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O objetivo do mundo codificado que nos circunda: que esqueçamos que ele consiste num tecido artificial que esconde uma natureza sem significado, sem sentido, por ele representada. O objetivo da comunicação humana é nos fazer esquecer esse contexto insignificante, em que nos encontramos completamente sozinhos e “incomunicáveis”, ou seja, é nos fazer esquecer esse mundo em que ocupamos uma cela solitária e em que somos condenados à morte — o mundo da natureza.
Vilém Flusser. O mundo codificado: por uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007, p. 90 (com adaptações).
A respeito do texto acima, julgue o item e assinale a opção correta no item, que são do tipo C.
O sistema capitalista passou por várias transformações a partir dos avanços tecnológicos que facilitaram a comunicação.
A partir desse processo, observa-se
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O objetivo do mundo codificado que nos circunda: que esqueçamos que ele consiste num tecido artificial que esconde uma natureza sem significado, sem sentido, por ele representada. O objetivo da comunicação humana é nos fazer esquecer esse contexto insignificante, em que nos encontramos completamente sozinhos e “incomunicáveis”, ou seja, é nos fazer esquecer esse mundo em que ocupamos uma cela solitária e em que somos condenados à morte — o mundo da natureza.
Vilém Flusser. O mundo codificado: por uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007, p. 90 (com adaptações).
A respeito do texto acima, julgue o item e assinale a opção correta no item, que são do tipo C.
A partir das ideias suscitadas pelo texto, assinale a opção correta.
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O objetivo do mundo codificado que nos circunda: que esqueçamos que ele consiste num tecido artificial que esconde uma natureza sem significado, sem sentido, por ele representada. O objetivo da comunicação humana é nos fazer esquecer esse contexto insignificante, em que nos encontramos completamente sozinhos e “incomunicáveis”, ou seja, é nos fazer esquecer esse mundo em que ocupamos uma cela solitária e em que somos condenados à morte — o mundo da natureza.
Vilém Flusser. O mundo codificado: por uma filosofia do design e da
comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007, p. 90 (com adaptações).
A respeito do texto acima, julgue o item e assinale a opção correta no item, que são do tipo C.
No segundo período do texto, as relações semânticas e sintáticas na estrutura com verbo causativo — “O objetivo da comunicação humana é nos fazer esquecer” — evidenciam que, segundo o autor do texto, a função da comunicação é escamotear a insignificância da existência humana.
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O objetivo do mundo codificado que nos circunda: que esqueçamos que ele consiste num tecido artificial que esconde uma natureza sem significado, sem sentido, por ele representada. O objetivo da comunicação humana é nos fazer esquecer esse contexto insignificante, em que nos encontramos completamente sozinhos e “incomunicáveis”, ou seja, é nos fazer esquecer esse mundo em que ocupamos uma cela solitária e em que somos condenados à morte — o mundo da natureza.
Vilém Flusser. O mundo codificado: por uma filosofia do design e da
comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007, p. 90 (com adaptações).
A respeito do texto acima, julgue o item e assinale a opção correta no item, que são do tipo C.
O autor do texto estabelece uma relação de causa e efeito entre o fato de se experimentar a solidão da existência, representada, no texto, pela metáfora “uma cela solitária” e o fato de a sociedade humana criar um mundo artificial, codificado.
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A cultura brasileira de 1964 a 1968, ano da promulgação do Ato Institucional n.º 5 (AI 5) e da ascensão dos militares da linha dura, não cessou de se afirmar e de produzir indeléveis frutos. Entre as artes, foi justamente o teatro que se tornou alvo da repressão mais violenta. Talvez por ser uma arte da presença, talvez por estarem os artistas mais radicalmente vinculados às propostas e às organizações de esquerda, a verdade é que os palcos se tornaram espaço de debate onde se discutia, de forma apaixonada, o momento histórico brasileiro. Em 1964, respondendo ao Golpe Militar, estreava, no Rio de Janeiro, o show Opinião.
Maria Cristina C. Costa. Censura em cena: teatro e censura no Brasil: arquivo
Miroel Silveira. São Paulo: EDUSP, FAPESP, 2006, p. 184 (com adaptações).
Tendo como referência a imagem apresentada e as ideias desenvolvidas no texto, julgue o próximo item.
A ação implacável da censura imposta pelo regime militar impediu que os artistas cênicos brasileiros levassem aos palcos espetáculos relevantes no período citado no texto.
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A cultura brasileira de 1964 a 1968, ano da promulgação do Ato Institucional n.º 5 (AI 5) e da ascensão dos militares da linha dura, não cessou de se afirmar e de produzir indeléveis frutos. Entre as artes, foi justamente o teatro que se tornou alvo da repressão mais violenta. Talvez por ser uma arte da presença, talvez por estarem os artistas mais radicalmente vinculados às propostas e às organizações de esquerda, a verdade é que os palcos se tornaram espaço de debate onde se discutia, de forma apaixonada, o momento histórico brasileiro. Em 1964, respondendo ao Golpe Militar, estreava, no Rio de Janeiro, o show Opinião.
Maria Cristina C. Costa. Censura em cena: teatro e censura no Brasil: arquivo
Miroel Silveira. São Paulo: EDUSP, FAPESP, 2006, p. 184 (com adaptações).
