Segundo Maglischo (2010), na execução do nado costas
os braços devem realizar as braçadas de um modo parecido
com o movimento alternado de um moinho de vento. No nado
costas, a precisa relação entre um braço e o outro é muito
importante para que seja mantido um bom alinhamento lateral
e horizontal. Assim, a sincronização dos braços no nado costas
deve ser:
O nado de peito é o mais lento dos nados competitivos, por
causa das grandes flutuações que ocorrem na velocidade a cada
ciclo braçada/pernada. Quando se refere à execução do nado
peito, após a saída e durante o percurso da prova, a ordem do
ciclo do nado deve ser:
A pernada utilizada no nado borboleta é chamada pernada
golfinho ou golfinhada, porque as pernas se movimentam em
conjunto, como a calda de um golfinho. Uma golfinhada consiste
em uma batida para cima e outra para baixo. Na execução do
nado borboleta os nadadores executam:
O salto em altura foi incorporado à programação masculina
dos Jogos Olímpicos em Atenas (1896) e à feminina em 1928,
quando esta competição ocorreu em Amsterdã. Para o ensino
da modalidade, entre as diferentes possibilidades de técnicas e
variações para a ultrapassagem do sarrafo, podem ser abordados
os estilos:
De acordo com Tubino (1984), os êxitos de atletas de alto
rendimento, independente da especialização esportiva, estão
ligados a uma grande quantidade (volume) e uma alta qualificação
(intensidade) no trabalho, sendo que, estas duas variáveis
(volume e intensidade) deverão sempre estar adequadas às
fases de treinamento. Para o autor, esse princípio do treinamento
desportivo é nomeado princípio da: