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Foi apresentada para averbação, no Registro de Imóveis da Circunscrição X, uma convenção antenupcial que tem por objeto imóvel pertencente ao cônjuge virago, com matrícula na respectiva serventia. O oficial, no entanto, emitiu nota devolutiva 10 dias após o protocolo, o que gerou divergência com o apresentante do título, pois, ao ver deste último, a exigência não era compatível com a ordem jurídica. Por tal razão, o apresentante solicitou que o título e a declaração de dúvida fossem remetidos ao juízo competente para dirimi-la. Em relação ao procedimento da dúvida, o oficial, entre outras medidas, deu ciência dos seus termos, com cópia, ao apresentante do título, notificando-o a impugná-la perante o juízo competente no prazo de 15 dias, o que foi certificado, com a posterior entrega do original do título apresentado e das razões da dúvida na serventia do referido juízo.
À luz da sistemática vigente, é correto afirmar que a narrativa:
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Pedro e Antônia, que têm 16 anos e não são casados, são pais de Ana, que nasceu no Hospital Alfa. Imediatamente após o nascimento, Pedro compareceu sozinho à Unidade Interligada e solicitou a emissão da certidão de nascimento de Ana.
Na ocasião, a pessoa responsável pelo atendimento de Pedro informou-lhe corretamente que:
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Joana compareceu ao Ofício de Notas da Circunscrição Y e informou que almejava adquirir um imóvel pertencente a Antônia, necessitando, portanto, celebrar escritura pública de compra e venda. Ressaltou, no entanto, que Antônia, apesar de residir no mesmo estado da federação, não poderia comparecer à referida circunscrição para a assinatura da escritura. Por tal razão, Joana questionou sobre a possibilidade de uso do denominado "e-Notariado" para a celebração do ato notarial de forma eletrônica.
O oficial de notas informou corretamente que as clientes:
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João, brasileiro nato, e Maria, de nacionalidade espanhola, se casaram no país Alfa, perante a autoridade local, observados os trâmites previstos na legislação de regência, enquanto ali residiam. Alguns anos depois, o casal decidiu fixar residência permanente no Brasil, o que os levou a cogitar o traslado do assento de casamento, que não fazia menção ao regime de bens.
Ao comparecerem perante o oficial do Registro Civil da Circunscrição X, na qual residiam, foi-lhes corretamente informado que:
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Joana figura como cessionária de João, em promessa de compra e
venda que este último celebrara com Pedro, promitente
vendedor, visando à aquisição de um imóvel. Apesar do
pagamento integral do valor pactuado, Pedro se negou a celebrar
a escritura pública de compra e venda. Por tal razão, Joana
consultou um especialista em relação à possibilidade, ou não, de
promover a adjudicação compulsória do imóvel pela via
extrajudicial.
Foi corretamente informado a Joana que a referida adjudicação:
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Pedro, que tem um título protestado junto ao Tabelionato de
Protestos da Circunscrição Z, em razão do não pagamento de
duplicata emitida pela sociedade empresária Sigma, compareceu
à referida serventia e questionou o responsável interino em
relação à possibilidade de a dívida ser renegociada. Afinal, sua
situação financeira passara por alterações substanciais desde a
assunção da obrigação.
Foi corretamente esclarecido a Pedro que:
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Joana compareceu à serventia do registro de imóveis da
Circunscrição X, no Estado de Mato Grosso do Sul, e informou
que João, seu cônjuge, tinha falecido, deixando herdeiros
maiores e capazes, os quais celebraram escritura pública de
inventário e partilha. Por tal razão, solicitou ao registrador
imobiliário informações relativas ao procedimento a ser adotado
quanto ao registro da meação e dos direitos hereditários, bem
como quanto aos respectivos emolumentos, considerando que o
imóvel que tinha com João estava registrado na Circunscrição X.
Foi corretamente esclarecido a Joana que:
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