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No verão com temperaturas mais elevadas, as pessoas perdem muito líquido. Para evitar que o corpo desidrate é necessário ingerir muita água, pois trata-se de um período em que ocorre maior liberação de suor, pelas glândulas sudoríparas, responsáveis pela termorregulação do corpo. As glândulas sudoríparas se caracterizam por liberar sua secreção através de ductos na superfície livre do corpo e serem constituídas pelo tecido:
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Principais ameaças à saúde em 2019
Rio – Na semana passada, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou uma lista com as principais ameaças à saúde para 2019. Como esperado, a lista fala de doenças perigosas como Ebola, Influenza e Dengue, mas também de temas que, embora não estritamente médicos, têm relação direta com a saúde de populações inteiras, como a qualidade dos sistemas de saúde e contextos de extrema vulnerabilidade.
Outro item que chamou atenção foi o movimento antivacinas, um dos fatores por trás do ressurgimento de doenças como sarampo em países onde já estava controlado. A relutância a vacinar normalmente ocorre em países onde há acesso a vacinas.
A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) atua no outro extremo, em locais onde faltam vacinas e é um desafio diário levá-las até as pessoas. Nesses contextos nossas equipes observam tanto o efeito devastador de doenças que podem ser prevenidas como a grande esperança e alegria em torno de uma campanha de vacinação.
Vacinas são uma importante ferramenta em crises humanitárias, como a crise migratória do Mediterrâneo, que pode ser encarada como o que a OMS chama de “contexto vulnerável”. Nessa crise, tal como em outros contextos, a pneumonia é a principal causa de morte entre as crianças.
Desde 2016, MSF busca ampliar a vacinação contra a pneumonia na Grécia, mas um dos obstáculos foi o preço da vacina, de U$ 210 por criança. Foi preciso uma campanha internacional para convencer os fabricantes a reduzirem o preço para organizações como MSF, que atuam em crises humanitárias. No final de 2018 avançou uma negociação para que MSF adquira a vacina na Grécia por U$ 9 por criança, o que vai permitir a vacinação de mais de 2 mil crianças nos próximos meses.
Superar a barreira dos preços é um esforço árduo, mas necessário. A cobertura da vacina de pneumonia ainda é inaceitavelmente baixa no mundo e muitos países já afirmaram que o preço é um dos motivos. Caso a vacinação chegasse para todos, haveria uma significativa redução no uso de antibióticos para tratar a pneumonia. Essa seria uma grande contribuição para enfrentar outra ameaça apontada pela OMS: a resistência a antibióticos, que surge em parte devido ao uso inadequado.
Mas para fazer com que as vacinas cheguem aonde precisam, não basta uma mudança na forma como os preços são definidos, é preciso também mudar o fato de que os investimentos em pesquisa se concentram em doenças que afetam países ricos. Em 2014 e 2015, por exemplo, o mundo assistiu em choque a uma devastadora epidemia de Ebola na África Ocidental. MSF estava na linha de frente do combate à doença, mas nossas equipes se viram de mãos vazias, pois não haviam vacinas e tratamentos a serem usados. Vacinas promissoras estavam em fase de pesquisa, mas a falta de interesse fez com que não fosse possível desenvolvê-las a tempo para enfrentar a epidemia. Sem contar que é bastante frequente vacinas serem desenvolvidas sem levar em conta as condições climáticas e infraestruturais dos países em desenvolvimento. A maioria das vacinas por exemplo não pode ser exposta ao calor, o que gera dificuldades enormes para organizações como MSF que realizam vacinação em áreas remotas e sem eletricidade.
As vacinas serão importantes para lidar com vários desafios apontados pela OMS, mas elas precisam ser desenvolvidas e distribuídas com foco em quem mais precisa. Muitos países apresentam recuo da cobertura vacinal, inclusive o Brasil, e as ameaças comportamentais, econômicas e políticas por trás desses dados precisam ser igualmente enfrentadas, lembrando sempre que nenhuma ameaça é insuperável se formos capazes de superar a indiferença com o sofrimento do outro.
