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Kelly tem 9 anos e vem apresentando dificuldades na escrita. Foi encaminhada para avaliação fonoaudiológica, sendo identificados sinais de fadiga auditiva e dificuldades de compreensão da fala em ambiente ruidoso. Sendo assim, foi encaminhada para avaliação do Processamento Auditivo, que detectou dificuldades nas habilidades auditivas de fechamento auditivo, processamento temporal, discriminação auditiva e integração binaural.
O Distúrbio do Processamento Auditivo apresentado é denominado:
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A preceptora de Luana observou que, durante a avaliação, apesar de utilizar adequadamente o protocolo de avaliação proposto pela equipe de fonoaudiologia, Luana interagiu muito pouco com Frederico, interrompendo-o a todo momento. Quando questionada a respeito, Luana demonstrou desinteresse e indiferença, afirmando ter realizado a avaliação de maneira adequada.
Diante do comportamento irredutível de Luana, a preceptora considerou estratégico modificar as supervisões realizadas com a residente, com o objetivo de sensibilizá-la e motivá-la a rever sua conduta frente ao paciente. Para tanto, passou a utilizar outros recursos de aprendizagem, como trechos de filmes e reportagens de jornal.
A mudança realizada pela preceptora de Luana baseia-se nos princípios da andragogia, que considera importante, dentre outras, a seguinte estratégia:
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Em virtude da dificuldade de fala, Frederico foi encaminhado para avaliação fonoaudiológica, na qual Luana, residente em fonoaudiologia, observou voz áspera, tensa-estrangulada, com quebras de sonoridade, consoantes imprecisas, distorção de vogais, frases curtas, alterações prosódicas e movimentos involuntários associados.
Considerando os achados da avaliação, Frederico apresenta disartria do tipo:
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Maria José tem 74 anos e sofreu acidente vascular cerebral isquêmico tendo sido hospitalizada. O hospital onde Maria José foi internada executa protocolo de cuidado para pacientes acometidos por acidente vascular, no qual é preconizada avaliação multiprofissional precoce, incluindo a avaliação fonoaudiológica quanto à capacidade de alimentar-se por via oral.
Maria José foi submetida a acompanhamento fonoaudiológico durante toda a internação, tendo recebido alta hospitalar com indicação de cuidado especializado por equipe de internação domiciliar e iniciado imediatamente atendimento fonoaudiológico diário.
A família de Maria José, ao observar que os procedimentos realizados pela fonoaudióloga da empresa eram diferentes dos realizados pela equipe no hospital, decidiu solicitar avaliação e acompanhamento simultâneo da fonoaudióloga que a acompanhava anteriormente.
Nesse caso, a orientação do código de ética do fonoaudiólogo e conduta ética mais adequada são, respectivamente:
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Maria José tem 74 anos e sofreu acidente vascular cerebral isquêmico tendo sido hospitalizada. O hospital onde Maria José foi internada executa protocolo de cuidado para pacientes acometidos por acidente vascular, no qual é preconizada avaliação multiprofissional precoce, incluindo a avaliação fonoaudiológica quanto à capacidade de alimentar-se por via oral.
Após a avaliação morfoestrutural e para esclarecimento diagnóstico, Maria José foi submetida à videoendoscopia da deglutição, que evidenciou estase significativa em valéculas, parede posterior da faringe e seio piriforme.
A justificativa fisiopatológica provável para os achados do exame de Maria José é:
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Kelly tem 9 anos e vem apresentando dificuldades na escrita. Foi encaminhada para avaliação fonoaudiológica, sendo identificados sinais de fadiga auditiva e dificuldades de compreensão da fala em ambiente ruidoso. Sendo assim, foi encaminhada para avaliação do Processamento Auditivo, que detectou dificuldades nas habilidades auditivas de fechamento auditivo, processamento temporal, discriminação auditiva e integração binaural.
O tratamento fonoaudiológico de Kelly deve prever a inclusão de:
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Carmen tem 45 anos, trabalha como auxiliar de serviços gerais e procurou o ambulatório de fonoaudiologia com queixa de zumbido, tontura e perda auditiva progressiva. Relata início dos sintomas há aproximadamente 7 meses e nega intercorrências clínicas neste período. Possui audiometria prévia evidenciando limiares dentro da normalidade.
Os resultados da avaliação audiológica de Carmem encontram-se no audiograma e timpanograma abaixo.

Tendo em vista as queixas e os achados da avaliação audiológica, Carmen é encaminhada para investigação diagnóstica por suspeita de perda auditiva de origem:
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Frederico tem 65 anos e vem apresentando queixa de dificuldades na fala. O neurologista que o acompanha identificou prejuízo na inteligibilidade da fala, associada a contrações musculares involuntárias, lentas, repetitivas e imprecisas. Essas alterações estão relacionadas ao comprometimento da seguinte estrutura:
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Ana Paula procurou o serviço de fonoaudiologia angustiada, pois seu filho Vinicius, de 2 anos e meio, nunca falou e não manifesta intenção para a fala. Aceita bem a interação não verbal e parece compreender o que lhe é dito. Não há comprometimento neurológico.
A partir dos dados de linguagem trazidos por Ana Paula, a fonoaudióloga decidiu realizar a avaliação através da filmagem de uma sessão de interação entre a mãe e a criança e depois dela com a criança.
A análise dos vídeos permitiu estabelecer a competência comunicativa de Vinícius e caracterizar os atos de fala. Esses aspectos dizem respeito ao seguinte nível linguístico:
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Bruno tem 32 anos, é vendedor ambulante, e apresenta histórico de rouquidão desde a infância. Procurou o serviço de Otorrinolaringologia (ORL) com queixa de piora da qualidade vocal, falhas na voz e cansaço ao falar há aproximadamente 1 ano.
Bruno foi submetido à videolaringoestroboscopia (VLE), que revelou abaulamento em prega vocal esquerda com edema e área de rigidez de mucosa.
Suspeitando de cisto intracordal, o médico solicita, durante a VLE, a realização da seguinte estratégia fonatória como recurso diagnóstico:
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