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Foram encontradas 50 questões.

4081987 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: UNESP
Orgão: UNESP
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Considere a seguinte informação sobre o valor da exportação de carne bovina, no Tocantins, no ano de 2025, publicada em um jornal eletrônico em 30.01.2026:
A carne bovina foi o segundo produto mais exportado pelo Tocantins, com US$ 643,1 milhões e crescimento de [45% sobre o valor exportado em 2024].

(https://tocantins.jornalopcao.com.br/noticias/com-alta-de-15-exportacoes- -de-soja-no-tocantins-somam-us16-bilhao-em-2025-579912/. Adaptado)

Com base nas informações apresentadas, assinale a alternativa que apresenta o intervalo monetário do valor exportado em carne bovina, pelo Tocantins, em 2024.
 

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4081986 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: UNESP
Orgão: UNESP
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No Anuário Brasileiro da Educação Básica – 2025 são apresentadas várias informações, sendo algumas delas, as associadas aos gestores escolares, que constam de um gráfico apresentado no referido documento.
Na representação gráfica a seguir, que foi adaptada do gráfico que conta no Anuário, foram, propositalmente, excluídos os números de diretores escolares atuando nas redes estadual e privada:


Enunciado 4557036-1


Sabendo-se que não há diretor escolar atuando em mais de uma rede, e o número de diretores escolares atuando na rede privada excede em 13.386 pessoas o número de diretores escolares atuando na rede estadual, é correto afirmar que o número de diretores escolares atuando na rede estadual, em 2024, de acordo com o referido documento, era igual a
 

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4081985 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: UNESP
Orgão: UNESP
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A média aritmética simples do número de alunos distribuídos em 12 salas de aula de uma escola, no início do ano letivo passado, era de 28 alunos. No decorrer do ano letivo, houve a saída de 6 alunos e a entrada de mais 42 alunos.
Isso fez com que a média aritmética simples do número de alunos nas salas de aula da escola, no final do ano letivo, comparado ao início do ano letivo, aumentasse em
 

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4081984 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: UNESP
Orgão: UNESP
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Pretende-se distribuir todos os 72 alunos do 7º ano e todos os 80 alunos do 8º ano na maior quantidade de grupos possível, de modo a não existir grupo contendo alunos de ambos os anos e a quantidade de grupos contendo alunos do 7º ano ser igual à quantidade de grupos contendo alunos do 8º ano.
Para tanto, a quantidade de pessoas de cada grupo contendo alunos do 8º ano deverá exceder a quantidade de pessoas de cada grupo contendo alunos do 7º ano em
 

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4081983 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: UNESP
Orgão: UNESP
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Em 2023, a Organização Mundial da Saúde (OMS) apresentou um relatório informando que para cada pessoa adulta afetada pela infertilidade, no mundo, existe um grupo com 5 pessoas adultas que não são afetadas pela infertilidade.
Com base nessa informação, supondo-se uma população adulta de 3 milhões de pessoas, a diferença entre o número de pessoas adultas não afetadas pela infertilidade e o número de pessoas adultas afetadas pela infertilidade seria igual a
 

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4081982 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNESP
Orgão: UNESP
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A frase que está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal é:
 

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4081981 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNESP
Orgão: UNESP
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Considere as seguintes frases:

________ consequência da violência sofrida por Maria da Penha, o Brasil atribuiu a criação de legislação específica.
As instituições produziram discursos adequados ________ luta contra a violência de gênero.
O feminicídio exige prioridade política real______ todas proteções possíveis das vítimas.
A Lei Maria da Penha trouxe avanços imprescindíveis ______ esta nação.

Atendendo à norma-padrão de emprego do sinal indicativo de crase, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, por:
 

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4081980 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNESP
Orgão: UNESP
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A colocação pronominal está em conformidade com a norma-padrão em:
 

