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- Aspectos Gerais da Comunicação Oficial
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioO Padrão Ofício
Ao produzir uma comunicação oficial, no que se refere ao local e à data do documento, utilizou-se
corretamente qual opção?
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- Aspectos Gerais da Comunicação Oficial
- Documentos OficiaisDecreto
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPronomes de Tratamento
O Decreto nº 9.758/2019 vedou o uso de algumas formas de tratamento na comunicação com agentes
públicos federais, ainda que abreviadas. Está excluída dessa vedação o uso de
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Segundo o Manual de Redação da Presidência da República (2018, p. 20), a “impessoalidade decorre de
princípio constitucional (Constituição, art. 37) [...]. A redação oficial é elaborada sempre em nome do
serviço público e sempre em atendimento ao interesse geral dos cidadãos.”
Observando esse princípio, o tratamento impessoal, nas comunicações oficiais, decorre:
Observando esse princípio, o tratamento impessoal, nas comunicações oficiais, decorre:
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A real sobre os testes de QI
Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e
o que, afinal, significa ser superdotado
A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida
como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede
de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já
usou para avaliar a cognição humana.
A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa
“compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso
comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar
decisões.
A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas.
O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência
fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a
inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.
Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da
sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão
geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a
inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.
Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma
vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar
frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não
conseguiram resolver.
O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência
humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser
usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso
de superioridade. Use-os com sabedoria.
Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-real-sobre-os-testes-de-qi/, acessado em 10 de abril de 2026 (com
adaptações)
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A real sobre os testes de QI
Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e
o que, afinal, significa ser superdotado
A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida
como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede
de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já
usou para avaliar a cognição humana.
A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa
“compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso
comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar
decisões.
A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas.
O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência
fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a
inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.
Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da
sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão
geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a
inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.
Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma
vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar
frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não
conseguiram resolver.
O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência
humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser
usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso
de superioridade. Use-os com sabedoria.
Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-real-sobre-os-testes-de-qi/, acessado em 10 de abril de 2026 (com
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A real sobre os testes de QI
Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e
o que, afinal, significa ser superdotado
A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida
como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede
de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já
usou para avaliar a cognição humana.
A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa
“compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso
comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar
decisões.
A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas.
O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência
fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a
inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.
Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da
sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão
geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a
inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.
Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma
vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar
frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não
conseguiram resolver.
O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência
humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser
usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso
de superioridade. Use-os com sabedoria.
Leia mais em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-real-sobre-os-testes-de-qi/, acessado em 10 de abril de 2026 (com
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A real sobre os testes de QI
Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e
o que, afinal, significa ser superdotado
A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida
como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede
de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já
usou para avaliar a cognição humana.
A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa
“compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso
comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar
decisões.
A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas.
O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência
fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a
inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.
Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da
sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão
geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a
inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.
Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma
vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar
frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não
conseguiram resolver.
O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência
humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser
usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso
de superioridade. Use-os com sabedoria.
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Questão presente nas seguintes provas
A real sobre os testes de QI
Eles funcionam, mas não da maneira que você imagina. Entenda os trunfos e as limitações dos testes cognitivos – e
o que, afinal, significa ser superdotado
A sigla “QI” (de “quociente de inteligência”) faz parte da cultura popular – geralmente, entendida
como sinônimo de genialidade. Mas a história não é tão simples. Para entender o que o teste de QI mede
de fato, é preciso conhecer a evolução do próprio conceito de inteligência, e quais estratégias a ciência já
usou para avaliar a cognição humana.
A palavra “inteligência” vem do latim intelligentia, derivada do verbo intelligere, que significa
“compreender”, “perceber” ou “discernir”. Durante séculos, o termo foi usado na filosofia e no senso
comum para se referir, de forma ampla, à capacidade humana de entender o mundo, raciocinar e tomar
decisões.
A partir da década de 1940, outros pesquisadores começaram à propor respostas mais complexas.
O psicólogo Raymond Cattell sugeriu que ela poderia ser dividida em dois grandes tipos: A inteligência
fluida, relacionada à capacidade de raciocinar diante de situações novas e resolver problemas inéditos, e a
inteligência cristalizada, que corresponde ao conhecimento acumulado ao longo da vida.
Aqui vai um exemplo: na escola você aprendeu sobre guerras passadas, que hoje fazem parte da
sua inteligência cristalizada. Agora, vamos supor (rs) que você esteja vivendo em um momento de tensão
geopolítica. Você identifica características em comum a outros contextos históricos, e pode usar a
inteligência fluida para traçar paralelos entre o presente e o passado.
Alguns estudos sugerem que o intenso processamento cognitivo, típico dos superdotados, costuma
vir acompanhado de uma intensidade emocional igualmente forte. Erros simples podem provocar
frustração desproporcional. Mesmo quando acertam quase tudo, ficam presos às falhas e ao que não
conseguiram resolver.
O problema do QI não está em encontrar maneiras científicas de definir e mensurar a inteligência
humana. E sim em como interpretar os resultados. Os testes de cognição são ferramentas que podem ser
usadas para identificar e acolher pessoas neurodivergentes – mas também para fabricar um falso senso
de superioridade. Use-os com sabedoria.
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Joana, servidora pública federal, teve uma decisão contrária do seu requerimento. Sabendo que tem
direito de apresentar recurso, conforme a Lei nº 9.784/1999, ela redigiu o recurso à autoridade
competente.
Qual é o prazo para a autoridade competente reconsiderar o recurso?
Qual é o prazo para a autoridade competente reconsiderar o recurso?
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De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, o servidor de uma universidade
federal, ao produzir uma comunicação oficial, deve observar que:
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