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Uma paciente com trinta anos de idade informou apresentar há já 4 semanas, quadro clínico de dor torácica na região axilar esquerda, precipitada pela inspiração, associada a tosse seca e febre. O exame físico mostrou frequência respiratória de 24 irpm, SatO2 igual a 9 8% e temperatura de 3 7,8 ºC. A avaliação do tórax revelou ausência de frêmito toracovocal, macicez e murmúrio vesicular abolido na região infraescapular esquerda.
Acerca desse caso clínico e de aspectos diversos pertinentes a doenças pleurais, julgue o item a seguir.
A presença de dor torácica do tipo pleurítica afasta a possibilidade da presença de derrame pleural.
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Uma paciente com trinta anos de idade informou apresentar há já 4 semanas, quadro clínico de dor torácica na região axilar esquerda, precipitada pela inspiração, associada a tosse seca e febre. O exame físico mostrou frequência respiratória de 24 irpm, SatO2 igual a 9 8% e temperatura de 3 7,8 ºC. A avaliação do tórax revelou ausência de frêmito toracovocal, macicez e murmúrio vesicular abolido na região infraescapular esquerda.
Acerca desse caso clínico e de aspectos diversos pertinentes a doenças pleurais, julgue o item a seguir.
Teste tuberculínico não reator exclui a possibilidade do diagnóstico de tuberculose.
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Uma paciente com trinta anos de idade informou apresentar há já 4 semanas, quadro clínico de dor torácica na região axilar esquerda, precipitada pela inspiração, associada a tosse seca e febre. O exame físico mostrou frequência respiratória de 24 irpm, SatO2 igual a 9 8% e temperatura de 3 7,8 ºC. A avaliação do tórax revelou ausência de frêmito toracovocal, macicez e murmúrio vesicular abolido na região infraescapular esquerda.
Acerca desse caso clínico e de aspectos diversos pertinentes a doenças pleurais, julgue o item a seguir.
No caso clínico em apreço, os achados clínicos identificados na paciente podem decorrer de derrame pleural ou de atelectasia pulmonar.
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Uma paciente com trinta anos de idade informou apresentar há já 4 semanas, quadro clínico de dor torácica na região axilar esquerda, precipitada pela inspiração, associada a tosse seca e febre. O exame físico mostrou frequência respiratória de 24 irpm, SatO2 igual a 9 8% e temperatura de 3 7,8 ºC. A avaliação do tórax revelou ausência de frêmito toracovocal, macicez e murmúrio vesicular abolido na região infraescapular esquerda.
Acerca desse caso clínico e de aspectos diversos pertinentes a doenças pleurais, julgue o item a seguir.
Nesse caso clínico, radiografia de tórax em PA e perfil será um passo importante para fazer a triagem diagnóstica do problema clínico encontrado.
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Um homem de 37 anos de idade apresenta crises de dispneia, chiado e tosse desde sua infância, desencadeadas por poeira, mofo e cheiros fortes e aliviadas com broncodilatadores. Nos últimos dois anos, ele vem utilizando, além de diferentes broncodilatadores, 2.000 mcg de budesonide ao dia e prednisona 10-20 mg a maior parte do tempo. A despeito da terapêutica, continua com sintomas diários. Seus exames mais recentes revelam espirometria com capacidade vital forçada (CVF) de 97% do valor predito, volume expirado forçado no 1.º segundo (VEF1) 65% e índice VEF1/CVF de 67%; contagem de eosinófilos em 17% (1.037/mm3) e dosagem de IgE 118 UI/mL.
A partir do caso clínico apresentado, julgue o item subsecutivo.
O contexto clínico e a eosinofilia sugerem que o paciente deve se beneficiar da terapêutica com mepolizumab ou benralizumab.
