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“O caracol gigante africano (Achatina fulica) é originado do leste da África e foi introduzido no Brasil na década de 1980 como uma opção ao consumo de escargot. Sem inimigos naturais nas novas áreas onde têm sido introduzidos, os caracóis já se encontram disseminados por quase todos os estados brasileiros. Outra fonte de preocupação encontra-se no campo da saúde pública, por ser hospedeiros do verme Angiostrongylus cantonensis, causador de um tipo de meningite.”
(Disponível em: http://www.mma.gov.br/estruturas/174/_arquivos/
174_05122008111625.pdf.)
Esse caracol é uma espécie de molusco e tem como principais características ser:
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Sabe-se que as idades de dois irmãos são dadas por x e y de forma que a soma delas seja 55 e que a razão entre elas seja !$ \large \dfrac {4}{7} !$.
Qual é a diferença entre as idades dos dois irmãos?
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Principais ameaças à saúde em 2019
Rio – Na semana passada, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou uma lista com as principais ameaças à saúde para 2019. Como esperado, a lista fala de doenças perigosas como Ebola, Influenza e Dengue, mas também de temas que, embora não estritamente médicos, têm relação direta com a saúde de populações inteiras, como a qualidade dos sistemas de saúde e contextos de extrema vulnerabilidade.
Outro item que chamou atenção foi o movimento antivacinas, um dos fatores por trás do ressurgimento de doenças como sarampo em países onde já estava controlado. A relutância a vacinar normalmente ocorre em países onde há acesso a vacinas.
A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) atua no outro extremo, em locais onde faltam vacinas e é um desafio diário levá-las até as pessoas. Nesses contextos nossas equipes observam tanto o efeito devastador de doenças que podem ser prevenidas como a grande esperança e alegria em torno de uma campanha de vacinação.
Vacinas são uma importante ferramenta em crises humanitárias, como a crise migratória do Mediterrâneo, que pode ser encarada como o que a OMS chama de “contexto vulnerável”. Nessa crise, tal como em outros contextos, a pneumonia é a principal causa de morte entre as crianças.
Desde 2016, MSF busca ampliar a vacinação contra a pneumonia na Grécia, mas um dos obstáculos foi o preço da vacina, de U$ 210 por criança. Foi preciso uma campanha internacional para convencer os fabricantes a reduzirem o preço para organizações como MSF, que atuam em crises humanitárias. No final de 2018 avançou uma negociação para que MSF adquira a vacina na Grécia por U$ 9 por criança, o que vai permitir a vacinação de mais de 2 mil crianças nos próximos meses.
Superar a barreira dos preços é um esforço árduo, mas necessário. A cobertura da vacina de pneumonia ainda é inaceitavelmente baixa no mundo e muitos países já afirmaram que o preço é um dos motivos. Caso a vacinação chegasse para todos, haveria uma significativa redução no uso de antibióticos para tratar a pneumonia. Essa seria uma grande contribuição para enfrentar outra ameaça apontada pela OMS: a resistência a antibióticos, que surge em parte devido ao uso inadequado.
Mas para fazer com que as vacinas cheguem aonde precisam, não basta uma mudança na forma como os preços são definidos, é preciso também mudar o fato de que os investimentos em pesquisa se concentram em doenças que afetam países ricos. Em 2014 e 2015, por exemplo, o mundo assistiu em choque a uma devastadora epidemia de Ebola na África Ocidental. MSF estava na linha de frente do combate à doença, mas nossas equipes se viram de mãos vazias, pois não haviam vacinas e tratamentos a serem usados. Vacinas promissoras estavam em fase de pesquisa, mas a falta de interesse fez com que não fosse possível desenvolvê-las a tempo para enfrentar a epidemia. Sem contar que é bastante frequente vacinas serem desenvolvidas sem levar em conta as condições climáticas e infraestruturais dos países em desenvolvimento. A maioria das vacinas por exemplo não pode ser exposta ao calor, o que gera dificuldades enormes para organizações como MSF que realizam vacinação em áreas remotas e sem eletricidade.
As vacinas serão importantes para lidar com vários desafios apontados pela OMS, mas elas precisam ser desenvolvidas e distribuídas com foco em quem mais precisa. Muitos países apresentam recuo da cobertura vacinal, inclusive o Brasil, e as ameaças comportamentais, econômicas e políticas por trás desses dados precisam ser igualmente enfrentadas, lembrando sempre que nenhuma ameaça é insuperável se formos capazes de superar a indiferença com o sofrimento do outro.
(Felipe Carvalho, coordenador no Brasil da Campanha de Acesso de
Médicos Sem Fronteiras. Disponível em:
https://odia.ig.com.br/opiniao/2019/01/5616700-felipe-carvalho--
principais-ameacas-a-saude-em-2019.html#foto=1.)
