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531865 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS

Considere as afirmações abaixo, em relação às técnicas estatísticas multivariadas.

I - A técnica estatística multivariada, conhecida como Análise de Componentes Principais, pode ser caracterizada como uma técnica de classificação que tem por objetivo descobrir, com base nasobservações de p características dos elementos de k amostras, critérios que permitam classificar um novo elemento em uma das k populações que forneceram as amostras.

II - Na utilização da técnica estatística multivariada, conhecida como Análise de Agrupamento (Cluster Analysis), é necessário tomar decisões interdependentes, que envolvam a escolha do coeficiente de proximidade (similaridade ou dissimilaridade) entre as unidades, a escolha do método de agrupamento e a determinação de quantos grupos existem nos dados.

III - A técnica estatística multivariada, conhecida como Análise Fatorial, é uma técnica que visa verificar a estrutura de interdependência das variáveis, tendo por objetivo substituir um conjunto inicial de variáveis por um conjunto menor de variáveis chamadas de fatores.

Quais estão corretas?

 

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531843 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS

INSTRUÇÃO: Para responder a questão, considere o enunciado a seguir:

Fez-se um estudo com um grupo de 31 alunos do curso de Educação Física de uma universidade, registrando-se entre outras variáveis, a idade em anos, o peso em quilogramas, o tempo gasto por cada aluno, em minutos, para correr dois quilômetros e meio, o batimento cardíaco de cada aluno (Bat_Card.) enquanto corre e a taxa de absorção de oxigênio, em milímetros, por quilograma de peso corporal por minuto. Os alunos faziam parte de três turmas de semestres diferentes do curso.

Considerando-se todos os alunos do estudo e todas as variáveis registradas, foi ajustado um modelo de regressão linear múltipla, relacionando a taxa de absorção de oxigênio em função das demais variáveis. Procedeu-se à seleção das variáveis explicativas (independentes), através de um método automático (stepwise.) e de todas as regressões possíveis (Cp de Mallow’s). Observe os resultados para o modelo selecionado:

Enunciado 531843-1

Observe as afirmações abaixo, considerando o nível de significância igual a 0,05.

I - O teste de significância para a regressão linear múltipla, teste F da análise de variância (F = 38,64; p < 0,0001), indica uma contribuição conjunta efetiva do tempo gasto em minutos para correr dois quilômetros e meio, da idade e do batimento cardíaco enquanto o indivíduo corre (Bat_Card.), na explicação da variação na taxa de absorção de oxigênio, em milímetros, por quilograma de peso corporal por minuto.

II - O coeficiente de determinação é 0,81, indicando que 81% da variação na taxa de absorção de oxigênio, em milímetros, por quilograma de peso corporal por minuto é explicado pela regressão linear da taxa em função do tempo gasto em minutos para correr dois quilômetros e meio.

III - Os testes de significância para os coeficientes de regressão parciais indicam uma contribuição individual significativa para cada uma das variáveis explicativas (independentes), tempo gasto em minutos para correr dois quilômetros e meio (p < 0,0001), idade (p = 0,0129) e batimento cardíaco enquanto o indivíduo corre (Bat_Card.) (p = 0,0154).

Quais estão corretas?

 

