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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Quase todo mundo conhece a história original (grega) sobre Narciso: um belo rapaz que, todos os dias, ia contemplar seu rosto num lago. Era tão fascinado por si mesmo que, certa manhã, quando procurava admirar-se mais de perto, caiu na água e terminou morrendo afogado. No lugar onde caiu, nasceu uma flor, que passamos a chamar de Narciso.
O escritor Oscar Wilde, porém, tem uma maneira diferente de terminar esta história. Ele diz que, quando Narciso morreu, vieram as Oréiades – deusas do bosque – e viram que a água doce do lago havia se transformado em lágrimas salgadas.
“Por que você chora?”, perguntaram as Oréiades.
“Choro por Narciso”.
“Ah, não nos espanta que você chore por Narciso”, continuaram elas. “Afinal de contas, todas nós sempre corremos atrás dele pelo bosque, mas você era o único que tinha a oportunidade de contemplar de perto a sua beleza”.
“Mas Narciso era belo?”, quis saber o lago.
“Quem melhor do que você poderia saber?”, responderam, surpresas, as Oréiades. “Afinal de contas, era em suas margens que ele se debruçava todos os dias”.
O lago ficou algum tempo quieto. Por fim, disse: “eu choro por Narciso, mas jamais havia percebido que era belo. Choro por ele porque, todas as vezes que ele se deitava sobre as minhas margens, eu podia ver, no fundo dos seus olhos, a minha própria beleza refletida”.
Adaptado de: COELHO, Paulo. O lago e Narciso (http://paulocoelhoblog.com/2010/01/02/o-lago-enarciso/). Acesso em 14 de abril de 2014.
Se as ocorrências da palavra você nas linhas 06, 08, 09 e 11 fossem substituídas por ocorrências da palavra tu, como ficariam as formas verbais chora, chore, era e poderia, respectivamente, para fins de concordância?
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Quase todo mundo conhece a história original (grega) sobre Narciso: um belo rapaz que, todos os dias, ia contemplar seu rosto num lago. Era tão fascinado por si mesmo que, certa manhã, quando procurava admirar-se mais de perto, caiu na água e terminou morrendo afogado. No lugar onde caiu, nasceu uma flor, que passamos a chamar de Narciso.
O escritor Oscar Wilde, porém, tem uma maneira diferente de terminar esta história. Ele diz que, quando Narciso morreu, vieram as Oréiades – deusas do bosque – e viram que a água doce do lago havia se transformado em lágrimas salgadas.
“Por que você chora?”, perguntaram as Oréiades.
“Choro por Narciso”.
“Ah, não nos espanta que você chore por Narciso”, continuaram elas. “Afinal de contas, todas nós sempre corremos atrás dele pelo bosque, mas você era o único que tinha a oportunidade de contemplar de perto a sua beleza”.
“Mas Narciso era belo?”, quis saber o lago.
“Quem melhor do que você poderia saber?”, responderam, surpresas, as Oréiades. “Afinal de contas, era em suas margens que ele se debruçava todos os dias”.
O lago ficou algum tempo quieto. Por fim, disse: “eu choro por Narciso, mas jamais havia percebido que era belo. Choro por ele porque, todas as vezes que ele se deitava sobre as minhas margens, eu podia ver, no fundo dos seus olhos, a minha própria beleza refletida”.
Adaptado de: COELHO, Paulo. O lago e Narciso (http://paulocoelhoblog.com/2010/01/02/o-lago-enarciso/). Acesso em 14 de abril de 2014.
Assinale a alternativa que contém uma versão correta do trecho “Ah, não nos espanta que você chore por Narciso” em discurso indireto.
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Quase todo mundo conhece a história original (grega) sobre Narciso: um belo rapaz que, todos os dias, ia contemplar seu rosto num lago. Era tão fascinado por si mesmo que, certa manhã, quando procurava admirar-se mais de perto, caiu na água e terminou morrendo afogado. No lugar onde caiu, nasceu uma flor, que passamos a chamar de Narciso.
O escritor Oscar Wilde, porém, tem uma maneira diferente de terminar esta história. Ele diz que, quando Narciso morreu, vieram as Oréiades – deusas do bosque – e viram que a água doce do lago havia se transformado em lágrimas salgadas.
“Por que você chora?”, perguntaram as Oréiades.
“Choro por Narciso”.
“Ah, não nos espanta que você chore por Narciso”, continuaram elas. “Afinal de contas, todas nós sempre corremos atrás dele pelo bosque, mas você era o único que tinha a oportunidade de contemplar de perto a sua beleza”.
