Foram encontradas 120 questões.
No domingo, Giovani foi almoçar na casa de sua mãe. Como o tempo estava bom, conseguiu manter uma velocidade média de 60 km/h no trajeto todo. Na volta, utilizou o mesmo trajeto da ida, no sentido contrário, percorrendo exatamente a mesma quilometragem da ida, porém, como estava chovendo, manteve uma velocidade média de 45 km/h. Considerando que Giovani gastou ao todo 1 hora e 10 minutos somando os dois trajetos, assinale a alternativa que apresenta, em km, a distância da casa de Giovani para a casa de sua mãe.
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Na cidade A, a prefeitura está realizando uma verificação intensiva de restaurantes. Considerando que 3 fiscais vistoriam 45 restaurantes em 5 dias e considerando que o ritmo se mantenha, assinale a alternativa que apresenta quantos restaurantes 7 fiscais conseguiriam vistoriar em 8 dias.
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Para a festa de aniversário de seu filho, Maria fez 72 beijinhos, 96 cajuzinhos e 144 brigadeiros. Ela deseja colocar os doces em pratos, de modo que cada prato tenha apenas um tipo de doce, todos os pratos contenham a mesma quantidade de docinhos e que não sobre docinhos fora de algum prato. Considerando que cada prato terá mais de 10 e menos de 20 docinhos, assinale a alternativa que apresenta quantos pratos ao todo serão utilizados.
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Moacir, Valéria e Denise são assistentes em um escritório de advocacia e devem digitar um processo de 8.260 páginas. Para agilizar o processo, decidiram dividir o trabalho de maneira inversamente proporcional ao tempo que cada um demora para digitar uma página. Considerando que Moacir digita uma página em 5 minutos, Valéria em 6, e Denise em 8, assinale a alternativa que apresenta quantas páginas a mais Moacir digitará em relação a Denise.
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Em dezembro de 2020, Eduardo planejava comprar um PC gamer que custava R$ 6.000,00, porém, decidiu investir esse dinheiro em uma aplicação no modelo de juros simples por 2 anos a uma taxa de 1,3% ao mês. Após este período, Eduardo retirou todo o montante e comprou um PC gamer atualizado, que custava 15% a mais que aquele de 2020. Considerando a situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta o valor que sobrou para Eduardo após a compra.
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Assinale a alternativa cujo termo “que” introduz uma oração substantiva objetiva indireta.
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Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 6.
No centro da aclamada série da Netflix, Adolescência, há uma pergunta perturbadora: O que poderia levar um adolescente de 13 anos a assassinar sua colega de escola? Uma das respostas parece estar na chamada machosfera . Cunhado pela primeira vez em 2009, este termo descreve uma rede de comunidades de interesse masculino online. Inclui grupos com um variado espectro de ideologias desde acreditar que os homens não têm poder institucional até visões mais extremas e misóginas. Mas agora a machosfera ultrapassou os limites da internet, com seu conteúdo extremo sendo recompensado por algoritmos de rede social e alcançando uma audiência que antes não era possível.
Na década de 1970, durante a segunda onda do feminismo, que se concentrava em questões de igualdade e discriminação, o ativista americano Warren Farrell se tornou uma voz de destaque no Movimento de Libertação dos Homens, uma organização feminista masculina. Ele acreditava que os papéis de gênero e o patriarcado também prejudicavam os homens. “No entanto, quando as feministas chamaram a atenção para a epidemia de violência contra as mulheres praticada por homens, os dois movimentos entraram em conflito”, explica Debbie Ging, acadêmica que estuda a machosfera. Farrell passou a acreditar que as feministas estavam mais interessadas no poder do que na igualdade — uma visão que repercutiu entre um número cada vez maior de homens. O Movimento de Libertação dos Homens se fragmentou à medida que Farrell e outros se desiludiram com o feminismo.
Durante a década de 1990, Farrell escreveu livros afirmando que os homens estavam sendo oprimidos, que a violência doméstica era uma via de mão dupla, e que as mulheres eram culpadas pela desigualdade salarial. “Essas ideias foram compartilhadas nos primeiros fóruns online, e muitos dos atuais ativistas dos direitos dos homens consideram esse momento como sua pedra angular”, diz Ging.
Com a ascensão da internet nos anos 1990, os ativistas dos direitos dos homens usaram o ambiente online para criar fóruns e salas de bate-papo. No início, os grupos não eram todos tóxicos. Diante da dificuldade em estabelecer relações afetivas, uma estudante queer criou o primeiro fórum online para “incels”, abreviação em inglês para “celibatários involuntários”. O fórum começou como um espaço aberto para todos, disse a criadora à BBC em 2018. Mas, à medida que cresceu, a moderação diminuiu.