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4081979 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNESP
Orgão: UNESP
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Os muitos obstáculos da proteção à mulher
      A advertência feita por Maria da Penha, em recente entrevista ao Estadão, é tão simples quanto incômoda: o Brasil aprendeu a produzir discursos corretos sobre o combate à violência contra a mulher, mas ainda não construiu um compromisso efetivo com as ações necessárias para enfrentá-la. “Discurso bonito se tem, mas discurso comprometido não tem”, resumiu ela. Nesse diagnóstico incluem-se, claro, tanto os governos em todos os níveis quanto o Congresso Nacional e todos os agentes do Estado envolvidos na segurança pública.
       Maria da Penha Maia Fernandes fala com a autoridade de quem transformou uma tragédia pessoal em avanço institucional. Sobrevivente de uma tentativa de feminicídio que a deixou paraplégica, foi sua denúncia internacional que levou o Brasil a reconhecer sua omissão histórica e a criar a Lei Maria da Penha, em 2006. Ao afirmar que há discurso bonito, mas não compromisso efetivo, aponta um padrão persistente de negligência estatal, e não falhas episódicas.
     Essa dissonância entre retórica e prática se reflete nos números persistentes de feminicídio, na lentidão da Justiça e no atendimento frequentemente inadequado às vítimas – um conjunto de falhas que expõe a insuficiência do Estado diante de um problema estrutural que é a violência do homem sobre a mulher. Isso ajuda a explicar por que o feminicídio ainda é tratado como exceção pelo Estado, quando é, na verdade, o desfecho previsível de uma sequência conhecida de omissões. Segundo o Código Penal, feminicídio é o assassinato de mulher cometido “por razões da condição de sexo feminino”. Em outras palavras, é feminicídio quando o crime envolve violência doméstica e familiar ou discriminação de alguém pela condição de mulher da vítima. Essa relação entre gênero e motivação torna a tipificação do crime um desafio investigativo recorrente, mas o histórico demonstra que, em geral, esse tipo de crime é precedido por uma escalada de agressões físicas, psicológicas e simbólicas, no contexto de relações de poder desiguais.
       A Justiça é lenta e, quando chega, frequentemente chega tarde demais. Dados do Conselho Nacional de Justiça mostram que processos de violência doméstica levam, em média, mais de um ano para julgamento, período em que a mulher permanece exposta, vulnerável e desprotegida. Há, porém, um terceiro elemento ainda mais estrutural: o cuidado qualificado no primeiro contato da vítima com o Estado, sobretudo pelas forças policiais. Falta preparo institucional para acolher, orientar e proteger mulheres em situação de violência – e é preciso ser claro: a responsabilidade não recai sobre os policiais individualmente, mas sobre a ausência de programas permanentes de formação e capacitação.
       O machismo e a violência contra a mulher são males antigos; o reconhecimento de sua gravidade como problema público é recente. É compreensível, portanto, que o tema ainda ocupe espaço marginal nas academias de polícia e nos currículos de formação. O que não é aceitável é a permanência dessa marginalidade diante do acúmulo de dados, evidências e diagnósticos.
     Estudos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e do Instituto Sou da Paz convergem ao apontar que a violência institucional e a revitimização afastam mulheres do sistema de proteção, minando a confiança nas instituições. Não se trata de acusar a ponta do sistema, mas de reconhecer que o Estado falhou em criar as condições para uma atuação qualificada e sensível à complexidade da violência de gênero.
       Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Brasil registrou ao menos 1.350 feminicídios entre janeiro e novembro de 2025. Convém cautela na leitura desses dados: parte da variação reflete melhora na notificação e na tipificação de crimes historicamente invisíveis. Maior registro não significa, automaticamente, maior incidência, mas também não pode servir de álibi para a inação.
      O discurso bonito não salva vidas. O enfrentamento do feminicídio exige prioridade política real, qualificação institucional das forças de segurança, resposta judicial tempestiva e a construção deliberada de uma nova cultura no Estado e na sociedade. Enquanto o compromisso permanecer restrito à retórica, o País seguirá reagindo às tragédias quando elas já se consumaram – quase sempre tarde demais.
(Editorial. O Estado de São Paulo. Disponível em:
https://www.estadao.com.br/opiniao/os-muitos-obstaculos-daprotecao-a-mulher/?srsltid=AfmBOooFk4-smbNVNbSjruBDrqvu12ov_4wtlCg
A6ePcn4jz4nZuqZdI . 16 de janeiro de 2026. Acesso em: 25 jan. 2026)
A exclusão da(s) vírgula(s) no trecho preserva a norma-padrão de emprego da vírgula em:
 

