Foram encontradas 60 questões.
Considere as seguintes atribuições:
1. apreciar as contas prestadas anualmente pelos Prefeitos Municipais.
2. julgar as contas prestadas anualmente pelos Presidentes das Câmaras Municipais.
3. julgar as contas prestadas anualmente pelos gestores da administração pública indireta, no âmbito estadual, e da direta e indireta dos municípios, incluindo, em ambos os casos, as autarquias, fundações, fundos especiais, empresas públicas, sociedades de economia mista, sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público Estadual ou Municipal, Serviços Sociais Autônomos e Consórcios Intermunicipais.
4. julgar as contas prestadas anualmente pelos chefes dos órgãos dos Poderes Legislativo Estadual, do Poder Judiciário Estadual, do Ministério Público e dos Secretários de Estado.
É (São) da competência do Tribunal Pleno do Tribunal de Contas do Estado do Paraná:
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As três almas do poeta
Ênio, poeta latino do século II a. C., falava três línguas: o grego, que ele tinha aprendido por ser na época a língua de cultura dominante no sul da Itália; o latim, em que escreveu suas obras; e o osco, que era com toda a probabilidade sua língua nativa. O osco (uma língua aparentada ao latim) era naquele tempo o idioma da maioria da população na região, mas acabou sendo suplantado pelo latim, língua dos conquistadores e do Império. De qualquer forma, no século II a.C., as três línguas tinham seu lugar na mesma região. E Ênio, que sabia as três, costumava dizer que tinha “três almas”.
É curioso observar que ele exprimiu com isso uma coisa muito importante relativa ao conhecimento de uma língua: não se trata simplesmente de “uma outra maneira de dizer as coisas” (table em vez de mesa, te quiero em vez de eu te amo), mas de outra maneira de entender, de conceber, talvez mesmo de sentir o mundo.
Para começar com um exemplo bem simples, podemos examinar a extensão do significado das palavras individuais de língua para língua. O vocabulário de uma língua reflete um recorte da realidade muito próprio, que varia de língua para língua. Por exemplo, temos em português a palavra dedo, que nos parece muito concreta; diríamos que é simplesmente o nome que damos em nossa língua a um objeto que nos é dado pelo mundo real: um dedo é uma coisa, ou seja, uma parte definida do corpo, e o que pode variar é a maneira de designar essa coisa. No entanto, em inglês há duas palavras para “dedo”: finger e toe, que não são a mesma coisa. Um finger é um dedo da mão, e um toe é um dedo do pé; para nós, são todos dedos, mas para um inglês são duas coisas diferentes.
O que temos aqui (visto no microscópio) é um pequeno exemplo de como duas línguas recortam diferentemente a realidade. Agora podemos ver que a palavra portuguesa dedo não é simplesmente a designação de uma coisa – porque, antes de designar essa coisa, a nossa língua a definiu de certa maneira. Tanto assim que o inglês fez uma definição diferente, e precisou de duas palavras. De certo modo, portanto, cada língua é a expressão de uma concepção do mundo.
(PERINI, Mário A. A língua do Brasil amanhã e outros mistérios. São Paulo: Parábola, 2004. p. 41–43.)
Agora podemos ver que a palavra portuguesa dedo não é simplesmente a designação de uma coisa – porque, antes de designar essa coisa, a nossa língua a definiu de certa maneira. Tanto assim que o inglês fez uma definição diferente, e precisou de duas palavras.
Indique a alternativa em que as duas frases acima foram reunidas em uma única, com pontuação adequada.
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As três almas do poeta
Ênio, poeta latino do século II a. C., falava três línguas: o grego, que ele tinha aprendido por ser na época a língua de cultura dominante no sul da Itália; o latim, em que escreveu suas obras; e o osco, que era com toda a probabilidade sua língua nativa. O osco (uma língua aparentada ao latim) era naquele tempo o idioma da maioria da população na região, mas acabou sendo suplantado pelo latim, língua dos conquistadores e do Império. De qualquer forma, no século II a.C., as três línguas tinham seu lugar na mesma região. E Ênio, que sabia as três, costumava dizer que tinha “três almas”.
É curioso observar que ele exprimiu com isso uma coisa muito importante relativa ao conhecimento de uma língua: não se trata simplesmente de “uma outra maneira de dizer as coisas” (t able em vez de mesa, te quiero em vez de eu te amo), mas de outra maneira de entender, de conceber, talvez mesmo de sentir o mundo.