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Suspiros de fumaça
“Parar de fumar é muito fácil. Eu mesmo já parei umas 20 vezes.” Assim dizia meu pai brincando para minimizar sua maior derrota: nunca conseguiu largar o cigarro. Quando, pela doença, as proibições chegaram, fumava escondido. Anos depois que partiu, minha mãe seguia encontrando maços em esconderijos insólitos.
Meu primeiro contato com o comércio foi comprando cigarros para meu pai. Diligentemente, não aceitava o troco em balas, o acerto justo dignificava a missão. Hoje me lembro dessas incursões com um pingo de culpa, como se nelas houvesse uma névoa de conivência.
Claro, eu era criança. Se é para ter culpa, melhor lembrar dos últimos anos do meu avô materno, quando eu já era adolescente. Outro que levou o cigarro até o fim. Embora a questão seja quem levou quem. Respirando muito mal, os médicos cortaram-lhe o hábito. Mas houve um apelo e uma concessão: três meios cigarros ao dia. Quando estava comigo, roubava no jogo e eu fazia escandalosa vista grossa. Trocávamos olhares e eu esquecia de cortar o cigarro, ou me enganava na difícil matemática que é discernir entre três e quatro.
Sinto falta do cheiro de tabacaria, de comprar cigarros, mas não sei o que faria com eles. Eu jamais fumei e meus fumantes se foram. Não descobri se nunca fumei para não desafiar quem derrotou meu pai ou para triunfar onde ele falhou.
Quando minha mulher chegou na minha vida, fumava. Trazia essa familiaridade de um gozo que eu não entendia. O cigarro para Diana era um amigo fiel que pontuava e sublinhava sua vida. Antes disso, depois daquilo, no momento de angústia, nos momentos de alegria, contra a solidão, enfim, arrimo para todas as pausas. Mas minha paciência com o cigarro, e o custo que ele me trouxe, já havia esgotado. Agora, era eu ou ele. Quase perdi! Havia um inimigo na trincheira, minhas memórias, tinha uma queda pelo inimigo. Mas consegui. Depois de anos de luta e com o decisivo apoio da minha tropa de choque, minhas duas filhas, vencemos.
Se existe algo que aprendi com o cigarro é não menosprezar sua força e o preço que os fumantes estão dispostos a pagar. Tingir de morte o seu prazer, como a medicina explica e agora está impresso em qualquer maço, a meu ver, pouco ajuda. Talvez só denote o que ele é, uma tourada com a finitude, desafiando e chamando a morte a cada tragada.
O preço por esse prazer letal é enorme para a saúde pública. Mas o pior, talvez mais doloroso por ser mais próximo, é testemunhar essa escolha entre a fuga solitária do canudinho de fumaça e a nossa companhia. Gostaria que todos os fumantes que amei tivessem preferido a minha companhia dele, preferência sempre terei ciúme. Precisamos ganhar os fumantes de volta para nós.
Adaptado de: CORSO, Mário. Suspiros de fumaça. Zero Hora, 12/06/2014.
Na frase em que se encontra, a expressão pela doença expressa uma ideia de
 

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527530 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS

Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, associando os tipos de gráficos às variáveis observadas em uma empresa X.

(1) Histograma
(2) Gráfico de Pareto
(3) Gráfico de Linhas

( ) Tempo de emprego dos funcionários da empresa
( ) Evolução do consumo mensal de materiais de expediente
( ) Tipos de defeitos apresentados em peças fabricadas

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

 

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No que diz respeito à associação profissional ou sindical, considere as afirmativas a seguir, tendo em vista as disposições da Constituição Federal.

I - Ninguém é obrigado a filiar-se ou a se manter filiado a sindicato.

II - É possível a criação de mais de uma organização sindical, em qualquer grau, representativa de categoria profissional ou econômica, na mesma base territorial, que será definida pelos trabalhadores ou empregadores interessados.

III - A lei pode exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato, sendo possível, em casos a serem definidos por lei, a interferência e a intervenção na organização sindical pelo Poder Público.

Quais estão corretas?

 

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Mais do que combater as teses racistas que são difundidas em muitos países e sociedades que afirmam serem superiores em relação às outras no que concerne à etnia, devemos voltar nosso olhar para outras vertentes preconceituosas nas sociedades que se consideram avançadas, seja no âmbito tecnológico, ou até mesmo na linguagem e na escrita.
Essa tendência refere-se à superioridade cultural de uma civilização ou grupo em relação a outros que são compreendidos como inferiores e tratados como obsoletos e desvalorizados em todos os seus aspectos culturais.
As sociedades que, durante toda a história da humanidade, foram exploradas, embora perdessem traços culturais, não deixaram de lado suas principais circunscrições que as identificam, assim como seus costumes, crenças e modo de vida próprio. No entanto, as civilizações exploradoras conseguiram desviar o foco dos problemas ocasionado pela exploração, para uma “terrível” imagem dos povos que não se adequaram ao seu estilo de vida, fazendo-nos acreditar que essas civilizações não têm nenhuma relevância cultural no cenário mundial.
Nossas convicções ideológicas pessoais prevalecem muito mais do que qualquer relação social com povos que não pensam como nós pensamos e que fogem de nossos padrões de vida. Somos levados a querer que o outro grupo seja o reflexo ideal do nosso próprio conceito de “sociedade ideal”, caso contrário rotulamos o outro grupo como inferior e irrelevante para o progresso da humanidade.
Ao julgarmos uma cultura em relação à nossa e afirmar sua inferioridade, não devemos partir de valores como avanços tecnológicos e científicos, pois nenhuma civilização é tão “inferior” que não tenha nenhuma característica específica que a nossa ainda não conseguiu desenvolver. Desse modo, se consideramos o diferente como inferior, também podemos cair no mesmo grau de inferioridade, na medida em que o outro grupo nos terá como sendo também inferiores em determinados aspectos.
Adaptado de: LIMA, Fabiano de Albuquerque. Disponível em: <http://www.opovo.com.br/app/jornaldoleitor/noticiasse cundarias/artigos/2013/09/17/noticiajornaldoleitorartigos,- 3131118/a-pretensao-de-uma-superioridadecultural.shtml>. Acessado em 07 jul. 2014.
Assinale a alternativa que contém a afirmação correta acerca do uso de verbos no texto.
 

