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Em relação à epidemiologia dos transtornos mentais,
políticas de saúde mental e aspectos de saúde
pública, é CORRETO afirmar que:
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4171293
Ano: 2026
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: UFAM
Orgão: UFAM
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Candidato de concurso público federal para o cargo
de Técnico Judiciário, após aprovação nas etapas
objetiva e discursiva, é reprovado na perícia médica
admissional. O laudo informa "inapto por deficiência
intelectual", com base em: (1) laudo médico
apresentando CID-10 F70 (retardo mental leve) com
(escala WAIS); (2) avaliação pericial que
constatou dificuldades de compreensão de
comandos complexos e raciocínio abstrato. O
candidato contesta, alegando que concluiu ensino
médio, trabalha há 10 anos como auxiliar
administrativo em empresa privada e foi aprovado
em todas as etapas do concurso. Segundo o art. 4º
do Decreto 3.298/1999 (alterado pelo Decreto
5.296/2004), para caracterização de deficiência
intelectual, é(são) necessário(s):
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Servidor público de 64 anos, técnico administrativo,
em licença médica há 14 meses por demência mista
(vascular + Alzheimer), com evolução progressiva, é
encaminhado para junta médica oficial. A perícia
constata: (1) comprometimento cognitivo grave
(MEEM: 12/30 ); (2) desorientação temporoespacial
completa; (3) dependência para atividades básicas
de vida diária (alimentação, higiene); (4)
incapacidade total e irreversível para qualquer
atividade laboral. Será concedida aposentadoria por
invalidez. A esposa questiona se a aposentadoria
será integral ou proporcional ao tempo de
contribuição (23 anos de serviço). Segundo o art.
186, §1º, inciso I e art. 186, §3º da Lei 8.112/1990, é
CORRETO afirmar que a:
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Candidato aprovado em concurso público federal
para o cargo de Agente Penitenciário Federal é
submetido a exame médico admissional. Na
avaliação psiquiátrica, relata histórico de duas
internações psiquiátricas, por episódios depressivos
graves (há 5 e 3 anos), com tentativas de suicídio.
Atualmente está há 18 meses em remissão
completa, assintomático, em uso de sertralina 100 mg/dia, com acompanhamento psiquiátrico
regular. O psiquiatra perito o considera inapto,
alegando que o histórico de depressão grave e o
risco suicida é incompatível com uma função que
envolve porte de arma, ambiente de alta tensão e
risco. O candidato contesta judicialmente. Segundo
os princípios éticos e legais da perícia admissional, o
argumento é MAIS pertinente é:
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Servidora de 55 anos, professora universitária,
requer aposentadoria por invalidez alegando
fibromialgia e transtorno depressivo grave. Na
avaliação pericial, a junta médica constata: (1)
critérios diagnósticos preenchidos para transtorno
depressivo maior moderado e fibromialgia; (2) a
servidora realizou apenas dois meses de tratamento
com fluoxetina 20 mg/dia, dose subterapêutica, com
múltiplas faltas às consultas de acompanhamento;
(3) não aderiu a tratamento fisioterápico ou
multidisciplinar para fibromialgia; (4) exame psíquico
pericial: humor deprimido, mas sem lentificação,
mantém funções cognitivas preservadas,
autocuidado adequado, relatou ter ido ao shopping
no dia anterior. Considerando os princípios da
avaliação pericial e a Lei 8.112/1990, a conduta
MAIS adequada é:
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Servidor público federal de 39 anos, técnico em
tecnologia da informação, é submetido a processo
administrativo disciplinar (PAD) por abandono de
cargo (ausências injustificadas por 45 dias
consecutivos). Durante o PAD, a defesa alega que o
servidor estava em surto psicótico nesse período,
apresentando documentação médica de internação
psiquiátrica por esquizofrenia paranoide, com início
dos sintomas coincidente com as faltas. A comissão
processante solicita perícia psiquiátrica retrospectiva.
O perito constata: (1) documentação hospitalar
robusta confirmando surto psicótico grave no
período; (2) delírios persecutórios sistematizados
envolvendo o ambiente de trabalho ("chefes
conspiravam para matá-lo"); (3) o servidor não
comunicou o afastamento por estar gravemente
desorganizado. Segundo o art. 186, §1º, inciso I da
Lei 8.112/1990, o princípio jurídico-pericial aplicável
é:
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Servidora pública federal de 42 anos, auditora fiscal,
diagnosticada com transtorno afetivo bipolar tipo I, é
encaminhada para avaliação pericial, após
estabilização de episódio maníaco com internação
psiquiátrica. Atualmente está eutímica, em uso de
lítio e olanzapina, com boa adesão. Apresenta leve
lentificação cognitiva (efeito medicamentoso) e
dificuldade para lidar com situações de alta
pressão/estresse que possam desencadear novos
episódios. A função de auditoria fiscal envolve:
fiscalização in loco de empresas, prazos rígidos, alta
demanda de produtividade, situações de confronto e
pressão. Não há déficit cognitivo que impeça
atividades burocráticas de menor pressão. A
servidora solicita readaptação. Segundo o art. 24 da
Lei 8.112/1990, assinale a alternativa que apresenta
os critérios CORRETOS para concessão de
readaptação:
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Servidor público federal, analista judiciário de 47
anos, encontra-se em licença médica há 240 dias por
transtorno depressivo recorrente, episódio atual
grave. É encaminhado para junta médica oficial, para
avaliação de aposentadoria por invalidez. Na perícia,
apresenta humor deprimido persistente, anedonia
grave, retardo psicomotor acentuado, hipersonia
(dorme ), déficit cognitivo importante
(dificuldade de concentração, memória e raciocínio
abstrato), ideação suicida passiva recorrente. Já
realizou quatro tentativas de tratamento com
diferentes antidepressivos (ISRS, IRSN, tricíclico) em
doses e tempo adequados, com resposta
insuficiente. Recentemente, foi indicado para
eletroconvulsoterapia, mas ainda não iniciou o
tratamento. Considerando a Lei 8.112/1990 e os
princípios da perícia médica, a conduta MAIS
adequada é:
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Em relação às psicoterapias baseadas em
evidências para transtornos psiquiátricos específicos,
assinale a alternativa que apresenta a associação
MAIS adequada entre transtorno e modalidade
psicoterápica, com maior evidência de eficácia:
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Paciente de 72 anos, com transtorno de ansiedade
generalizada está em uso de clonazepam 2mg/dia ( 1 mg de manhã mais 1mg à noite) há cinco anos.
Desenvolveu insuficiência hepática Child-Pugh B
(moderada) por hepatopatia alcoólica. Além do
clonazepam, usa omeprazol e propranolol.
Considerando a farmacocinética dos
benzodiazepínicos na insuficiência hepática, o ajuste
farmacológico MAIS adequado, é:
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