João, Técnico Judiciário do Tribunal de Justiça de Alagoas, lotado
em determinada Vara Criminal, revelou fato de que tinha ciência
em razão das suas atribuições, consistente no teor do
depoimento de determinada testemunha em ação penal de
grande repercussão social que tramita em segredo de justiça,
ainda em fase de instrução.
De acordo com as disposições da Lei nº 8.429/92, João:
João, ocupante do cargo efetivo de Analista Judiciário, no exercício de suas funções, recebeu, para si, mensalmente, durante um ano, a quantia de mil reais em dinheiro, a título de presente de Márcio, que figura como réu em determinado processo que tramita na Vara onde João está lotado. Em contrapartida, o Analista Judiciário deixou de dar andamento ao processo que potencialmente poderia causar prejuízo econômico a Márcio. No caso descrito, a ação civil pública por ato de improbidade administrativa:
João, após sucessivas tentativas, não logrou êxito em ser aprovado em concurso público. No entanto, como Pedro, seu amigo, foi eleito e tomou posse no cargo de Prefeito Municipal, João veio a ser nomeado para função de confiança junto a uma secretaria municipal. Por entender que a nomeação foi irregular, o Ministério Público ingressou com ação judicial para que tal fosse reconhecido. À luz da sistemática constitucional, a ação ajuizada pelo Ministério Público, observados os demais requisitos exigidos:
Antônio, Oficial de Justiça do Tribunal de Justiça de Alagoas, adquiriu, para si, durante o exercício do cargo público, bem imóvel cujo valor é desproporcional à sua evolução patrimonial e à sua renda.
De acordo com o ordenamento jurídico, Antônio, em tese:
O controle da administração pública pode ser conceituado como
o conjunto de mecanismos jurídicos e administrativos por meio
dos quais se exerce o poder de fiscalização e de revisão da
atividade administrativa em qualquer das esferas de poder.
Nesse contexto, de acordo com a doutrina e o texto
constitucional, o Poder:
Miro, quando passava na calçada lateral do edifício da Câmara de
Vereadores do Município de São Paulo, é atingido por parte da
janela que caiu do Gabinete da Presidência da Casa Legislativa.
Nessa hipótese, a pessoa jurídica que responderá por eventual
indenização será:
O Presidente de determinada autarquia de Alagoas, no exercício de suas funções, praticou ato ilícito civil que causou danos a determinado usuário do serviço prestado pela entidade. No caso hipotético narrado, incide a responsabilidade civil:
João, apenado que cumpria pena privativa de liberdade
decorrente de sentença penal condenatória com trânsito em
julgado, foi morto no interior de unidade prisional estadual de
Alagoas.
De acordo com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça,
no caso em tela, aplica-se a responsabilidade civil:
De acordo com a doutrina de Direito Administrativo, o ajuste
firmado entre a Administração Pública e entidades que possuam
vontades convergentes, mediante a celebração de acordo para
melhor execução das atividades de interesse comum dos
signatários, é chamado de: