Uma paciente de 62 anos com histórico de bronquiectasias,
apresentou-se ao pronto-socorro com queixa de febre, tosse
produtiva e dispneia progressiva nas últimas 48 horas.
Relatou também sintomas de mal-estar geral e confusão
mental. Ao exame físico, encontrava-se hipotensa
(PA = 80 mmHg x 40 mmHg, PAM = 53 mmHg),
taquicárdica (FC =108 bpm), taquipneica (FR = 30 irpm),
com saturação de oxigênio diminuída e estertores crepitantes
à ausculta pulmonar bilateralmente. Os exames laboratoriais
revelaram leucocitose com desvio à esquerda e elevação dos
marcadores inflamatórios. A gasometria arterial mostrou
acidose metabólica e hipoxemia. A radiografia de tórax
evidenciou infiltrados bilaterais compatíveis com pneumonia.
Diante do quadro clínico, suspeitou-se de choque séptico de
origem pulmonar. Foi prontamente indicada a UTI para
suporte ventilatório.
Quanto ao início de droga vasoativa para a paciente em
questão, é correto afirmar que
Uma paciente de 62 anos com histórico de bronquiectasias,
apresentou-se ao pronto-socorro com queixa de febre, tosse
produtiva e dispneia progressiva nas últimas 48 horas.
Relatou também sintomas de mal-estar geral e confusão
mental. Ao exame físico, encontrava-se hipotensa
(PA = 80 mmHg x 40 mmHg, PAM = 53 mmHg),
taquicárdica (FC =108 bpm), taquipneica (FR = 30 irpm),
com saturação de oxigênio diminuída e estertores crepitantes
à ausculta pulmonar bilateralmente. Os exames laboratoriais
revelaram leucocitose com desvio à esquerda e elevação dos
marcadores inflamatórios. A gasometria arterial mostrou
acidose metabólica e hipoxemia. A radiografia de tórax
evidenciou infiltrados bilaterais compatíveis com pneumonia.
Diante do quadro clínico, suspeitou-se de choque séptico de
origem pulmonar. Foi prontamente indicada a UTI para
suporte ventilatório.
Considerado que a paciente do caso clínico apresentado
necessita receber antibioticoterapia precocemente, mas
possui fator considerado de risco para bactéria
multirresistente, para qual bactéria necessita ampliação do
espectro de antibioticoterapia?
Um paciente de 45 anos de idade com 80 Kg, sem
comorbidades prévias, residente no Paranoá-DF, compareceu
ao pronto-socorro com febre de início abrupto há 2 dias,
cefaleia intensa, mialgia, e dor retro-ocular. Quando
questionado ativamente, negou outros sintomas. Ao exame,
apresentou-se febril (39 °C), com taquicardia (110 bpm) e
com FR = 18 irpm, PA = 135 mmHg x 85 mmHg e SatO2 =
97% ao ar ambiente e, prova do laço positiva, sem outras
alterações. O Hemograma evidenciou: hemoglobina = 15 g%,
hematócrito = 45%, leucócitos = 4200/mm³,
linfócitos = 880/mm³ e plaquetas = 120 mil/mm³.
Em caso de evolução com piora importante do paciente do
caso clínico com choque da dengue, a conduta adequada nas
primeiras horas do choque deve ser
Um paciente de 45 anos de idade com 80 Kg, sem
comorbidades prévias, residente no Paranoá-DF, compareceu
ao pronto-socorro com febre de início abrupto há 2 dias,
cefaleia intensa, mialgia, e dor retro-ocular. Quando
questionado ativamente, negou outros sintomas. Ao exame,
apresentou-se febril (39 °C), com taquicardia (110 bpm) e
com FR = 18 irpm, PA = 135 mmHg x 85 mmHg e SatO2 =
97% ao ar ambiente e, prova do laço positiva, sem outras
alterações. O Hemograma evidenciou: hemoglobina = 15 g%,
hematócrito = 45%, leucócitos = 4200/mm³,
linfócitos = 880/mm³ e plaquetas = 120 mil/mm³.
Em caso de reavaliação do paciente do caso clínico com
confirmação de dengue, deve ser considerado sinal de alarme
no exame físico o (a)
Um paciente de 45 anos de idade com 80 Kg, sem
comorbidades prévias, residente no Paranoá-DF, compareceu
ao pronto-socorro com febre de início abrupto há 2 dias,
cefaleia intensa, mialgia, e dor retro-ocular. Quando
questionado ativamente, negou outros sintomas. Ao exame,
apresentou-se febril (39 °C), com taquicardia (110 bpm) e
com FR = 18 irpm, PA = 135 mmHg x 85 mmHg e SatO2 =
97% ao ar ambiente e, prova do laço positiva, sem outras
alterações. O Hemograma evidenciou: hemoglobina = 15 g%,
hematócrito = 45%, leucócitos = 4200/mm³,
linfócitos = 880/mm³ e plaquetas = 120 mil/mm³.
