Magna Concursos

Foram encontradas 120 questões.

862762 Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Consulplan
Orgão: TSE
Considere o seguinte demonstrativo financeiro hipotético de um orçamento público: Pessoal e encargos = R$2.000,00; Juros e encargos da dívida = R$1.500,00; Investimentos = R$500,00; Inversões financeiras = R$100,00 e Amortização de dívida = R$200,00.
Com base nesses dados, qual é o valor total das despesas correntes?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
862759 Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Consulplan
Orgão: TSE
O conceito de orçamento público evoluiu ao longo do tempo, refletindo as mudanças administrativas do poder público e as características do sistema político vigente. Considerando as características do orçamento tradicional e do orçamento- programa, analise.

I. O principal critério de classificação do orçamento- programa são as unidades administrativas.

II. A estrutura do orçamento programa está voltada para aspectos administrativos.

III. O controle no orçamento-programa visa à efetividade.

Assinale
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
862754 Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: Consulplan
Orgão: TSE
Os créditos adicionais suplementares e especiais dependem da indicação de fontes de recursos para sua abertura.
Considerando os possíveis tipos de créditos orçamentários, analise.

I. Créditos suplementares são destinados a reforços de dotação orçamentária.

II. Créditos extraordinários são destinados a despesas urgentes e imprevisíveis.

III. Créditos especiais são destinados a despesas para as quais haja dotação orçamentária específica.

Assinale
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
862750 Ano: 2012
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: Consulplan
Orgão: TSE
Um determinado município tem como limite máximo para dívida consolidada o valor de R$3.650.000,00 e que, ao final do primeiro quadrimestre do ano de 2011, apresentou um valor correspondente a R$3.720.000,00 de dívida consolidada. Com base no exposto, é correto afirmar que o município, enquanto apresentar o valor excedente da dívida consolidada não poderá
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
862734 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TSE

Presente perfeito

Aproveito a chegada do 13° salário e a proximidade

do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

Assinale a alternativa em que a alteração da ordem das duas palavras implique mudança semântica.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
862733 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TSE

Presente perfeito

Aproveito a chegada do 13° salário e a proximidade

do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

Enquanto o primeiro é regido por valores como amor e lealdade, o segundo tem como marca indexadores monetários e contratos. (L. 25-27) Assinale a alternativa que poderia substituir Enquanto no período anterior, sem modificação de sentido.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
862732 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TSE

Presente perfeito

Aproveito a chegada do 13° salário e a proximidade

do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe que, no mundo das relações sociais, o presente serve para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo que ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar naquele restaurante chique ou um perfume um pouco mais caro. (L. 29-34). No trecho anterior, o sinal de dois pontos introduz
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
862730 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TSE

Presente perfeito

Aproveito a chegada do 13° salário e a proximidade

do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

Em relação ao uso da primeira pessoa no texto, é correto afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
862728 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TSE

Presente perfeito

Aproveito a chegada do 13° salário e a proximidade

do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

Em vales-presentes (L. 37), o plural se fez com a flexão dos dois elementos. Assinale a palavra composta em que se devem pluralizar igualmente os dois elementos.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
862727 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TSE

Presente perfeito

Aproveito a chegada do 13° salário e a proximidade

do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

Com base na leitura do texto e os sentidos por ele produzidos, analise as afirmativas a seguir:

I. O presente perfeito é dinheiro vivo.

II. O mundo das relações sociais não é perfeitamente racional.

III. O presente ideal é o que sirva para aliviar culpas.

Assinale
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas