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Caraíbas, Coroaci & Cia Ltda. e João Sá ajuizaram ação de
cobrança em face da fictícia Centrais Elétricas Cardeal da Silva S/A
(CECS), visando a obter a restituição de valores pagos para
construção de rede de eletrificação rural no Município de São
Desidério/BA.
É fato incontroverso que, após a conclusão da rede, esta foi incorporada ao patrimônio da CECS, ocasião em que foi firmado contrato entre os autores e a CECS, em que ela se obrigou a restituir, após o decurso do prazo de 5 anos, as quantias investidas pelo seu valor histórico. Diante da inércia da ré em cumprir o contrato, os autores pleiteiam a restituição dos valores, corrigidos monetariamente pelo IGPM. A questão controvertida no processo é a fixação do prazo prescricional para o exercício da pretensão restituitória, considerando-se que tanto a violação ao direito como a pretensão se deram na vigência do Código Civil (Lei nº 10.406/2002).
De acordo com o entendimento pacificado a respeito na Segunda Seção do STJ, é correto afirmar que o prazo prescricional é de:
É fato incontroverso que, após a conclusão da rede, esta foi incorporada ao patrimônio da CECS, ocasião em que foi firmado contrato entre os autores e a CECS, em que ela se obrigou a restituir, após o decurso do prazo de 5 anos, as quantias investidas pelo seu valor histórico. Diante da inércia da ré em cumprir o contrato, os autores pleiteiam a restituição dos valores, corrigidos monetariamente pelo IGPM. A questão controvertida no processo é a fixação do prazo prescricional para o exercício da pretensão restituitória, considerando-se que tanto a violação ao direito como a pretensão se deram na vigência do Código Civil (Lei nº 10.406/2002).
De acordo com o entendimento pacificado a respeito na Segunda Seção do STJ, é correto afirmar que o prazo prescricional é de:
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- Qualidade de Produtos e Serviços da Prevenção e da Reparação de Danos
- Responsabilidade Civil pelo Fato do Serviço
Wagner ajuizou, em face do Banco Mercantil WZZ de Irecê S/A,
ação declaratória de inexigibilidade de débito, cumulada com
pedido cominatório de exclusão de seus dados dos cadastros de
proteção ao crédito nos quais foi incluído em razão do débito,
além de pedido de indenização por danos morais.
O Banco Mercantil WZZ de Irecê S/A oferece o serviço de
abertura de contas-correntes pela rede mundial de
computadores a partir de sua página, com o preenchimento de
informações e envio de documentos. Um terceiro, não
identificado, realizou a abertura de conta-corrente mediante a
utilização de documentos originais de Wagner. Tal fato é
incontroverso.
A defesa do banco alegou que foi vítima de fraude sofisticada,
pois o falsário se utilizou de documentos verdadeiros; não há
defeito na prestação de serviço, prevalecendo a boa-fé do banco;
há uma relação contratual estabelecida entre o autor e o réu; não
há responsabilidade da instituição financeira diante da fraude
praticada por terceiros ante a inexistência de ilícito praticado e
nexo de causalidade; a inscrição da negativação pela instituição
financeira é exercício regular do direito do fornecedor; e a
responsabilidade objetiva é afastada quando provada a culpa
exclusiva do consumidor ou de terceiros.
Considerando as alegações e os fatos apresentados, bem como os precedentes do STJ, é correto afirmar que:
Considerando as alegações e os fatos apresentados, bem como os precedentes do STJ, é correto afirmar que:
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- Proteção Contratual do Consumidor
- Direitos Básicos do Consumidor
- Da Proteção ContratualContratos de Adesão
- Da Proteção ContratualCláusulas Abusivas
Com fundamento no princípio da vulnerabilidade do consumidor,
o Código de Defesa do Consumidor (CDC) estabelece normas de
ordem pública e interesse social no âmbito contratual, a fim de
assegurar proteção ao consumidor perante o fornecedor.