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Um homem de 37 anos de idade apresenta crises de dispneia, chiado e tosse desde sua infância, desencadeadas por poeira, mofo e cheiros fortes e aliviadas com broncodilatadores. Nos últimos dois anos, ele vem utilizando, além de diferentes broncodilatadores, 2.000 mcg de budesonide ao dia e prednisona 10-20 mg a maior parte do tempo. A despeito da terapêutica, continua com sintomas diários. Seus exames mais recentes revelam espirometria com capacidade vital forçada (CVF) de 97% do valor predito, volume expirado forçado no 1.º segundo (VEF1) 65% e índice VEF1/CVF de 67%; contagem de eosinófilos em 17% (1.037/mm3) e dosagem de IgE 118 UI/mL.
A partir do caso clínico apresentado, julgue o item subsecutivo.
O paciente em tela preenche critérios de asma grave, dados o VEF1 de 65% e a dosagem de IgE.
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Um homem de 37 anos de idade apresenta crises de dispneia, chiado e tosse desde sua infância, desencadeadas por poeira, mofo e cheiros fortes e aliviadas com broncodilatadores. Nos últimos dois anos, ele vem utilizando, além de diferentes broncodilatadores, 2.000 mcg de budesonide ao dia e prednisona 10-20 mg a maior parte do tempo. A despeito da terapêutica, continua com sintomas diários. Seus exames mais recentes revelam espirometria com capacidade vital forçada (CVF) de 97% do valor predito, volume expirado forçado no 1.º segundo (VEF1) 65% e índice VEF1/CVF de 67%; contagem de eosinófilos em 17% (1.037/mm3) e dosagem de IgE 118 UI/mL.
A partir do caso clínico apresentado, julgue o item subsecutivo.
A termoplastia brônquica é uma terapêutica possível para o perfil do paciente em tela e consiste numa técnica que emprega o calor para reduzir a massa de musculatura lisa bronquial por meio da aplicação de ondas de radiofrequência através de broncoscopia.
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Uma mulher de 32 anos de idade compareceu ao atendimento médico com história de dispneia progressiva iniciada havia 8 meses associada a edema leve em membros inferiores. A história da paciente mostrava dois episódios de inchaço na perna esquerda ocorridos 5 e 2 anos antes do atendimento. À época, recebeu terapia com anticoagulante oral. O ecocardiograma revelou câmaras esquerdas normais e uma pequena dilatação do ventrículo direito com pressão sistólica da artéria pulmonar estimada em 57 mmHg. Raio x de tórax estava normal.
Considerando o caso clínico descrito, julgue o item a seguir.
A pressão sistólica de artéria pulmonar por ecocardiograma apresentada classifica o quadro como provável hipertensão pulmonar.
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Uma mulher de 32 anos de idade compareceu ao atendimento médico com história de dispneia progressiva iniciada havia 8 meses associada a edema leve em membros inferiores. A história da paciente mostrava dois episódios de inchaço na perna esquerda ocorridos 5 e 2 anos antes do atendimento. À época, recebeu terapia com anticoagulante oral. O ecocardiograma revelou câmaras esquerdas normais e uma pequena dilatação do ventrículo direito com pressão sistólica da artéria pulmonar estimada em 57 mmHg. Raio x de tórax estava normal.
Considerando o caso clínico descrito, julgue o item a seguir.
Supondo-se um cateterismo de câmaras direitas na paciente em tela, a medida da pressão média da artéria pulmonar acima de 20 mmHg é suficiente para definir hipertensão pulmonar e recomendar o uso de vasodilatador, idealmente riociguat.
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Uma mulher de 32 anos de idade compareceu ao atendimento médico com história de dispneia progressiva iniciada havia 8 meses associada a edema leve em membros inferiores. A história da paciente mostrava dois episódios de inchaço na perna esquerda ocorridos 5 e 2 anos antes do atendimento. À época, recebeu terapia com anticoagulante oral. O ecocardiograma revelou câmaras esquerdas normais e uma pequena dilatação do ventrículo direito com pressão sistólica da artéria pulmonar estimada em 57 mmHg. Raio x de tórax estava normal.
Considerando o caso clínico descrito, julgue o item a seguir.
Uma cintilografia pulmonar de ventilação / perfusão está plenamente indicada nesse caso, pois tem alta sensibilidade e especificidade para doença tromboembólica crônica.
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