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Foram encontradas 50 questões.

3986314 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP

Um homem de 69 anos, com diabetes mellitus tipo 2, hipertensão e doença arterial coronariana, comparece para avaliação pré-operatória antes de uma colecistectomia laparoscópica.

Ele realizou intervenção coronária percutânea na artéria descendente anterior proximal há 3 anos, devido a um infarto sem supradesnivelamento do segmento ST. Consegue subir dois lances de escada sem sintomas e nada todo final de semana. Nega angina ou sintomas de insuficiência cardíaca, mas apresenta limitação por dor crônica no joelho. A pressão arterial é 118 × 70 mmHg, frequência cardíaca 72 bpm, mede 1,70 m e pesa 82 kg. O exame físico é normal. Usa diariamente insulina glargina 20 U, losartana 50 mg, metoprolol succinato 50 mg, aspirina 81 mg, atorvastatina 40 mg, clortalidona 25 mg e potássio. Os exames laboratoriais mostram HbA1c 8,1, creatinina 1,8 mg/dL e hemograma normal. O eletrocardiograma mostra ritmo sinusal a 70 bpm, sem evidência de isquemia ou infarto.

Assinale a alternativa que apresenta a melhora conduta para esse caso.

 

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3986313 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP
Qual das seguintes alterações é fortemente associada ao uso de cocaína?
 

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3986312 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP

Um homem de 57 anos chega a um hospital de uma pequena cidade sem capacidade de angioplastia com um infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST anterior. Por causa de uma tempestade, o transporte aéreo não é possível, e o hospital com hemodinâmica mais próximo fica a 250 quilômetros. Ele recebe um agente trombolítico com reperfusão bem-sucedida, com resolução da dor torácica e normalização dos segmentos ST. Dois dias depois, ele relata dor torácica ao caminhar até o banheiro.

Qual das seguintes estratégias é mais apropriada para esse paciente?

 

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3986311 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP

Mulher de 64 anos, hipertensa e com síndrome metabólica, apresenta dor torácica típica aos esforços.

Exames realizados:

• ECG repouso: normal.

• Teste ergométrico: infradesnivelamento de ST em esforço moderado.

• Cintilografia de perfusão: defeito reversível leve em parede anterior.

• AngioTC coronária: coronárias sem placas obstrutivas.

• Cateterismo cardíaco subsequente: ausência de estenoses epicárdicas significativas.

Apesar disso, mantém dor torácica limitante durante atividades habituais.

Qual é o melhor próximo passo diagnóstico segundo as diretrizes mais atuais?

 

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3986310 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP

Homem de 58 anos, previamente saudável, apresenta dispneia progressiva, edema de membros inferiores e ascite há 4 meses. Não há história de cirurgia cardíaca, tuberculose ou radioterapia. Ao exame físico: pressão jugular elevada com sinal de Kussmaul positivo; bulhas normofonéticas; edema importante de membros inferiores; sem sopros significativos.

Demais exames:

• ECG: baixo voltagem difusa.

• Rx tórax: coração de tamanho normal.

• Ecocardiograma:

Pericárdio discretamente espessado.

Septo interventricular com movimento paradoxal (“septal bounce”).

Veia cava inferior dilatada.

Função sistólica preservada.

Velocidade de fluxo mitral E’ medial > E’ lateral.

Pressões pulmonares normais.

• Cateterismo cardíaco (hemodinâmica):

Pressões diastólicas iguais entre VE e VD (“equalização”).

Curva de enchimento em “raiz quadrada” (dip-and-plateau).

Pressão de artéria pulmonar normal.

Qual é o diagnóstico mais provável?

 

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3986309 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP

Um homem de 55 anos, com hipertensão, tabagismo e histórico de ataque isquêmico transitório (AIT), apresenta-se a um pronto-socorro rural com 3 horas de dor torácica intermitente. Na chegada, sua frequência cardíaca é de 92 bpm e a pressão arterial é de 170 × 90 mmHg. Peso: 76 kg. Ao exame físico, ele está diaforético e ansioso. Os pulmões estão limpos, o coração tem ritmo regular com um suave galope de S3, e o abdome é flácido e não doloroso. As extremidades estão quentes e sem edema. Um eletrocardiograma é obtido (figura a seguir). Ele recebe um bolo intravenoso de tenecteplase 40 mg. Após a administração da terapia fibrinolítica, os sintomas do paciente desaparecem e a elevação do segmento ST melhora.

Enunciado 4918763-1

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta no manejo desse paciente?

 

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3986308 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP
Para qual dos seguintes pacientes a cintilografia miocárdica de perfusão com estresse farmacológico com vasodilatador, realizada antes da alta hospitalar, é mais apropriada?
 

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3986307 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP

Uma mulher de 45 anos, com histórico de hipertensão e diabetes tipo 2, chega ao pronto-socorro com 3 horas de dor torácica intensa e persistente. Seus sinais vitais iniciais são: pressão arterial 85 × 60 mmHg; frequência cardíaca 110 bpm; frequência respiratória 25 irpm; e saturação de O2 de 95% em 4 L de O2 suplementar. Ao exame físico, ela está pálida e diaforética. À ausculta, apresenta ritmo taquicárdico regular, galope de S3 e estertores bibasais. A pressão venosa jugular está em 14 cm H2O. As extremidades estão frias e pegajosas. Um cateter urinário é inserido e, após 1 hora, não há diurese. O eletrocardiograma mostra depressões do segmento ST nas precordiais, sem elevação do ST.

Qual é a classificação de Killip desta paciente?

 

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3986306 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP

Mulher, 67 anos, hipertensa e diabética, apresenta-se ao pronto-socorro com dor torácica em aperto, iniciada em repouso há 1h 30min, com duração de 20 minutos, associada a sudorese fria. Ela relata episódios semelhantes nos últimos 3 dias, sempre em repouso, mas de menor intensidade.

No atendimento:

• PA: 148 × 82 mmHg.

• FC 92: bpm. • SaO2 : 96%.

• Não há estertores, perfusão periférica normal.

• ECG inicial: ritmo sinusal, sem supra de ST, com inversão de T em V4–V6.

• Troponina ultrassensível (0h): normal.

• Cálculo de risco GRACE inicial: 118 (risco intermediário).

• História de DAC prévia: negativa.

Nesse caso, qual é a conduta diagnóstica mais apropriada?

 

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3986305 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP

Mulher de 59 anos, hipertensa e com antecedente de Covid há 1 ano, apresenta palpitações, dor torácica atípica e fadiga persistente há 4 meses. Exames realizados: ECG = ritmo sinusal, alterações inespecíficas da repolarização. Ecocardiograma = ventrículos com função normal, sem hipertrofia, sem alterações segmentares, AE discretamente aumentado; holter 24 horas = extrassístoles ventriculares isoladas e 1 episódio curto de TVNS (5 batimentos); troponina basal = negativa; angioTC coronária = sem doença aterosclerótica significativa. O cardiologista suspeita de miocardite crônica ou cicatriz miocárdica como potencial substrato arrítmico.

Qual é o melhor próximo exame para confirmar diagnóstico e definir risco?

 

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