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Foram encontradas 50 questões.

1264370 Ano: 2019
Disciplina: Química
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
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Durante o funcionamento da pilha ocorre a formação de amônia gasosa, NH3(g), no cátodo, que acaba envolvendo a barra de grafita, dificultando o fluxo de elétrons. Isso faz com que a pilha pare de funcionar antes mesmo de toda a sua carga esgotar. Quando colocamos uma pilha nessas condições na geladeira, a temperatura baixa favorece a solubilidade da amônia na pasta interna, liberando a barra de grafita, permitindo, novamente, o fluxo de elétrons. Com isso, a pilha voltará a funcionar.
(Martha Reis. Pág. 251. Vol 2. Química. Disponível em:
https://docero.com.br/doc/xn0x1n. Adaptado.)
De acordo com as informações anteriores, assinale a alternativa correta.
 

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1258103 Ano: 2019
Disciplina: Química
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
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A cor emitida pelos fogos de artifícios depende dos íons existentes na composição das substâncias utilizadas ou formadas na combustão da pólvora, como o estrôncio, Sr2+, cor avermelhada; sódio, Na+, amarelo. É correto afirmar que esse modelo atômico foi descrito por:
 

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1254017 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
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Uma área retangular tem comprimento medindo o quádruplo da largura. Sabendo que a área do quadrilátero é dada pela fórmula (base x altura) e que a área desse terreno mede 400 m2, qual é a diferença entre o seu comprimento e a sua largura?
 

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1254012 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
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Principais ameaças à saúde em 2019
Rio – Na semana passada, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou uma lista com as principais ameaças à saúde para 2019. Como esperado, a lista fala de doenças perigosas como Ebola, Influenza e Dengue, mas também de temas que, embora não estritamente médicos, têm relação direta com a saúde de populações inteiras, como a qualidade dos sistemas de saúde e contextos de extrema vulnerabilidade.
Outro item que chamou atenção foi o movimento antivacinas, um dos fatores por trás do ressurgimento de doenças como sarampo em países onde já estava controlado. A relutância a vacinar normalmente ocorre em países onde há acesso a vacinas.
A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) atua no outro extremo, em locais onde faltam vacinas e é um desafio diário levá-las até as pessoas. Nesses contextos nossas equipes observam tanto o efeito devastador de doenças que podem ser prevenidas como a grande esperança e alegria em torno de uma campanha de vacinação.
Vacinas são uma importante ferramenta em crises humanitárias, como a crise migratória do Mediterrâneo, que pode ser encarada como o que a OMS chama de “contexto vulnerável”. Nessa crise, tal como em outros contextos, a pneumonia é a principal causa de morte entre as crianças.
Desde 2016, MSF busca ampliar a vacinação contra a pneumonia na Grécia, mas um dos obstáculos foi o preço da vacina, de U$ 210 por criança. Foi preciso uma campanha internacional para convencer os fabricantes a reduzirem o preço para organizações como MSF, que atuam em crises humanitárias. No final de 2018 avançou uma negociação para que MSF adquira a vacina na Grécia por U$ 9 por criança, o que vai permitir a vacinação de mais de 2 mil crianças nos próximos meses.
Superar a barreira dos preços é um esforço árduo, mas necessário. A cobertura da vacina de pneumonia ainda é inaceitavelmente baixa no mundo e muitos países já afirmaram que o preço é um dos motivos. Caso a vacinação chegasse para todos, haveria uma significativa redução no uso de antibióticos para tratar a pneumonia. Essa seria uma grande contribuição para enfrentar outra ameaça apontada pela OMS: a resistência a antibióticos, que surge em parte devido ao uso inadequado.
Mas para fazer com que as vacinas cheguem aonde precisam, não basta uma mudança na forma como os preços são definidos, é preciso também mudar o fato de que os investimentos em pesquisa se concentram em doenças que afetam países ricos. Em 2014 e 2015, por exemplo, o mundo assistiu em choque a uma devastadora epidemia de Ebola na África Ocidental. MSF estava na linha de frente do combate à doença, mas nossas equipes se viram de mãos vazias, pois não haviam vacinas e tratamentos a serem usados. Vacinas promissoras estavam em fase de pesquisa, mas a falta de interesse fez com que não fosse possível desenvolvê-las a tempo para enfrentar a epidemia. Sem contar que é bastante frequente vacinas serem desenvolvidas sem levar em conta as condições climáticas e infraestruturais dos países em desenvolvimento. A maioria das vacinas por exemplo não pode ser exposta ao calor, o que gera dificuldades enormes para organizações como MSF que realizam vacinação em áreas remotas e sem eletricidade.
As vacinas serão importantes para lidar com vários desafios apontados pela OMS, mas elas precisam ser desenvolvidas e distribuídas com foco em quem mais precisa. Muitos países apresentam recuo da cobertura vacinal, inclusive o Brasil, e as ameaças comportamentais, econômicas e políticas por trás desses dados precisam ser igualmente enfrentadas, lembrando sempre que nenhuma ameaça é insuperável se formos capazes de superar a indiferença com o sofrimento do outro.
(Felipe Carvalho, coordenador no Brasil da Campanha de Acesso de
Médicos Sem Fronteiras. Disponível em:
https://odia.ig.com.br/opiniao/2019/01/5616700-felipe-carvalho--
principais-ameacas-a-saude-em-2019.html#foto=1.)
Em alguns trechos do texto é possível reconhecer elementos subjetivos que atribuem pessoalidade diante dos fatos apresentados; pode-se afirmar que tais características se apresentam de modo predominante
 