A expressão utilizada no texto “combate à doença” está estruturada de acordo com as regras de regência estabelecidas pela norma culta da língua. Observe as imagens a seguir e indique a proposição correta.

(Disponível em: http://www.pmbg.es.gov.br/v1/?page=lernoticia
¬icia=2199#.XLRcX-hKi70.)

(Disponível em: bado-e-o-dia-d-dehttps://
portalrolandia.com.br/noticias/sa combate-a-dengue.)

(Disponível em: https://cregional.com.br/geral/bahia/regiaometropolitana/
candeias/mutirao-contra-a-dengue-em-candeiascomeca-
nesta-segunda.)
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Ensaios clínicos sugerem que a terapia com sanguessuga é um tratamento adequado para doença comum das articulações como para as doenças cardíacas. Nos últimos anos, tanto nos EUA quanto na Europa utiliza-se esse tipo de terapia alternativa, que se tornou cada vez mais aceitável para pessoas com doenças vasculares e também no pós-operatório de membros reimplantados, por ajudarem no restabelecimento da circulação sanguínea.
(Disponível em: http://areadelta4.com/o-tratamento-comsanguessugas-
promete-bons-resultados/.)
Isso só é possível devido às sanguessugas conterem em sua saliva uma substância anticoagulante conhecida por:
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Principais ameaças à saúde em 2019
Rio – Na semana passada, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou uma lista com as principais ameaças à saúde para 2019. Como esperado, a lista fala de doenças perigosas como Ebola, Influenza e Dengue, mas também de temas que, embora não estritamente médicos, têm relação direta com a saúde de populações inteiras, como a qualidade dos sistemas de saúde e contextos de extrema vulnerabilidade.
Outro item que chamou atenção foi o movimento antivacinas, um dos fatores por trás do ressurgimento de doenças como sarampo em países onde já estava controlado. A relutância a vacinar normalmente ocorre em países onde há acesso a vacinas.
A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) atua no outro extremo, em locais onde faltam vacinas e é um desafio diário levá-las até as pessoas. Nesses contextos nossas equipes observam tanto o efeito devastador de doenças que podem ser prevenidas como a grande esperança e alegria em torno de uma campanha de vacinação.
Vacinas são uma importante ferramenta em crises humanitárias, como a crise migratória do Mediterrâneo, que pode ser encarada como o que a OMS chama de “contexto vulnerável”. Nessa crise, tal como em outros contextos, a pneumonia é a principal causa de morte entre as crianças.
Desde 2016, MSF busca ampliar a vacinação contra a pneumonia na Grécia, mas um dos obstáculos foi o preço da vacina, de U$ 210 por criança. Foi preciso uma campanha internacional para convencer os fabricantes a reduzirem o preço para organizações como MSF, que atuam em crises humanitárias. No final de 2018 avançou uma negociação para que MSF adquira a vacina na Grécia por U$ 9 por criança, o que vai permitir a vacinação de mais de 2 mil crianças nos próximos meses.
Superar a barreira dos preços é um esforço árduo, mas necessário. A cobertura da vacina de pneumonia ainda é inaceitavelmente baixa no mundo e muitos países já afirmaram que o preço é um dos motivos. Caso a vacinação chegasse para todos, haveria uma significativa redução no uso de antibióticos para tratar a pneumonia. Essa seria uma grande contribuição para enfrentar outra ameaça apontada pela OMS: a resistência a antibióticos, que surge em parte devido ao uso inadequado.
Mas para fazer com que as vacinas cheguem aonde precisam, não basta uma mudança na forma como os preços são definidos, é preciso também mudar o fato de que os investimentos em pesquisa se concentram em doenças que afetam países ricos. Em 2014 e 2015, por exemplo, o mundo assistiu em choque a uma devastadora epidemia de Ebola na África Ocidental. MSF estava na linha de frente do combate à doença, mas nossas equipes se viram de mãos vazias, pois não haviam vacinas e tratamentos a serem usados. Vacinas promissoras estavam em fase de pesquisa, mas a falta de interesse fez com que não fosse possível desenvolvê-las a tempo para enfrentar a epidemia. Sem contar que é bastante frequente vacinas serem desenvolvidas sem levar em conta as condições climáticas e infraestruturais dos países em desenvolvimento. A maioria das vacinas por exemplo não pode ser exposta ao calor, o que gera dificuldades enormes para organizações como MSF que realizam vacinação em áreas remotas e sem eletricidade.