O rumo da conversa descambou para o sexismo, e novas comunidades foram formadas usando o termo incel. Em vez de um espaço para discutir problemas de relacionamento, os homens culpavam as mulheres por sua solidão. No outro extremo do espectro, estavam os fóruns de profissionais da sedução , comunidades online em que os homens discutiam estratégias para atrair mulheres, chamando a si mesmos de alfas , termo usado para indicar masculinidade.
Lisa Sugiura, especialista em crimes cibernéticos que escreveu um livro sobre a história da machosfera, afirmou à BBC que, assim como os fóruns incel, esses grupos logo se tornaram repletos de ideias misóginas. No início, eles compartilhavam dicas e técnicas para conquistar mulheres, diz ela. Mas o que eles estavam sugerindo era que as mulheres não tinham poder de decisão, que não tinham o direito de dizer não .
A machosfera começou a ganhar força com o advento das redes sociais. Os incels se reuniram no Facebook, YouTube e Reddit e tiveram acesso a públicos maiores. Os grupos começaram a se unir e a pegar emprestada a ideologia uns dos outros para ganhar mais apelo. Um dos pilares destas comunidades era a crença de que as chances de namoro não eram favoráveis para os homens. A regra 80/20, mencionada na série Adolescência, argumenta que 80% das mulheres são atraídas por 20% dos homens uma alegação originalmente baseada em uma pesquisa mal interpretada. “Estamos vendo uma caça às bruxas digitais que advertiam as mulheres sobre as consequências de transgredir certos limites”, conclui Ging.
(Jornal BBC News Brasil, 28.03.2025. Adaptado).
*queer: palavra inglesa para representar pessoas que não se identificam com os padrões impostos pela sociedade.
Assinale a alternativa cuja frase utiliza uma perífrase verbal que expressa uma ação de consecução.
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Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 6.
No centro da aclamada série da Netflix, Adolescência, há uma pergunta perturbadora: O que poderia levar um adolescente de 13 anos a assassinar sua colega de escola? Uma das respostas parece estar na chamada machosfera . Cunhado pela primeira vez em 2009, este termo descreve uma rede de comunidades de interesse masculino online. Inclui grupos com um variado espectro de ideologias desde acreditar que os homens não têm poder institucional até visões mais extremas e misóginas. Mas agora a machosfera ultrapassou os limites da internet, com seu conteúdo extremo sendo recompensado por algoritmos de rede social e alcançando uma audiência que antes não era possível.
Na década de 1970, durante a segunda onda do feminismo, que se concentrava em questões de igualdade e discriminação, o ativista americano Warren Farrell se tornou uma voz de destaque no Movimento de Libertação dos Homens, uma organização feminista masculina. Ele acreditava que os papéis de gênero e o patriarcado também prejudicavam os homens. “No entanto, quando as feministas chamaram a atenção para a epidemia de violência contra as mulheres praticada por homens, os dois movimentos entraram em conflito”, explica Debbie Ging, acadêmica que estuda a machosfera. Farrell passou a acreditar que as feministas estavam mais interessadas no poder do que na igualdade — uma visão que repercutiu entre um número cada vez maior de homens. O Movimento de Libertação dos Homens se fragmentou à medida que Farrell e outros se desiludiram com o feminismo.
Durante a década de 1990, Farrell escreveu livros afirmando que os homens estavam sendo oprimidos, que a violência doméstica era uma via de mão dupla, e que as mulheres eram culpadas pela desigualdade salarial. “Essas ideias foram compartilhadas nos primeiros fóruns online, e muitos dos atuais ativistas dos direitos dos homens consideram esse momento como sua pedra angular”, diz Ging.
Com a ascensão da internet nos anos 1990, os ativistas dos direitos dos homens usaram o ambiente online para criar fóruns e salas de bate-papo. No início, os grupos não eram todos tóxicos. Diante da dificuldade em estabelecer relações afetivas, uma estudante queer criou o primeiro fórum online para “incels”, abreviação em inglês para “celibatários involuntários”. O fórum começou como um espaço aberto para todos, disse a criadora à BBC em 2018. Mas, à medida que cresceu, a moderação diminuiu.
O rumo da conversa descambou para o sexismo, e novas comunidades foram formadas usando o termo incel. Em vez de um espaço para discutir problemas de relacionamento, os homens culpavam as mulheres por sua solidão. No outro extremo do espectro, estavam os fóruns de profissionais da sedução , comunidades online em que os homens discutiam estratégias para atrair mulheres, chamando a si mesmos de alfas , termo usado para indicar masculinidade.