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1253812 Ano: 2019
Disciplina: Química
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
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O paracetamol, também conhecido por acetaminofeno, é um fármaco com propriedades analgésicas e antipiréticas utilizado essencialmente para tratar a febre e a dor leve e moderada, embora existam poucas evidências de que o seu uso seja realmente eficaz no alívio da febre em crianças. É geralmente vendido em combinação com outros princípios activos, como nos antitussígenos, ou em medicamentos para o alívio da dor com opiáceos, em que o paracetamol é usado para o alívio da dor severa, como a dor oncológica ou pós-operatória.
(Disponível em: https://www.emforma.net/artigo/
acetaminofeno. Adaptado.)
enunciado 2071614-1
Sobre a fórmula estrutural do paracetamol apresentada, é correto afirmar que:
 

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1247678 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
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Principais ameaças à saúde em 2019
Rio – Na semana passada, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou uma lista com as principais ameaças à saúde para 2019. Como esperado, a lista fala de doenças perigosas como Ebola, Influenza e Dengue, mas também de temas que, embora não estritamente médicos, têm relação direta com a saúde de populações inteiras, como a qualidade dos sistemas de saúde e contextos de extrema vulnerabilidade.
Outro item que chamou atenção foi o movimento antivacinas, um dos fatores por trás do ressurgimento de doenças como sarampo em países onde já estava controlado. A relutância a vacinar normalmente ocorre em países onde há acesso a vacinas.
A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) atua no outro extremo, em locais onde faltam vacinas e é um desafio diário levá-las até as pessoas. Nesses contextos nossas equipes observam tanto o efeito devastador de doenças que podem ser prevenidas como a grande esperança e alegria em torno de uma campanha de vacinação.
Vacinas são uma importante ferramenta em crises humanitárias, como a crise migratória do Mediterrâneo, que pode ser encarada como o que a OMS chama de “contexto vulnerável”. Nessa crise, tal como em outros contextos, a pneumonia é a principal causa de morte entre as crianças.
Desde 2016, MSF busca ampliar a vacinação contra a pneumonia na Grécia, mas um dos obstáculos foi o preço da vacina, de U$ 210 por criança. Foi preciso uma campanha internacional para convencer os fabricantes a reduzirem o preço para organizações como MSF, que atuam em crises humanitárias. No final de 2018 avançou uma negociação para que MSF adquira a vacina na Grécia por U$ 9 por criança, o que vai permitir a vacinação de mais de 2 mil crianças nos próximos meses.
Superar a barreira dos preços é um esforço árduo, mas necessário. A cobertura da vacina de pneumonia ainda é inaceitavelmente baixa no mundo e muitos países já afirmaram que o preço é um dos motivos. Caso a vacinação chegasse para todos, haveria uma significativa redução no uso de antibióticos para tratar a pneumonia. Essa seria uma grande contribuição para enfrentar outra ameaça apontada pela OMS: a resistência a antibióticos, que surge em parte devido ao uso inadequado.
Mas para fazer com que as vacinas cheguem aonde precisam, não basta uma mudança na forma como os preços são definidos, é preciso também mudar o fato de que os investimentos em pesquisa se concentram em doenças que afetam países ricos. Em 2014 e 2015, por exemplo, o mundo assistiu em choque a uma devastadora epidemia de Ebola na África Ocidental. MSF estava na linha de frente do combate à doença, mas nossas equipes se viram de mãos vazias, pois não haviam vacinas e tratamentos a serem usados. Vacinas promissoras estavam em fase de pesquisa, mas a falta de interesse fez com que não fosse possível desenvolvê-las a tempo para enfrentar a epidemia. Sem contar que é bastante frequente vacinas serem desenvolvidas sem levar em conta as condições climáticas e infraestruturais dos países em desenvolvimento. A maioria das vacinas por exemplo não pode ser exposta ao calor, o que gera dificuldades enormes para organizações como MSF que realizam vacinação em áreas remotas e sem eletricidade.
As vacinas serão importantes para lidar com vários desafios apontados pela OMS, mas elas precisam ser desenvolvidas e distribuídas com foco em quem mais precisa. Muitos países apresentam recuo da cobertura vacinal, inclusive o Brasil, e as ameaças comportamentais, econômicas e políticas por trás desses dados precisam ser igualmente enfrentadas, lembrando sempre que nenhuma ameaça é insuperável se formos capazes de superar a indiferença com o sofrimento do outro.
(Felipe Carvalho, coordenador no Brasil da Campanha de Acesso de
Médicos Sem Fronteiras. Disponível em:
https://odia.ig.com.br/opiniao/2019/01/5616700-felipe-carvalho--
principais-ameacas-a-saude-em-2019.html#foto=1.)
A correção gramatical pode ser observada nos trechos a seguir, com EXCEÇÃO de:
 

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1246635 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
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Assinale a característica a seguir que NÃO pode ser indicada como uma das principais características da terceira geração modernista brasileira.
 

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1243893 Ano: 2019
Disciplina: Biologia
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
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Se um homem daltônico casar-se com uma mulher heterozigótica para daltonismos, qual será a probabilidade desse casal ter um bebê do sexo feminino normal?
 

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1243891 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
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“Os enunciados não são indiferentes uns aos outros, nem autossuficientes: são mutuamente conscientes e refletem um ao outro...”
enunciado 2070928-1
(Mikhail Bakhtin.)
Acerca da tirinha anterior, assinale a ocorrência que pode ser aplicada à sua construção textual.
 

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1243883 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
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Sabendo-se que a Literatura se constitui de três gêneros literários, leia as proposições a seguir e indique V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) O gênero épico trata do mundo exterior e das relações do homem com este mundo.
( ) O gênero lírico trata-se de uma revelação subjetiva apresentando-se fixamente em versos.
( ) No gênero dramático os personagens falam diretamente, expondo seus dramas e conflitos.
A sequência está correta em
 

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