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- Nutrição ClínicaFisiopatologiaDoenças Pancreáticas
- Nutrição ClínicaFisiopatologiaNutrição Parenteral e Enteral
Muitos casos de pancreatite aguda têm um impacto leve no organismo e costumam ser revertidos espontaneamente. Todavia, em alguns casos pode ocorrer necrose com progressão para insuficiência pancreática. A Terapia Nutricional adequada no paciente com pancreatite aguda contribui para a redução da resposta inflamatória sistêmica e apoio ao metabolismo esplânico. A escolha da via de acesso para o fornecimento de nutrientes deve ser avaliada com cautela e contar com a participação de equipe multiprofissional. Dentre as vantagens do uso da Nutricional Enteral em relação a Terapia Nutricional Parenteral no paciente com pancreatite aguda, pode-se destacar a seguinte:
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A indicação de terapia nutricional enteral ocorre na inviabilidade do paciente em atingir as suas necessidades nutricionais por meio da via oral, seja pela instauração da doença de base, por inadequações da ingestão alimentar, problemas absortivos, baixa aceitação da dieta (disfagia, anorexia). A seleção da fórmula enteral apropriada trata-se de uma atividade extremamente complexa e exige avaliação e acompanhamento da capacidade digestiva e absortiva do paciente, além de profundo conhecimento da fonte e da forma do substrato nutricional veiculado pela dieta enteral. Para a seleção da fórmula enteral apropriada, o nutricionista deve conhecer sobre sua composição. Assim sendo, a dieta enteral pode estar disponível na forma
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- Nutrição ClínicaDietoterapia
- Nutrição ClínicaFisiopatologiaDoenças Hepáticas e Biliares
- Nutrição ClínicaFisiopatologiaNutrição Parenteral e Enteral
A Depleção Proteico-Calórica (DPC) é um achado frequente em pacientes hepatopatas crônicos. Dentre as repercussões provocadas pela DPC, em casos de doença hepática crônica, destacam-se a redução dos mecanismos de defesa imunológica, o aumento a incidência de infecções urinárias e pulmonares, e de peritonite espontânea. Na terapia nutricional em pacientes com hepatopatias crônicas, recomenda-se:
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- Nutrição ClínicaFisiopatologiaNutrição Parenteral e Enteral
- Bioquímica, Digestão, Metabolismo e Absorção de NutrientesCarboidratos
O nutriente que mais afeta a osmolalidade de uma solução de dieta enteral é o seguinte:
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A doença celíaca, também chamada de esprue celíaco não tropical ou enteropatia sensível ao glúten, caracterizase pela atrofia das vilosidades intestinais, hiperplasia das criptas e aumento da celularidade. Trata-se de uma resposta inflamatória que ocorre no intestino delgado, gerada pela exposição ao glúten. Uma manifestação clínica da doença celíaca em adultos é a:
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De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, “as necessidades nutricionais do paciente com câncer podem variar, dependendo do tipo e da localização do tumor, da atividade da doença, da presença de má absorção intestinal e da necessidade de ganho de peso ou anabolismo”. A depleção proteica grave nos estoques orgânicos, causada geralmente pelo estresse prolongado e intenso, pode prejudicar ou até mesmo interromper a quimioterapia e/ou a radioterapia. As recomendações de proteína para pacientes com câncer em tratamento quimioterápico e/ou radioterápico são as seguintes:
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- Nutrição ClínicaFisiopatologiaDoenças Hepáticas e Biliares
- Nutrição ClínicaFisiopatologiaNutrição Parenteral e Enteral
O dano hepático promove, em geral, grande impacto nutricional, independentemente da etiologia, devido à participação do fígado nos processos digestivos e absortivos, na metabolização e armazenamento dos nutrientes. A Terapia Nutricional no paciente hepatopata tem como um dos objetivos promover substratos energéticos e proteicos suficientes para controlar o catabolismo proteico muscular e visceral. Ao estabelecer a terapia nutricional do paciente com cirrose hepática, o nutricionista deve levar em consideração que
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- Avaliação Nutricional
- Nutrição ClínicaDietoterapiaDesnutrição
- Nutrição ClínicaFisiopatologiaPaciente crítico
A prevalência de desnutrição em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) varia de 38% a 70%, podendo chegar a 100% em alguns levantamentos, e sua presença está associada ao aumento da morbidade e mortalidade. Um fator primordial no momento da admissão do paciente grave, diz respeito ao seu diagnóstico nutricional, bem como à determinação do seu risco nutricional, para a tomada de decisão acerca da estratégia nutricional mais adequada para a sua condição clínica específica. Para avaliação nutricional do paciente crítico, é necessário considerar que,
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A Lesão Renal Aguda caracteriza-se pela deterioração rápida da função renal, que resulta em desequilíbrio hidroeletrolítico e acúmulo de produtos do catabolismo nitrogenado, como a ureia e a creatinina. Ao estabelecer a conduta nutricional para pacientes com Lesão Renal Aguda, deve-se considerar que:
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A terapia de nutrição parenteral é utilizada para suprir as necessidades nutricionais e metabólicas de pacientes que não podem utilizar o trato gastrointestinal como via alimentar. Porém, em casos específicos, deve-se avaliar com prudência, junto a equipe multiprofissional de terapia nutricional, a necessidade e a viabilidade da utilização da nutrição parenteral. Assim sendo, a terapia nutricional parenteral é contraindicada nos casos de:
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