 88%.
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Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 60 anos de idade, ex-fumante, com história
de 40 anos de tabagismo cerca de dois maços por dia,
apresenta-se ao pronto-socorro com queixa de dispneia
progressiva e tosse crônica há mais de dois anos. Relata
episódios frequentes de exacerbações, com aumento da tosse
produtiva e dispneia novamente há três dias, faz uso de
broncodilatador de longa duração que não lembra o nome há
alguns meses. Ao exame físico, observa-se uso de
musculatura acessória, FR = 30 irpm, SatO2 = 89%, FC =
100 bpm, PA = 140 mmHg x 90 mmHg. Ausculta pulmonar
revela sibilos difusos com diminuição dos murmúrios
vesiculares. Radiografia de tórax evidencia hiperinsuflação
pulmonar com achatamento do diafragma. O paciente é
encaminhado para internação e acolheu-se gasometria arterial
com o seguinte resultado: pH = 7,32, PaO2 = 58 mmHg,
PaCO2 = 60 mmHg, HCO3 = 30 mEq/L, SatO2 = 88%.
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Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 72 anos de idade, ex-tabagista de 30
anos-maço, com histórico de hipertensão arterial sistêmica
controlada com losartana 50 mg/dia e dislipidemia tratada
com sinvastatina 20 mg/dia, compareceu à consulta de rotina.
Ele se queixa de episódios de dor retroesternal em esforço há
dois anos progressivamente mais frequentes nas últimas
semanas, chegando a sentir aos moderados esforços como
andar dois quarteirões no plano. Ao exame físico, apresenta
PA = 140 mmHg x 85 mmHg, FC = 72 bpm, ausculta
cardíaca em ritmo regular, sem outros achados relevantes. O
eletrocardiograma e ecocardiograma recentes demonstram
resultados normais. O paciente foi encaminhado para teste
ergométrico, o qual resultou positivo para isquemia,
revelando infradesnivelamento do segmento ST de 2 mm,
retificado, em derivações anteriores durante o pico do
esforço, persistindo no início da recuperação.
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Um paciente de 72 anos de idade, ex-tabagista de 30
anos-maço, com histórico de hipertensão arterial sistêmica
controlada com losartana 50 mg/dia e dislipidemia tratada
com sinvastatina 20 mg/dia, compareceu à consulta de rotina.
Ele se queixa de episódios de dor retroesternal em esforço há
dois anos progressivamente mais frequentes nas últimas
semanas, chegando a sentir aos moderados esforços como
andar dois quarteirões no plano. Ao exame físico, apresenta
PA = 140 mmHg x 85 mmHg, FC = 72 bpm, ausculta
cardíaca em ritmo regular, sem outros achados relevantes. O
eletrocardiograma e ecocardiograma recentes demonstram
resultados normais. O paciente foi encaminhado para teste
ergométrico, o qual resultou positivo para isquemia,
revelando infradesnivelamento do segmento ST de 2 mm,
retificado, em derivações anteriores durante o pico do
esforço, persistindo no início da recuperação.
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Um paciente de 72 anos de idade, ex-tabagista de 30
anos-maço, com histórico de hipertensão arterial sistêmica
controlada com losartana 50 mg/dia e dislipidemia tratada
com sinvastatina 20 mg/dia, compareceu à consulta de rotina.
Ele se queixa de episódios de dor retroesternal em esforço há
dois anos progressivamente mais frequentes nas últimas
semanas, chegando a sentir aos moderados esforços como
andar dois quarteirões no plano. Ao exame físico, apresenta
PA = 140 mmHg x 85 mmHg, FC = 72 bpm, ausculta
cardíaca em ritmo regular, sem outros achados relevantes. O
eletrocardiograma e ecocardiograma recentes demonstram
resultados normais. O paciente foi encaminhado para teste
ergométrico, o qual resultou positivo para isquemia,
revelando infradesnivelamento do segmento ST de 2 mm,
retificado, em derivações anteriores durante o pico do
esforço, persistindo no início da recuperação.
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Um paciente de 72 anos de idade, ex-tabagista de 30
anos-maço, com histórico de hipertensão arterial sistêmica
controlada com losartana 50 mg/dia e dislipidemia tratada
com sinvastatina 20 mg/dia, compareceu à consulta de rotina.
Ele se queixa de episódios de dor retroesternal em esforço há
dois anos progressivamente mais frequentes nas últimas
semanas, chegando a sentir aos moderados esforços como
andar dois quarteirões no plano. Ao exame físico, apresenta
PA = 140 mmHg x 85 mmHg, FC = 72 bpm, ausculta
cardíaca em ritmo regular, sem outros achados relevantes. O
eletrocardiograma e ecocardiograma recentes demonstram
resultados normais. O paciente foi encaminhado para teste
ergométrico, o qual resultou positivo para isquemia,
revelando infradesnivelamento do segmento ST de 2 mm,
retificado, em derivações anteriores durante o pico do
esforço, persistindo no início da recuperação.
