Foram encontradas 38.315 questões.
Defendemos que a avaliação é um
processo mais amplo que atribuir uma nota. Na
verdade, avaliar é um processo que procura
auxiliar o aluno a aprender, mais e melhor. Em
outras palavras, avaliar é mais complexo do que
tomar exclusivamente o desempenho dos alunos
em uma prova e considerá-lo aprovado ou
reprovado, mesmo porque cada aluno chega à
escola e às práticas corporais com certo nível de
conhecimento, carregando experiências
anteriores e com características pessoais.
Particularmente, para a Educação Física avaliar
implica ajudar o aluno a perceber as suas
facilidades, as suas dificuldades e, sobretudo,
pretende ajudá-lo a identificar os seus progressos
de tal modo que tenha condições de continuar
avançando.
(DARIDO, Suraya Cristina. "A avaliação da educação física na escola." UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Prograd. Caderno de formação: formação de professores didática geral. São Paulo: Cultura Acadêmica 16 (2012): 127-140).
Sobre o processo avaliativo da Educação Física escolar, de acordo com Darido (2012) é correto afirmar:
(DARIDO, Suraya Cristina. "A avaliação da educação física na escola." UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Prograd. Caderno de formação: formação de professores didática geral. São Paulo: Cultura Acadêmica 16 (2012): 127-140).
Sobre o processo avaliativo da Educação Física escolar, de acordo com Darido (2012) é correto afirmar:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para Menegolla (1992), o planejamento
está ligado à capacidade intrínseca do homem de
pensar, pois o próprio ato de pensar não deixa de
ser um verdadeiro ato de planejar. Para Padilha
(2001), planejar é sempre processo de reflexão,
de tomada de decisão sobre a ação. Se a
necessidade de planejamento é um imperativo da
vida humana, se o próprio ato de planejar é um
processo educativo, justifica-se plenamente a
prerrogativa de utilizar-se do planejamento no
âmbito educacional, o planejamento se impõe
neste setor como recurso de organização em
circunstâncias onde a educação é concebida
como fator de mudança, renovação e progresso
(TURRA et al., 1991). Vasconcellos (2008) atribui
ao planejamento a possibilidade de
(re)significação do trabalho docente, o resgate do
sentido da ação educativa, partindo de uma intencionalidade das ações a que se propõe.
(Adaptado de NUNES, Luciana de Oliveira, et al. "Planejamento de ensino e Educação Física: uma revisão de literatura em periódicos nacionais." Motrivivência 29.52 (2017): 280-294).
Sobre o planejamento na Educação Física escolar é correto afirmar:
(Adaptado de NUNES, Luciana de Oliveira, et al. "Planejamento de ensino e Educação Física: uma revisão de literatura em periódicos nacionais." Motrivivência 29.52 (2017): 280-294).
Sobre o planejamento na Educação Física escolar é correto afirmar:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De acordo com Valter Bracht (1999) o
tratamento do corpo na EF sofreu e sofre
influências externas da cultura e da sociedade,
mas também internas, ou seja, da própria
instituição escolar.
“Nesse sentido, o corpo sofre a ação, sofre várias intervenções com a finalidade de adaptá-lo às exigências das formas sociais de organização da produção e da reprodução da vida. Alvo das necessidades produtivas (corpo produtivo), das necessidades sanitárias (corpo “saudável”), das necessidades morais (corpo deserotizado), das necessidades de adaptação e controle social (corpo dócil). O déficit de dignidade do corpo vinha de seu caráter secundário perante a força emancipatória do espírito ou da razão. Mas esse mesmo corpo, assim produzido historicamente, repunha a necessidade da produção de um discurso que o secundarizava, exatamente porque causava um certo mal-estar à cultura dominante. Ele precisa, assim, ser alvo de educação, mesmo porque educação corporal é educação do comportamento que, por sua vez, não é corporal, e sim humano. Educar o comportamento corporal é educar o comportamento humano.
