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Paciente apresentou quadro de hematúria macroscópica, sendo indicada avaliação urológica com posterior cistoscopia, que evidenciou tumoração vesical de 1, 1cm, grau III, com discreta invasão da lâmina própria e carcinoma in situ, porém, sem comprometimento da camada muscular própria. Foi submetido à nova cistoscopia para reavaliação que não evidenciou sinais de doença. De acordo com a melhor evidência científica disponível, e considerando a apresentação inicial do tumor vesical, a conduta indicada para esse paciente seria:
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Paciente de 52 anos, com carcinoma metastático de células renais para pulmões e na parede abdominal, iniciou terapia de segunda linha com nivolumabe. Após a terceira aplicação, apresentou diarreia, com cerca de quatro a seis evacuações por dia. Compareceu à consulta de reavaliação sem outros sintomas ou sinais de desidratação e com diminuição significativa da tumoração palpável na parede abdominal. A melhor conduta, nesse caso, é:
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Para avaliação prognóstica de um paciente com carcinoma de células renais metastático, a classificação do IMDC, proposta por Heng e colaboradores em 2013, prevê a avaliação de fatores, como perfomance status, tempo entre o diagnóstico e o início do tratamento menor que um ano, anemia, hipercalcemia, neutrofilia, além de:
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Paciente assintomático com câncer da próstata Gleason 10 (5+5), com PSA inicial de 1.500ng/mL, metastático para os ossos e resistente à castração, em terapia combinada com privação androgênica e abiraterona, apresentou elevação do PSA em cerca de 10% do valor mínimo alcançado pelo tratamento. Segundo os critérios do estudo COU-301, e considerando que os exames de imagem estão estáveis, a avaliação e a melhor conduta, respectivamente, são:
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Paciente de 65 anos foi submetido à prostatectomia radical há cinco anos por um adenocarcinoma da próstata Gleason 7 (4+3). Apresentou recidiva sorológica há dois anos, tratada exclusivamente com terapia de deprivação androgênica. No momento, apresenta nova elevação do PSA, com tomografias de tórax, abdômen e pelve e cintilografia óssea normais. O tipo de câncer da próstata que o cenário descreve e o tratamento que pode ser proposto, com o objetivo de ganho de sobrevida livre de metástases, respectivamente, são:
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Paciente submetido à prostatectomia radical há dois anos, em razão de um adenocarcinoma da próstata Gleason 7 (3+4), apresenta elevação progressiva do PSA, com valores de 0,25ng/mL, 0,50ng/mL e 0,70ng/mL e intervalo de 60 dias entre as medidas. Realizou TC da pelve e cintilografia óssea, que foram normais. De acordo com o estudo GETUG-AFU 16, e considerando a ausência de disponibilidade de novos exames de imagem, o tratamento e o benefício a serem propostos, respectivamente, serão:
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Idoso de 70 anos apresenta diagnóstico de adenocarcinoma de pulmão ALK positivo, EIV (osso e pleura), em curso de lorlatinibe 100mg/dia, em terceira linha de tratamento, há 3 meses. O quadro evolui com alterações cognitivas leves e distúrbios visuais de sete dias de evolução. A RNM de crânio recente não mostra evidência de doença. Neste momento, frente à principal hipótese diagnóstica, a conduta adequada é:
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A classificação de tumores neuroendócrinos (TNEs) de pulmão e de timo variam dos TNEs gastroenteropancreáticos. Em relação aos TNEs do pulmão e timo, são considerados típicos:
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Paciente de 64 anos, ex-tabagista de 40 maços/ano, com diagnóstico de adenocarcinoma de pulmão metastático para osso. Apresenta bom estado geral e PS1. Análise de EGFR, ALK e ROS 1 negativos e PDL1 de 25%. Nesse caso, a escolha como protocolo preferencial em primeira linha de tratamento é:
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Os agentes antineoplásicos atuam no organismo agindo contra a proliferação celular, podendo, por exemplo, atuar diretamente nas sínteses de DNA e RNA. Em relação a esses agentes, é correto afirmar que:
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