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Um paciente de 72 anos de idade, ex-tabagista de 30
anos-maço, com histórico de hipertensão arterial sistêmica
controlada com losartana 50 mg/dia e dislipidemia tratada
com sinvastatina 20 mg/dia, compareceu à consulta de rotina.
Ele se queixa de episódios de dor retroesternal em esforço há
dois anos progressivamente mais frequentes nas últimas
semanas, chegando a sentir aos moderados esforços como
andar dois quarteirões no plano. Ao exame físico, apresenta
PA = 140 mmHg x 85 mmHg, FC = 72 bpm, ausculta
cardíaca em ritmo regular, sem outros achados relevantes. O
eletrocardiograma e ecocardiograma recentes demonstram
resultados normais. O paciente foi encaminhado para teste
ergométrico, o qual resultou positivo para isquemia,
revelando infradesnivelamento do segmento ST de 2 mm,
retificado, em derivações anteriores durante o pico do
esforço, persistindo no início da recuperação.
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Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 55 anos de idade compareceu à consulta de
rotina com seu clínico geral preocupada com os resultados de
seus exames laboratoriais. Obesa com IMC = 31 Kg /m²,
diagnosticada há 10 anos com hipertensão e diabetes,
atualmente em uso de hidroclorotiazida 25 mg uma vez ao
dia, enalapril 20 mg duas vezes ao dia, metformina 850 mg
duas vezes ao dia. Não faz atividade física regular, não fuma
e consome bebida alcoólica eventualmente. Ela mostra boa
aderência a medicação, mas tem dificuldade de aderir à
mudança do estilo de vida. Os exames que trouxe consigo
foram creatinina = 1,5 mg/dL (estável em relação ao exame
anterior), ureia = 50 mg/dL, potássio = 4,6 mEq/L, glicemia
= 170 mg/dL, hemoglobina glicada = 8,0%, colesterol total =
243 mg/dL, triglicérides = 222 mg/dL, colesterol HDL = 32
mg/dL. Realizou também MAPA 24 h com média da pressão
em 24 h de 141 mmHg x 90 mmHg.
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Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 55 anos de idade compareceu à consulta de
rotina com seu clínico geral preocupada com os resultados de
seus exames laboratoriais. Obesa com IMC = 31 Kg /m²,
diagnosticada há 10 anos com hipertensão e diabetes,
atualmente em uso de hidroclorotiazida 25 mg uma vez ao
dia, enalapril 20 mg duas vezes ao dia, metformina 850 mg
duas vezes ao dia. Não faz atividade física regular, não fuma
e consome bebida alcoólica eventualmente. Ela mostra boa
aderência a medicação, mas tem dificuldade de aderir à
mudança do estilo de vida. Os exames que trouxe consigo
foram creatinina = 1,5 mg/dL (estável em relação ao exame
anterior), ureia = 50 mg/dL, potássio = 4,6 mEq/L, glicemia
= 170 mg/dL, hemoglobina glicada = 8,0%, colesterol total =
243 mg/dL, triglicérides = 222 mg/dL, colesterol HDL = 32
mg/dL. Realizou também MAPA 24 h com média da pressão
em 24 h de 141 mmHg x 90 mmHg.
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Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 55 anos de idade compareceu à consulta de
rotina com seu clínico geral preocupada com os resultados de
seus exames laboratoriais. Obesa com IMC = 31 Kg /m²,
diagnosticada há 10 anos com hipertensão e diabetes,
atualmente em uso de hidroclorotiazida 25 mg uma vez ao
dia, enalapril 20 mg duas vezes ao dia, metformina 850 mg
duas vezes ao dia. Não faz atividade física regular, não fuma
e consome bebida alcoólica eventualmente. Ela mostra boa
aderência a medicação, mas tem dificuldade de aderir à
mudança do estilo de vida. Os exames que trouxe consigo
foram creatinina = 1,5 mg/dL (estável em relação ao exame
anterior), ureia = 50 mg/dL, potássio = 4,6 mEq/L, glicemia
= 170 mg/dL, hemoglobina glicada = 8,0%, colesterol total =
243 mg/dL, triglicérides = 222 mg/dL, colesterol HDL = 32
mg/dL. Realizou também MAPA 24 h com média da pressão
em 24 h de 141 mmHg x 90 mmHg.
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