(Bracht, Valter. "A constituição das teorias pedagógicas da educação física." Cadernos Cedes 19 (1999): 69-88.)
Com base nas teorias críticas e pós-críticas, as construções históricas da Educação Física (EF) tratam o corpo e a educação corporal da seguinte forma:
“Nesse sentido, o corpo sofre a ação, sofre várias intervenções com a finalidade de adaptá-lo às exigências das formas sociais de organização da produção e da reprodução da vida. Alvo das necessidades produtivas (corpo produtivo), das necessidades sanitárias (corpo “saudável”), das necessidades morais (corpo deserotizado), das necessidades de adaptação e controle social (corpo dócil). O déficit de dignidade do corpo vinha de seu caráter secundário perante a força emancipatória do espírito ou da razão. Mas esse mesmo corpo, assim produzido historicamente, repunha a necessidade da produção de um discurso que o secundarizava, exatamente porque causava um certo mal-estar à cultura dominante. Ele precisa, assim, ser alvo de educação, mesmo porque educação corporal é educação do comportamento que, por sua vez, não é corporal, e sim humano. Educar o comportamento corporal é educar o comportamento humano.
(Bracht, Valter. "A constituição das teorias pedagógicas da educação física." Cadernos Cedes 19 (1999): 69-88.)
Com base nas teorias críticas e pós-críticas, as construções históricas da Educação Física (EF) tratam o corpo e a educação corporal da seguinte forma:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O livro Metodologia do Ensino de Educação
Física (SOARES, 1992) foi um grande divisor de
águas para a organização da Educação Física
Escolar, ao trazer o conceito de cultura corporal:
“A Educação Física é uma disciplina que trata,
pedagogicamente, na escola, do conhecimento
de uma área denominada aqui de cultura
corporal. Ela será configurada com temas ou
formas de atividades, particularmente corporais,
[...]. O estudo desse conhecimento visa
apreender a expressão corporal como
linguagem”.
SOARES, C. L. et al Metodologia do Ensino de Educação Física – São Paulo: Cortez, 1992.
Acerca do trato da cultura corporal na escola, os autores da obra defendem que os conteúdos
SOARES, C. L. et al Metodologia do Ensino de Educação Física – São Paulo: Cortez, 1992.
Acerca do trato da cultura corporal na escola, os autores da obra defendem que os conteúdos
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“[...] não há como garantir que ninguém, em
nenhuma circunstância, esteja definitivamente
incluído em qualquer lugar que seja. [...] “seria
utópico, irreal e ingênuo dizer isso”, posto que
“Não basta somente estar presente fisicamente
numa sala de aula, por exemplo, e não ter a
oportunidade de participar efetivamente do processo ensino-aprendizagem ali ocorrido, bem
como não ter reconhecida sua singularidade”
(p.55). Considerando o caráter processual e
dialético desse conceito inclusivo/excludente,
essa afirmação nos leva a pensar que a exclusão,
também não é definitiva, desde que estratégias
sejam pensadas para ampliar a participação de
todos, respeitando suas particularidades. A lógica
dialética do conceito inclusivo/excludente se
distancia da ideia de se pensar a inclusão como
normatização, homogeneização ou mera
adaptação e destaca a contrariedade e a
reversibilidade nesses processos dinâmicos.”
(FONSECA, Michele Pereira de Souza da; RAMOS, Maitê Mello Russo. Inclusão em movimento: discutindo a diversidade nas aulas de educação física escolar. In: PONTES JUNIOR, José Airton de Freitas (Org.). Conhecimentos do professor de educação física escolar [livro eletrônico]. Fortaleza, CE: EdUECE, 2017, p 184-208.)
De acordo com a reflexão das autoras, são estratégias importantes a serem adotadas na Educação Física escolar para promover a inclusão:
(FONSECA, Michele Pereira de Souza da; RAMOS, Maitê Mello Russo. Inclusão em movimento: discutindo a diversidade nas aulas de educação física escolar. In: PONTES JUNIOR, José Airton de Freitas (Org.). Conhecimentos do professor de educação física escolar [livro eletrônico]. Fortaleza, CE: EdUECE, 2017, p 184-208.)
