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Uma paciente de 25 anos de idade, portadora de diabetes melito insulino-dependente desde os 13 anos de idade e nefropata, teve complicação na gestação com o diagnóstico de retardo do crescimento intrauterino (RCIU) e necessitou de interrupção eletiva da gestação com 33 semanas gestacionais. O recém-nascido pesava 1.200 g, necessitou ser reanimado e apresentou dificuldade respiratória; foi transportado para a unidade de terapia intensiva neonatal e colocado sob a assistência respiratória em ventilação não invasiva, com resolução do quadro respiratório em 72 horas.
Tendo como referência esse caso clínico hipotético, julgue o item subsequente.
A gestação dessa paciente era de alto risco.
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Recém-nascido de 38 semanas gestacionais passou a apresentar taquipneia, batimentos de asa de nariz e retrações intercostais com 18 horas de vida, o que evoluiu com piora nas horas seguintes. Ele nascera de parto vaginal e chorara forte ao nascer. Na história clínica, foi observado que a parturiente não tivera assistência pré-natal e que houvera rotura de membranas amnióticas 24 horas antes do parto.
Acerca desse caso clínico hipotético, julgue o item seguinte.
Na investigação diagnóstica do caso em tela, está indicada a realização da citobioquímica e cultura do líquido cefalorraquidiano.
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Recém-nascido de 38 semanas gestacionais passou a apresentar taquipneia, batimentos de asa de nariz e retrações intercostais com 18 horas de vida, o que evoluiu com piora nas horas seguintes. Ele nascera de parto vaginal e chorara forte ao nascer. Na história clínica, foi observado que a parturiente não tivera assistência pré-natal e que houvera rotura de membranas amnióticas 24 horas antes do parto.
Acerca desse caso clínico hipotético, julgue o item seguinte.
Radiografia do tórax do recém-nascido mostrando um infiltrado reticulogranular difuso seria compatível com o quadro clínico apresentado.
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Recém-nascido de 38 semanas gestacionais passou a apresentar taquipneia, batimentos de asa de nariz e retrações intercostais com 18 horas de vida, o que evoluiu com piora nas horas seguintes. Ele nascera de parto vaginal e chorara forte ao nascer. Na história clínica, foi observado que a parturiente não tivera assistência pré-natal e que houvera rotura de membranas amnióticas 24 horas antes do parto.
Acerca desse caso clínico hipotético, julgue o item seguinte.
O diagnóstico mais provável é de taquipneia transitória neonatal.
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Recém-nascido de 38 semanas gestacionais passou a apresentar taquipneia, batimentos de asa de nariz e retrações intercostais com 18 horas de vida, o que evoluiu com piora nas horas seguintes. Ele nascera de parto vaginal e chorara forte ao nascer. Na história clínica, foi observado que a parturiente não tivera assistência pré-natal e que houvera rotura de membranas amnióticas 24 horas antes do parto.
Acerca desse caso clínico hipotético, julgue o item seguinte.
Na situação descrita, antibioticoterapia com oxacilina e amicacina seria admissível como medida terapêutica de partida.
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Com relação à profilaxia da transmissão vertical do HIV, julgue o item seguinte.
Se a gestante soropositiva usar, sem falha, a terapia antirretroviral combinada (TARV) desde a primeira metade da gestação e estiver com carga viral indetectável a partir da 28.ª semana gestacional, o esquema profilático deverá ser constituído apenas por zidovudina, durante 28 dias.
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Com relação à profilaxia da transmissão vertical do HIV, julgue o item seguinte.
Se a gestante tiver testado positivo para o HIV durante o trabalho de parto, desconhecendo dessa condição previamente e estando com 37 semanas gestacionais, o esquema profilático neonatal deve conter zidovudina, lamivudina e raltegravir, durante 28 dias.
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Com relação à profilaxia da transmissão vertical do HIV, julgue o item seguinte.
Em se tratando de gestante soropositiva com 39 semanas de gestação, o esquema profilático neonatal deverá conter zidovudina, lamivudina e nevirapina, independentemente do uso de terapia antirretroviral combinada (TARV).
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Uma parturiente, no segundo trimestre da gestação, teve o exame de VDRL positivo em 1/8 e foi tratada com 4.800.000 UI de penicilina benzatina.
Com relação a esse caso clínico hipotético, julgue o próximo item.
Caso a titulação do VDRL do recém-nascido fosse de 1/16, seria configurado o diagnóstico de sífilis congênita e o bebê deveria ser tratado com penicilina procaína 50.000 UI/kg/dia, durante 10 dias, por via intramuscular.
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Uma parturiente, no segundo trimestre da gestação, teve o exame de VDRL positivo em 1/8 e foi tratada com 4.800.000 UI de penicilina benzatina.
Com relação a esse caso clínico hipotético, julgue o próximo item.
A testagem simultânea da mãe e do recém-nascido com teste treponêmico no pós-parto imediato configura o melhor cenário para a determinação do diagnóstico de sífilis congênita no recém-nascido.
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