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Em novembro de 2023, Sophia contratou Cássio para organizar
sua festa de casamento, que seria realizada em novembro do ano
seguinte. No entanto, em maio de 2024 Cássio desapareceu após
receber seus honorários e todo o valor necessário para organizar
a festa. Diante do evidente fato de que Cássio não cumpriria o
contrato firmado, Sophia contratou Arthur para organizar sua
festa de casamento em novembro de 2024. Logo após a festa, em
dezembro de 2024, Sophia ajuizou ação indenizatória contra
Cássio para obter ressarcimento dos prejuízos suportados. Em
contestação apresentada tempestivamente, Cássio defendeu a
inaplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor e suscitou a
aplicação da exceção de contrato não cumprido, visto que Sophia
não teria realizado o pagamento integral de seus honorários e
tampouco dos valores necessários para organização do
pagamento. Após réplica de Sophia e manifestações das partes
especificando provas, o juízo da 1ª Vara Cível de Goiânia julgou a
demanda procedente à luz do Código de Defesa do Consumidor.
Inconformado, Cássio interpôs recurso de apelação, que foi
desprovido pelo Tribunal de Justiça do Estado de Goiás. Nesse
contexto, em outubro de 2025, Cássio interpôs recurso especial
contra o referido acórdão. Ocorre que, antes de determinar a
intimação de Sophia para apresentar resposta, o desembargador
competente constatou que o advogado de Cássio estava atuando
sem procuração no processo e determinou, em novembro de
2025, a correção desse vício. Diante do seu interesse em acelerar
a tramitação do seu recurso, Cássio apresentou, no dia seguinte à
decisão proferida pelo desembargador competente, uma petição
simples acompanhada de procuração atualizada conferindo
poderes a seu advogado. Ato contínuo, o desembargador
competente determinou a intimação de Sophia para apresentar
resposta. Em sua manifestação, Sophia defendeu o não
conhecimento do recurso pela ausência de procuração e, no
mérito, seu desprovimento pela ausência de violação à legislação
infraconstitucional.
Nesse cenário, é correto afirmar que o recurso especial de Cássio:
Nesse cenário, é correto afirmar que o recurso especial de Cássio:
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O Título I do Livro III do Código de Processo Civil, denominado
“Da ordem dos processos e dos processos de competência
originária dos Tribunais”, disciplina, entre outros, eventos que
podem interferir em um processo, como é o caso dos incidentes
processuais.
A respeito desse tema, à luz da mais recente jurisprudência dos Tribunais Superiores, é correto afirmar que:
A respeito desse tema, à luz da mais recente jurisprudência dos Tribunais Superiores, é correto afirmar que:
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Paulo, natural de Goiânia, propôs ação em face do Estado de
Goiás com o intuito de receber pensão decorrente de doença
crônica ocasionada pela exposição a Césio-137 quando era
criança. Argumenta, em sua inicial, que apresentou requerimento
administrativo, o qual foi indeferido pela alegação de que não foi
comprovado o nexo de causalidade entre a enfermidade e a
exposição à radiação. Pontua Paulo que o evento citado é fato
notório, dispensando a produção de prova de sua ocorrência,
razão pela qual faria jus à pensão pretendida. Devidamente
citado, o poder público deixou de apresentar contestação, razão
pela qual foi decretada sua revelia. Após, ainda na fase
instrutória, a Procuradoria do Estado se manifestou e afirmou
que:
I. a notoriedade do fato não isenta o autor da comprovação do nexo de causalidade entre o evento e sua doença, de modo que pretende a realização de perícia;
II. não seria possível aplicar a revelia ao poder público.
No que se refere às alegações da Procuradoria do Estado, considerando as regras probatórias e jurisprudência sobre o tema, é correto afirmar que:
I. a notoriedade do fato não isenta o autor da comprovação do nexo de causalidade entre o evento e sua doença, de modo que pretende a realização de perícia;
II. não seria possível aplicar a revelia ao poder público.
No que se refere às alegações da Procuradoria do Estado, considerando as regras probatórias e jurisprudência sobre o tema, é correto afirmar que:
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Roberto, empresário individual, possuía dois imóveis residenciais:
um apartamento de médio padrão, onde residia com sua família
há mais de dez anos, e outro imóvel, que se encontrava
desocupado. Diante de algumas dificuldades financeiras e
temendo futuras execuções, Roberto vendeu ambos os
apartamentos e adquiriu novo imóvel mais valioso e de alto
padrão, onde passou a residir com a família.
Como supunha, Roberto foi demandado judicialmente por dívida civil já existente, tendo o credor promovido a execução e requerido a penhora do imóvel atualmente utilizado como residência familiar.