De acordo com a reflexão das autoras, são estratégias importantes a serem adotadas na Educação Física escolar para promover a inclusão:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“4,3 milhões de estudantes não-brancos da
rede pública – pretos, pardos e os indígenas–
ficaram sem atividades escolares durante a
pandemia, quase três vezes mais que os 1,5
milhões de estudantes brancos sem atividades.
Uma das razões é que, no Brasil, 39% dos
estudantes de escolas públicas não têm
computador, enquanto 91% dos estudantes de
escolas particulares possuem computador.”
(Rede de Pesquisa Solidária da Universidade de São Paulo. Disponível em: https://redepesquisasolidaria.org/wpcontent/uploads/2020/09/boletimpps_22_28agosto.pdf ).
A pandemia foi uma experiência inédita e inesperada para os habitantes do planeta, delicada, complexa, sem “preparação prévia”, que afligiu a humanidade desde o final de 2019, e nos confrontou com o desconhecido. No entanto, com seu ineditismo, a pandemia acabou por exacerbar, radicalizar e dar visibilidade a problemas e opressões estruturais em escalas mundial e nacional bastante conhecidos, há muito, problemas que ao longo da história não foram objeto de políticas públicas de enfrentamento para sua superação – o racismo e suas nefastas consequências para todas as vidas humanas; a iníqua distribuição de renda; a desigualdade de acesso aos bens da educação, da cultura, da saúde, da economia. E a pandemia trouxe também problemas sociais novos.
(Adaptado de VAGO, Tarcísio Mauro. Uma polifonia da Educação Física para o dia que nascerá: sonhar mais, crer no improvável, desejar coisas bonitas que não existem e alargar fronteiras. In CARVALHO, Rosa Malena de Araújo; PALMA, Alexandre; CAVALCANTI, André dos Santos Souza. (organizadores). Educação Física, soberania popular, ciência e vida. Niterói : Intertexto, 2022. p. 38-54)
Sobre a relação entre a Educação Física e os persistentes problemas sociais brasileiros, Taffarel (2022) reflete que:
(Rede de Pesquisa Solidária da Universidade de São Paulo. Disponível em: https://redepesquisasolidaria.org/wpcontent/uploads/2020/09/boletimpps_22_28agosto.pdf ).
A pandemia foi uma experiência inédita e inesperada para os habitantes do planeta, delicada, complexa, sem “preparação prévia”, que afligiu a humanidade desde o final de 2019, e nos confrontou com o desconhecido. No entanto, com seu ineditismo, a pandemia acabou por exacerbar, radicalizar e dar visibilidade a problemas e opressões estruturais em escalas mundial e nacional bastante conhecidos, há muito, problemas que ao longo da história não foram objeto de políticas públicas de enfrentamento para sua superação – o racismo e suas nefastas consequências para todas as vidas humanas; a iníqua distribuição de renda; a desigualdade de acesso aos bens da educação, da cultura, da saúde, da economia. E a pandemia trouxe também problemas sociais novos.
(Adaptado de VAGO, Tarcísio Mauro. Uma polifonia da Educação Física para o dia que nascerá: sonhar mais, crer no improvável, desejar coisas bonitas que não existem e alargar fronteiras. In CARVALHO, Rosa Malena de Araújo; PALMA, Alexandre; CAVALCANTI, André dos Santos Souza. (organizadores). Educação Física, soberania popular, ciência e vida. Niterói : Intertexto, 2022. p. 38-54)
Sobre a relação entre a Educação Física e os persistentes problemas sociais brasileiros, Taffarel (2022) reflete que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Cabe aqui ressaltarmos o fato de que o
esforço de se lançar mão da Educação Física
como elemento educacional - ainda que de
conformidade com uma visão de saúde corporal,
saúde física, eugênica - enfrentava barreiras
arraigadas nos valores dominantes do período
colonial, sustentáculos do ordenamento social
escravocrata, que estigmatizaram a Educação
Física por vinculá-la ao trabalho manual, físico,
desprestigiadíssimo em relação ao trabalho
intelectual, este sim, afeto à classe dominante,
enquanto o outro se fazia pertinente única e tão
somente aos escravos”.
(CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1989).
Segundo Cavalcanti (2023) os movimentos históricos que buscam a superação da realidade social segregadora não iniciaram hoje. Os saberes emancipatórios produzidos pelos africanos e pelos afro-brasileiros nos ajudam a construir outras formas de resistência.
Sobre a Educação Física o autor explica que
(CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1989).
Segundo Cavalcanti (2023) os movimentos históricos que buscam a superação da realidade social segregadora não iniciaram hoje. Os saberes emancipatórios produzidos pelos africanos e pelos afro-brasileiros nos ajudam a construir outras formas de resistência.
Sobre a Educação Física o autor explica que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Também parece certo que, devido às
suas características, a Educação Física tem
sido utilizada politicamente como uma arma a
serviço de projetos que nem sempre apontam
na direção das conquistas de melhores
condições existenciais para todos, de
verdadeira democracia política, social e
econômica e de mais liberdade para que
vivamos nossa vida plenamente. Pelo
contrário, a Educação Física no Brasil muitas
vezes, tem servido de poderoso instrumento
ideológico e de manipulação para que as
pessoas continuem alienadas e impotentes
diante da necessidade de verdadeiras
transformações no seio da sociedade. Por
consequência escreve-se quase sempre uma
história que é o próprio reflexo dessa situação
de dominação que se pretende eterna.”
(MEDINA, João Paulo S. . Apresentação: a história que não se conta… In: CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1989, p.9-10).
De acordo com Castellani Filho (1989), discorrer sobre a história da Educação Física no Brasil passa, necessariamente, pela análise da influência das instituições militares na constituição desta disciplina no contexto escolar. Segundo o autor é correto afirmar que
(MEDINA, João Paulo S. . Apresentação: a história que não se conta… In: CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1989, p.9-10).
De acordo com Castellani Filho (1989), discorrer sobre a história da Educação Física no Brasil passa, necessariamente, pela análise da influência das instituições militares na constituição desta disciplina no contexto escolar. Segundo o autor é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3334214
Ano: 2024
Disciplina: Educação Física
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Salto Lontra-PR
Disciplina: Educação Física
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Salto Lontra-PR
Provas:
A modalidade esportiva de atletismo é
praticada em ambiente específico. As provas
são subdivididas em provas de pista e provas
de campo. Nas provas de pista ocorrem as
corridas e algumas destas corridas utilizamse de blocos de partida no início da prova.
Assim, assinale a alternativa que aponta
corretamente provas que utilizam os blocos
de partida:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3334213
Ano: 2024
Disciplina: Educação Física
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Salto Lontra-PR
Disciplina: Educação Física
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Salto Lontra-PR
Provas:
O basquetebol é uma modalidade
esportiva coletiva caracterizada pela
imprevisibilidade e complexidade do contexto
em que as ações tático-técnicas de
cooperação e oposição dos jogadores são
realizadas. O basquetebol como esporte de
invasão, fundamenta-se nas competências
físicas, motoras, técnicas e táticas inerentes
ao desenvolvimento do jogo. A tática aplicada
ao Basquetebol é alusiva à utilização de
recursos para definir situações dentro de uma
equipe, englobando os sistemas de jogo, quer
sejam defensivos ou ofensivos, situações
coletivas ou individuais, podendo ser
resumida no “o que fazer” para resolver uma
determinada situação-problema durante uma
partida. Assim, assinale a alternativa que
aponta corretamente sistemas de marcação
que podem ser utilizados no basquetebol:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container