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Foram encontradas 1.099 questões.

2146860 Ano: 2015
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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O código de ética do Servidor Público Federal, em seu Art.15, diz que é vedado ao servidor público:
 

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2146859 Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Além dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), o ambiente de laboratório apresenta Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC). Dos conjuntos de equipamentos abaixo, qual contém apenas EPC?
 

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Os meios de comunicação como exercício de poder
Por Marilena Chauí - Palestra proferida no lançamento da campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo”, em 27/08/2012, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.
Podemos focalizar o exercício do poder pelos meios de comunicação de massa sob dois aspectos principais: o econômico e o ideológico.
Do ponto de vista econômico, os meios de comunicação fazem parte da indústria cultural. Indústria porque são empresas privadas operando no mercado e que, hoje, sob a ação da chamada globalização, passa por profundas mudanças estruturais, “num processo nunca visto de fusões e aquisições, companhias globais ganharam posições de domínio na mídia.”, como diz o jornalista Caio Túlio Costa. Além da forte concentração (os oligopólios beiram o monopólio), também é significativa a presença, no setor das comunicações, de empresas que não tinham vínculos com ele nem tradição nessa área. O porte dos investimentos e a perspectiva de lucros jamais vistos levaram grupos proprietários de bancos, indústria metalúrgica, indústria elétrica e eletrônica, fabricantes de armamentos e aviões de combate, indústria de telecomunicações a adquirir, mundo afora, jornais, revistas, serviços de telefonia, rádios e televisões, portais de internet, satélites, etc.
No caso do Brasil, o poderio econômico dos meios é inseparável da forma oligárquica do poder do Estado, produzindo um dos fenômenos mais contrários à democracia, qual seja, o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é, a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados, de tal maneira que aqueles que deveriam fiscalizar as concessões públicas se tornam concessionários privados, apropriando-se de um bem público para manter privilégios, monopolizando a comunicação e a informação. Esse privilégio é um poder político que se ergue contra dois direitos democráticos essenciais: a isonomia (a igualdade perante a lei) e a isegoria (o direito à palavra ou o igual direito de todos de expressar-se em público e ter suas opiniões publicamente discutidas e avaliadas). Numa palavra, a cidadania democrática exige que os cidadãos estejam informados para que possam opinar e intervir politicamente e isso lhes é roubado pelo poder econômico dos meios de comunicação.
A isonomia e a isegoria são também ameaçadas e destruídas pelo poder ideológico dos meios de comunicação. De fato, do ponto de vista ideológico, a mídia exerce o poder sob a forma do que denominamos a ideologia da competência, cuja peculiaridade está em seu modo de aparecer sob a forma anônima e impessoal do discurso do conhecimento, e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.
A ideologia da competência pode ser resumida da seguinte maneira: não é qualquer um que pode em qualquer lugar e em qualquer ocasião dizer qualquer coisa a qualquer outro. O discurso competente determina de antemão quem tem o direito de falar e quem deve ouvir, assim como pré-determina os lugares e as circunstâncias em que é permitido falar e ouvir, e define previamente a forma e o conteúdo do que deve ser dito e precisa ser ouvido. Essas distinções têm como fundamento uma distinção principal, aquela que divide socialmente os detentores de um saber ou de um conhecimento (científico, técnico, religioso, político, artístico), que podem falar e têm o direito de mandar e comandar, e os desprovidos de saber, que devem ouvir e obedecer. Numa palavra, a ideologia da competência institui a divisão social entre os competentes, que sabem e por isso mandam, e os incompetentes, que não sabem e por isso obedecem.
Enquanto discurso do conhecimento, essa ideologia opera com a figura do especialista. Os meios de comunicação não só se alimentam dessa figura, mas não cessam de instituí-la como sujeito da comunicação. O especialista competente é aquele que, no rádio, na TV, na revista, no jornal ou no multimídia, divulga saberes, falando das últimas descobertas da ciência ou nos ensinando a agir, pensar, sentir e viver. O especialista competente nos ensina a bem fazer sexo, jardinagem, culinária, educação das crianças, decoração da casa, boas maneiras, uso de roupas apropriadas em horas e locais apropriados, como amar Jesus e ganhar o céu, meditação espiritual, como ter um corpo juvenil e saudável, como ganhar dinheiro e subir na vida. O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.
Ideologicamente, o poder da comunicação de massa não é uma simples inculcação de valores e ideias, pois, dizendo-nos o que devemos pensar, sentir, falar e fazer, o especialista, o formador de opinião e o comunicador nos dizem que nada sabemos e por isso seu poder se realiza como manipulação e intimidação social e cultural.
Um dos aspectos mais terríveis desse duplo poder dos meios de comunicação se manifesta nos procedimentos midiáticos de produção da culpa e condenação sumária dos indivíduos, por meio de um instrumento psicológico profundo: a suspeição, que pressupõe a presunção de culpa. [...]
A opção em que o termo grifado não está acentuado graficamente quanto às novas normas em vigor é:
 

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2146857 Ano: 2015
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
A sucção adequada é essencial ao desenvolvimento de ratos e camundongos nos primeiros dias de vida. Nestes filhotes, o consumo do leite materno por ser verificado por:
 

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2146856 Ano: 2015
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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No início, alguns tipos para impressão eram desenhados e produzidos por seus fundidores, por esse motivo, muitas vezes, recebiam o seu nome. Considerando esta afirmação, escolha a questão abaixo que agrupe famílias de fontes tipográficas clássicas.
 

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2146855 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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Sabe-se que o lucro de uma empresa no exercício social encerrado em 2015 corresponde a 20% do seu patrimônio líquido, em 31/12/2015. O total do ativo na mesma data foi de 600.000,00 e as receitas e despesas totais do exercício equivalem a 450.000,00 e 400.000,00 respectivamente. O valor do Capital de Terceiros em reais da empresa foi equivalente a:
 

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2146853 Ano: 2015
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
Qual das seguintes opções é parte essencial da infraestrutura tecnológica de que as bibliotecas digitais não podem prescindir?
 

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2146852 Ano: 2015
Disciplina: Odontologia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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Em relação ao exame clínico, é correto afirmar:
 

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2146851 Ano: 2015
Disciplina: Zootecnia
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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Em 2000 a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) projetou que a demanda global para recurso animal irá dobrar até 2050, entretanto a agropecuária mundial é uma das responsáveis por emissão dos gases do efeito estufa e compete por recursos que podem se tornar escasos, como terra e água. Sobre a sustentabilidade da pecuária brasileira, é CORRETO afirmar que:
 

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2146850 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFMA
Orgão: UFMA
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No Balanço Patrimonial da Empresa ABC Ltda., foram extraídos os seguintes dados:
Patrimônio Líquido - R$ 250.000,00;
Mercadorias - R$ 250.000,00;
Fornecedores - R$ 50.000,00.
Os dados faltantes são os relativos ao Capital, Lucros ou Prejuízos Acumulados e outros Ativos e têm, respectivamente, os seguintes valores (considere que os valores entre parênteses referem-se a prejuízos):
 

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