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Chovia. Nas bancas de jornal do Rio de Janeiro, no dia 31 de março de 1964, o Correio da Manhã, jornal liberal, estampava o editorial com o título: “Basta!”. Nele, lia-se: “Até que ponto o presidente da República abusará da paciência da Nação? Até que ponto pretende tomar para si, por meio de decretos, leis, a função do poder legislativo?” No dia seguinte, o mesmo jornal publicou outro editorial. O título — “Fora!” — indicava o clima de radicalização política a que o país tinha chegado: “Fora! A Nação não mais suporta a permanência do Sr. João Goulart à frente do governo. Chegou ao limite final a capacidade de tolerá-lo por mais tempo. Só há uma coisa a dizer ao Sr. João Goulart: Saia!”
Marco Antonio Villa. Ditadura à brasileira: 1964-1985, a democracia golpeada
à esquerda e à direita. São Paulo: LeYa, 2014, p. 16-8 (com adaptações).
Tendo como referência o fragmento de texto acima, julgue o próximo item.
Os editoriais citados no texto expressam o fato de João Goulart, meses antes do golpe de Estado que o derrubou, ter perdido o apoio de consideráveis parcelas da sociedade brasileira, o que pode explicar, pelo menos em parte, a ausência de resistência ao ato de força que sepultou o regime democrático estabelecido na Constituição de 1946.
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Chovia. Nas bancas de jornal do Rio de Janeiro, no dia 31 de março de 1964, o Correio da Manhã, jornal liberal, estampava o editorial com o título: “Basta!”. Nele, lia-se: “Até que ponto o presidente da República abusará da paciência da Nação? Até que ponto pretende tomar para si, por meio de decretos, leis, a função do poder legislativo?” No dia seguinte, o mesmo jornal publicou outro editorial. O título — “Fora!” — indicava o clima de radicalização política a que o país tinha chegado: “Fora! A Nação não mais suporta a permanência do Sr. João Goulart à frente do governo. Chegou ao limite final a capacidade de tolerá-lo por mais tempo. Só há uma coisa a dizer ao Sr. João Goulart: Saia!”
Marco Antonio Villa. Ditadura à brasileira: 1964-1985, a democracia golpeada
à esquerda e à direita. São Paulo: LeYa, 2014, p. 16-8 (com adaptações).
Tendo como referência o fragmento de texto acima, julgue o próximo item.
Ao acusar Jango de usurpar função do Poder Legislativo, o editorial certamente reportava-se ao fato de o presidente da República ter alterado a Constituição com o objetivo de executar as reformas de base que se propunha fazer, a começar pela reforma agrária.
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Chovia. Nas bancas de jornal do Rio de Janeiro, no dia 31 de março de 1964, o Correio da Manhã, jornal liberal, estampava o editorial com o título: “Basta!”. Nele, lia-se: “Até que ponto o presidente da República abusará da paciência da Nação? Até que ponto pretende tomar para si, por meio de decretos, leis, a função do poder legislativo?” No dia seguinte, o mesmo jornal publicou outro editorial. O título — “Fora!” — indicava o clima de radicalização política a que o país tinha chegado: “Fora! A Nação não mais suporta a permanência do Sr. João Goulart à frente do governo. Chegou ao limite final a capacidade de tolerá-lo por mais tempo. Só há uma coisa a dizer ao Sr. João Goulart: Saia!”
Marco Antonio Villa. Ditadura à brasileira: 1964-1985, a democracia golpeada
à esquerda e à direita. São Paulo: LeYa, 2014, p. 16-8 (com adaptações).
Tendo como referência o fragmento de texto acima, julgue o próximo item.
Eleito presidente da República pelo voto direto, Goulart tomou posse sob a desconfiança das esquerdas, em geral, e dos trabalhistas, em particular, que viam nele falta de pulso para promover as reformas de que o país necessitava e excessiva autonomia em relação ao legado de Getúlio Vargas.
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Chovia. Nas bancas de jornal do Rio de Janeiro, no dia 31 de março de 1964, o Correio da Manhã, jornal liberal, estampava o editorial com o título: “Basta!”. Nele, lia-se: “Até que ponto o presidente da República abusará da paciência da Nação? Até que ponto pretende tomar para si, por meio de decretos, leis, a função do poder legislativo?” No dia seguinte, o mesmo jornal publicou outro editorial. O título — “Fora!” — indicava o clima de radicalização política a que o país tinha chegado: “Fora! A Nação não mais suporta a permanência do Sr. João Goulart à frente do governo. Chegou ao limite final a capacidade de tolerá-lo por mais tempo. Só há uma coisa a dizer ao Sr. João Goulart: Saia!”
Marco Antonio Villa. Ditadura à brasileira: 1964-1985, a democracia golpeada
à esquerda e à direita. São Paulo: LeYa, 2014, p. 16-8 (com adaptações).
Tendo como referência o fragmento de texto acima, julgue o próximo item.
No trecho “Chegou ao limite final a capacidade de tolerá-lo por mais tempo”, a redundância no emprego do adjetivo “final” e da expressão “por mais tempo” está associada à presença da função emotiva da linguagem, visto que se trata de trecho opinativo.
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Chovia. Nas bancas de jornal do Rio de Janeiro, no dia 31 de março de 1964, o Correio da Manhã, jornal liberal, estampava o editorial com o título: “Basta!”. Nele, lia-se: “Até que ponto o presidente da República abusará da paciência da Nação? Até que ponto pretende tomar para si, por meio de decretos, leis, a função do poder legislativo?” No dia seguinte, o mesmo jornal publicou outro editorial. O título — “Fora!” — indicava o clima de radicalização política a que o país tinha chegado: “Fora! A Nação não mais suporta a permanência do Sr. João Goulart à frente do governo. Chegou ao limite final a capacidade de tolerá-lo por mais tempo. Só há uma coisa a dizer ao Sr. João Goulart: Saia!”
