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Paciente de 31 anos de idade relatava dor torácica lancinante na parede anterior com irradiação para a região cervical, de forte intensidade e sem alívio com analgésicos comuns havia seis horas. Ele tinha antecedentes de subluxação do cristalino e ectasia dural lombossacral. Ao exame físico, encontrava-se sudorético e acianótico, com saturação de oxigênio em ar ambiente de 90%, pressão arterial de 192 mm/Hg × 118 mm/Hg e frequência cardíaca de 88 bpm. Apresentava pectus carinatum, ritmo cardíaco regular em dois tempos com sopro diastólico (++/4) no segundo espaço intercostal à direita. O eletrocardiograma e o resultado da troponina ultrassensível foram normais. O ecocardiograma transesofágico revelou a presença de flap em aorta ascendente com insuficiência aórtica importante.
Tendo como referência o caso clínico precedente, julgue o próximo item, segundo as diretrizes da American Association for Thoracic Surgery de 2021.
A presença de mutação VAL30MET no gene TTR confere o diagnóstico genético da patologia de base.
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Paciente de 31 anos de idade relatava dor torácica lancinante na parede anterior com irradiação para a região cervical, de forte intensidade e sem alívio com analgésicos comuns havia seis horas. Ele tinha antecedentes de subluxação do cristalino e ectasia dural lombossacral. Ao exame físico, encontrava-se sudorético e acianótico, com saturação de oxigênio em ar ambiente de 90%, pressão arterial de 192 mm/Hg × 118 mm/Hg e frequência cardíaca de 88 bpm. Apresentava pectus carinatum, ritmo cardíaco regular em dois tempos com sopro diastólico (++/4) no segundo espaço intercostal à direita. O eletrocardiograma e o resultado da troponina ultrassensível foram normais. O ecocardiograma transesofágico revelou a presença de flap em aorta ascendente com insuficiência aórtica importante.
Tendo como referência o caso clínico precedente, julgue o próximo item, segundo as diretrizes da American Association for Thoracic Surgery de 2021.
A partir das informações apresentadas, recomenda-se a substituição da aorta ascendente.
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Paciente de 31 anos de idade relatava dor torácica lancinante na parede anterior com irradiação para a região cervical, de forte intensidade e sem alívio com analgésicos comuns havia seis horas. Ele tinha antecedentes de subluxação do cristalino e ectasia dural lombossacral. Ao exame físico, encontrava-se sudorético e acianótico, com saturação de oxigênio em ar ambiente de 90%, pressão arterial de 192 mm/Hg × 118 mm/Hg e frequência cardíaca de 88 bpm. Apresentava pectus carinatum, ritmo cardíaco regular em dois tempos com sopro diastólico (++/4) no segundo espaço intercostal à direita. O eletrocardiograma e o resultado da troponina ultrassensível foram normais. O ecocardiograma transesofágico revelou a presença de flap em aorta ascendente com insuficiência aórtica importante.
Tendo como referência o caso clínico precedente, julgue o próximo item, segundo as diretrizes da American Association for Thoracic Surgery de 2021.
A canulação da artéria femoral da CEC deve ser primeira escolha.
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Paciente de 31 anos de idade relatava dor torácica lancinante na parede anterior com irradiação para a região cervical, de forte intensidade e sem alívio com analgésicos comuns havia seis horas. Ele tinha antecedentes de subluxação do cristalino e ectasia dural lombossacral. Ao exame físico, encontrava-se sudorético e acianótico, com saturação de oxigênio em ar ambiente de 90%, pressão arterial de 192 mm/Hg × 118 mm/Hg e frequência cardíaca de 88 bpm. Apresentava pectus carinatum, ritmo cardíaco regular em dois tempos com sopro diastólico (++/4) no segundo espaço intercostal à direita. O eletrocardiograma e o resultado da troponina ultrassensível foram normais. O ecocardiograma transesofágico revelou a presença de flap em aorta ascendente com insuficiência aórtica importante.
Tendo como referência o caso clínico precedente, julgue o próximo item, segundo as diretrizes da American Association for Thoracic Surgery de 2021.
Para o paciente em questão, recomenda-se a analgesia, redução da pressão arterial sistólica abaixo de 160 mmHg e redução da frequência cardíaca abaixo de 70 bpm.
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Paciente de 31 anos de idade relatava dor torácica lancinante na parede anterior com irradiação para a região cervical, de forte intensidade e sem alívio com analgésicos comuns havia seis horas. Ele tinha antecedentes de subluxação do cristalino e ectasia dural lombossacral. Ao exame físico, encontrava-se sudorético e acianótico, com saturação de oxigênio em ar ambiente de 90%, pressão arterial de 192 mm/Hg × 118 mm/Hg e frequência cardíaca de 88 bpm. Apresentava pectus carinatum, ritmo cardíaco regular em dois tempos com sopro diastólico (++/4) no segundo espaço intercostal à direita. O eletrocardiograma e o resultado da troponina ultrassensível foram normais. O ecocardiograma transesofágico revelou a presença de flap em aorta ascendente com insuficiência aórtica importante.
Tendo como referência o caso clínico precedente, julgue o próximo item, segundo as diretrizes da American Association for Thoracic Surgery de 2021.
No caso em tela, o diltiazem deve ser iniciado imediatamente.
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Quanto às anomalias coronarianas, julgue o item que se segue.
A artéria circunflexa esquerda que se origina do seio de Valsalva direito é a anomalia mais comumente encontrada.
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Quanto às anomalias coronarianas, julgue o item que se segue.
É comum o fechamento espontâneo de fístulas coronárias.
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Paciente de 76 anos de idade, com antecedente de RM havia 15 anos, internado na unidade coronária com angina instável de alto risco e instabilidade hemodinâmica, apresentava FEVE de 35% e doença coronária triarterial com envolvimento proximal da descendente anterior.
Considerando o caso clínico precedente, julgue o próximo item.
A administração perioperatória de altas doses de vasopressores é um fator predisponente para o desenvolvimento de espasmo em enxertos arteriais.
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Paciente de 76 anos de idade, com antecedente de RM havia 15 anos, internado na unidade coronária com angina instável de alto risco e instabilidade hemodinâmica, apresentava FEVE de 35% e doença coronária triarterial com envolvimento proximal da descendente anterior.
Considerando o caso clínico precedente, julgue o próximo item.
Recomenda-se o uso da cardioplegia cristaloide.
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Paciente de 76 anos de idade, com antecedente de RM havia 15 anos, internado na unidade coronária com angina instável de alto risco e instabilidade hemodinâmica, apresentava FEVE de 35% e doença coronária triarterial com envolvimento proximal da descendente anterior.
Considerando o caso clínico precedente, julgue o próximo item.
O enxerto venoso para a artéria descendente anterior é preferível em relação ao uso das artérias torácicas internas.
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