Após receber antitérmico e hidratação inicial, o ambiente
mais adequado para o seguimento do tratamento desse
paciente é o (a)
Um paciente de 45 anos de idade com 80 Kg, sem
comorbidades prévias, residente no Paranoá-DF, compareceu
ao pronto-socorro com febre de início abrupto há 2 dias,
cefaleia intensa, mialgia, e dor retro-ocular. Quando
questionado ativamente, negou outros sintomas. Ao exame,
apresentou-se febril (39 °C), com taquicardia (110 bpm) e
com FR = 18 irpm, PA = 135 mmHg x 85 mmHg e SatO2 =
97% ao ar ambiente e, prova do laço positiva, sem outras
alterações. O Hemograma evidenciou: hemoglobina = 15 g%,
hematócrito = 45%, leucócitos = 4200/mm³,
linfócitos = 880/mm³ e plaquetas = 120 mil/mm³.
Quanto à classificação de risco, como o paciente do caso
clínico deve ser classificado no momento?
Um paciente de 45 anos de idade com 80 Kg, sem
comorbidades prévias, residente no Paranoá-DF, compareceu
ao pronto-socorro com febre de início abrupto há 2 dias,
cefaleia intensa, mialgia, e dor retro-ocular. Quando
questionado ativamente, negou outros sintomas. Ao exame,
apresentou-se febril (39 °C), com taquicardia (110 bpm) e
com FR = 18 irpm, PA = 135 mmHg x 85 mmHg e SatO2 =
97% ao ar ambiente e, prova do laço positiva, sem outras
alterações. O Hemograma evidenciou: hemoglobina = 15 g%,
hematócrito = 45%, leucócitos = 4200/mm³,
linfócitos = 880/mm³ e plaquetas = 120 mil/mm³.
Qual é o exame considerado adequado para confirmação
laboratorial do diagnóstico de dengue no caso clínico
apresentado?
Um homem de 58 anos de idade com histórico de obesidade,
tabagismo e consumo regular de alimentos picantes e
gordurosos, apresentou queixas de queimação retroesternal e
regurgitação ácida há 6 meses. relatou que evita deitar-se até
três horas após as refeições e ter disfagia ocasional. Disse
que, apesar de tentar antiácidos de venda livre, seu
desconforto persiste, afetando sua qualidade de vida e sono.
Ao exame físico, não houve achados significativos. Uma
endoscopia digestiva alta revelou esofagite erosiva moderada
e hérnia de hiato de 2 cm. A manometria esofágica
demonstrou função esofágica normal e a pHmetria de 24
horas revelou uma média de pH esofágico inferior a 4
durante 10% do tempo. O paciente foi diagnosticado com
doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).
O diagnóstico do caso clínico é fator de risco para qual tipo
de câncer de esôfago?
Um homem de 58 anos de idade com histórico de obesidade,
tabagismo e consumo regular de alimentos picantes e
gordurosos, apresentou queixas de queimação retroesternal e
regurgitação ácida há 6 meses. relatou que evita deitar-se até
três horas após as refeições e ter disfagia ocasional. Disse
que, apesar de tentar antiácidos de venda livre, seu
desconforto persiste, afetando sua qualidade de vida e sono.
Ao exame físico, não houve achados significativos. Uma
endoscopia digestiva alta revelou esofagite erosiva moderada
e hérnia de hiato de 2 cm. A manometria esofágica
demonstrou função esofágica normal e a pHmetria de 24
horas revelou uma média de pH esofágico inferior a 4
durante 10% do tempo. O paciente foi diagnosticado com
doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).
Qual outra opção de tratamento deve ser considerada para
esse paciente, em caso de refratariedade ao tratamento
inicial?
Um homem de 58 anos de idade com histórico de obesidade,
tabagismo e consumo regular de alimentos picantes e
gordurosos, apresentou queixas de queimação retroesternal e
regurgitação ácida há 6 meses. relatou que evita deitar-se até
três horas após as refeições e ter disfagia ocasional. Disse
que, apesar de tentar antiácidos de venda livre, seu
desconforto persiste, afetando sua qualidade de vida e sono.
Ao exame físico, não houve achados significativos. Uma
endoscopia digestiva alta revelou esofagite erosiva moderada
e hérnia de hiato de 2 cm. A manometria esofágica
demonstrou função esofágica normal e a pHmetria de 24
horas revelou uma média de pH esofágico inferior a 4
durante 10% do tempo. O paciente foi diagnosticado com
doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).
Qual achado endoscópico seria considerado de maior risco
para câncer de esôfago no caso apresentado?