“Mas Narciso era belo?”, quis saber o lago.
“Quem melhor do que você poderia saber?”, responderam, surpresas, as Oréiades. “Afinal de contas, era em suas margens que ele se debruçava todos os dias”.
O lago ficou algum tempo quieto. Por fim, disse: “eu choro por Narciso, mas jamais havia percebido que era belo. Choro por ele porque, todas as vezes que ele se deitava sobre as minhas margens, eu podia ver, no fundo dos seus olhos, a minha própria beleza refletida”.
Adaptado de: COELHO, Paulo. O lago e Narciso (http://paulocoelhoblog.com/2010/01/02/o-lago-enarciso/). Acesso em 14 de abril de 2014.
Considere as seguintes afirmações.
I - O sujeito de procurava é quando.
II - O sujeito de espanta é que você chore por Narciso.
III - A forma verbal havia introduz uma oração com sujeito inexistente.
Quais estão corretas?
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Quase todo mundo conhece a história original (grega) sobre Narciso: um belo rapaz que, todos os dias, ia contemplar seu rosto num lago. Era tão fascinado por si mesmo que, certa manhã, quando procurava admirar-se mais de perto, caiu na água e terminou morrendo afogado. No lugar onde caiu, nasceu uma flor, que passamos a chamar de Narciso.
O escritor Oscar Wilde, porém, tem uma maneira diferente de terminar esta história. Ele diz que, quando Narciso morreu, vieram as Oréiades – deusas do bosque – e viram que a água doce do lago havia se transformado em lágrimas salgadas.
“Por que você chora?”, perguntaram as Oréiades.
“Choro por Narciso”.
“Ah, não nos espanta que você chore por Narciso”, continuaram elas. “Afinal de contas, todas nós sempre corremos atrás dele pelo bosque, mas você era o único que tinha a oportunidade de contemplar de perto a sua beleza”.
“Mas Narciso era belo?”, quis saber o lago.
“Quem melhor do que você poderia saber?”, responderam, surpresas, as Oréiades. “Afinal de contas, era em suas margens que ele se debruçava todos os dias”.
O lago ficou algum tempo quieto. Por fim, disse: “eu choro por Narciso, mas jamais havia percebido que era belo. Choro por ele porque, todas as vezes que ele se deitava sobre as minhas margens, eu podia ver, no fundo dos seus olhos, a minha própria beleza refletida”.
Adaptado de: COELHO, Paulo. O lago e Narciso (http://paulocoelhoblog.com/2010/01/02/o-lago-enarciso/). Acesso em 14 de abril de 2014.
Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações a seguir.
( ) Os dois-pontos da linha 01 poderiam ser substituídos por um ponto e vírgula sem que houvesse incorreção no uso dos sinais de pontuação.
( ) O uso da vírgula depois de perto, na linha 02, é facultativo.
( ) As vírgulas depois de que e manhã estão sendo empregadas pelo mesmo motivo que as vírgulas depois de que e morreu.
( ) Os travessões empregados na linha 5 poderiam ser substituídos por parênteses sem que houvesse incorreção no uso dos sinais de pontuação.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Quase todo mundo conhece a história original (grega) sobre Narciso: um belo rapaz que, todos os dias, ia contemplar seu rosto num lago. Era tão fascinado(a) por si mesmo que, certa manhã(a), quando procurava admirar-se mais de perto, caiu na água(a) e terminou morrendo afogado. No lugar onde caiu, nasceu uma flor(b), que passamos a chamar de Narciso(b).
O escritor(c) Oscar Wilde, porém, tem uma maneira(b) diferente de terminar esta história. Ele diz que, quando Narciso morreu, vieram as Oréiades – deusas(e) do bosque – e viram que a água doce do lago havia se transformado em lágrimas(e) salgadas.
“Por que você chora?”, perguntaram as Oréiades.
“Choro(a) por Narciso”.
“Ah, não nos espanta que você chore por Narciso”, continuaram elas. “Afinal de contas, todas nós sempre corremos atrás(b) dele pelo bosque, mas você era o único que tinha a oportunidade(c) de contemplar de perto a sua beleza”.
“Mas Narciso era belo(c)?”, quis saber o lago(c).
“Quem(d) melhor do que você(d) poderia saber?”, responderam, surpresas, as Oréiades. “Afinal de contas, era em suas margens que ele se debruçava todos os dias”.
O lago ficou algum tempo(e) quieto. Por fim, disse: “eu choro por Narciso, mas jamais havia percebido que era belo. Choro por ele porque, todas as vezes(e) que ele se deitava sobre as minhas margens(d), eu podia ver, no fundo dos seus olhos, a minha própria beleza(d) refletida”.