Para começar com um exemplo bem simples, podemos examinar a extensão do significado das palavras individuais de língua para língua. O vocabulário de uma língua reflete um recorte da realidade muito próprio, que varia de língua para língua. Por exemplo, temos em português a palavra dedo, que nos parece muito concreta; diríamos que é simplesmente o nome que damos em nossa língua a um objeto que nos é dado pelo mundo real: um dedo é uma coisa, ou seja, uma parte definida do corpo, e o que pode variar é a maneira de designar essa coisa. No entanto, em inglês há duas palavras para “dedo”: finger e toe, que não são a mesma coisa. Um finger é um dedo da mão, e um toe é um dedo do pé; para nós, são todos dedos, mas para um inglês são duas coisas diferentes.
O que temos aqui (visto no microscópio) é um pequeno exemplo de como duas línguas recortam diferentemente a realidade. Agora podemos ver que a palavra portuguesa dedo não é simplesmente a designação de uma coisa – porque, antes de designar essa coisa, a nossa língua a definiu de certa maneira. Tanto assim que o inglês fez uma definição diferente, e precisou de duas palavras. De certo modo, portanto, cada língua é a expressão de uma concepção do mundo.
(PERINI, Mário A. A língua do Brasil amanhã e outros mistérios. São Paulo: Parábola, 2004. p. 41–43.)
Entre as expressões usadas para assinalar as relações de sentido no texto, podem-se destacar : porque, tanto assim que, portanto. As relações de sentido que essas expressões indicam seriam mantidas se elas fossem substituídas, respectivamente, por:
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As três almas do poeta
Ênio, poeta latino do século II a. C., falava três línguas: o grego, que ele tinha aprendido por ser na época a língua de cultura dominante no sul da Itália; o latim, em que escreveu suas obras; e o osco, que era com toda a probabilidade sua língua nativa. O osco (uma língua aparentada ao latim) era naquele tempo o idioma da maioria da população na região, mas acabou sendo suplantado pelo latim, língua dos conquistadores e do Império. De qualquer forma, no século II a.C., as três línguas tinham seu lugar na mesma região. E Ênio, que sabia as três, costumava dizer que tinha “três almas”.
É curioso observar que ele exprimiu com isso uma coisa muito importante relativa ao conhecimento de uma língua: não se trata simplesmente de “uma outra maneira de dizer as coisas” (table em vez de mesa, te quiero em vez de eu te amo), mas de outra maneira de entender, de conceber, talvez mesmo de sentir o mundo.
Para começar com um exemplo bem simples, podemos examinar a extensão do significado das palavras individuais de língua para língua. O vocabulário de uma língua reflete um recorte da realidade muito próprio, que varia de língua para língua. Por exemplo, temos em português a palavra dedo, que nos parece muito concreta; diríamos que é simplesmente o nome que damos em nossa língua a um objeto que nos é dado pelo mundo real: um dedo é uma coisa, ou seja, uma parte definida do corpo, e o que pode variar é a maneira de designar essa coisa. No entanto, em inglês há duas palavras para “dedo”: finger e toe, que não são a mesma coisa. Um finger é um dedo da mão, e um toe é um dedo do pé; para nós, são todos dedos, mas para um inglês são duas coisas diferentes.
O que temos aqui (visto no microscópio) é um pequeno exemplo de como duas línguas recortam diferentemente a realidade. Agora podemos ver que a palavra portuguesa dedo não é simplesmente a designação de uma coisa – porque, antes de designar essa coisa, a nossa língua a definiu de certa maneira. Tanto assim que o inglês fez uma definição diferente, e precisou de duas palavras. De certo modo, portanto, cada língua é a expressão de uma concepção do mundo.
(PERINI, Mário A. A língua do Brasil amanhã e outros mistérios. São Paulo: Parábola, 2004. p. 41–43.)
Perini inicia seu texto com a afirmação de que “Ênio, poeta latino do século II a. C., falava três línguas: o grego, que ele tinha aprendido por ser na época a língua de cultura dominante no sul da Itália; o latim, em que escreveu suas obras; e o osco, que era com toda a probabilidade sua língua nativa”.
A expressão grifada aponta que o autor não pode garantir que sua afirmação sobre o osco seja verdadeiro, embora ele acredite em sua veracidade. Indique a expressão que poderia substituir a expressão grifada no texto, conservando o mesmo efeito de sentido.