Lisa Sugiura, especialista em crimes cibernéticos que escreveu um livro sobre a história da machosfera, afirmou à BBC que, assim como os fóruns incel, esses grupos logo se tornaram repletos de ideias misóginas. No início, eles compartilhavam dicas e técnicas para conquistar mulheres, diz ela. Mas o que eles estavam sugerindo era que as mulheres não tinham poder de decisão, que não tinham o direito de dizer não .
A machosfera começou a ganhar força com o advento das redes sociais. Os incels se reuniram no Facebook, YouTube e Reddit e tiveram acesso a públicos maiores. Os grupos começaram a se unir e a pegar emprestada a ideologia uns dos outros para ganhar mais apelo. Um dos pilares destas comunidades era a crença de que as chances de namoro não eram favoráveis para os homens. A regra 80/20, mencionada na série Adolescência, argumenta que 80% das mulheres são atraídas por 20% dos homens uma alegação originalmente baseada em uma pesquisa mal interpretada. “Estamos vendo uma caça às bruxas digitais que advertiam as mulheres sobre as consequências de transgredir certos limites”, conclui Ging.
(Jornal BBC News Brasil, 28.03.2025. Adaptado).
*queer: palavra inglesa para representar pessoas que não se identificam com os padrões impostos pela sociedade.
Assinale a alternativa cujo(s) termo(s) destacado(s) possui(em) o sentido de proporcionalidade.
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Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 6.
No centro da aclamada série da Netflix, Adolescência, há uma pergunta perturbadora: O que poderia levar um adolescente de 13 anos a assassinar sua colega de escola? Uma das respostas parece estar na chamada machosfera . Cunhado pela primeira vez em 2009, este termo descreve uma rede de comunidades de interesse masculino online. Inclui grupos com um variado espectro de ideologias desde acreditar que os homens não têm poder institucional até visões mais extremas e misóginas. Mas agora a machosfera ultrapassou os limites da internet, com seu conteúdo extremo sendo recompensado por algoritmos de rede social e alcançando uma audiência que antes não era possível.
Na década de 1970, durante a segunda onda do feminismo, que se concentrava em questões de igualdade e discriminação, o ativista americano Warren Farrell se tornou uma voz de destaque no Movimento de Libertação dos Homens, uma organização feminista masculina. Ele acreditava que os papéis de gênero e o patriarcado também prejudicavam os homens. “No entanto, quando as feministas chamaram a atenção para a epidemia de violência contra as mulheres praticada por homens, os dois movimentos entraram em conflito”, explica Debbie Ging, acadêmica que estuda a machosfera. Farrell passou a acreditar que as feministas estavam mais interessadas no poder do que na igualdade — uma visão que repercutiu entre um número cada vez maior de homens. O Movimento de Libertação dos Homens se fragmentou à medida que Farrell e outros se desiludiram com o feminismo.
Durante a década de 1990, Farrell escreveu livros afirmando que os homens estavam sendo oprimidos, que a violência doméstica era uma via de mão dupla, e que as mulheres eram culpadas pela desigualdade salarial. “Essas ideias foram compartilhadas nos primeiros fóruns online, e muitos dos atuais ativistas dos direitos dos homens consideram esse momento como sua pedra angular”, diz Ging.
Com a ascensão da internet nos anos 1990, os ativistas dos direitos dos homens usaram o ambiente online para criar fóruns e salas de bate-papo. No início, os grupos não eram todos tóxicos. Diante da dificuldade em estabelecer relações afetivas, uma estudante queer criou o primeiro fórum online para “incels”, abreviação em inglês para “celibatários involuntários”. O fórum começou como um espaço aberto para todos, disse a criadora à BBC em 2018. Mas, à medida que cresceu, a moderação diminuiu.
O rumo da conversa descambou para o sexismo, e novas comunidades foram formadas usando o termo incel. Em vez de um espaço para discutir problemas de relacionamento, os homens culpavam as mulheres por sua solidão. No outro extremo do espectro, estavam os fóruns de profissionais da sedução , comunidades online em que os homens discutiam estratégias para atrair mulheres, chamando a si mesmos de alfas , termo usado para indicar masculinidade.
Lisa Sugiura, especialista em crimes cibernéticos que escreveu um livro sobre a história da machosfera, afirmou à BBC que, assim como os fóruns incel, esses grupos logo se tornaram repletos de ideias misóginas. No início, eles compartilhavam dicas e técnicas para conquistar mulheres, diz ela. Mas o que eles estavam sugerindo era que as mulheres não tinham poder de decisão, que não tinham o direito de dizer não .
A machosfera começou a ganhar força com o advento das redes sociais. Os incels se reuniram no Facebook, YouTube e Reddit e tiveram acesso a públicos maiores. Os grupos começaram a se unir e a pegar emprestada a ideologia uns dos outros para ganhar mais apelo. Um dos pilares destas comunidades era a crença de que as chances de namoro não eram favoráveis para os homens. A regra 80/20, mencionada na série Adolescência, argumenta que 80% das mulheres são atraídas por 20% dos homens uma alegação originalmente baseada em uma pesquisa mal interpretada. “Estamos vendo uma caça às bruxas digitais que advertiam as mulheres sobre as consequências de transgredir certos limites”, conclui Ging.