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4081978 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UNESP
Orgão: UNESP
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Os muitos obstáculos da proteção à mulher
      A advertência feita por Maria da Penha, em recente entrevista ao Estadão, é tão simples quanto incômoda: o Brasil aprendeu a produzir discursos corretos sobre o combate à violência contra a mulher, mas ainda não construiu um compromisso efetivo com as ações necessárias para enfrentá-la. “Discurso bonito se tem, mas discurso comprometido não tem”, resumiu ela. Nesse diagnóstico incluem-se, claro, tanto os governos em todos os níveis quanto o Congresso Nacional e todos os agentes do Estado envolvidos na segurança pública.
       Maria da Penha Maia Fernandes fala com a autoridade de quem transformou uma tragédia pessoal em avanço institucional. Sobrevivente de uma tentativa de feminicídio que a deixou paraplégica, foi sua denúncia internacional que levou o Brasil a reconhecer sua omissão histórica e a criar a Lei Maria da Penha, em 2006. Ao afirmar que há discurso bonito, mas não compromisso efetivo, aponta um padrão persistente de negligência estatal, e não falhas episódicas.
     Essa dissonância entre retórica e prática se reflete nos números persistentes de feminicídio, na lentidão da Justiça e no atendimento frequentemente inadequado às vítimas – um conjunto de falhas que expõe a insuficiência do Estado diante de um problema estrutural que é a violência do homem sobre a mulher. Isso ajuda a explicar por que o feminicídio ainda é tratado como exceção pelo Estado, quando é, na verdade, o desfecho previsível de uma sequência conhecida de omissões. Segundo o Código Penal, feminicídio é o assassinato de mulher cometido “por razões da condição de sexo feminino”. Em outras palavras, é feminicídio quando o crime envolve violência doméstica e familiar ou discriminação de alguém pela condição de mulher da vítima. Essa relação entre gênero e motivação torna a tipificação do crime um desafio investigativo recorrente, mas o histórico demonstra que, em geral, esse tipo de crime é precedido por uma escalada de agressões físicas, psicológicas e simbólicas, no contexto de relações de poder desiguais.
       A Justiça é lenta e, quando chega, frequentemente chega tarde demais. Dados do Conselho Nacional de Justiça mostram que processos de violência doméstica levam, em média, mais de um ano para julgamento, período em que a mulher permanece exposta, vulnerável e desprotegida. Há, porém, um terceiro elemento ainda mais estrutural: o cuidado qualificado no primeiro contato da vítima com o Estado, sobretudo pelas forças policiais. Falta preparo institucional para acolher, orientar e proteger mulheres em situação de violência – e é preciso ser claro: a responsabilidade não recai sobre os policiais individualmente, mas sobre a ausência de programas permanentes de formação e capacitação.
       O machismo e a violência contra a mulher são males antigos; o reconhecimento de sua gravidade como problema público é recente. É compreensível, portanto, que o tema ainda ocupe espaço marginal nas academias de polícia e nos currículos de formação. O que não é aceitável é a permanência dessa marginalidade diante do acúmulo de dados, evidências e diagnósticos.
     Estudos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e do Instituto Sou da Paz convergem ao apontar que a violência institucional e a revitimização afastam mulheres do sistema de proteção, minando a confiança nas instituições. Não se trata de acusar a ponta do sistema, mas de reconhecer que o Estado falhou em criar as condições para uma atuação qualificada e sensível à complexidade da violência de gênero.
       Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Brasil registrou ao menos 1.350 feminicídios entre janeiro e novembro de 2025. Convém cautela na leitura desses dados: parte da variação reflete melhora na notificação e na tipificação de crimes historicamente invisíveis. Maior registro não significa, automaticamente, maior incidência, mas também não pode servir de álibi para a inação.
      O discurso bonito não salva vidas. O enfrentamento do feminicídio exige prioridade política real, qualificação institucional das forças de segurança, resposta judicial tempestiva e a construção deliberada de uma nova cultura no Estado e na sociedade. Enquanto o compromisso permanecer restrito à retórica, o País seguirá reagindo às tragédias quando elas já se consumaram – quase sempre tarde demais.
(Editorial. O Estado de São Paulo. Disponível em:
https://www.estadao.com.br/opiniao/os-muitos-obstaculos-daprotecao-a-mulher/?srsltid=AfmBOooFk4-smbNVNbSjruBDrqvu12ov_4wtlCg
A6ePcn4jz4nZuqZdI . 16 de janeiro de 2026. Acesso em: 25 jan. 2026)
Assinale a alternativa que apresenta trecho com uso de palavra com sentido figurado.
 

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