Em relação ao detalhamento dessa proteção nas normas
consumeristas, é correto afirmar que:
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Em dezembro de 2021, Filomena ajuizou ação em face da
instituição bancária Dinheiro Fácil S/A, arguindo desconhecer a
origem de descontos realizados em sua folha de pagamento a
título de empréstimo consignado. Anexou à inicial procuração e
declaração de hipossuficiência, ambas assinadas pela parte
autora, em janeiro de 2018, de forma digital. O magistrado da
Vara Cível para a qual foi distribuída a referida ação determinou a
intimação da parte autora para emendar a petição inicial em
15 dias, de modo a apresentar os extratos de movimentação
financeira da autora referentes aos meses em que houve o
desconto. Além disso, determinou que a parte autora
apresentasse comprovante de residência e nova procuração
atualizada e específica ao ajuizamento da demanda, sob pena de
indeferimento da petição inicial, destacando o aumento
expressivo de ações semelhantes na comarca, e observando que
a maioria decorria de exercício predatório da advocacia, com
fortes indícios de litigância abusiva. Ademais, ressaltou que tais
demandas vêm sendo julgadas improcedentes em razão da
regularidade dos contratos e da efetiva disponibilização dos
valores aos autores. Em resposta, Filomena peticionou nos autos
informando a dificuldade em obter a documentação exigida e
requerendo a dilação de prazo por 30 dias para apresentação da
nova procuração e do comprovante de residência. Em seguida, o
magistrado decidiu por indeferir a petição inicial.
Considerando o caso narrado e a mais recente jurisprudência do STJ sobre o tema, é correto afirmar que:
Considerando o caso narrado e a mais recente jurisprudência do STJ sobre o tema, é correto afirmar que:
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Rafaela, advogada, foi diagnosticada com um tipo raro de câncer,
recebendo prescrição do uso de medicamento, na quantidade de
120 comprimidos por mês, por prazo indeterminado, com a
finalidade de combater a enfermidade. A Secretaria Estadual de
Saúde se recusou administrativamente a fornecer o
medicamento prescrito por seu médico sob o argumento de que
a droga não se encontrava padronizada nos Programas de
Assistência Farmacêutica da Secretaria do Estado XYZ e do
Ministério da Saúde. Diante de tal fato, Rafaela ajuizou, em causa
própria, ação em face do Estado XYZ junto a uma das Varas de
Fazenda Pública da Capital, objetivando a obtenção de uma
tutela jurisdicional que obrigasse a Fazenda Pública estadual a
fornecer o medicamento prescrito. À causa, a parte autora
atribuiu o valor de R$ 200.000,00 que, segundo ela,
corresponderia ao custo de 12 meses de tratamento. Após o
deferimento de gratuidade de justiça à parte autora, e a
instrução do feito, o pedido autoral foi julgado procedente, com a
condenação do estado-membro a fornecer o medicamento
objeto da demanda. Em contrapartida, o juízo deixou de
condenar a parte ré ao pagamento de honorários advocatícios
em favor da parte autora, considerando que Rafaela não se
encontrava assistida por advogado. Irresignada, a autora interpôs
recurso de apelação tempestivamente, requerendo a reforma da
sentença no tocante aos honorários advocatícios.
Considerando o caso em análise, bem como o entendimento do STJ e as disposições do Código de Processo Civil sobre o tema, o recurso de Rafaela deverá ser:
Considerando o caso em análise, bem como o entendimento do STJ e as disposições do Código de Processo Civil sobre o tema, o recurso de Rafaela deverá ser:
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- Processo Tributário e Execução FiscalProcesso JudicialAções ExacionaisExecução Fiscal
- Processo Tributário e Execução FiscalProcesso JudicialExceção de Pré-Executividade
A Fazenda Pública do Município XYZ ajuizou execução fiscal
contra a imobiliária Vendo e Alugo Fácil Ltda., cobrando suposta
dívida de ISS. A empresa executada apresentou exceção de
pré-executividade arguindo a nulidade da execução, uma vez que
a Certidão de Dívida Ativa (CDA) que embasava a execução
indicava, por engano, legislação do IPTU, e não a do ISS.
O magistrado, então, reconhecendo o erro constante da CDA,
determinou a intimação do município para que o sanasse,
mantendo a execução.