(Felipe Carvalho, coordenador no Brasil da Campanha de Acesso de
Médicos Sem Fronteiras. Disponível em:
https://odia.ig.com.br/opiniao/2019/01/5616700-felipe-carvalho--
principais-ameacas-a-saude-em-2019.html#foto=1.)
Releia: “Rio – Na semana passada, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou uma lista com as principais ameaças de saúde para 2019. Como esperado, a lista fala de doenças perigosas como Ebola, Influenza e Dengue, mas também de temas que, embora não estritamente médicos, têm relação direta com a saúde de populações inteiras, como a qualidade dos sistemas de saúde e contextos de extrema vulnerabilidade”. Considerando o contexto, a expressão “como esperado” indica
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Alguns comprimidos para dor de cabeça são tamponados, ou seja, contêm antiácido em sua composição que cria um ambiente alcalino, facilitando, assim, a sua dissolução, reduzindo o período de contato com a parede do estômago.
(Martha Reis. Vol 2. Química. Disponível em:
https://docero.com.br/doc/xn0x1n. Adaptado.)
Sobre uma solução tampão, é correto afirmar que trata-se de uma
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Considere, se necessário, as seguintes constantes para resolver a questão.
- !$ \pi !$ = 3;
- densidade da água do mar: d = 1000 kg/m3;
- aceleração gravitacional: g = 10 m/s2;
- pressão atmosférica ao nível do mar: p0 = 105 N/m2;
- carga elementar: e = 1,6 x 10–19 C; e,
- calor específico sensível da água: c = 1 cal/gº C.
Oxigenoterapia hiperbárica é uma modalidade terapêutica na qual o paciente respira oxigênio puro (100%), enquanto é submetido a uma pressão de até três vezes a pressão atmosférica ao nível do mar, no interior de uma câmara hiperbárica. Ela provoca um espetacular aumento na quantidade de oxigênio transportado pelo sangue, na ordem de 20 vezes o volume que circula em indivíduos que estão respirando ar ao nível do mar.
(Disponível em: https://sbmh.com.br/medicina-hiperbarica/o-que-e/.
Adaptado.)
Considerando as informações anteriores, a situação de um paciente que se encontra na câmara hiperbárica é equivalente à de um mergulhador na seguinte profundidade no oceano:
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Soro glicosado é uma solução isotônica em relação ao sangue, que contém 5%, em massa, de glicose (C6H12O6) em água destilada, ou seja, cada 100 mL de soro glicosado contém 5 gramas de glicose. A glicose é uma fonte de energia facilmente absorvida pelas células, daí ser extensivamente usada na medicina como nutriente energético, via endovenosa. Existem soros glicosados com concentrações de 2,5% e 10% que são, respectivamente, hipotônico e hipertônico em relação ao sangue. O soro glicosado é um medicamento; portanto, só deverá ser usado sob prescrição médica.
(Disponível em: http://www.maueslobato.com.br/Home/?p=473.)
Considerando que em um paciente foi injetado 1 litro de soro glicosado 5%, qual a quantidade de glicose foi administrada?
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“Conjuntivite viral é a inflamação da conjuntiva – membrana que reveste o bulbo dos olhos – e se caracteriza por ser uma doença altamente contagiosa que, frequentemente, ocorre no verão e tem como principais sintomas coceira e olhos vermelhos. O principal agente causador da doença é conhecido por adenovírus, um vírus que se caracteriza pela presença de _________________ e ______________ de envelope viral.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
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Durante o ciclo menstrual, vários hormônios atuam tanto no processo de liberação do ovócito quanto na preparação do útero para uma possível gravidez. É correto afirmar que os hormônios responsáveis por preparar a parede uterina para receber o embrião são:
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Considerando o conjunto dos números inteiros, representado pela letra Z, analise as afirmativas a seguir.
I. !$ -1 \in Z !$
II. !$ Z*=Z-\{0\} !$
III. O conjunto dos números inteiros (!$ Z !$) é um subconjunto dos números racionais: (!$ Z \subset Q !$).
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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Principais ameaças à saúde em 2019
Rio – Na semana passada, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou uma lista com as principais ameaças à saúde para 2019. Como esperado, a lista fala de doenças perigosas como Ebola, Influenza e Dengue, mas também de temas que, embora não estritamente médicos, têm relação direta com a saúde de populações inteiras, como a qualidade dos sistemas de saúde e contextos de extrema vulnerabilidade.
