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3337179 Ano: 2024
Disciplina: Educação Física
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
Defendemos que a avaliação é um processo mais amplo que atribuir uma nota. Na verdade, avaliar é um processo que procura auxiliar o aluno a aprender, mais e melhor. Em outras palavras, avaliar é mais complexo do que tomar exclusivamente o desempenho dos alunos em uma prova e considerá-lo aprovado ou reprovado, mesmo porque cada aluno chega à escola e às práticas corporais com certo nível de conhecimento, carregando experiências anteriores e com características pessoais. Particularmente, para a Educação Física avaliar implica ajudar o aluno a perceber as suas facilidades, as suas dificuldades e, sobretudo, pretende ajudá-lo a identificar os seus progressos de tal modo que tenha condições de continuar avançando.

(DARIDO, Suraya Cristina. "A avaliação da educação física na escola." UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Prograd. Caderno de formação: formação de professores didática geral. São Paulo: Cultura Acadêmica 16 (2012): 127-140).

Sobre o processo avaliativo da Educação Física escolar, de acordo com Darido (2012) é correto afirmar:
 

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3337178 Ano: 2024
Disciplina: Educação Física
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
Para Menegolla (1992), o planejamento está ligado à capacidade intrínseca do homem de pensar, pois o próprio ato de pensar não deixa de ser um verdadeiro ato de planejar. Para Padilha (2001), planejar é sempre processo de reflexão, de tomada de decisão sobre a ação. Se a necessidade de planejamento é um imperativo da vida humana, se o próprio ato de planejar é um processo educativo, justifica-se plenamente a prerrogativa de utilizar-se do planejamento no âmbito educacional, o planejamento se impõe neste setor como recurso de organização em circunstâncias onde a educação é concebida como fator de mudança, renovação e progresso (TURRA et al., 1991). Vasconcellos (2008) atribui ao planejamento a possibilidade de (re)significação do trabalho docente, o resgate do sentido da ação educativa, partindo de uma intencionalidade das ações a que se propõe.

(Adaptado de NUNES, Luciana de Oliveira, et al. "Planejamento de ensino e Educação Física: uma revisão de literatura em periódicos nacionais." Motrivivência 29.52 (2017): 280-294).

Sobre o planejamento na Educação Física escolar é correto afirmar:
 

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3337177 Ano: 2024
Disciplina: Educação Física
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
De acordo com Valter Bracht (1999) o tratamento do corpo na EF sofreu e sofre influências externas da cultura e da sociedade, mas também internas, ou seja, da própria instituição escolar.

“Nesse sentido, o corpo sofre a ação, sofre várias intervenções com a finalidade de adaptá-lo às exigências das formas sociais de organização da produção e da reprodução da vida. Alvo das necessidades produtivas (corpo produtivo), das necessidades sanitárias (corpo “saudável”), das necessidades morais (corpo deserotizado), das necessidades de adaptação e controle social (corpo dócil). O déficit de dignidade do corpo vinha de seu caráter secundário perante a força emancipatória do espírito ou da razão. Mas esse mesmo corpo, assim produzido historicamente, repunha a necessidade da produção de um discurso que o secundarizava, exatamente porque causava um certo mal-estar à cultura dominante. Ele precisa, assim, ser alvo de educação, mesmo porque educação corporal é educação do comportamento que, por sua vez, não é corporal, e sim humano. Educar o comportamento corporal é educar o comportamento humano.

(Bracht, Valter. "A constituição das teorias pedagógicas da educação física." Cadernos Cedes 19 (1999): 69-88.)

Com base nas teorias críticas e pós-críticas, as construções históricas da Educação Física (EF) tratam o corpo e a educação corporal da seguinte forma:
 

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3337170 Ano: 2024
Disciplina: Educação Física
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
O livro Metodologia do Ensino de Educação Física (SOARES, 1992) foi um grande divisor de águas para a organização da Educação Física Escolar, ao trazer o conceito de cultura corporal: “A Educação Física é uma disciplina que trata, pedagogicamente, na escola, do conhecimento de uma área denominada aqui de cultura corporal. Ela será configurada com temas ou formas de atividades, particularmente corporais, [...]. O estudo desse conhecimento visa apreender a expressão corporal como linguagem”.

SOARES, C. L. et al Metodologia do Ensino de Educação Física – São Paulo: Cortez, 1992.

Acerca do trato da cultura corporal na escola, os autores da obra defendem que os conteúdos
 

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3337168 Ano: 2024
Disciplina: Educação Física
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
“[...] não há como garantir que ninguém, em nenhuma circunstância, esteja definitivamente incluído em qualquer lugar que seja. [...] “seria utópico, irreal e ingênuo dizer isso”, posto que “Não basta somente estar presente fisicamente numa sala de aula, por exemplo, e não ter a oportunidade de participar efetivamente do processo ensino-aprendizagem ali ocorrido, bem como não ter reconhecida sua singularidade” (p.55). Considerando o caráter processual e dialético desse conceito inclusivo/excludente, essa afirmação nos leva a pensar que a exclusão, também não é definitiva, desde que estratégias sejam pensadas para ampliar a participação de todos, respeitando suas particularidades. A lógica dialética do conceito inclusivo/excludente se distancia da ideia de se pensar a inclusão como normatização, homogeneização ou mera adaptação e destaca a contrariedade e a reversibilidade nesses processos dinâmicos.”

(FONSECA, Michele Pereira de Souza da; RAMOS, Maitê Mello Russo. Inclusão em movimento: discutindo a diversidade nas aulas de educação física escolar. In: PONTES JUNIOR, José Airton de Freitas (Org.). Conhecimentos do professor de educação física escolar [livro eletrônico]. Fortaleza, CE: EdUECE, 2017, p 184-208.)

