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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPronomes de Tratamento
O médico João, da Universidade Federal de Alfenas, percebeu que haverá um seminário na Faculdade de
Medicina da USP sobre o tema tratado no texto. Diante disso, solicitou à sua chefia imediata, Diretora da
Faculdade de Medicina da UNIFAL-MG, afastamento para participação da atividade. Ao ler a versão mais
recente do Manual de Redação da Presidência da República e sabendo da existência do Decreto nº 9758,
de 11 de abril de 2019, iniciou e finalizou seu ofício, respectivamente, com:
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Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil
Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.
Por Bruno Garattoni 2 mar 2026
A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais
frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados
sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP
e autora de alguns desses trabalhos, para entender.
As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se
vacinar. Por quê?
Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e
escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à
saúde.
A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem
prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais
naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.
(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça,
classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017
2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.
Leia mais em: https://super.abril.com.br/sociedade/mais-ricos-vacinam-menos-os-filhos-no-brasil/, acessado em 20
de março de 2026 (com adaptações)
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Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil
Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.
Por Bruno Garattoni 2 mar 2026
A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais
frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados
sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP
e autora de alguns desses trabalhos, para entender.
As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se
vacinar. Por quê?
Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e
escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à
saúde.
A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem
prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais
naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.
(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça,
classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017
2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.
Leia mais em: https://super.abril.com.br/sociedade/mais-ricos-vacinam-menos-os-filhos-no-brasil/, acessado em 20
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Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil
Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.
Por Bruno Garattoni 2 mar 2026
A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais
frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados
sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP
e autora de alguns desses trabalhos, para entender.
As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se
vacinar. Por quê?
Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e
escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à
saúde.
A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem
prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais
naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.
(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça,
classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017
2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.
Leia mais em: https://super.abril.com.br/sociedade/mais-ricos-vacinam-menos-os-filhos-no-brasil/, acessado em 20
de março de 2026 (com adaptações)
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil
Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.
Por Bruno Garattoni 2 mar 2026
A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais
frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados
sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP
e autora de alguns desses trabalhos, para entender.
As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se
vacinar. Por quê?
Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e
escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à
saúde.
A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem
prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais
naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.
(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça,
classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017
2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.
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Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.
Por Bruno Garattoni 2 mar 2026
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frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados
sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP
e autora de alguns desses trabalhos, para entender.
As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se
vacinar. Por quê?
Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e
escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à
saúde.
A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem
prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais
naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.
(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça,
classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017
2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.
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A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais
frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados
sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP
e autora de alguns desses trabalhos, para entender.
As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se
vacinar. Por quê?
Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e
escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à
saúde.
A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem
prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais
naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.
(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça,
classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017
2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.
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Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.
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A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais
frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados
sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP
e autora de alguns desses trabalhos, para entender.
As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se
vacinar. Por quê?
Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e
escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à
saúde.
A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem
prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais
naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.
(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça,
classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017
2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.
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Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.
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A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais
frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados
sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP
e autora de alguns desses trabalhos, para entender.
As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se
vacinar. Por quê?
Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e
escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à
saúde.
A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem
prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais
naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.
(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça,
classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017
2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil
Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.
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A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais
frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados
sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP
e autora de alguns desses trabalhos, para entender.
As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se
vacinar. Por quê?
Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e
escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à
saúde.
A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem
prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais
naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.
(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça,
classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017
2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.
Leia mais em: https://super.abril.com.br/sociedade/mais-ricos-vacinam-menos-os-filhos-no-brasil/, acessado em 20
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