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Foram encontradas 162 questões.

510193 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS

Com o objetivo de reconhecer sintomas de anemia, em resultados de exames de diferentes sujeitos, adotou-se dois critérios: o método dos percentis e o gráfico de controle. Identificou-se indivíduos com valores dos exames em, pelo menos, um componente sanguíneo abaixo do percentil 2,5%, no método dos percentis, e abaixo do limite inferior de controle quando se utilizou o gráfico de controle. A classificação para os sujeitos estudados foi a seguinte:

Percentis Gráfico de Controle
Identificados Não Identificados
Identificados 52 16
Não Identificados 32 157

Utilizando o Teste de McNemar, com aproximação x2 (qui-quadrado), obteve-se valor para a estatística de teste igual à 4,69. Pergunta-se: os métodos apresentam diferenças na identificação dos sujeitos? Assinale a alternativa que contém o valor crítico para o teste de significância a 5% e a conclusão correta.

 

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509690 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS

A tabela abaixo apresenta a distribuição de probabilidade da variável X = número de carros vendidos por dia em uma revenda.

Enunciado 509690-1

Sabendo que o valor de venda de cada carro é de R$50.000, qual a receita diária esperada da revenda?

 

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509124 Ano: 2014
Disciplina: Arquivologia
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
No que se refere à origem e formação do arquivista no Brasil, considere as afirmações abaixo.
I - O primeiro programa brasileiro de ensino de Arquivologia foi instaurado na Universidade do Rio de Janeiro, no ano de 1974.
II - Alguns autores consideram que a formação do arquivista é marcada pelo tecnicismo e uma pretensa neutralidade em detrimento de pesquisas na área.
III - No Brasil, coexistem dois conceitos básicos: a Arquivologia e a Arquivística.
IV - O conceito de Arquivologia abrange princípios e técnicas a serem observados na produção, organização, guarda, preservação e utilização dos arquivos.
Quais estão corretas?
 

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Suspiros de fumaça
“Parar de fumar é muito fácil. Eu mesmo já parei umas 20 vezes.” Assim dizia meu pai brincando para minimizar sua maior derrota: nunca conseguiu largar o cigarro. Quando, pela doença, as proibições chegaram, fumava escondido. Anos depois que partiu, minha mãe seguia encontrando maços em esconderijos insólitos.
Meu primeiro contato com o comércio foi comprando cigarros para meu pai. Diligentemente, não aceitava o troco em balas, o acerto justo dignificava a missão. Hoje me lembro dessas incursões com um pingo de culpa, como se nelas houvesse uma névoa de conivência.
Claro, eu era criança. Se é para ter culpa, melhor lembrar dos últimos anos do meu avô materno, quando eu já era adolescente. Outro que levou o cigarro até o fim. Embora a questão seja quem levou quem. Respirando muito mal, os médicos cortaram-lhe o hábito. Mas houve um apelo e uma concessão: três meios cigarros ao dia. Quando estava comigo, roubava no jogo e eu fazia escandalosa vista grossa. Trocávamos olhares e eu esquecia de cortar o cigarro, ou me enganava na difícil matemática que é discernir entre três e quatro.
Sinto falta do cheiro de tabacaria, de comprar cigarros, mas não sei o que faria com eles. Eu jamais fumei e meus fumantes se foram. Não descobri se nunca fumei para não desafiar quem derrotou meu pai ou para triunfar onde ele falhou.
Quando minha mulher chegou na minha vida, fumava. Trazia essa familiaridade de um gozo que eu não entendia. O cigarro para Diana era um amigo fiel que pontuava e sublinhava sua vida. Antes disso, depois daquilo, no momento de angústia, nos momentos de alegria, contra a solidão, enfim, arrimo para todas as pausas. Mas minha paciência com o cigarro, e o custo que ele me trouxe, já havia esgotado. Agora, era eu ou ele. Quase perdi! Havia um inimigo na trincheira, minhas memórias, tinha uma queda pelo inimigo. Mas consegui. Depois de anos de luta e com o decisivo apoio da minha tropa de choque, minhas duas filhas, vencemos.
Se existe algo que aprendi com o cigarro é não menosprezar sua força e o preço que os fumantes estão dispostos a pagar. Tingir de morte o seu prazer, como a medicina explica e agora está impresso em qualquer maço, a meu ver, pouco ajuda. Talvez só denote o que ele é, uma tourada com a finitude, desafiando e chamando a morte a cada tragada.
O preço por esse prazer letal é enorme para a saúde pública. Mas o pior, talvez mais doloroso por ser mais próximo, é testemunhar essa escolha entre a fuga solitária do canudinho de fumaça e a nossa companhia. Gostaria que todos os fumantes que amei tivessem preferido a minha companhia dele, preferência sempre terei ciúme. Precisamos ganhar os fumantes de volta para nós.
Adaptado de: CORSO, Mário. Suspiros de fumaça. Zero Hora, 12/06/2014.
Ao afirmar que tinha uma queda pelo inimigo, o narrador estabelece uma relação entre a luta que empreendeu contra o vício de sua esposa e
 