Tendo como referência a imagem apresentada e as ideias desenvolvidas no texto, julgue o próximo item.
Nas peças teatrais produzidas na época a que se refere o texto, utilizavam-se metáforas para representar as diferentes formas de opressão que marcavam a história brasileira.
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A cultura brasileira de 1964 a 1968, ano da promulgação do Ato Institucional n.º 5 (AI 5) e da ascensão dos militares da linha dura, não cessou de se afirmar e de produzir indeléveis frutos. Entre as artes, foi justamente o teatro que se tornou alvo da repressão mais violenta. Talvez por ser uma arte da presença, talvez por estarem os artistas mais radicalmente vinculados às propostas e às organizações de esquerda, a verdade é que os palcos se tornaram espaço de debate onde se discutia, de forma apaixonada, o momento histórico brasileiro. Em 1964, respondendo ao Golpe Militar, estreava, no Rio de Janeiro, o show Opinião.
Maria Cristina C. Costa. Censura em cena: teatro e censura no Brasil: arquivo
Miroel Silveira. São Paulo: EDUSP, FAPESP, 2006, p. 184 (com adaptações).
Tendo como referência a imagem apresentada e as ideias desenvolvidas no texto, julgue o próximo item.
O AI 5 foi baixado em 1968 pela Junta Militar que assumiu interinamente o poder em decorrência da morte de Costa e Silva e da renúncia do vice-presidente Pedro Aleixo, um civil que se recusou a apoiar atos de força.
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A cultura brasileira de 1964 a 1968, ano da promulgação do Ato Institucional n.º 5 (AI 5) e da ascensão dos militares da linha dura, não cessou de se afirmar e de produzir indeléveis frutos. Entre as artes, foi justamente o teatro que se tornou alvo da repressão mais violenta. Talvez por ser uma arte da presença, talvez por estarem os artistas mais radicalmente vinculados às propostas e às organizações de esquerda, a verdade é que os palcos se tornaram espaço de debate onde se discutia, de forma apaixonada, o momento histórico brasileiro. Em 1964, respondendo ao Golpe Militar, estreava, no Rio de Janeiro, o show Opinião.
Maria Cristina C. Costa. Censura em cena: teatro e censura no Brasil: arquivo
Miroel Silveira. São Paulo: EDUSP, FAPESP, 2006, p. 184 (com adaptações).
Tendo como referência a imagem apresentada e as ideias desenvolvidas no texto, julgue o próximo item.
Paralelamente à censura feita pelo governo militar, alguns artistas desenvolveram um processo de autocensura, para evitar que seus trabalhos fossem proibidos de circular.
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A cultura brasileira de 1964 a 1968, ano da promulgação do Ato Institucional n.º 5 (AI 5) e da ascensão dos militares da linha dura, não cessou de se afirmar e de produzir indeléveis frutos. Entre as artes, foi justamente o teatro que se tornou alvo da repressão mais violenta. Talvez por ser uma arte da presença, talvez por estarem os artistas mais radicalmente vinculados às propostas e às organizações de esquerda, a verdade é que os palcos se tornaram espaço de debate onde se discutia, de forma apaixonada, o momento histórico brasileiro. Em 1964, respondendo ao Golpe Militar, estreava, no Rio de Janeiro, o show Opinião.
Maria Cristina C. Costa. Censura em cena: teatro e censura no Brasil: arquivo
Miroel Silveira. São Paulo: EDUSP, FAPESP, 2006, p. 184 (com adaptações).
Tendo como referência a imagem apresentada e as ideias desenvolvidas no texto, julgue o próximo item.
Na época do Regime Militar, havia censura prévia das representações de peças teatrais, como forma de o governo controlar o que poderia ou não ser veiculado na cena teatral.
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Chovia. Nas bancas de jornal do Rio de Janeiro, no dia 31 de março de 1964, o Correio da Manhã, jornal liberal, estampava o editorial com o título: “Basta!”. Nele, lia-se: “Até que ponto o presidente da República abusará da paciência da Nação? Até que ponto pretende tomar para si, por meio de decretos, leis, a função do poder legislativo?” No dia seguinte, o mesmo jornal publicou outro editorial. O título — “Fora!” — indicava o clima de radicalização política a que o país tinha chegado: “Fora! A Nação não mais suporta a permanência do Sr. João Goulart à frente do governo. Chegou ao limite final a capacidade de tolerá-lo por mais tempo. Só há uma coisa a dizer ao Sr. João Goulart: Saia!”
Marco Antonio Villa. Ditadura à brasileira: 1964-1985, a democracia golpeada
à esquerda e à direita. São Paulo: LeYa, 2014, p. 16-8 (com adaptações).
Tendo como referência o fragmento de texto acima, julgue o próximo item.
Entre os recursos linguísticos utilizados no trecho apresentado, destacam-se: a forma como se inicia o relato, semelhante à do tradicional início de narrativas ficcionais, como evidenciam o emprego do pretérito imperfeito associado ao retardamento da apresentação do fato principal — “o editorial com o título: Basta!” —, e as citações, que atualizam o passado.
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