Adaptado de: COELHO, Paulo. O lago e Narciso (http://paulocoelhoblog.com/2010/01/02/o-lago-enarciso/). Acesso em 14 de abril de 2014.
Assinale a alternativa que contém apenas substantivos retirados do texto.
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Quase todo mundo conhece a história original (grega) sobre Narciso: um belo rapaz que, todos os dias, ia contemplar seu rosto num lago. Era tão fascinado por si mesmo que, certa manhã, quando procurava admirar-se mais de perto, caiu na água e terminou morrendo afogado. No lugar onde caiu, nasceu uma flor, que passamos a chamar de Narciso.
O escritor Oscar Wilde, porém, tem uma maneira diferente de terminar esta história. Ele diz que, quando Narciso morreu, vieram as Oréiades – deusas do bosque – e viram que a água doce do lago havia se transformado em lágrimas salgadas.
“Por que você chora?”, perguntaram as Oréiades.
“Choro por Narciso”.
“Ah, não nos espanta que você chore por Narciso”, continuaram elas. “Afinal de contas, todas nós sempre corremos atrás dele pelo bosque, mas você era o único que tinha a oportunidade de contemplar de perto a sua beleza”.
“Mas Narciso era belo?”, quis saber o lago.
“Quem melhor do que você poderia saber?”, responderam, surpresas, as Oréiades. “Afinal de contas, era em suas margens que ele se debruçava todos os dias”.
O lago ficou algum tempo quieto. Por fim, disse: “eu choro por Narciso, mas jamais havia percebido que era belo. Choro por ele porque, todas as vezes que ele se deitava sobre as minhas margens, eu podia ver, no fundo dos seus olhos, a minha própria beleza refletida”.
Adaptado de: COELHO, Paulo. O lago e Narciso (http://paulocoelhoblog.com/2010/01/02/o-lago-enarciso/). Acesso em 14 de abril de 2014.
Assinale a alternativa que apresenta uma frase com sentido literal equivalente ao da frase Quase todo mundo conhece a história original (grega) sobre Narciso: um belo rapaz que, todos os dias, ia contemplar seu rosto num lago.
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Quase todo mundo conhece a história original (grega) sobre Narciso: um belo rapaz que, todos os dias, ia contemplar seu rosto num lago. Era tão fascinado por si mesmo que, certa manhã, quando procurava admirar-se mais de perto, caiu na água e terminou morrendo afogado. No lugar onde caiu, nasceu uma flor, que passamos a chamar de Narciso.
O escritor Oscar Wilde, porém, tem uma maneira diferente de terminar esta história. Ele diz que, quando Narciso morreu, vieram as Oréiades – deusas do bosque – e viram que a água doce do lago havia se transformado em lágrimas salgadas.
“Por que você chora?”, perguntaram as Oréiades.
“Choro por Narciso”.
“Ah, não nos espanta que você chore por Narciso”, continuaram elas. “Afinal de contas, todas nós sempre corremos atrás dele pelo bosque, mas você era o único que tinha a oportunidade de contemplar de perto a sua beleza”.
“Mas Narciso era belo?”, quis saber o lago.
“Quem melhor do que você poderia saber?”, responderam, surpresas, as Oréiades. “Afinal de contas, era em suas margens que ele se debruçava todos os dias”.
O lago ficou algum tempo quieto. Por fim, disse: “eu choro por Narciso, mas jamais havia percebido que era belo. Choro por ele porque, todas as vezes que ele se deitava sobre as minhas margens, eu podia ver, no fundo dos seus olhos, a minha própria beleza refletida”.
Adaptado de: COELHO, Paulo. O lago e Narciso (http://paulocoelhoblog.com/2010/01/02/o-lago-enarciso/). Acesso em 14 de abril de 2014.
Considere as seguintes afirmações referentes a trechos do texto.
I - O trecho Ele diz que, quando Narciso morreu, vieram as Oréiades – deusas do bosque – e viram que a água doce do lago havia se transformado em lágrimas salgadas está em discurso indireto.
II - O trecho “Choro por Narciso” está em discurso indireto livre.
III - O trecho “Mas Narciso era belo?”, quis saber o lago está em discurso indireto.
Quais estão corretas?
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Quase todo mundo conhece a história original (grega) sobre Narciso: um belo rapaz que, todos os dias, ia contemplar seu rosto num lago. Era tão fascinado por si mesmo que, certa manhã, quando procurava admirar-se mais de perto, caiu na água e terminou morrendo afogado. No lugar onde caiu, nasceu uma flor, que passamos a chamar de Narciso.