Marco Antonio Villa. Ditadura à brasileira: 1964-1985, a democracia golpeada
à esquerda e à direita. São Paulo: LeYa, 2014, p. 16-8 (com adaptações).
Tendo como referência o fragmento de texto acima, julgue o próximo item.
Construído na ordem inversa, o segundo período do texto é iniciado por dois adjuntos adverbiais de lugar seguidos de um adjunto adverbial de tempo.
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Três datas terminadas em 4 devem ser lembradas neste 2014. A primeira é 1954, do suicídio de Getúlio Vargas. A segunda é 1964, do golpe militar apresentado como Revolução.
A terceira, 1984, das Diretas Já. Na primeira ocorreu um drama. Na segunda, uma farsa. Na terceira, um épico. Elas marcaram a história política do país e a de uma geração. Se, num caso, um presidente se matou e, no outro, matou-se a democracia, no terceiro, houve um dos mais bonitos espetáculos cívicos de ressurreição da esperança. Depois de 20 anos de ditadura, o país foi para as ruas e como nunca, antes ou depois, manifestou-se com vigor, mas em ordem e paz.
Zuenir Ventura. Saudades das Diretas Já.
In: O Globo, 29/1/2014 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o próximo item.
O emprego da vírgula após os vocábulos “segunda” e “terceira” assinala a elipse da forma verbal “ocorreu”.
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Três datas terminadas em 4 devem ser lembradas neste 2014. A primeira é 1954, do suicídio de Getúlio Vargas. A segunda é 1964, do golpe militar apresentado como Revolução.
A terceira, 1984, das Diretas Já. Na primeira ocorreu um drama. Na segunda, uma farsa. Na terceira, um épico. Elas marcaram a história política do país e a de uma geração. Se, num caso, um presidente se matou e, no outro, matou-se a democracia, no terceiro, houve um dos mais bonitos espetáculos cívicos de ressurreição da esperança. Depois de 20 anos de ditadura, o país foi para as ruas e como nunca, antes ou depois, manifestou-se com vigor, mas em ordem e paz.
Zuenir Ventura. Saudades das Diretas Já.
In: O Globo, 29/1/2014 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o próximo item.
O emprego do conector “mas” evidencia que, segundo o autor do texto, é possível que, em manifestações populares vigorosas, a ordem e a paz sejam transgredidas.
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Três datas terminadas em 4 devem ser lembradas neste 2014. A primeira é 1954, do suicídio de Getúlio Vargas. A segunda é 1964, do golpe militar apresentado como Revolução.
A terceira, 1984, das Diretas Já. Na primeira ocorreu um drama. Na segunda, uma farsa. Na terceira, um épico. Elas marcaram a história política do país e a de uma geração. Se, num caso, um presidente se matou e, no outro, matou-se a democracia, no terceiro, houve um dos mais bonitos espetáculos cívicos de ressurreição da esperança. Depois de 20 anos de ditadura, o país foi para as ruas e como nunca, antes ou depois, manifestou-se com vigor, mas em ordem e paz.
Zuenir Ventura. Saudades das Diretas Já.
In: O Globo, 29/1/2014 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o próximo item.
No trecho “Se, num caso, um presidente se matou e, no outro, matou-se a democracia”, caso fosse alterada, em cada uma das orações, a posição do sujeito em relação ao verbo, o teor da informação mudaria.
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Três datas terminadas em 4 devem ser lembradas neste 2014. A primeira é 1954, do suicídio de Getúlio Vargas. A segunda é 1964, do golpe militar apresentado como Revolução.
A terceira, 1984, das Diretas Já. Na primeira ocorreu um drama. Na segunda, uma farsa. Na terceira, um épico. Elas marcaram a história política do país e a de uma geração. Se, num caso, um presidente se matou e, no outro, matou-se a democracia, no terceiro, houve um dos mais bonitos espetáculos cívicos de ressurreição da esperança. Depois de 20 anos de ditadura, o país foi para as ruas e como nunca, antes ou depois, manifestou-se com vigor, mas em ordem e paz.
Zuenir Ventura. Saudades das Diretas Já.
In: O Globo, 29/1/2014 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o próximo item.
O trecho “golpe militar apresentado como Revolução” é um índice do atributo “farsa”, que, segundo o autor do texto, caracteriza o fato histórico de 1964 no Brasil.
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Três datas terminadas em 4 devem ser lembradas neste 2014. A primeira é 1954, do suicídio de Getúlio Vargas. A segunda é 1964, do golpe militar apresentado como Revolução.
A terceira, 1984, das Diretas Já. Na primeira ocorreu um drama. Na segunda, uma farsa. Na terceira, um épico. Elas marcaram a história política do país e a de uma geração. Se, num caso, um presidente se matou e, no outro, matou-se a democracia, no terceiro, houve um dos mais bonitos espetáculos cívicos de ressurreição da esperança. Depois de 20 anos de ditadura, o país foi para as ruas e como nunca, antes ou depois, manifestou-se com vigor, mas em ordem e paz.
Zuenir Ventura. Saudades das Diretas Já.
In: O Globo, 29/1/2014 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o próximo item.
Depreende-se do texto que o caráter espontâneo, pacífico e entusiasmado da manifestação popular que eletrizou o país quando foi aprovada a Emenda Dante de Oliveira, em 1984, repetiu-se, praticamente sem alteração, nas recentes manifestações de rua no país, iniciadas em junho de 2013.
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