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510193 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS

Com o objetivo de reconhecer sintomas de anemia, em resultados de exames de diferentes sujeitos, adotou-se dois critérios: o método dos percentis e o gráfico de controle. Identificou-se indivíduos com valores dos exames em, pelo menos, um componente sanguíneo abaixo do percentil 2,5%, no método dos percentis, e abaixo do limite inferior de controle quando se utilizou o gráfico de controle. A classificação para os sujeitos estudados foi a seguinte:

Percentis Gráfico de Controle
Identificados Não Identificados
Identificados 52 16
Não Identificados 32 157

Utilizando o Teste de McNemar, com aproximação x2 (qui-quadrado), obteve-se valor para a estatística de teste igual à 4,69. Pergunta-se: os métodos apresentam diferenças na identificação dos sujeitos? Assinale a alternativa que contém o valor crítico para o teste de significância a 5% e a conclusão correta.

 

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509690 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS

A tabela abaixo apresenta a distribuição de probabilidade da variável X = número de carros vendidos por dia em uma revenda.

Enunciado 509690-1

Sabendo que o valor de venda de cada carro é de R$50.000, qual a receita diária esperada da revenda?

 

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Suspiros de fumaça
“Parar de fumar é muito fácil. Eu mesmo já parei umas 20 vezes.” Assim dizia meu pai brincando para minimizar sua maior derrota: nunca conseguiu largar o cigarro. Quando, pela doença, as proibições chegaram, fumava escondido. Anos depois que partiu, minha mãe seguia encontrando maços em esconderijos insólitos.
Meu primeiro contato com o comércio foi comprando cigarros para meu pai. Diligentemente, não aceitava o troco em balas, o acerto justo dignificava a missão. Hoje me lembro dessas incursões com um pingo de culpa, como se nelas houvesse uma névoa de conivência.
Claro, eu era criança. Se é para ter culpa, melhor lembrar dos últimos anos do meu avô materno, quando eu já era adolescente. Outro que levou o cigarro até o fim. Embora a questão seja quem levou quem. Respirando muito mal, os médicos cortaram-lhe o hábito. Mas houve um apelo e uma concessão: três meios cigarros ao dia. Quando estava comigo, roubava no jogo e eu fazia escandalosa vista grossa. Trocávamos olhares e eu esquecia de cortar o cigarro, ou me enganava na difícil matemática que é discernir entre três e quatro.
Sinto falta do cheiro de tabacaria, de comprar cigarros, mas não sei o que faria com eles. Eu jamais fumei e meus fumantes se foram. Não descobri se nunca fumei para não desafiar quem derrotou meu pai ou para triunfar onde ele falhou.
Quando minha mulher chegou na minha vida, fumava. Trazia essa familiaridade de um gozo que eu não entendia. O cigarro para Diana era um amigo fiel que pontuava e sublinhava sua vida. Antes disso, depois daquilo, no momento de angústia, nos momentos de alegria, contra a solidão, enfim, arrimo para todas as pausas. Mas minha paciência com o cigarro, e o custo que ele me trouxe, já havia esgotado. Agora, era eu ou ele. Quase perdi! Havia um inimigo na trincheira, minhas memórias, tinha uma queda pelo inimigo. Mas consegui. Depois de anos de luta e com o decisivo apoio da minha tropa de choque, minhas duas filhas, vencemos.
Se existe algo que aprendi com o cigarro é não menosprezar sua força e o preço que os fumantes estão dispostos a pagar. Tingir de morte o seu prazer, como a medicina explica e agora está impresso em qualquer maço, a meu ver, pouco ajuda. Talvez só denote o que ele é, uma tourada com a finitude, desafiando e chamando a morte a cada tragada.
O preço por esse prazer letal é enorme para a saúde pública. Mas o pior, talvez mais doloroso por ser mais próximo, é testemunhar essa escolha entre a fuga solitária do canudinho de fumaça e a nossa companhia. Gostaria que todos os fumantes que amei tivessem preferido a minha companhia dele, preferência sempre terei ciúme. Precisamos ganhar os fumantes de volta para nós.
Adaptado de: CORSO, Mário. Suspiros de fumaça. Zero Hora, 12/06/2014.
Ao afirmar que tinha uma queda pelo inimigo, o narrador estabelece uma relação entre a luta que empreendeu contra o vício de sua esposa e
 