O escritor Oscar Wilde, porém, tem uma maneira diferente de terminar esta história. Ele diz que, quando Narciso morreu, vieram as Oréiades – deusas do bosque – e viram que a água doce do lago havia se transformado em lágrimas salgadas.
“Por que você chora?”, perguntaram as Oréiades.
“Choro por Narciso”.
“Ah, não nos espanta que você chore por Narciso”, continuaram elas. “Afinal de contas, todas nós sempre corremos atrás dele pelo bosque, mas você era o único que tinha a oportunidade de contemplar de perto a sua beleza”.
“Mas Narciso era belo?”, quis saber o lago.
“Quem melhor do que você poderia saber?”, responderam, surpresas, as Oréiades. “Afinal de contas, era em suas margens que ele se debruçava todos os dias”.
O lago ficou algum tempo quieto. Por fim, disse: “eu choro por Narciso, mas jamais havia percebido que era belo. Choro por ele porque, todas as vezes que ele se deitava sobre as minhas margens, eu podia ver, no fundo dos seus olhos, a minha própria beleza refletida”.
Adaptado de: COELHO, Paulo. O lago e Narciso (http://paulocoelhoblog.com/2010/01/02/o-lago-enarciso/). Acesso em 14 de abril de 2014.
Se a palavra água estivesse no plural, quantas outras palavras na frase deveriam, necessariamente, sofrer modificações para fins de concordância?
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O escritor Oscar Wilde, porém, tem uma maneira diferente de terminar esta história. Ele diz que, quando Narciso morreu, vieram as Oréiades – deusas do bosque – e viram que a água doce do lago havia se transformado em lágrimas salgadas.
“Por que você chora?”, perguntaram as Oréiades.
“Choro por Narciso”.
“Ah, não nos espanta que você chore por Narciso”, continuaram elas. “Afinal de contas, todas nós sempre corremos atrás dele pelo bosque, mas você era o único que tinha a oportunidade de contemplar de perto a sua beleza”.
“Mas Narciso era belo?”, quis saber o lago.
“Quem melhor do que você poderia saber?”, responderam, surpresas, as Oréiades. “Afinal de contas, era em suas margens que ele se debruçava todos os dias”.
O lago ficou algum tempo quieto. Por fim, disse: “eu choro por Narciso, mas jamais havia percebido que era belo. Choro por ele porque, todas as vezes que ele se deitava sobre as minhas margens, eu podia ver, no fundo dos seus olhos, a minha própria beleza refletida”.
Adaptado de: COELHO, Paulo. O lago e Narciso (http://paulocoelhoblog.com/2010/01/02/o-lago-enarciso/). Acesso em 14 de abril de 2014.
Os pronomes seu e sua estabelecem uma relação entre um elemento possuidor e um elemento possuído. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o elemento possuidor seguido pelo elemento possuído na relação estabelecida por esses dois pronomes, respectivamente.
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Quase todo mundo conhece a história original (grega) sobre Narciso: um belo rapaz que, todos os dias, ia contemplar seu rosto num lago. Era tão fascinado por si mesmo que, certa manhã, quando procurava admirar-se mais de perto, caiu na água e terminou morrendo afogado. No lugar onde caiu, nasceu uma flor, que passamos a chamar de Narciso.
O escritor Oscar Wilde, porém, tem uma maneira diferente de terminar esta história. Ele diz que, quando Narciso morreu, vieram as Oréiades – deusas do bosque – e viram que a água doce do lago havia se transformado em lágrimas salgadas.
“Por que você chora?”, perguntaram as Oréiades.
“Choro por Narciso”.
“Ah, não nos espanta que você chore por Narciso”, continuaram elas. “Afinal de contas, todas nós sempre corremos atrás dele pelo bosque, mas você era o único que tinha a oportunidade de contemplar de perto sua beleza”.
“Mas Narciso era belo?”, quis saber o lago.
“Quem melhor do que você poderia saber?”, responderam, surpresas, as Oréiades. “Afinal de contas, era em suas margens que ele se debruçava todos os dias”.
O lago ficou algum tempo quieto. Por fim, disse: “eu choro por Narciso, mas jamais havia percebido que era belo. Choro por ele porque, todas vezes que ele se deitava sobre as minhas margens, eu podia ver, no fundo dos seus olhos, minha própria beleza refletida”.
Adaptado de: COELHO, Paulo. O lago e Narciso (http://paulocoelhoblog.com/2010/01/02/o-lago-enarciso/). Acesso em 14 de abril de 2014.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
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