(Jornal BBC News Brasil, 28.03.2025. Adaptado).
*queer: palavra inglesa para representar pessoas que não se identificam com os padrões impostos pela sociedade.
Assinale a alternativa cuja frase utiliza a colocação pronominal, em conformidade com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
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No centro da aclamada série da Netflix, Adolescência, há uma pergunta perturbadora: O que poderia levar um adolescente de 13 anos a assassinar sua colega de escola? Uma das respostas parece estar na chamada machosfera . Cunhado pela primeira vez em 2009, este termo descreve uma rede de comunidades de interesse masculino online. Inclui grupos com um variado espectro de ideologias desde acreditar que os homens não têm poder institucional até visões mais extremas e misóginas. Mas agora a machosfera ultrapassou os limites da internet, com seu conteúdo extremo sendo recompensado por algoritmos de rede social e alcançando uma audiência que antes não era possível.
Na década de 1970, durante a segunda onda do feminismo, que se concentrava em questões de igualdade e discriminação, o ativista americano Warren Farrell se tornou uma voz de destaque no Movimento de Libertação dos Homens, uma organização feminista masculina. Ele acreditava que os papéis de gênero e o patriarcado também prejudicavam os homens. “No entanto, quando as feministas chamaram a atenção para a epidemia de violência contra as mulheres praticada por homens, os dois movimentos entraram em conflito”, explica Debbie Ging, acadêmica que estuda a machosfera. Farrell passou a acreditar que as feministas estavam mais interessadas no poder do que na igualdade — uma visão que repercutiu entre um número cada vez maior de homens. O Movimento de Libertação dos Homens se fragmentou à medida que Farrell e outros se desiludiram com o feminismo.
Durante a década de 1990, Farrell escreveu livros afirmando que os homens estavam sendo oprimidos, que a violência doméstica era uma via de mão dupla, e que as mulheres eram culpadas pela desigualdade salarial. “Essas ideias foram compartilhadas nos primeiros fóruns online, e muitos dos atuais ativistas dos direitos dos homens consideram esse momento como sua pedra angular”, diz Ging.
Com a ascensão da internet nos anos 1990, os ativistas dos direitos dos homens usaram o ambiente online para criar fóruns e salas de bate-papo. No início, os grupos não eram todos tóxicos. Diante da dificuldade em estabelecer relações afetivas, uma estudante queer criou o primeiro fórum online para “incels”, abreviação em inglês para “celibatários involuntários”. O fórum começou como um espaço aberto para todos, disse a criadora à BBC em 2018. Mas, à medida que cresceu, a moderação diminuiu.
O rumo da conversa descambou para o sexismo, e novas comunidades foram formadas usando o termo incel. Em vez de um espaço para discutir problemas de relacionamento, os homens culpavam as mulheres por sua solidão. No outro extremo do espectro, estavam os fóruns de profissionais da sedução , comunidades online em que os homens discutiam estratégias para atrair mulheres, chamando a si mesmos de alfas , termo usado para indicar masculinidade.
Lisa Sugiura, especialista em crimes cibernéticos que escreveu um livro sobre a história da machosfera, afirmou à BBC que, assim como os fóruns incel, esses grupos logo se tornaram repletos de ideias misóginas. No início, eles compartilhavam dicas e técnicas para conquistar mulheres, diz ela. Mas o que eles estavam sugerindo era que as mulheres não tinham poder de decisão, que não tinham o direito de dizer não .
A machosfera começou a ganhar força com o advento das redes sociais. Os incels se reuniram no Facebook, YouTube e Reddit e tiveram acesso a públicos maiores. Os grupos começaram a se unir e a pegar emprestada a ideologia uns dos outros para ganhar mais apelo. Um dos pilares destas comunidades era a crença de que as chances de namoro não eram favoráveis para os homens. A regra 80/20, mencionada na série Adolescência, argumenta que 80% das mulheres são atraídas por 20% dos homens uma alegação originalmente baseada em uma pesquisa mal interpretada. “Estamos vendo uma caça às bruxas digitais que advertiam as mulheres sobre as consequências de transgredir certos limites”, conclui Ging.
(Jornal BBC News Brasil, 28.03.2025. Adaptado).
*queer: palavra inglesa para representar pessoas que não se identificam com os padrões impostos pela sociedade.
Considerando que as frases abaixo são transcrições livres do texto, assinale a alternativa cuja frase utiliza a crase, em conformidade com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
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