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Foram encontradas 100 questões.

1683836 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A capital do Amazonas deve seu nome à tribo dos manaos, que resistiu à ocupação portuguesa no século XVIII, mas historicamente abrigou poucos índios. No início dos anos 1990, menos de 1.000 deles moravam dentro de seus limites. Desde então, contudo, a população indígena vem crescendo aceleradamente. Aldeias inteiras se instalaram em seus bairros. Um recenseamento realizado pela fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra que, hoje, 125.000 índios vivem na capital. Por essa contagem, a população indígena de Manaus só é menor do que a de quatro das reservas do país. E esse número pode estar subestimado.

Veja, 7/5/2008 (com adaptações).

Considerando o texto acima, julgue o item que se segue.

Depreende-se da argumentação do texto que o uso da palavra “subestimado” sugere que, apesar de numerosa, a população indígena de Manaus vive em más condições.

 

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1683835 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A capital do Amazonas deve seu nome à tribo dos manaos, que resistiu à ocupação portuguesa no século XVIII, mas historicamente abrigou poucos índios. No início dos anos 1990, menos de 1.000 deles moravam dentro de seus limites. Desde então, contudo, a população indígena vem crescendo aceleradamente. Aldeias inteiras se instalaram em seus bairros. Um recenseamento realizado pela fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra que, hoje, 125.000 índios vivem na capital. Por essa contagem, a população indígena de Manaus só é menor do que a de quatro das reservas do país. E esse número pode estar subestimado.

Veja, 7/5/2008 (com adaptações).

Considerando o texto acima, julgue o item que se segue.

A partir da informação “a população indígena de Manaus só é menor do que a de quatro das reservas do país”, é correto afirmar que a população indígena de Manaus constituiria a quinta maior reserva indígena do país, no que se refere ao número de habitantes, se fosse uma reserva.

 

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1683834 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A capital do Amazonas deve seu nome à tribo dos manaos, que resistiu à ocupação portuguesa no século XVIII, mas historicamente abrigou poucos índios. No início dos anos 1990, menos de 1.000 deles moravam dentro de seus limites. Desde então, contudo, a população indígena vem crescendo aceleradamente. Aldeias inteiras se instalaram em seus bairros. Um recenseamento realizado pela fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra que, hoje, 125.000 índios vivem na capital. Por essa contagem, a população indígena de Manaus só é menor do que a de quatro das reservas do país. E esse número pode estar subestimado.

Veja, 7/5/2008 (com adaptações).

Considerando o texto acima, julgue o item que se segue.

O uso de “contudo” reforça a ideia de que, apesar de, no início, a população indígena de Manaus ter sido pouco numerosa, essa população vem crescendo a partir dos anos 1990.

 

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1683833 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A capital do Amazonas deve seu nome à tribo dos manaos, que resistiu à ocupação portuguesa no século XVIII, mas historicamente abrigou poucos índios. No início dos anos 1990, menos de 1.000 deles moravam dentro de seus limites. Desde então, contudo, a população indígena vem crescendo aceleradamente. Aldeias inteiras se instalaram em seus bairros. Um recenseamento realizado pela fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra que, hoje, 125.000 índios vivem na capital. Por essa contagem, a população indígena de Manaus só é menor do que a de quatro das reservas do país. E esse número pode estar subestimado.

Veja, 7/5/2008 (com adaptações).

Considerando o texto acima, julgue o item que se segue.

A expressão “seus limites” refere-se aos limites da terra dos manaos.

 

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1683832 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A capital do Amazonas deve seu nome à tribo dos manaos, que resistiu à ocupação portuguesa no século XVIII, mas historicamente abrigou poucos índios. No início dos anos 1990, menos de 1.000 deles moravam dentro de seus limites. Desde então, contudo, a população indígena vem crescendo aceleradamente. Aldeias inteiras se instalaram em seus bairros. Um recenseamento realizado pela fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra que, hoje, 125.000 índios vivem na capital. Por essa contagem, a população indígena de Manaus só é menor do que a de quatro das reservas do país. E esse número pode estar subestimado.

Veja, 7/5/2008 (com adaptações).

Considerando o texto acima, julgue o item que se segue.