Outro item que chamou atenção foi o movimento antivacinas, um dos fatores por trás do ressurgimento de doenças como sarampo em países onde já estava controlado. A relutância a vacinar normalmente ocorre em países onde há acesso a vacinas.
A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) atua no outro extremo, em locais onde faltam vacinas e é um desafio diário levá-las até as pessoas. Nesses contextos nossas equipes observam tanto o efeito devastador de doenças que podem ser prevenidas como a grande esperança e alegria em torno de uma campanha de vacinação.
Vacinas são uma importante ferramenta em crises humanitárias, como a crise migratória do Mediterrâneo, que pode ser encarada como o que a OMS chama de “contexto vulnerável”. Nessa crise, tal como em outros contextos, a pneumonia é a principal causa de morte entre as crianças.
Desde 2016, MSF busca ampliar a vacinação contra a pneumonia na Grécia, mas um dos obstáculos foi o preço da vacina, de U$ 210 por criança. Foi preciso uma campanha internacional para convencer os fabricantes a reduzirem o preço para organizações como MSF, que atuam em crises humanitárias. No final de 2018 avançou uma negociação para que MSF adquira a vacina na Grécia por U$ 9 por criança, o que vai permitir a vacinação de mais de 2 mil crianças nos próximos meses.
Superar a barreira dos preços é um esforço árduo, mas necessário. A cobertura da vacina de pneumonia ainda é inaceitavelmente baixa no mundo e muitos países já afirmaram que o preço é um dos motivos. Caso a vacinação chegasse para todos, haveria uma significativa redução no uso de antibióticos para tratar a pneumonia. Essa seria uma grande contribuição para enfrentar outra ameaça apontada pela OMS: a resistência a antibióticos, que surge em parte devido ao uso inadequado.
Mas para fazer com que as vacinas cheguem aonde precisam, não basta uma mudança na forma como os preços são definidos, é preciso também mudar o fato de que os investimentos em pesquisa se concentram em doenças que afetam países ricos. Em 2014 e 2015, por exemplo, o mundo assistiu em choque a uma devastadora epidemia de Ebola na África Ocidental. MSF estava na linha de frente do combate à doença, mas nossas equipes se viram de mãos vazias, pois não haviam vacinas e tratamentos a serem usados. Vacinas promissoras estavam em fase de pesquisa, mas a falta de interesse fez com que não fosse possível desenvolvê-las a tempo para enfrentar a epidemia. Sem contar que é bastante frequente vacinas serem desenvolvidas sem levar em conta as condições climáticas e infraestruturais dos países em desenvolvimento. A maioria das vacinas por exemplo não pode ser exposta ao calor, o que gera dificuldades enormes para organizações como MSF que realizam vacinação em áreas remotas e sem eletricidade.
As vacinas serão importantes para lidar com vários desafios apontados pela OMS, mas elas precisam ser desenvolvidas e distribuídas com foco em quem mais precisa. Muitos países apresentam recuo da cobertura vacinal, inclusive o Brasil, e as ameaças comportamentais, econômicas e políticas por trás desses dados precisam ser igualmente enfrentadas, lembrando sempre que nenhuma ameaça é insuperável se formos capazes de superar a indiferença com o sofrimento do outro.
(Felipe Carvalho, coordenador no Brasil da Campanha de Acesso de
Médicos Sem Fronteiras. Disponível em:
https://odia.ig.com.br/opiniao/2019/01/5616700-felipe-carvalho--
principais-ameacas-a-saude-em-2019.html#foto=1.)
Alguns vocábulos/expressões são empregados no texto como conectivos e podem atuar retomando o discurso anterior; dentre os termos destacados a seguir só NÃO apresenta tal função:
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1284297
Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
Provas:
No século XVIII, o Arcadismo no Brasil acaba por apresentar características próprias que tornam os escritores brasileiros peculiares em determinados aspectos. Dentre as proposições a seguir, assinale a correta.
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