As vacinas serão importantes para lidar com vários desafios apontados pela OMS, mas elas precisam ser desenvolvidas e distribuídas com foco em quem mais precisa. Muitos países apresentam recuo da cobertura vacinal, inclusive o Brasil, e as ameaças comportamentais, econômicas e políticas por trás desses dados precisam ser igualmente enfrentadas, lembrando sempre que nenhuma ameaça é insuperável se formos capazes de superar a indiferença com o sofrimento do outro.
(Felipe Carvalho, coordenador no Brasil da Campanha de Acesso de
Médicos Sem Fronteiras. Disponível em:
https://odia.ig.com.br/opiniao/2019/01/5616700-felipe-carvalho--
principais-ameacas-a-saude-em-2019.html#foto=1.)
“[...] mas também de temas que, embora não estritamente médicos, têm relação direta com a saúde de populações inteiras, como a qualidade dos sistemas de saúde e contextos de extrema vulnerabilidade.” (1º§) A reescrita do trecho anterior mantém a correção quanto à norma padrão da língua e ao sentido original em:
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Fosfina é o nome comum para o hidreto de fósforo (PH3), também conhecido pelo seu nome IUPAC fosfano e, eventualmente, fosfamina. pressão ambiente é um gás incolor inflamável, cujo ponto de ebulição é de –88° C. A fosfina pura é inodora, mas, em seu estado técnico, apresenta um cheiro bem desagradável de peixe podre. A amônia ou amoníaco (NH3) pode ser um gás muito tóxico se inalado e/ou ingerido com ponto de ebulição –33° C, causando grande irritação nas vias respiratórias, boca, garganta e estômago. Sua inalação pode causar dificuldades respiratórias, inflamação aguda do sistema respiratório.
(Disponível em: https://www.conhecimentogeral.inf.br/fosfina/.
Adaptado.)
Sobre a geometria e as forças intermoleculares presentes nas moléculas citadas no trecho anterior, é correto afirmar que:
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Como o corpo não é capaz de produzir sais minerais, eles devem ser ingeridos através de uma alimentação que forneça quantidade adequada destas substâncias. Caso haja excesso, eles serão eliminados através das fezes e da urina.
Cálcio: importante constituinte dos ossos e dentes. Atua na coagulação sanguínea, na contração muscular e no funcionamento dos nervos. Atua na formação de tecidos, ossos e dentes; age na coagulação do sangue e na oxigenação dos tecidos; combate as infecções e mantém o equilíbrio de ferro no organismo.
Ferro: é importante para o organismo porque é um dos componentes da hemoglobina, mioglobina e enzimas respiratórias, sendo de fundamental importância para a respiração celular. Indispensável na formação do sangue, atua como veiculador do oxigênio para todo o organismo.
Selênio: a falta do selênio causa dores musculares, fadiga e fraqueza muscular, além de manchas brancas nas unhas. O selênio é um mineral que participa da formação de enzimas de ação antioxidante. Também melhora a utilização da vitamina E, importante na neutralização dos radicais livres. Assim, atua retardando o processo de envelhecimento e prevenindo doenças cardiovasculares.
(Disponível em: https://belezaesaude.com/. Adaptado.)
Sobre os elementos citados anteriormente, é correto afirmar que a ordem crescente de seus raios atômicos é:
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1279582
Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
Provas:
Leia os versos a seguir de Carlos Drummond de Andrade.
A poesia é incomunicável.
Fique torto no seu canto.
Não ame.
Ouço dizer que há tiroteio
ao alcance do nosso corpo.
É a revolução? o amor?
Não diga nada.
(Carlos Drummond de Andrade – Obra completa.)
Considerando as escolhas poéticas apresentadas pode-se afirmar que os versos são:
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1279286
Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
Provas:
Tendo em vista que os movimentos literários não podem ser analisados e compreendidos de forma isolada, leia as afirmativas a seguir e indique a correta.
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O dióxido de enxofre (SO2) é o responsável pelo maior aumento na acidez da chuva. É produzido diretamente como subproduto da queima de combustíveis fósseis como gasolina, carvão e óleo diesel. O óleo diesel e o carvão são muito impuros e contêm grande quantidade de enxofre em sua composição, sendo responsáveis por uma excessiva parcela da emissão de SO2 para a atmosfera. Atualmente, no Brasil, a Petrobras tem investido consideravelmente na purificação do diesel, a fim de diminuir drasticamente as impurezas que contêm enxofre. O dióxido de enxofre também pode sofrer oxidação na atmosfera e formar o trióxido de enxofre (SO3) que, por sua vez, em contato com a água da chuva, irá formar o ácido sulfúrico (H2SO4), que é um ácido forte. É correto afirmar que a soma dos coeficientes inteiros que balanceiam as equações mencionadas nas duas etapas é:
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