Considerando o caso relatado à luz das disposições da Lei de Execução Fiscal e da jurisprudência do STJ sobre o tema, é correto afirmar que o magistrado agiu:
Considerando o caso relatado à luz das disposições da Lei de Execução Fiscal e da jurisprudência do STJ sobre o tema, é correto afirmar que o magistrado agiu:
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Joana, de 9 anos de idade, reside na Comarca A na companhia de
seus pais. Pela facilidade de acesso e proximidade com o trabalho
dos pais, Joana estuda no colégio municipal da Comarca B, local
em que também se encontra a sede do município. Em
determinado dia, Joana foi vítima de violência física e psicológica
por parte da professora da escola em que estuda, causando
danos físicos e psicológicos na criança.
Com base nessa premissa, caso Joana, representada por seus pais, queira ajuizar ação unicamente indenizatória em face do município, considerando as regras de fixação de competência e o entendimento das Cortes Superiores sobre o tema, a competência será do juízo:
Com base nessa premissa, caso Joana, representada por seus pais, queira ajuizar ação unicamente indenizatória em face do município, considerando as regras de fixação de competência e o entendimento das Cortes Superiores sobre o tema, a competência será do juízo:
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Bernardo propôs ação em face de João, pretendendo impor o
cumprimento de obrigação de fazer, consistente na continuidade
de obra em sua residência, estabelecida em contrato firmado por
ambos de maneira regular, cujo valor pactuado era de
R$ 50.000,00. Alternativamente, caso não seja possível mais o
cumprimento da obrigação, Bernardo pretende indenização pelos
danos materiais que sofreu pelo inadimplemento de João, cujo
valor seria de R$ 15.000,00, sendo este último indicado como
valor da causa. Após ter sido regularmente citado, em
contrarrazões, João, em preliminar, impugnou o valor da causa,
argumentando que o valor do contrato deveria ser o parâmetro
utilizado e, ainda, que há processo arbitral em curso no qual o
árbitro reconheceu sua competência.
Diante da situação hipotética apresentada e à luz do entendimento das Cortes Superiores sobre o tema, deve o juiz:
Diante da situação hipotética apresentada e à luz do entendimento das Cortes Superiores sobre o tema, deve o juiz:
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A Fazenda Pública do Estado X, sem a realização de protesto ou
tentativa extrajudicial de solução do conflito, promoveu execução
fiscal em face de Pedro. A Fazenda apresentou a CDA
regularmente constituída, na qual se pretende a satisfação do
crédito tributário decorrente do inadimplemento do IPTU dos
3 últimos anos, que, somados, alcançavam o montante de dois
salários mínimos. Contudo, aberta a conclusão ao juízo
competente, sobreveio sentença de extinção do processo, sem
resolução do mérito, pela ausência de interesse de agir da
Fazenda Pública.
Diante do episódio narrado, à luz das disposições legais aplicáveis
e levando em consideração a jurisprudência do STF sobre o tema,
a sentença está:
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A empresa Chocolate Feliz S/A celebrou um contrato com uma
empresa para que fornecesse 2 toneladas de cacau diretamente
de Ilhéus/BA. A contratante pagou o valor combinado, mas a
empresa não forneceu o cacau.
Diante disso, a Chocolate Feliz S/A ingressou em juízo e requereu
a concessão de tutela cautelar contra a cooperativa, bem como o
sequestro das 2 toneladas de cacau.
Esclareceu, desde logo, que formularia o pedido principal de execução do contrato firmado entre as partes. O juiz deferiu a tutela cautelar e determinou o sequestro do cacau. Ocorre que, em razão das fortes chuvas que assolaram Ilhéus/BA, somente 1,5 tonelada foi apreendida, ou seja, a tutela cautelar foi efetivada em parte. Com o transcurso do prazo de 30 dias, o juiz declarou a perda da eficácia da tutela cautelar e extinguiu o processo sem resolução do mérito.
Esclareceu, desde logo, que formularia o pedido principal de execução do contrato firmado entre as partes. O juiz deferiu a tutela cautelar e determinou o sequestro do cacau. Ocorre que, em razão das fortes chuvas que assolaram Ilhéus/BA, somente 1,5 tonelada foi apreendida, ou seja, a tutela cautelar foi efetivada em parte. Com o transcurso do prazo de 30 dias, o juiz declarou a perda da eficácia da tutela cautelar e extinguiu o processo sem resolução do mérito.
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