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As três almas do poeta
Ênio, poeta latino do século II a. C., falava três línguas: o grego, que ele tinha aprendido por ser na época a língua de cultura dominante no sul da Itália; o latim, em que escreveu suas obras; e o osco, que era com toda a probabilidade sua língua nativa. O osco (uma língua aparentada ao latim) era naquele tempo o idioma da maioria da população na região, mas acabou sendo suplantado pelo latim, língua dos conquistadores e do Império. De qualquer forma, no século II a.C., as três línguas tinham seu lugar na mesma região. E Ênio, que sabia as três, costumava dizer que tinha “três almas”.
É curioso observar que ele exprimiu com isso uma coisa muito importante relativa ao conhecimento de uma língua: não se trata simplesmente de “uma outra maneira de dizer as coisas” (table em vez de mesa, te quiero em vez de eu te amo), mas de outra maneira de entender, de conceber, talvez mesmo de sentir o mundo.
Para começar com um exemplo bem simples, podemos examinar a extensão do significado das palavras individuais de língua para língua. O vocabulário de uma língua reflete um recorte da realidade muito próprio, que varia de língua para língua. Por exemplo, temos em português a palavra dedo, que nos parece muito concreta; diríamos que é simplesmente o nome que damos em nossa língua a um objeto que nos é dado pelo mundo real: um dedo é uma coisa, ou seja, uma parte definida do corpo, e o que pode variar é a maneira de designar essa coisa. No entanto, em inglês há duas palavras para “dedo”: finger e toe, que não são a mesma coisa. Um finger é um dedo da mão, e um toe é um dedo do pé; para nós, são todos dedos, mas para um inglês são duas coisas diferentes.
O que temos aqui (visto no microscópio) é um pequeno exemplo de como duas línguas recortam diferentemente a realidade. Agora podemos ver que a palavra portuguesa dedo não é simplesmente a designação de uma coisa – porque, antes de designar essa coisa, a nossa língua a definiu de certa maneira. Tanto assim que o inglês fez uma definição diferente, e precisou de duas palavras. De certo modo, portanto, cada língua é a expressão de uma concepção do mundo.
(PERINI, Mário A. A língua do Brasil amanhã e outros mistérios. São Paulo: Parábola, 2004. p. 41–43.)
No texto, Perini afirma: “O vocabulário de uma língua reflete um recorte da realidade muito próprio, que varia de língua para língua”. Sobre vocabulário, considere os seguintes dados:
1. A fruta tropical que chamamos de “banana” recebe esse mesmo nome na maioria das línguas.
2. Em galês (língua falada no país de Gales), o arco-íris é descrito com duas cores: “gwyrdd” (roxo, azul e verde) e “glas” (do amarelo ao vermelho).
3. A palavra “ruka”, em russo, designa a parte do corpo que vai do ombro até a ponta dos dedos: inclui o que chamamos “braço” e “mão”.
4. Para os falantes de português, há uma variedade de frutas designadas com a palavra “limão”; no inglês, o limão amarelo se chama “lemon” e o limão verde “lime”.
5. As declarações de amor se equivalem em várias línguas: “Eu te amo”, “je t’ aime”, “I love you”, “te quiero”.
Exemplificam a afirmação acima de Perini os dados apresentados em:
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As três almas do poeta
Ênio, poeta latino do século II a. C., falava três línguas: o grego, que ele tinha aprendido por ser na época a língua de cultura dominante no sul da Itália; o latim, em que escreveu suas obras; e o osco, que era com toda a probabilidade sua língua nativa. O osco (uma língua aparentada ao latim) era naquele tempo o idioma da maioria da população na região, mas acabou sendo suplantado pelo latim, língua dos conquistadores e do Império. De qualquer forma, no século II a.C., as três línguas tinham seu lugar na mesma região. E Ênio, que sabia as três, costumava dizer que tinha “três almas”.
É curioso observar que ele exprimiu com isso uma coisa muito importante relativa ao conhecimento de uma língua: não se trata simplesmente de “uma outra maneira de dizer as coisas” (table em vez de mesa, te quiero em vez de eu te amo), mas de outra maneira de entender, de conceber, talvez mesmo de sentir o mundo.
