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Um paciente com setenta anos de idade queixa-se de dispneia progressiva nos últimos 3 anos, com significativo agravamento há 3 meses. Ele negou tabagismo, dor torácica, hemoptise, cianose, febre, sudorese e perda de peso, e informou ter trabalhado por muito tempo cavando poços artesianos. O exame físico mostrou redução global do murmúrio vesicular. A radiografia de tórax mostrou opacidades bilaterais, com comprometimento ganglionar mediastinal, com alguns gânglios com calcificação “em casca de ovo”.
Acerca desse caso clínico e de aspectos a ele pertinentes, julgue o item subsecutivo.
É necessário realizar biópsia pulmonar percutânea de agulha fina para elucidar o diagnóstico do paciente em questão.
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Um paciente com setenta anos de idade queixa-se de dispneia progressiva nos últimos 3 anos, com significativo agravamento há 3 meses. Ele negou tabagismo, dor torácica, hemoptise, cianose, febre, sudorese e perda de peso, e informou ter trabalhado por muito tempo cavando poços artesianos. O exame físico mostrou redução global do murmúrio vesicular. A radiografia de tórax mostrou opacidades bilaterais, com comprometimento ganglionar mediastinal, com alguns gânglios com calcificação “em casca de ovo”.
Acerca desse caso clínico e de aspectos a ele pertinentes, julgue o item subsecutivo.
No caso clínico em apreço, a prova de função pulmonar deve mostrar um distúrbio respiratório misto: restritivo e obstrutivo.
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Considerando o atendimento de um paciente com quadro de tosse crônica, julgue o item a seguir.
O uso de inibidores da enzima conversora da angiotensina é uma causa de tosse crônica.
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Considerando o atendimento de um paciente com quadro de tosse crônica, julgue o item a seguir.
A causa mais comum da tosse crônica é a tuberculose pulmonar.
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Considerando o atendimento de um paciente com quadro de tosse crônica, julgue o item a seguir.
Para o paciente que pratica o tabagismo, deve-se sempre recomendar a suspensão dessa prática como medida auxiliar do tratamento.
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Considerando o atendimento de um paciente com quadro de tosse crônica, julgue o item a seguir.
O quadro de tosse crônica é caracterizado a partir da sexta semana de duração da tosse.
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Um paciente com oitenta e três anos de idade procurou assistência médica para avaliar dispneia classificada como MRC 2, segundo tabela do Medical Resarch Council, e tosse seca. Tal quadro clínico iniciou-se há 2 anos e piorou significativamente nos últimos 6 meses. Histórico de tabagismo de 40 maços-ano, parado há 2 anos. O paciente negou exposição a mofo, aves e queima de biomassa. Diagnóstico de hipertensão arterial e diabetes melito, ambas controladas. O exame físico mostrou frequência respiratória de 20 irpm, SatO2 de 94%, crepitações em velcro em regiões infraescapulares e dedos em baqueta de tambor. A tomografia computadorizada do tórax mostrou opacidades reticulares bilaterais, com predomínio em regiões periféricas e basais, bronquiectasia de tração e faveolamento.
Com referência a esse caso clínico, julgue o item subsequente.
A identificação tomográfica de bronquiectasia de tração e faveolamento indica a necessidade de realização de biópsia pulmonar.
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Um paciente com oitenta e três anos de idade procurou assistência médica para avaliar dispneia classificada como MRC 2, segundo tabela do Medical Resarch Council, e tosse seca. Tal quadro clínico iniciou-se há 2 anos e piorou significativamente nos últimos 6 meses. Histórico de tabagismo de 40 maços-ano, parado há 2 anos. O paciente negou exposição a mofo, aves e queima de biomassa. Diagnóstico de hipertensão arterial e diabetes melito, ambas controladas. O exame físico mostrou frequência respiratória de 20 irpm, SatO2 de 94%, crepitações em velcro em regiões infraescapulares e dedos em baqueta de tambor. A tomografia computadorizada do tórax mostrou opacidades reticulares bilaterais, com predomínio em regiões periféricas e basais, bronquiectasia de tração e faveolamento.
Com referência a esse caso clínico, julgue o item subsequente.
As “crepitações em velcro” indicam abertura explosiva das paredes alveolares por deposição de tecido fibroso nestas.
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Um paciente com oitenta e três anos de idade procurou assistência médica para avaliar dispneia classificada como MRC 2, segundo tabela do Medical Resarch Council, e tosse seca. Tal quadro clínico iniciou-se há 2 anos e piorou significativamente nos últimos 6 meses. Histórico de tabagismo de 40 maços-ano, parado há 2 anos. O paciente negou exposição a mofo, aves e queima de biomassa. Diagnóstico de hipertensão arterial e diabetes melito, ambas controladas. O exame físico mostrou frequência respiratória de 20 irpm, SatO2 de 94%, crepitações em velcro em regiões infraescapulares e dedos em baqueta de tambor. A tomografia computadorizada do tórax mostrou opacidades reticulares bilaterais, com predomínio em regiões periféricas e basais, bronquiectasia de tração e faveolamento.
Com referência a esse caso clínico, julgue o item subsequente.
Teste de difusão de CO diminuído não será um bom exame para avaliar o prognóstico clínico do paciente em questão.
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Um paciente com oitenta e três anos de idade procurou assistência médica para avaliar dispneia classificada como MRC 2, segundo tabela do Medical Resarch Council, e tosse seca. Tal quadro clínico iniciou-se há 2 anos e piorou significativamente nos últimos 6 meses. Histórico de tabagismo de 40 maços-ano, parado há 2 anos. O paciente negou exposição a mofo, aves e queima de biomassa. Diagnóstico de hipertensão arterial e diabetes melito, ambas controladas. O exame físico mostrou frequência respiratória de 20 irpm, SatO2 de 94%, crepitações em velcro em regiões infraescapulares e dedos em baqueta de tambor. A tomografia computadorizada do tórax mostrou opacidades reticulares bilaterais, com predomínio em regiões periféricas e basais, bronquiectasia de tração e faveolamento.
Com referência a esse caso clínico, julgue o item subsequente.
A presença de baqueteamento digital é de achado raro e denota bom prognóstico.
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