De acordo com a reflexão das autoras, são estratégias importantes a serem adotadas na Educação Física escolar para promover a inclusão:
 

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3337164 Ano: 2024
Disciplina: Educação Física
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
“4,3 milhões de estudantes não-brancos da rede pública – pretos, pardos e os indígenas– ficaram sem atividades escolares durante a pandemia, quase três vezes mais que os 1,5 milhões de estudantes brancos sem atividades. Uma das razões é que, no Brasil, 39% dos estudantes de escolas públicas não têm computador, enquanto 91% dos estudantes de escolas particulares possuem computador.”

(Rede de Pesquisa Solidária da Universidade de São Paulo. Disponível em: https://redepesquisasolidaria.org/wpcontent/uploads/2020/09/boletimpps_22_28agosto.pdf ).

A pandemia foi uma experiência inédita e inesperada para os habitantes do planeta, delicada, complexa, sem “preparação prévia”, que afligiu a humanidade desde o final de 2019, e nos confrontou com o desconhecido. No entanto, com seu ineditismo, a pandemia acabou por exacerbar, radicalizar e dar visibilidade a problemas e opressões estruturais em escalas mundial e nacional bastante conhecidos, há muito, problemas que ao longo da história não foram objeto de políticas públicas de enfrentamento para sua superação – o racismo e suas nefastas consequências para todas as vidas humanas; a iníqua distribuição de renda; a desigualdade de acesso aos bens da educação, da cultura, da saúde, da economia. E a pandemia trouxe também problemas sociais novos.

(Adaptado de VAGO, Tarcísio Mauro. Uma polifonia da Educação Física para o dia que nascerá: sonhar mais, crer no improvável, desejar coisas bonitas que não existem e alargar fronteiras. In CARVALHO, Rosa Malena de Araújo; PALMA, Alexandre; CAVALCANTI, André dos Santos Souza. (organizadores). Educação Física, soberania popular, ciência e vida. Niterói : Intertexto, 2022. p. 38-54)

Sobre a relação entre a Educação Física e os persistentes problemas sociais brasileiros, Taffarel (2022) reflete que:
 

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3337163 Ano: 2024
Disciplina: Educação Física
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
“Cabe aqui ressaltarmos o fato de que o esforço de se lançar mão da Educação Física como elemento educacional - ainda que de conformidade com uma visão de saúde corporal, saúde física, eugênica - enfrentava barreiras arraigadas nos valores dominantes do período colonial, sustentáculos do ordenamento social escravocrata, que estigmatizaram a Educação Física por vinculá-la ao trabalho manual, físico, desprestigiadíssimo em relação ao trabalho intelectual, este sim, afeto à classe dominante, enquanto o outro se fazia pertinente única e tão somente aos escravos”.
(CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1989).

Segundo Cavalcanti (2023) os movimentos históricos que buscam a superação da realidade social segregadora não iniciaram hoje. Os saberes emancipatórios produzidos pelos africanos e pelos afro-brasileiros nos ajudam a construir outras formas de resistência.
Sobre a Educação Física o autor explica que
 

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3337162 Ano: 2024
Disciplina: Educação Física
Banca: UFF
Orgão: Pref. Maricá-RJ
“Também parece certo que, devido às suas características, a Educação Física tem sido utilizada politicamente como uma arma a serviço de projetos que nem sempre apontam na direção das conquistas de melhores condições existenciais para todos, de verdadeira democracia política, social e econômica e de mais liberdade para que vivamos nossa vida plenamente. Pelo contrário, a Educação Física no Brasil muitas vezes, tem servido de poderoso instrumento ideológico e de manipulação para que as pessoas continuem alienadas e impotentes diante da necessidade de verdadeiras transformações no seio da sociedade. Por consequência escreve-se quase sempre uma história que é o próprio reflexo dessa situação de dominação que se pretende eterna.”

(MEDINA, João Paulo S. . Apresentação: a história que não se conta… In: CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1989, p.9-10).

De acordo com Castellani Filho (1989), discorrer sobre a história da Educação Física no Brasil passa, necessariamente, pela análise da influência das instituições militares na constituição desta disciplina no contexto escolar. Segundo o autor é correto afirmar que
 

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3334214 Ano: 2024
Disciplina: Educação Física
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Salto Lontra-PR
A modalidade esportiva de atletismo é praticada em ambiente específico. As provas são subdivididas em provas de pista e provas de campo. Nas provas de pista ocorrem as corridas e algumas destas corridas utilizamse de blocos de partida no início da prova. Assim, assinale a alternativa que aponta corretamente provas que utilizam os blocos de partida:
 

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3334213 Ano: 2024
Disciplina: Educação Física
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Salto Lontra-PR
O basquetebol é uma modalidade esportiva coletiva caracterizada pela imprevisibilidade e complexidade do contexto em que as ações tático-técnicas de cooperação e oposição dos jogadores são realizadas. O basquetebol como esporte de invasão, fundamenta-se nas competências físicas, motoras, técnicas e táticas inerentes ao desenvolvimento do jogo. A tática aplicada ao Basquetebol é alusiva à utilização de recursos para definir situações dentro de uma equipe, englobando os sistemas de jogo, quer sejam defensivos ou ofensivos, situações coletivas ou individuais, podendo ser resumida no “o que fazer” para resolver uma determinada situação-problema durante uma partida. Assim, assinale a alternativa que aponta corretamente sistemas de marcação que podem ser utilizados no basquetebol:
 

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