Para começar com um exemplo bem simples, podemos examinar a extensão do significado das palavras individuais de língua para língua. O vocabulário de uma língua reflete um recorte da realidade muito próprio, que varia de língua para língua. Por exemplo, temos em português a palavra dedo, que nos parece muito concreta; diríamos que é simplesmente o nome que damos em nossa língua a um objeto que nos é dado pelo mundo real: um dedo é uma coisa, ou seja, uma parte definida do corpo, e o que pode variar é a maneira de designar essa coisa. No entanto, em inglês há duas palavras para “dedo”: finger e toe, que não são a mesma coisa. Um finger é um dedo da mão, e um toe é um dedo do pé; para nós, são todos dedos, mas para um inglês são duas coisas diferentes.
O que temos aqui (visto no microscópio) é um pequeno exemplo de como duas línguas recortam diferentemente a realidade. Agora podemos ver que a palavra portuguesa dedo não é simplesmente a designação de uma coisa – porque, antes de designar essa coisa, a nossa língua a definiu de certa maneira. Tanto assim que o inglês fez uma definição diferente, e precisou de duas palavras. De certo modo, portanto, cada língua é a expressão de uma concepção do mundo.
(PERINI, Mário A. A língua do Brasil amanhã e outros mistérios. São Paulo: Parábola, 2004. p. 41–43.)
Ao afirmar que tinha “três almas”, o poeta Ênio procurava enfatizar que:
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A produção animal no estado do Paraná, de acordo com os dados do IBGE no ano de 2004, apresentou os seguintes destaques em ordem decrescente em relação ao número cabeças:
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2. O custo é relativamente elevado.
3. Existe concorrência com diversos veículos e resta a imagem de “mala lixo”.
4. Com as tecnologias atuais, é simples compor um banco de dados de clientes.
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Relacione os dispositivos do Código de Ética dos Jornalistas com as situações específicas e hipotéticas apresentadas, identificando quais dispositivos do código são feridos pelas situações descritas:
1. Art. 7º - O compromisso fundamental do jornalista é com a verdade dos fatos, e seu trabalho se pauta pela precisa apuração dos acontecimentos e sua correta divulgação.
2. Art. 8º - Sempre que considerar correto e necessário, o jornalista resguardará a origem e identidade das suas fontes de informação.
3. Art. 9º - É dever do jornalista: (...) e) Opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos do Homem.
4. Art. 10 - O jornalista não pode: (...) e) Exercer cobertura jornalística pelo órgão em que trabalha, em instituições públicas e privadas, onde seja funcionário, assessor ou empregado.
5. Art. 14 - O jornalista deve: e) Ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, todas as pessoas objeto de acusações não comprovadas, feitas por terceiros e não suficientemente demonstradas ou verificadas.
( ) Um jornal está fazendo uma matéria sobre a precariedade no atendimento em uma maternidade. A maternidade divulga um relatório completo sobre seus serviços. Um jornalista, que é assessor da maternidade e também empregado do jornal, envia o relatório para a redação, mas a chefia de reportagem se recusa a usar o material, porque o assessor é jornalista da casa.
( ) No caso Suzane Richtofen, a imprensa, em peso, pediu punição exemplar e rápida. Num programa de TV, um jornalista faz uma entrevista com Suzane, mas não a deixa falar. Apenas a faz ouvir diversas intervenções que defendem a pena de morte para a assassina confessa ou a prisão perpétua.
( ) Um foca traz para a redação uma matéria sobre a situação das estradas no Paraná. No lide, faz um balanço geral positivo sobre as estradas, com dados estatísticos e indicando o baixíssimo número de acidentes. No terceiro parágrafo, o foca relata que há um buraco em certa BR que concentra quase 50% dos acidentes. Achando o repórter inexperiente, o editor muda o texto e abre a manchete “Buraco em estrada causa metade dos acidentes do Paraná”.
( ) Um político envolvido em acusações de corrupção envia a um jornalista um dossiê sobre um dos seus adversários políticos. No dossiê, há várias cópias de documentos retirados de processos na Justiça que indicam corrupção. O jornalista trabalha com o acusado e mesmo assim publica as acusações.
( ) Um pequeno lavrador conta uma história sobre assassinatos no campo para um jornalista, sem saber, no entanto, que está falando com um. O jornalista tenta checar a história, mas não consegue provas, apesar de encontrar indícios muito fortes. Ele ouve o relato, publica a versão do lavrador e atribui as informações à sua primeira fonte.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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