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Suspiros de fumaça
“Parar de fumar é muito fácil. Eu mesmo já parei umas 20 vezes.” Assim dizia meu pai brincando para minimizar sua maior derrota: nunca conseguiu largar o cigarro. Quando, pela doença, as proibições chegaram, fumava escondido. Anos depois que partiu, minha mãe seguia encontrando maços em esconderijos insólitos.
Meu primeiro contato com o comércio foi comprando cigarros para meu pai. Diligentemente, não aceitava o troco em balas, o acerto justo dignificava a missão. Hoje me lembro dessas incursões com um pingo de culpa, como se nelas houvesse uma névoa de conivência.
Claro, eu era criança. Se é para ter culpa, melhor lembrar dos últimos anos do meu avô materno, quando eu já era adolescente. Outro que levou o cigarro até o fim. Embora a questão seja quem levou quem. Respirando muito mal, os médicos cortaram-lhe o hábito. Mas houve um apelo e uma concessão: três meios cigarros ao dia. Quando estava comigo, roubava no jogo e eu fazia escandalosa vista grossa. Trocávamos olhares e eu esquecia de cortar o cigarro, ou me enganava na difícil matemática que é discernir entre três e quatro.
Sinto falta do cheiro de tabacaria, de comprar cigarros, mas não sei o que faria com eles. Eu jamais fumei e meus fumantes se foram. Não descobri se nunca fumei para não desafiar quem derrotou meu pai ou para triunfar onde ele falhou.
Quando minha mulher chegou na minha vida, fumava. Trazia essa familiaridade de um gozo que eu não entendia. O cigarro para Diana era um amigo fiel que pontuava e sublinhava sua vida. Antes disso, depois daquilo, no momento de angústia, nos momentos de alegria, contra a solidão, enfim, arrimo para todas as pausas. Mas minha paciência com o cigarro, e o custo que ele me trouxe, já havia esgotado. Agora, era eu ou ele. Quase perdi! Havia um inimigo na trincheira, minhas memórias, tinha uma queda pelo inimigo. Mas consegui. Depois de anos de luta e com o decisivo apoio da minha tropa de choque, minhas duas filhas, vencemos.
Se existe algo que aprendi com o cigarro é não menosprezar sua força e o preço que os fumantes estão dispostos a pagar. Tingir de morte o seu prazer, como a medicina explica e agora está impresso em qualquer maço, a meu ver, pouco ajuda. Talvez só denote o que ele é, uma tourada com a finitude, desafiando e chamando a morte a cada tragada.
O preço por esse prazer letal é enorme para a saúde pública. Mas o pior, talvez mais doloroso por ser mais próximo, é testemunhar essa escolha entre a fuga solitária do canudinho de fumaça e a nossa companhia. Gostaria que todos os fumantes que amei tivessem preferido a minha companhia dele, preferência sempre terei ciúme. Precisamos ganhar os fumantes de volta para nós.
Adaptado de: CORSO, Mário. Suspiros de fumaça. Zero Hora, 12/06/2014.
Assinale a alternativa que apresenta ideia que se pode depreender da leitura do texto.
 

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491543 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS

A edificação de uma repartição pública, classificada como Grupo D quanto à ocupação pela NBR 9077/2001 "Saídas de emergência em edifícios”, tem um determinado pavimento com 1050m2. A referida norma indica, em sua Tabela 5, os dados abaixo para o dimensionamento de saídas.

Ocupação/Grupo População Capacidade da Unidade de Passagem
Acessos e Descargas Escadas e Rampas Portas
D Uma pessoa por 7,00m2 de área 100 60 100

Qual deve ser a largura mínima dos acessos e descargas?

 

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491335 Ano: 2014
Disciplina: Arquivologia
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
No meio arquivístico brasileiro, foi consagrada a distinção entre “classificação” e “arranjo”, conforme Gonçalves (1998). De acordo com tal distinção, a “classificação” corresponde às operações técnicas destinadas a organizar a documentação de caráter , a partir da análise das funções e atividades do organismo produtor de arquivos. Por sua vez, o “arranjo” engloba as operações técnicas destinadas a organizar a documentação de caráter .
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do parágrafo acima.
 

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Nos documentos do MS-Word, o cabeçalho e o rodapé podem conter certas informações, entre elas, número de página. Com relação a esse dado, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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484299 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS

INSTRUÇÃO: Para responder a questão, considere o enunciado a seguir:

Fez-se um estudo com um grupo de 31 alunos do curso de Educação Física de uma universidade, registrando-se entre outras variáveis, a idade em anos, o peso em quilogramas, o tempo gasto por cada aluno, em minutos, para correr dois quilômetros e meio, o batimento cardíaco de cada aluno (Bat_Card.) enquanto corre e a taxa de absorção de oxigênio, em milímetros, por quilograma de peso corporal por minuto. Os alunos faziam parte de três turmas de semestres diferentes do curso.

Para se verificar a aderência dos dados da variável taxa à distribuição normal, procedeu-se o teste de Kolmogorov-Smirnov, obtendo-se o seguinte resultado:

Enunciado 484299-1

Assinale a alternativa que apresenta a conclusão correta, ao nível de significância de 5%, sobre a aderência à distribuição normal.

 

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484294 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
Considere as seguintes afirmações com relação a demolições de casas térreas de alvenaria.
I - Nenhuma demolição pode ser feita no alinhamento ou com recuo inferior a 4m sem que haja fechamento em toda a extensão e altura.
II - Não é necessária a contratação de profissional legalmente habilitado, podendo a demolição ser realizada pelo próprio dono do terreno.
III - Alguns resíduos da demolição, como os oriundos das alvenarias, argamassas e concreto, podem ser reciclados como agregados para uso em concretos estruturais.
Quais estão corretas?
 

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