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No ensino de arte, leitura e releitura tem sido uma prática amplamente difundida, sem que muitas vezes se compreenda o que está sendo implicado nessas dimensões do conhecimento da arte. Assim, problematizar a leitura e a releitura no ensino de arte poderá auxiliar a entender suas similaridades e diferenças no contexto da sala de aula.
PILLAR, Analice Dutra. Leitura e releitura. In: PILLAR, A. D (Org.). A Educação do Olhar. Porto Alegre: Mediação, 1999. p. 11
Sobre a leitura e releitura de imagens nas aulas de Arte, analise as afirmativas:
I. A leitura da obra de arte estabelece relações entre o objeto de leitura e as experiências do leitor.
II. A leitura da obra de arte pode contemplar abordagens biográfica, estética, formal, iconológica e semiótica.
III. A releitura é uma ação de copiar obras de arte compreendendo seus aspectos técnicos.
IV. A releitura é uma das ações sensíveis na sistematização da Abordagem Triangular.
É CORRETO o que se afirma em:
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A Abordagem Triangular foi divulgada com o nome de Metodologia Triangular através do livro A Imagem no Ensino da Arte publicado pela Editora Perspectiva em 1991. Posteriormente, em 1998 publiquei um capítulo revisando-a no livro Tópicos Utópicos. As revisões da Metodologia Triangular em 1998 foram conceituais, práticas e bastante incisivas, mudando-lhe até o nome para Abordagem Triangular.
BARBOSA, Aa Mae; CUNHA, Fernanda Pereira da. (Orgs.). Abordagem Triangular no ensino das Artes e Culturas Visuais.
São Paulo: Editora Cortez, 2010. p. 09.
Sobre a Abordagem Triangular, analise as afirmativas e marque V para verdadeira e F para falsa:
( ) A Abordagem Triangular deriva de uma dupla triangulação, a primeira de natureza epistemológica, e a segunda, está na gênese da própria sistematização.
( ) A Abordagem Triangular compreende três ações mentalmente e sensorialmente básicas, quais sejam: fazer artístico, leitura da obra de arte e contextualização.
( ) A Abordagem Triangular foi influenciada por outras três abordagens: Escuelas al Aire Libre (México), Critical Studies (Inglaterra) e DBAE (Estados Unidos).
( ) A Abordagem Triangular inicia suas experimentações nos anos 2000 a partir da releitura de obras de arte no Museu de Artes de São Paulo (MASP).
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.
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“Para se entender a Arte Moderna, é preciso também entender o contexto histórico em que estava inserida. A Europa do século XIX passava por uma situação social repleta de injustiças e pobreza, na qual refletia o modelo econômico capitalista e burguês ascendido pela Revolução Industrial. Logo, o trabalho manual sucumbiu às máquinas e a religião pela ciência, além dos padrões acadêmicos que enalteciam o virtuosismo e a habilidade artística. (...)
O fenômeno do fetiche pelo primitivo que pairava na Europa em decorrência do espírito de aventura, que as Grandes Navegações trouxeram ao velho continente a partir do século XV, alimentou o desejo de encontrar uma linguagem e direção opostas à tradição que os vanguardistas tanto almejavam.”
fonte: https://medium.com/deadlines/o-primitivismo-como-inspiracao-
para-a-arte-moderna-118d9714c1d6

Máscara Africana e autorretrato de Picasso, 1907.
Considerando a imagem e o texto acima, o que se pode dizer como verdadeiro a respeito da relação entre artistas da vanguarda moderna do início do século XX e a arte conhecida como “primitiva”?
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A obra “Moema” do pintor catarinense Victor Meirelles (1832-1903) inspira-se no canto VI do poema épico Caramuru (1781) do frei José de Santa Rita Durão (1722-1784). Analise a imagem e a estrofe XXXVII do poema, onde o autor narra a situação de Moema:

Moema, 1866. Museu de Arte de São Paulo
“Copiosa multidão da nau Francesa
Corre a ver o espetáculo assombrada;
E ignorando a ocasião da estranha empresa,
Pasma da turba feminil, que nada:
Uma, que às mais precede em gentileza,
Não vinha menos bela, do que irada:
Era Moema, que de inveja geme,
E já vizinha à nau se apega ao leme.”
fonte: https://www.historiadasartes.com/sala-dos-professores/moema-
victor-meirelles/
A partir da comparação entre a tela de Victor Meirelles, e o texto de José de Santa Rita Durão, é possível afirmar que:
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fonte: https://epoca.oglobo.globo.com/cultura/noticia/2018/04/vida-e-
destino-do-quadro-n-16-de-jackson-pollock-do-mam.html
O dripping é uma técnica de pintura amplamente utilizada pelo pintor americano Jackson Pollock. Trata-se do respingo de tinta sobre a superfície por meio de um gotejamento equilibrado, produzindo traços que se unem de maneira harmoniosa. Desta forma, o processo criativo acaba se baseando também pela ação do subconsciente. Jackson Pollock e a técnica dripping são representantes de um célebre movimento artístico intitulado:
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“Por volta de 1987, na periferia de São Paulo, surgiu o talento de Eduardo Kobra. Com o objetivo de levar arte para toda a capital paulista e transformar a paisagem urbana por meio da arte, ele se tornou um dos maiores artistas do mundo. Mas além de juntar a nostalgia e a modernidade em pinturas cenográficas e monumentais, o artista ainda consegue criar portais para momentos saudosos da cidade. As cenas que o grafiteiro Kobra pinta, remetem à personagens, cenas e locais que sempre têm um significado especial e um conceito por trás da obra.”
fonte: https://www.dionisioarte.com.br/2016/11/30/conheca-eduardo-
kobra-artista-e-muralista-brasileiro/

Acerca do conceito de arte urbana, é possível afirmar que:
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A artista mexicana Frida Kahlo passou por duas grandes tragédias em sua vida: aos 6 anos de idade contraiu poliomielite infantil, doença que encurtou uma de suas pernas, e aos 18 sofreu um acidente de ônibus onde fraturou a espinha, a clavícula, a pélvis e várias costelas. Durante os longos períodos em que passou deitada, Frida adotou a arte como passatempo, e passou a desenhar e pintar seus próprios coletes ortopédicos. A respeito da relação entre a vida e a obra de Frida Kahlo, é possível afirmar:

Fonte: https://super.abril.com.br/historia/quem-foi-frida-kahlo/
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“Consideramos 1922 como início de uma revolução cultural no Brasil. Naquele ano existiu forte movimento cultural de reação à cultura acadêmica e oficial. Deste período o expoente principal foi Oswald de Andrade. Seu trabalho cultural, sua obra, que é verdadeiramente genial, ele definiu como antropofágica, referindo-se à tradição dos índios canibais. Como esses comiam os homens brancos, assim ele dizia haver comido toda a cultura brasileira e aquela colonial.” fonte: ROCHA, Glauber. Revolução do cinema novo. São Paulo: Cosac Naify, 2004, p. 150.
Considerando as informações trazidas pelo trecho acima, o movimento cultural a que ele se refere é denominado:
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“Do fundo escuro do coração solar do hemisfério sul, de dentro da mistura de raças que não assegura nem degradação nem utopia genética, das entranhas imundas (e, no entanto, saneadoras) da internacionalizante indústria do entretenimento, da ilha Brasil pairando eternamente a meio milímetro do chão real da América, do centro ao nevoeiro da língua portuguesa, saem estas palavras que, embora se saibam de fato despretensiosas, são de testemunho e interrogação sobre o sentido das relações entre os grupos humanos, os indivíduos e as formas artísticas, e também das transações comerciais e das forças políticas, em suma, sobre o gosto da vida neste final de século”.
O trecho extraído do livro “Verdade Tropical” de autoria de Caetano Veloso, pretende ser um relato, a partir de uma memória coletiva (e também autobiográfica), do movimento tropicalista. O contexto em que este ocorreu pode ser definido como:
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Misturando pares de cores primárias chegaremos aos laranjas, verdes e violetas, que são chamados de cores:
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