A principal função desse texto é manter, por intermédio da linguagem culta, um canal aberto de comunicação com o leitor, a respeito da vida indígena.

 

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1683831 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Nações como México, Peru, Equador, Bolívia e as da América Central têm ilustres manifestações literárias pré-colombianas. O escritor boliviano Jesús Lara, em seu livro sobre a poesia quéchua, sustenta que a conquista foi negativa para a literatura, pois, se houvesse continuado a quéchua, ela seria muito superior à literatura boliviana de inspiração europeia. Se é possível defender uma tese como essa para a Bolívia, por paradoxal que seja, para o Brasil (e os países do Cone Sul), é impossível, porque não tínhamos nada anterior que se pudesse comparar com as literaturas pré-colombianas já mencionadas. Às vezes a contragosto (sobretudo contra o gosto de nossos teóricos do nacionalismo romântico), chegamos à conclusão de que nossa literatura é uma literatura europeia imposta pela colonização, e realmente imposta, no sentido forte da palavra. (...) Já nos autos jesuíticos para catequizar os índios há uma coisa extremamente curiosa e sintomática para o futuro desenvolvimento da literatura: eles são frequentemente bilíngues, mas quem fala tupi-guarani? O diabo, porque os santos falam português. Este é um exemplo em que se mostra como a literatura foi um fator de violenta imposição cultural: a própria língua dos nativos era considerada de certa maneira demoníaca.

Antonio Candido. La literatura latinoamericana como proceso. Buenos Aires: Dedalus, 1981, p. 80 (com adaptações).

Julgue o item subsequente em relação ao texto de Antonio Candido, acerca da formação da literatura brasileira.

A utilização dos autos jesuíticos para a catequização dos índios no Brasil indica que a cultura indígena poderia ter afastado a literatura brasileira dos modelos literários europeus.

 

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1683830 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Nações como México, Peru, Equador, Bolívia e as da América Central têm ilustres manifestações literárias pré-colombianas. O escritor boliviano Jesús Lara, em seu livro sobre a poesia quéchua, sustenta que a conquista foi negativa para a literatura, pois, se houvesse continuado a quéchua, ela seria muito superior à literatura boliviana de inspiração europeia. Se é possível defender uma tese como essa para a Bolívia, por paradoxal que seja, para o Brasil (e os países do Cone Sul), é impossível, porque não tínhamos nada anterior que se pudesse comparar com as literaturas pré-colombianas já mencionadas. Às vezes a contragosto (sobretudo contra o gosto de nossos teóricos do nacionalismo romântico), chegamos à conclusão de que nossa literatura é uma literatura europeia imposta pela colonização, e realmente imposta, no sentido forte da palavra. (...) Já nos autos jesuíticos para catequizar os índios há uma coisa extremamente curiosa e sintomática para o futuro desenvolvimento da literatura: eles são frequentemente bilíngues, mas quem fala tupi-guarani? O diabo, porque os santos falam português. Este é um exemplo em que se mostra como a literatura foi um fator de violenta imposição cultural: a própria língua dos nativos era considerada de certa maneira demoníaca.

Antonio Candido. La literatura latinoamericana como proceso. Buenos Aires: Dedalus, 1981, p. 80 (com adaptações).

Julgue o item subsequente em relação ao texto de Antonio Candido, acerca da formação da literatura brasileira.

As características dos autos jesuíticos que associavam ao diabo os falantes da língua indígena demonstram a ênfase com que a literatura foi usada como arma de colonização.

 

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1683829 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Nações como México, Peru, Equador, Bolívia e as da América Central têm ilustres manifestações literárias pré-colombianas. O escritor boliviano Jesús Lara, em seu livro sobre a poesia quéchua, sustenta que a conquista foi negativa para a literatura, pois, se houvesse continuado a quéchua, ela seria muito superior à literatura boliviana de inspiração europeia. Se é possível defender uma tese como essa para a Bolívia, por paradoxal que seja, para o Brasil (e os países do Cone Sul), é impossível, porque não tínhamos nada anterior que se pudesse comparar com as literaturas pré-colombianas já mencionadas. Às vezes a contragosto (sobretudo contra o gosto de nossos teóricos do nacionalismo romântico), chegamos à conclusão de que nossa literatura é uma literatura europeia imposta pela colonização, e realmente imposta, no sentido forte da palavra. (...) Já nos autos jesuíticos para catequizar os índios há uma coisa extremamente curiosa e sintomática para o futuro desenvolvimento da literatura: eles são frequentemente bilíngues, mas quem fala tupi-guarani? O diabo, porque os santos falam português. Este é um exemplo em que se mostra como a literatura foi um fator de violenta imposição cultural: a própria língua dos nativos era considerada de certa maneira demoníaca.