Roberto alegou a impenhorabilidade do bem, sustentando tratar-se de seu único imóvel residencial e de moradia permanente da família.
Em relação à situação hipotética, e de acordo com a Lei nº 8.009/1990, é correto afirmar que:
Como supunha, Roberto foi demandado judicialmente por dívida civil já existente, tendo o credor promovido a execução e requerido a penhora do imóvel atualmente utilizado como residência familiar.
Roberto alegou a impenhorabilidade do bem, sustentando tratar-se de seu único imóvel residencial e de moradia permanente da família.
Em relação à situação hipotética, e de acordo com a Lei nº 8.009/1990, é correto afirmar que:
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Em sentença condenatória publicada em 01/10/2021, o juiz fez
consignar no dispositivo o seguinte: “Condeno a ré em
R$ 10.000,00, acrescidos de juros legais na forma do Art. 406 do
Código Civil”.
Com o desprovimento de todos os recursos, assim se consolidou o título executivo em maio de 2023.
Em 13/03/2025, uma vez iniciado o cumprimento de sentença, o devedor o impugnou ao argumento de que, considerada a irretroatividade das leis, deve prevalecer o índice de juros vigente à época da sentença, qual seja, de 1% ao mês, conforme disposição do Código Tributário Nacional.
O exequente, a seu turno, sustentou que deve valer, para todo o período, o atual indexador, a taxa legal, com a redação da Lei nº 14.905/2024, por se tratar de retroatividade inautêntica (ou retrospectividade) sobre matéria monetária.
Nesse caso, é correto afirmar que os juros deverão observar:
Com o desprovimento de todos os recursos, assim se consolidou o título executivo em maio de 2023.
Em 13/03/2025, uma vez iniciado o cumprimento de sentença, o devedor o impugnou ao argumento de que, considerada a irretroatividade das leis, deve prevalecer o índice de juros vigente à época da sentença, qual seja, de 1% ao mês, conforme disposição do Código Tributário Nacional.
O exequente, a seu turno, sustentou que deve valer, para todo o período, o atual indexador, a taxa legal, com a redação da Lei nº 14.905/2024, por se tratar de retroatividade inautêntica (ou retrospectividade) sobre matéria monetária.
Nesse caso, é correto afirmar que os juros deverão observar:
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4079433
Ano: 2026
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
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Em acórdão de apelação envolvendo condenação do município, a procuradoria identifica que o Tribunal não enfrentou uma
tese expressamente suscitada relativamente à prescrição, relevante para eventual recurso aos tribunais superiores. O
procurador responsável quer provocar o enfrentamento, objetivando caracterizar prequestionamento. Assinale, a seguir, a
medida e a regra legal que tratam do chamado “prequestionamento ficto”.
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4079432
Ano: 2026
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Provas:
Em ação de responsabilidade civil contra o município, o procurador municipal toma conhecimento de que o magistrado responsável pelo processo atuou, anteriormente, na qualidade de advogado em favor do autor, em demanda relacionada ao
mesmo fato, antes de ser nomeado magistrado. Tal fato vem a conhecimento da procuradoria após a primeira decisão interlocutória emitida no processo. Segundo as regras processuais vigentes, assinale, a seguir, a medida e o prazo para arguir a
parcialidade do Magistrado.
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4079431
Ano: 2026
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Provas:
Determinada pessoa jurídica de direito privado ajuíza ação contra o município, cobrando reajuste no contrato, alegando desequilíbrio econômico-financeiro. O Procurador municipal identifica que o autor, no contrato, está descumprindo o cronograma
previsto, dando causa à multa contratual, a qual, inclusive, já foi apurada em processo administrativo próprio. Considerando o que
foi narrado, a forma adequada para o município formular pretensão contra a autora dentro do mesmo processo é:
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4079429
Ano: 2026
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Provas:
Em ação de indenização por dano material decorrente de queda em via pública, o município, réu, é citado para contestar.
Entretanto, por falha administrativa interna, não apresenta a contestação no prazo legal. Quais efeitos a revelia pode
produzir e como se comporta o efeito material, quando a parte ré é a Fazenda Pública?
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4079428
Ano: 2026
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Venda Nova Imigrante-ES
Provas:
Uma pessoa jurídica ajuíza ação contra determinado município, pleiteando direito não pecuniário, já reconhecido em parecer
técnico municipal. Dentre outros argumentos e pedidos, requer concessão imediata de liminar, em seu favor, sem alegar
perigo de dano. Considerando o caso hipotético, em qual hipótese o magistrado pode conceder tutela de evidência liminar,
sem demonstração de perigo de dano, segundo as regras processuais vigentes?
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