Foram encontradas 70 questões.
A amortização do principal referente a operações de créditos por antecipação de receita orçamentária corresponde a uma
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Uma despesa extraorçamentária caracteriza-se por
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Pela execução do orçamento, um evento que provoca um aumento efetivo na situação líquida patrimonial de uma entidade pública é
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Instruções: Para responder à questão, considere os dados da tabela abaixo da Prefeitura ZY, referentes ao exercício financeiro de X1:
(Valores em milhares de reais)
| Receita Prevista | 400.000 |
| Receita Lançada | 435.000 |
| Receita Arrecadada | 410.000 |
| Despesa Fixada | 400.000 |
| Despesa Empenhada | 395.000 |
| Despesa Liquidada | 390.000 |
| Despesa Paga | 380.000 |
O valor da inscrição de restos a pagar não processados no período foi, em milhares de R$,
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Instruções: Para responder à questão, considere os dados da tabela abaixo da Prefeitura ZY, referentes ao exercício financeiro de X1:
(Valores em milhares de reais)
| Receita Prevista | 400.000 |
| Receita Lançada | 435.000 |
| Receita Arrecadada | 410.000 |
| Despesa Fixada | 400.000 |
| Despesa Empenhada | 395.000 |
| Despesa Liquidada | 390.000 |
| Despesa Paga | 380.000 |
Segundo o regime contábil estabelecido pela Lei n.º 4.320/64, o resultado da execução orçamentária foi, em milhares de R$,
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Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.
Não é usual tratar da política na perspectiva da afirmação da verdade. Platão afirmou, na República, que a verdade merece ser estimada sobre todas as coisas, mas ressalvou que há circunstâncias em que a mentira pode ser útil, e não odiosa. Na política, a derrogação da verdade pela aceitação da mentira muito deve à clássica tradição do realismo que identifica no predomínio do conflito o cerne dos fatos políticos. Esta tradição trabalha a ação política como uma ação estratégica que requer, sem idealismos, uma praxiologia, vendo na realidade resistência e no poder, hostilidade. Neste contexto, política é guerra e, como diz o provérbio, "em tempos de guerra, mentiras por mar, mentiras por terra".
Recorrendo a metáforas do reino animal, Maquiavel aponta que o príncipe precisa ter, ao mesmo tempo, no exercício realista do poder, a força do leão e a astúcia ardilosa da raposa. Raposa, leão, assim como camaleão, serpente, polvo – metáforas que frequentemente são utilizadas na descrição de políticos – não podem, com propriedade, caracterizar o ser humano moral que obedece aos consagrados preceitos do "não matar" e do "não mentir", como lembra Norberto Bobbio.
No plano político, o realismo da força torna límpida, numa disputa, a bélica contraposição amigo-inimigo. Já o realismo da fraude é mais sutil, pois opera confundindo e aumentando a opacidade e a incerteza na arena política, como acentua Pier Paolo Portinaro. Maquiavel salienta que a fraude é mais importante do que a força para assegurar o poder e consolidá-lo. É por esse motivo que a simulação, o segredo e a mentira são temas da doutrina da razão de Estado e a veracidade não é usualmente considerada uma virtude característica de governantes.
Sustentar a simulação e a mentira como expedientes usuais na arena política é desconhecer a importância estratégica que a confiança desempenha na pluralidade da interação humana democrática. A confiança requer a boa-fé que pressupõe a veracidade. O Talmude equipara a mentira à pior forma de roubo: "Existem sete classes de ladrões e a primeira é a daqueles que roubam a mente de seus semelhantes através de palavras mentirosas." O padre Antônio Vieira afirmou que a verdade é filha da justiça, porque a justiça dá a cada um o que é seu, ao contrário da mentira, porque esta "ou vos tira o que tendes ou vos dá o que não tendes". Montaigne observou que somente pela palavra é que somos homens e nos entendemos. Por isso mentir é um vício maldito. Impede o entendimento.
(Celso Lafer. O Estado de S. Paulo, A2, 20 de julho de 2008, com adaptações)
Há relação de causa (1) e consequência (2) entre os segmentos transcritos, EXCETO:
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