Antonio Candido. La literatura latinoamericana como proceso. Buenos Aires: Dedalus, 1981, p. 80 (com adaptações).

Julgue o item subsequente em relação ao texto de Antonio Candido, acerca da formação da literatura brasileira.

No Brasil, a literatura indígena pereceu diante da força da literatura europeia porque era oral e não escrita.

 

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1683828 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Nações como México, Peru, Equador, Bolívia e as da América Central têm ilustres manifestações literárias pré-colombianas. O escritor boliviano Jesús Lara, em seu livro sobre a poesia quéchua, sustenta que a conquista foi negativa para a literatura, pois, se houvesse continuado a quéchua, ela seria muito superior à literatura boliviana de inspiração europeia. Se é possível defender uma tese como essa para a Bolívia, por paradoxal que seja, para o Brasil (e os países do Cone Sul), é impossível, porque não tínhamos nada anterior que se pudesse comparar com as literaturas pré-colombianas já mencionadas. Às vezes a contragosto (sobretudo contra o gosto de nossos teóricos do nacionalismo romântico), chegamos à conclusão de que nossa literatura é uma literatura europeia imposta pela colonização, e realmente imposta, no sentido forte da palavra. (...) Já nos autos jesuíticos para catequizar os índios há uma coisa extremamente curiosa e sintomática para o futuro desenvolvimento da literatura: eles são frequentemente bilíngues, mas quem fala tupi-guarani? O diabo, porque os santos falam português. Este é um exemplo em que se mostra como a literatura foi um fator de violenta imposição cultural: a própria língua dos nativos era considerada de certa maneira demoníaca.

Antonio Candido. La literatura latinoamericana como proceso. Buenos Aires: Dedalus, 1981, p. 80 (com adaptações).

Julgue o item subsequente em relação ao texto de Antonio Candido, acerca da formação da literatura brasileira.

De acordo com o texto, como os românticos brasileiros elegeram o índio como símbolo da nacionalidade, os teóricos nacionalistas do Romantismo rejeitam a ideia de que, no Brasil, a literatura tenha começado a existir somente após ter sido imposta pelos colonizadores.

 

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1683827 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Nações como México, Peru, Equador, Bolívia e as da América Central têm ilustres manifestações literárias pré-colombianas. O escritor boliviano Jesús Lara, em seu livro sobre a poesia quéchua, sustenta que a conquista foi negativa para a literatura, pois, se houvesse continuado a quéchua, ela seria muito superior à literatura boliviana de inspiração europeia. Se é possível defender uma tese como essa para a Bolívia, por paradoxal que seja, para o Brasil (e os países do Cone Sul), é impossível, porque não tínhamos nada anterior que se pudesse comparar com as literaturas pré-colombianas já mencionadas. Às vezes a contragosto (sobretudo contra o gosto de nossos teóricos do nacionalismo romântico), chegamos à conclusão de que nossa literatura é uma literatura europeia imposta pela colonização, e realmente imposta, no sentido forte da palavra. (...) Já nos autos jesuíticos para catequizar os índios há uma coisa extremamente curiosa e sintomática para o futuro desenvolvimento da literatura: eles são frequentemente bilíngues, mas quem fala tupi-guarani? O diabo, porque os santos falam português. Este é um exemplo em que se mostra como a literatura foi um fator de violenta imposição cultural: a própria língua dos nativos era considerada de certa maneira demoníaca.

Antonio Candido. La literatura latinoamericana como proceso. Buenos Aires: Dedalus, 1981, p. 80 (com adaptações).

Julgue o item subsequente em relação ao texto de Antonio Candido, acerca da formação da literatura brasileira.

Segundo Jesús Lara, a literatura quéchua é inferior à literatura europeia, pois não pôde resistir à imposição cultural dos espanhóis na Bolívia.

 

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