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Suspiros de fumaça
“Parar de fumar é muito fácil. Eu mesmo já parei umas 20 vezes.” Assim dizia meu pai brincando para minimizar sua maior derrota: nunca conseguiu largar o cigarro. Quando, pela doença, as proibições chegaram, fumava escondido. Anos depois que partiu, minha mãe seguia encontrando maços em esconderijos insólitos.
Meu primeiro contato com o comércio foi comprando cigarros para meu pai. Diligentemente, não aceitava o troco em balas, o acerto justo dignificava a missão. Hoje me lembro dessas incursões com um pingo de culpa, como se nelas houvesse uma névoa de conivência.
Claro, eu era criança. Se é para ter culpa, melhor lembrar dos últimos anos do meu avô materno, quando eu já era adolescente. Outro que levou o cigarro até o fim. Embora a questão seja quem levou quem. Respirando muito mal, os médicos cortaram-lhe o hábito. Mas houve um apelo e uma concessão: três meios cigarros ao dia. Quando estava comigo, roubava no jogo e eu fazia escandalosa vista grossa. Trocávamos olhares e eu esquecia de cortar o cigarro, ou me enganava na difícil matemática que é discernir entre três e quatro.
Sinto falta do cheiro de tabacaria, de comprar cigarros, mas não sei o que faria com eles. Eu jamais fumei e meus fumantes se foram. Não descobri se nunca fumei para não desafiar quem derrotou meu pai ou para triunfar onde ele falhou.
Quando minha mulher chegou na minha vida, fumava. Trazia essa familiaridade de um gozo que eu não entendia. O cigarro para Diana era um amigo fiel que pontuava e sublinhava sua vida. Antes disso, depois daquilo, no momento de angústia, nos momentos de alegria, contra a solidão, enfim, arrimo para todas as pausas. Mas minha paciência com o cigarro, e o custo que ele me trouxe, já havia esgotado. Agora, era eu ou ele. Quase perdi! Havia um inimigo na trincheira, minhas memórias, tinha uma queda pelo inimigo. Mas consegui. Depois de anos de luta e com o decisivo apoio da minha tropa de choque, minhas duas filhas, vencemos.
Se existe algo que aprendi com o cigarro é não menosprezar sua força e o preço que os fumantes estão dispostos a pagar. Tingir de morte o seu prazer, como a medicina explica e agora está impresso em qualquer maço, a meu ver, pouco ajuda. Talvez só denote o que ele é, uma tourada com a finitude, desafiando e chamando a morte a cada tragada.
O preço por esse prazer letal é enorme para a saúde pública. Mas o pior, talvez mais doloroso por ser mais próximo, é testemunhar essa escolha entre a fuga solitária do canudinho de fumaça e a nossa companhia. Gostaria que todos os fumantes que amei tivessem preferido a minha companhia dele, preferência sempre terei ciúme. Precisamos ganhar os fumantes de volta para nós.
Adaptado de: CORSO, Mário. Suspiros de fumaça. Zero Hora, 12/06/2014.
Assinale a alternativa que apresenta ideia que se pode depreender da leitura do texto.
 

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